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6ª Temporada

Talking Dead Brasil #46 – Greg Nicotero, Carrie Underwood e Benedict Samuel

Jessica Storrer

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Rick perdeu sua nova namorada. Os walkers piraram naquele lago de fogo. E Carl perdeu um olho porque o Porch Dick Junior resolveu dar uma de machão pra cima de Rick. Há tanta coisa pra falar!

Os convidados da noite foram o produtor executivo e diretor do episódio, Greg Nicotero; a cantora, compositora e atriz Carrie Underwood; e Benedict Samuel, o Lobo de The Walking Dead.

CHRIS HARDWICK: Primeiramente, eu sei que há muito que discutir. Mas eu só queria dizer que eu amo o fato de Abraham querer simplesmente saber quem as pessoas são. Eu amo o “Quem é Negan?”. QUEM É NEGAN. Eu ri quando aquilo aconteceu. QUEM É NEGAN?. Tipo, misture tudo. Ele não consegue evitar, ele tem que saber. Você dirigiu este episódio. Sinceramente, eu sei que eu trabalho para esta rede, eu sei que eu apresento este programa, e você pode sentir que eu sou obrigado a dizer essas coisas. Mas eu não sou. Eu acho de verdade que este é um dos melhores episódios da série toda. Teve de tudo. Então quais foram uns dos maiores desafios ao dirigir este episódio?

Greg Nicotero: Bom, você sabe, quando nós estávamos preparando o primeiro episódio, nós fizemos uma locação na concessionária de tratores, e eu e Scott vimos uma queimada ali perto. E foi mais ou menos ali que surgiu a ideia da queimada – na floresta, no episódio 6. E o Scott disse ‘Então, nós vamos botar fogo no lago, e nós vamos guiar todos os walkers para o lago’. Então fez muito sentido gravar isso durante a noite. Agora, quando você está gravando no verão, é claro, você tem pouco período noturno, porque os dias são mais longos. Então nós tivemos que rebolar bastante. Nós e Jeff January, que é nosso diretor assistente escalado para este episódio. Então foi bem engenhoso, porque escureceria lá pelas 20:30hs e já haveria luz às 06hs da manhã. Então você tem um mínimo, você não tem 12 horas inteiras para gravar. Foi difícil.

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Chris: Carrie, nós estávamos conversando antes do programa começar e você disse que assisti desde o primeiro episódio.

Carrie Underwood: Sim.

Chris: O que te fisgou?

Carrie: É o meu gênero. Eu gosto de filmes, programas e coisas deste tipo. Mas a história com certeza me fisgou e me manteve interessada e sempre voltando atrás de mais. Nós às vezes estamos em cidades aleatórias em turnê e nós fazemos nosso motorista andar por aí pra que pudéssemos ter conexão por satélite em nossa TV. Porque eu nunca quero esperar até o próximo dia. Eu gosto de assistir na hora. Então eu sou uma grande fã.

Chris: E você também manda mensagens para sua mãe?

Carrie: Sim. Nós conversamos sobre a série. Nós assistimos a série, assistimos Talking Dead, e então nós temos nosso próprio Talking Dead no dia seguinte. Nós resolvemos os problemas de todos, e analizamos tudo.

Chris: Qual o nome da sua mãe?

Carrie: Carol.

Chris: Oi Carol! Bom nome! E você está sentada perto do Lobo, como ele ficou conhecido, ou Dave Grohl jovem, como nós o chamamos aqui no programa. Este cara foi um dos personagens mais esquisitos que nós vimos até agora. Nós não sabíamos muito sobre ele. Como tem sido a reação dos fãs para você?

Benedict Samuel: Tem sido muito interessante. Algumas pessoas estranhamente, em Sidney, de onde eu sou, eles olhavam para mim e faziam [o gesto do ‘W’ na frente do rosto], a princípio eu não estava entendendo, eu pensava ‘Nossa, isso é muito estranho’. Mas aí eu percebi que eles estavam prestando homenagem.

Chris: Eu aposto que tem algumas pessoas assistindo agora e pensando ‘Ai meu deus, ele é australiano’. E eles se apaixonam ainda mais por você.

