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6ª Temporada

Ross Marquand promete uma “chamada para ação” para Aaron na 6ª temporada de The Walking Dead

Ivy Leça

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Ele era o recrutador que conseguiu fazer com que Rick e companhia confiassem em um estranho e se juntassem a sua comunidade em Alexandria. E desde então foram só problemas. O que vem por aí para Aaron quando a sexta temporada de The Walking Dead retornar em 11 de outubro? E de que lado ele estará caso aconteça uma guerra civil alexandrina?

A Entertainment Weekly conversou com o ator Ross Marquand para saber o que ele acha e conseguir algumas dicas do que esperar da sexta temporada.

Então, como é a sensação de não ser mais um novato?

Ross Marquand: É ótimo. Eu penso tanto que ano passado estava acabando com os meus nervos. Você começa em algo e quer garantir que está se focando no trabalho mais do que qualquer coisa e que não está sendo um fã geek no set. Porque eu acho que existe essa tentação de chegar lá e dizer “Oh meu deus, é o Andy Lincoln!”. E eu acho que essa é uma verdadeira armadilha, e tem um perigo real em seguir por esse caminho onde você está mais maravilhado pelos personagens e por estar no set do que está fazendo seu trabalho que, sabe, já tive a chance de fazer um milhão de vezes em outros sets. Mas como é uma série da qual eu sou um grande fã, foi um pouco difícil, preciso admitir.

Só foi preciso, sabe, algumas semanas para que eu realmente entrasse nisso, mas sinceramente o nervosismo de estar em uma das minhas series preferidas ainda não passou realmente. Ainda é uma sensação muito surreal e maravilhosa, mas agora eu me sinto mais confortável. Agora eu conheço quase todos no elenco extraordinariamente bem. Nós passamos bastante tempo saindo para jantar e indo na casa uns dos outros, e como ator isso me ajuda a trabalhar com eles porque eu consigo entender melhor quem eles são como seres humanos, e então isso trará uma certa cor para como nós atuamos juntos.

A maioria das suas cenas na última temporada foram com Norman [Reedus]. Nesta temporada você vai ter a chance de trabalhar um pouco mais com pessoas com as quais não trabalhou muito na quinta temporada?

Ross Marquand: Definitivamente. De cabeça, vou trabalhar mais com Lauren, e foi muito divertido porque eu sempre me dei muito bem com Lauren e ela é ótima, porque me faz rir de formas que poucas pessoas conseguem no set. Ela é hilária. Eu já disse isso antes, mas essa série realmente exige um certo grau de leveza, porque se você é muito sério sua atuação será pobre. Vai parecer melodrama, e o seu corpo ficará tenso e você vai se machucar.

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O que você pode dizer sobre Aaron na sexta temporada?

Ross Marquand: Eu acho que Aaron, assim como muitos outros alexandrinos, está começando a perceber quão altas as apostas realmente estão agora. Antes Aaron estava acostumado a sair e recrutar, sair em missões de investigação e buscar mantimentos, então ele conseguia ver um pouco mais do que estava acontecendo fora dos muros do que o resto dos alexandrinos, mas agora ele está vendo que o perigo chegou literalmente até o portão da frente. E é uma luta civil interna entre os alexandrinos e o grupo de Rick.

Certamente existem facções lutando umas contra as outras, e eles estão inseguros sobre o que fazer e como seguir em frente depois desse evento terrível que aconteceu no final da quinta temporada, e eu acho que a resposta de Aaron para isso é uma chamada para ação. Aaron está percebendo que o jeito antigo de fazer as coisas, que era bastante inocente e idílico – era não colocar ênfase suficiente na preparação. Era não colocar ênfase suficiente na defesa, e era não colocar ênfase suficiente no planejamento a longo prazo em termos de como nós protegemos de fato este belo santuário que temos aqui?

No começo da sexta temporada, e depois ao longo da mesma, você verá uma mudança em Aaron onde ele vai de ser muito educado e cordial para assumir um papel mais forte de liderança e decidir o que precisa ser feito. Precisamos apoiar Rick. Precisamos ser mais ativos, e precisamos ser realmente honestos e sérios com nós mesmos sobre como nos defendemos. E parte disso é estar disposto a tomar essas decisões difíceis que serão bem duras para alguns alexandrinos engolirem, mas no final ajudarão a salvar vidas.

Claramente, no entanto, esta comunidade ainda tem alguns problemas e eles ainda não estão necessariamente todos na mesma página.

Ross Marquand: Todos eles concordam que algo precisa mudar. Depois desse incidente existem pessoas que querem que Rick e seu grupo vão embora. Existem pessoas que veem o valor de um xerife forte que vai chegar e aplicar algum tipo de lei, o que é um conceito estranho para as pessoas porque, você sabe, o que significa lei nesse momento? Não existe mais lei. Não existe mais sociedade, então como esse antigo xerife vai ser respeitado? E por que eles deveriam segui-lo nessa sociedade que estava muito bem por conta própria pelos últimos dois anos?

Então muitos deles estão tendo dificuldades com isso, mas eu acho que com o tempo, especialmente com todas as ameaças chegando até eles – sejam elas zumbis ou humanas – eles vão descobrir que precisam estar unidos porque se não estiverem, as pessoas morrerão. E, é claro, você sabe, as pessoas morrem.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sexta temporada no dia 11 de Outubro de 2015 – às 22h no AMC Internacional e às 23h na FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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