Benedict: Eu presenciei outro momento no qual esse cara e sua namorada, queriam tirar uma foto, mas ela queria ficar no carro enquanto ele tirava a foto e eu vi ela olhando e acenando com a cabeça.

Chris: Bom, você é parte deste universo agora. Carrie, você acha que o personagem dele se redimiu no final, você acha que ele mudou para melhor? Ou acha que ele não mudou nada?

Carrie: Bom, eu acho que esse é o ponto, nós nunca saberemos. Ele estava apenas tentando se salvar? Estava tentando salvar Denise para se salvar? Ou ele tinha esse traço de esperança, de humanidade? Nós nunca saberemos.

Chris: O que você acha?

Benedict: Eu acho que ele é meio que um camaleão. Ele consegue se modificar para se adequar às circunstâncias.

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Chris: Sim. Os dentes dele conseguem ficar de qualquer cor. Foi tudo encenação? O que aconteceu com a Dra. Denise foi tudo encenação?

Benedict: O que eu acho interessante sobre o relacionamento deles, particularmente, ela é de verdade a primeira pessoa a desafiá-lo. Ninguém tinha desafiado ele de verdade ainda. Eu acho que ele gosta muito daquela interação. E tem algo ali que ele acha muito interessante.

Chris: Parece que foi um desafio para ele mudar ela. Tipo ‘Eu vou mudar você. Eu vou fazer com você o mesmo que fizeram comigo’. Quando eu comecei a assistir este episódio, quero dizer, começou com esse momento épico quando Daryl explode todo mundo, e aí nós perdemos gente, e é bem dramático, e aí vemos dois personagens finalmente acordando! Quero dizer, Gabriel e Morgan, finalmente! Então, qual foi a importância de Morgan para você, quando ele finalmente pega esse cara?

Greg: Bom, minha opinião sobre os homens ‘W’. Eu acho que ele está enamorado com Denise. E eu acho que o plano de levantá-la e colocá-la por cima do muro, sabe, era de ela ter um pequeno ‘W’ na testa e eles terão bebês com pequenos ‘w’s em alguns anos. Mas Morgan, sabe, a filosofia dele é transformar pessoas. E eu acho que ele superou os homens ‘W’ e existem três ocasiões nas quais ele pega o Wolf walker. Você vê o ‘W’ no walker. Sabe, nós espelhamos aquela cena várias vezes. Nós gravamos ela no episódio 2 quando ele nocauteia ele na casa, e então no episódio 4 quando ele está nocauteado. Nós fizemos exatamente a mesma cena. Nós tínhamos um ângulo olhando de baixo pra cima para Morgan quando ele ataca com a vara. Então tem muita importância visualmente. Eu acho que ele finalmente meio que…

Chris: Eu estou muito feliz que ele finalmente quebrou as regras e fez o que eles precisavam para sobreviver. E Carol estava certa, ele estava fazendo aquilo por ele mesmo.

Greg Nicotero, Scott Gimple - Talking Dead _ Season 6, Episode 1 - Photo Credit: Jordin Althaus/AMC

• Tradicionalmente, no final do segundo bloco do programa, o quadro In Memorian homenageia os mortos durante o episódio.

– A gangue de Negan
– Os walkers alvoroçados
– Os últimos walkers de Alexandria
– Os walkers smoke the water (do lago de fogo)
– O Lobo
– O Lobo walker
– Ron
– Sam
– Jessie
“Jessie… você quase conseguiu. Sam… você não tinha a menor chance. Ron… diga oi pro seu pai por nós.”

ENTREVISTA COM O ELENCO:

Major Dodson: Eu sou Major Dodson e interpreto Sam Anderson.

Austin Abrams: Eu sou Austin Abrams e interpreto Ron.

Major: Nós não estamos mortos [Risos].

Austin: Eu descreveria Ron como um cara que foi colocado em uma situação muito ruim e isso fez dele o que ele é. Eu não sei, eu nunca vi ele como um vilão.

Major: Minha cena preferida de gravar em The Walking Dead foi provavelmente minha primeira cena com Carol. Trabalhar com Melissa McBride foi incrível. É uma alegria trabalhar com ela. Eu e os colegas dela. Curiosidade: nós dois gostamos muito de antiguidades.

Austin: A coisa mais memorável que vou levar comigo por ter trabalhado na série foi o entusiasmo, sabe, todos ainda entusiasmados mesmo depois de seis temporadas.

Major: Sabe, eles dizem que são a família The Walking Dead, e é verdade, somos uma grande família, de verdade.

Chris: Qual foi sua reação quando nós perdemos aquela família inteira de uma vez só?

Carrie: Bom, caramba. A gente sabia que Sam não teria a menor chance e eu estava querendo que ele saísse com Gabriel. Tipo, porque eles deixaram ele continuar? Sabe? Eu não sei. Sabe, Jessie não iria abandonar ele ou sua família. E então Ron, sabe, sua angústia adolescente tomou conta.

Chris: Sim. Ele meio que pediu por isso. Eu achei de verdade que na última temporada quando Sam ficava falando ‘mãe! mãe!’, que ela iria chutar ele, dizer ‘eu nem te conheço’ e, sabe, correr. Como foi feita a coreografia? E a arrancada do braço, Greg.

Greg: Sabe, o truque foi… sabe, ele era o tornozelo de Aquiles de Jessie. Em outros episódios ele nem descia para comer, e ela levava comida pra ele. E a partir do momento que ele não quer ir com Gabriel, e ela permite que eles o acompanhem, ela meio que selou o destino deles, por não ser capaz de fazer aquilo. Então, na HQ a gente tem desenhos incríveis e você sabe, Scott e Robert Kirkman ficam me trazendo esses grandes episódios que pagam tributo a essa arte, a HQ. Nós sabíamos que o que aconteceu com Carl já estava por vir, mas trabalhar a coreografia e tudo mais, tem que ser muito silencioso. Michonne estava lidando com walkers… e o que a gente acabou fazendo foi usar dentaduras que sangravam. Eu queria ver a cena do rosto de Sam com sangue escorrendo. Eu não queria usar uma prótese ali, eu queria continuar naquele momento emocionante. E um de nossos maquiadores, nós fizemos dentaduras para Sam, que tinham um tubo de sangue que passava pelo lado do rosto dele, escondido por uma pequena prótese, então quando ele mordeu para baixo, os dentes eram moles, e o sangue esguichou dos dentes e escorreu pelo rosto dele, que é algo que nós ainda não tínhamos feito.

Chris: E vocês tiraram um belo pedaço de Sam.

Greg: Aquele grito sangrento, quando a gente filmou, foi de arrepiar.

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Chris: Primeiramente eu acho que devemos aplausos para Alexandra Breckenridge, Major e Austin por terem sido incríveis. Eu amo muito o personagem de Jessie, e eu não sei se muitas séries teriam matado um possível interesse amoroso de um personagem como Rick. Eu fiquei muito surpreso.

Greg: Eu acho que a gente não sabia que seria Dia dos Namorados, mas ela é fantástica. Ela estava começando a amar quem sua personagem era. Isso deixou as coisas mais difíceis. Foi mais um daqueles momentos em que você pega o roteiro, dá uma olhada e resmunga.

Chris: Ai, eles vão cortar seu braço fora e coisa e tal.

Greg: O engraçado foi que eu nem percebi, sabe, da maneira que os episódios são divididos no começo da temporada, eu não tinha certeza absoluta de quando cada episódio estrearia, e foi Chandler que disse, no voo para San Diego ‘Então, a gente vai atirar no meu olho. Como vamos fazer isso?’. Essa foi a primeira vez que eu me toquei que isso aconteceria neste episódio.

Chris: Nós vamos mostrar mais disso daqui a pouco, e veremos como vocês fizeram isso. Carrie, você confiaria deixar seu bebê com o Padre Gabriel?

Carrie: Não! Quer dizer, estou muito feliz que tenha caído a ficha dele, e que ele tenha se tocado de que ‘Ok, esse é o mundo que eu vivo agora. Não dá pra continuar fazendo o que eu costumava fazer’.

Benedict: As pessoas podem mudar.

Carrie: Sim. Aí está. Naquele momento, eles não tinham escolha. O que poderiam fazer? Carregar um bebê que poderia ficar chorando? Eles tiveram que fazer isso.

Chris: Eu acho que eu diria ‘Não, eu acho que vou deixar ela embaixo da capa de carne. Não precisa, Gabriel. Vá embora.’

Carrie: Ele conseguiu ganhar confiança.

Chris: Conseguiu. Ele conseguiu ganhar minha confiança agora.

“A cena em que Carl leva um tiro me deixou de boca aberta. Jessie, Sam, não conseguem seguir adiante. Ele é pego, ela também. E você vê o que pensa ser seu filho morrendo. Os roteiros mais insanos que eu já li. O maior episódio que já tentamos fazer.”Andrew Lincoln.

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Chris: O fato de Carl perder o olho, tem muita coisa na HQ que não aparece na série, como você vai fazer isso? E eu não tinha certeza se vocês fariam essa ou não, e vocês fizeram. Vamos dar uma olhada no vídeo, nos guie aqui. Então, o que estamos vendo?

Greg: Bom, esse é um boneco que nós fizemos.

Chris: Como ousa?

Greg: Porque Rick tinha que correr pra lá e pra cá carregando Carl. Nós fizemos uma cópia em gesso do rosto de Carl, e nós criamos uma cabeça de silicone.

Chris: Aquilo foi perturbador.

Benedict: Eu ia pra sala de maquiagem e ele estava ali sentando, e eu falava ‘oi’, e opa, ele estava sentado na outra cadeira.

Chris: Tem uma foto aqui.

Greg: Essa é uma foto da escultura. E a ferida foi muito importante porque nós conversamos muito com Robert sobre capturar o maneira como ela tinha sido feita na HQ. Então nós queremos dizer que a bala acertou no canto e jogou fragmentos de ossos nos olhos dele e ricocheteou pra fora. E esse também é o boneco, com sangue. E a cena no episódio, quando Carl vira e olha, nós fizemos uma cena de Chandler e nós filmamos esse boneco e adicionamos a ferida digitalmente na cabeça dele para que você pudesse ver a profundidade da ferida.

Chris: Uau! Então, quem foi que… alguém beijou o boneco?

Greg: Sim, então, assim que eles chegam com o boneco na enfermaria, muito disso tudo foi filmado sem o Chandler, foi mais o Andy correndo pelas ruas de Alexandria sendo perseguido por walkers, e assim que eles colocam o corpo dele na mesa, nós colocamos esta prótese no Chandler. Para a entrada, e deitamos ele na mesa e fizemos uns close-ups, e o resto da cena foi filmada com o boneco. Então quando Danai está ali sentando, passando a mão na testa dele, e Merritt Wever está fazendo a cirurgia, era tudo com um boneco. E então ela beija ele e saí pela porta.

Chris: Vocês podem colocar aquela foto de novo? Esse é o Chandler. Ele tem uma barba aqui! Nosso menino está crescendo! Você achou que ele tinha morrido quando ele levou o tiro, Carrie?

Carrie: Eu achei que sim quando Rick o levantou e saiu correndo com ele, eu pensei ‘ok, mas é o Carl, eles não vão…’ Eu sei que vocês não tem medo de se livrar de personagens principais para nosso horror, e choque, e tristeza, e medo, mas é o Carl. Eu acho que ninguém estava preparado para vê-lo partir.

Chris: Eu gostei do que você disse. No começo do programa você disse ‘Será que vai acontecer com ele que nem aconteceu com o Governador?’

Carrie: Sabe, é o olho, mas como isso afetará sua personalidade? Ele ficará triste? Ele é adolescente.

Chris: Ele vai ficar meio chateado por um tempo.

Carrie: Ele é um adolescente, é uma época importante na vida dele.

Chris: Mas não é o caso dele ir pra escola e todo mundo ficar tirando sarro dele. Isso é parte da sua ascensão a John Connor para dominar o apocalipse. Qual é a maior ameaça agora? É o grupo de Negan? Quando você explode um bando de motoqueiros alguém vai ser vingar. A Grande Multidão, o grupo de Rick está exausto e os muros continuam caídos. Ou o Rick mais bondoso e gentil? Sabe, são tempos perigosos, Ricktator, não um otimista. O que você acha Benedict?

Benedict: Eu acho que Rick está amolecendo.

Chris: Você acha?

Benedict: E é uma vergonha.

Chris: Isso soa como repreensão com seu sotaque chique.

Benedict: Sabe, os Lobos capitalizaram nisto e você nunca sabe quem mais pode fazer isso.

Chris: É por isso que eu disse, sobre aquele momento de esperança no final, e Rick meio que desmoronando também. O que você acha que é a maior ameaça Carrie?

Carrie: Eu acho que o grupo de Negan. Eu acho que Rick está se tornando mais humano novamente, eu não vejo isso necessariamente como uma fraqueza. Eu sinto que ele quer reconstruir tudo, achar mais pessoas, sabe, não ficar tão fechado para o resto do mundo, e ele percebe que as pessoas estão do lado dele, e as pessoas de Alexandria estão lá, e eles conseguem fazer isso.

Chris: A maioria do pessoal de casa concorda com você. 87% das pessoas votou no grupo de Negan, especialmente agora.

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• Durante o quadro Inside the Dead ficamos conhecendo algumas curiosidades sobre o episódio:
– Seth Gilliam ficou feliz pelo Padre Gabriel finalmente ter se levantado e dado uma mensagem de sobrevivência para o povo de Alexandria. “Influencia muito no impacto que ele pode ter na comunidade, e no valor que ele pode ter para Rick.”
– 500 galões de propano foram usados para criar o ardente lago-armadilha-de-walkers.
– A equipe usou propano ao invés de gasolina porque é mais fácil de controlar e é menos nocivo.
– Ross Marquand diz que ele mal dormiu durante os cinco dias intensos em que filmava esse episódio. “Supostamente nós devemos ter uma aparência terrível nesta série mesmo.”

“Sabe, no começo da série, nas duas primeiras temporadas, todos estavam juntos o tempo todo. Eles faziam tudo juntos, nós tínhamos tantas cenas com vários atores, mas conforme o tempo foi passando, nós os separamos periodicamente, eles passam por essas esticadas nas quais eles não veem ninguém. Sabe, Glenn, Abraham e Sasha, eles estão foram desde o episódio 601. Ainda não voltamos com nenhum destes personagens. Então é bem divertido fazê-los voltar, e eles podem trabalhar juntos de novo. É animador ter todos eles aqui porque isso se tornou algo raro. Quando você tem todos eles juntos, é uma bênção. Dá uma energia que nós não temos normalmente.”Denise Huth.

Chris: E o que você acha de Maggie e Glenn se reencontrando?

Carrie: Awn. Foi interessante, porque eles se reencontraram mas não podiam se tocar. Foi tipo ‘Awn, eles não podem correr e se beijar’, e de repente foi tipo ‘Ai meu deus, nos vamos perder o Glenn agora?’, eu achei que aquilo ia acontecer.

Chris: De novo.

Carrie: Ele é o cara mais sortudo da face da terra! Sabe, sempre tem alguém ali pra salvar ele, ou a coisa certa acontece no momento certo, ele é um artista da fuga.

Chris: Você tem que ser assim neste mundo. Estou curioso. Benedict, você tinha uma história passada para o seu personagem? Qual era a dele?

Benedict: Sabe, eu estava meio confuso quando cheguei. Eu pensei mais sobre a filosofia desse cara. E nós falamos muito disso, sua atitude é de ‘Qual a diferença? Ou você vai ou eu vou. Nós dois não podemos ir’. E foi aí que nossa história e nossa discussão começou a acontecer. Mas não muito da história passada dele.

Greg: Sabe, o difícil é quando você tem pessoas que vem para a série, e elas não tem roteiros. Eles recebem páginas, e muitas vezes eles fazem a audição para o papel, e eles não estão fazendo o teste com páginas de diálogos reais, são falsas. Então no nosso primeiro dia no set de filmagem, nós estávamos conversando e eu estava tentando atualizá-lo, é isso o que os diretores fazem, sabe. E ele fala ‘Você acha que eu poderia ter um roteiro?’ e eu fiquei meio…

Chris: ‘Você não tem um roteiro?’

Greg: ‘Claro, alguém. Traga um roteiro para este cara.’ Mas sabe, parte da maneira como nós desenvolvemos cada episódio é que, Scott Gimple conversa com os atores e durante as reuniões ele junta informações. É uma boa oportunidade, mas muitas vezes alguns personagens tem oportunidades de desenvolver histórias do passado e coisas do tipo.

Benedict: E houve a oportunidade de começar a pensar e criar algo interessante, nós fizemos isso com as armadilhas.

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• Um fã da plateia foi chamado ao palco para fazer uma pergunta aos convidados. A pergunta foi dirigida a Greg Nicotero: “O que envolveu explodir a gangue de motoqueiros de Negan?” (Cintia)

Greg: Eu preciso dizer, nós acabamos fazendo… eu queria que fosse o mais prático possível, e esse episódio foi um triunfo para todo o elenco e equipe, o pessoal dos efeitos especiais, os dublês. E eu preciso dizer que o pessoal das maquiagens de efeitos especiais fez um trabalho incrível, por que tem zumbis pra lá e pra cá, e coisas acontecendo ao mesmo tempo. Então nessa cena em particular eu quis explodir bonecos mesmo. Nós fizemos bonecos de espuma vermelha que nós enrolamos em sacolas de sangue. Na cena, nós tivemos Chris Berry dizendo sua fala e aí cortamos e esperamos. Aí nós trouxemos os bonecos e tínhamos três vasilhas de propano que explodiram ao mesmo tempo e nós fisicamente explodimos os bonecos em pedaços, e tínhamos várias câmeras gravando, então foi ótimo.

• E o presente para a fã que fez a pergunta foi uma machadinha de Dia dos Namorados .

ENTREVISTA COM O ELENCO E PRODUÇÃO:

Michael Cudlitz: Essa noite será incrível. Nós fizemos a grande explosão no lago. Nós voltamos com o caminhão, eles inundaram o lago com combustível e usaram o lançador de foguetes. Explosões enormes, e funciona.

Monty L. Simons: Nós estamos falando sobre explodir um lago e então mandar um monte de walkers em chamas ali pra dentro.

Victor Scalise: Para nós era importante manter o fogo o mais real possível. Fazer isso numa escala real, sabe, fazer com luz de verdade, fogo de verdade.

Andy Rus: Então é assim que nós queimamos walkers aqui em The Walking Dead. Nós estamos fazendo isso em diversas temporadas. Nós temos múltiplas camadas de roupa retardante de fogo encharcada em gel, e esta peça cinza aqui segura o frio e umidade dentro e o combustível para fora, e nós vamos vesti-la, é assim que nós os mantemos em segurança enquanto estão em chamas.

Elizabeth: Se eu não estivesse ansiosa, então alguém deveria ficar preocupado, porque ficar em chamas não é normal.

Norman Reedus: O que nós estamos vendo é real, e eu adoro isso, você consegue sentir o calor, está muito quente lá.

Chris: Eu queria parabenizar à todos da equipe de The Walking Dead. Palmas para a equipe, nem sempre eles são lembrados por nome, mas todos eles juntos fazem da série algo tão perfeito, e nós somos gratos por eles. Quantas pessoas estão envolvidas num episódio desses?

Greg: Neste, 180, 200 pessoas. Nós fizemos mais de 1200 maquiagens. Umas das coisas mais críticas para mim foi fazer a explosão de maneira prática num lago de verdade. Então Daryl Pritchard e o pessoal dele colocam propano lá, e acendem barras de fogo. Nós tentamos várias vezes durante a tarde pra ver quão grandes as chamas ficavam, e elas ficam tão altas quanto as casas de verdade. Foi estupendo assistir aquilo se desenvolver, e é claro que com o decorrer da noite, toda a cobertura de zumbis nas ruas, nós estávamos explodindo o lago toda hora, acho que fizemos isso umas nove ou dez vezes durante a noite. Eu estava imaginando as pessoas que moram ali por perto acordando e pensando ‘O que raios foi isso? Ah, eles só estão explodindo’.

• Um fã por telefone foi escolhido para fazer uma pergunta aos convidados. A pergunta foi dirigida a Benedict Samuel: “Como eles fizeram seus dentes ficarem tão imundos?” (Caitlin)

Benedict: Foi todo um processo, na verdade. Tinham cotonetes de álcool para secar nos meus dentes e um time de cerca de três pessoas os pintavam de cores diferentes, e eu não podia lamber meus dentes, eu ficava assim por vários minutos. O que foi meio irritante depois de um tempo.

Greg: Existem diferentes cores de manchas de dentes.

Benedict: Cascalho, fuligem.

Carrie: E café.

Greg: Isso, tipo nicotina e café.

Chris: E eu tenho que dizer que você limpou bem, Benedict Samuel. Hoje você é o encontro de Dia dos Namorados da América, todo bonitão.

Greg: Nós não temos o ‘W’.

Chris: Nós estamos aqui com Carrie por cerca de uma hora e nós queremos saber o que vocês acham: a Carrie Underwood sobreviveria a Grande Multidão desta noite? Sim, se você ouviu a letra da música. Ou não, sete Grammys são impressionantes, mas eles não matam walkers. Carrie, vou deixar você se defender.

Carrie: Eu sei o que você está pensando, mas eu nasci para sobreviver no apocalipse zumbi. Meu marido comprou esse kit de sobrevivência zumbi de Natal, eu tenho uma machadinha e eu sei usá-la, minhas músicas são meio agressivas as vezes, eu não tenho medo.

Chris: Os ‘Nãos’ estão diminuindo.

Carrie: Isso! Eu saberia o que fazer, eu nasci pra isso.

Chris: De quem você mais gosta na série?

Carrie: Eu adoro a Maggie, porque eu sinto que nós duas somos garotas da fazenda, crescemos no interior, sabemos cuidar de nós mesmas lá fora, mas ela também tem um lado mais manso, ela é esperta.

Chris: Você começou com 87%, 67% ainda acham que você não sobreviveria.

Carrie: Eu sobreviveria.

Chris: 35% do seu lado. Você deveria escrever uma música sobre essas pessoas.

Carrie: Eu vou! Você vai se arrepender.

Chris: Benedict teve uma cena… como foi sua luta com Lennie?

Benedict: As cenas de luta foram inacreditáveis, porque íamos pro set, e lá estavam os doublês, e eles falavam ‘Isso é o que planejamos, dê uma olhada’. E eles começavam a jogar cadeiras e chutar mesas. E me perguntavam ‘E aí, o que você acha?’ E eu falava ‘Bom, Lennie e eu devemos ensaiar isso.’ ‘Beleza! Vamos deixar você fazer.’ E eu pensava ‘Ai meu deus, aqui vamos nós.’ Mas foi incrível, porque nós fizemos o máximo que podíamos até o ponto em que fosse perigoso para nós. Eu fiquei feliz que Lennie e eu conseguimos fazer um bom tanto.

• Ao término do programa foi mostrado um sneak peek do episódio do próximo domingo.

E NO PRÓXIMO TALKING DEAD:

Danai Gurira (Michonne), Austin Nichols (Spencer) e Nathan Fillion (de “Castle”)

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Talking Dead Brasil #39 – Kevin Smith, Paul Bettany e Katelyn Nacon

Talking Dead Brasil #38 – Scott M. Gimple, Greg Nicotero e Ethan Embry

Talking Dead Brasil #37 – Especial da 6ª temporada com Scott M. Gimple e Jorge García

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

Publicado há

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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