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6ª Temporada

The Walking Dead 6ª Temporada: Perguntas e Respostas com Lauren Cohan (Maggie Greene)

Sabrina Picolli

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do décimo primeiro episódio, S06E11 – “Knots Untie” (Desatando Nós), da sexta temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Lauren Cohan, intérprete de Maggie Greene em The Walking Dead, fala sobre a construção de uma vida durante o apocalipse e o que Hilltop significa para o grupo.

P: Glenn e Maggie parecem estar tentando construir algo, apesar do mundo ao seu redor. Isso é possível durante um apocalipse zumbi?

Lauren Cohan: Eu tenho esperanças constantemente, e Maggie também. Eu acho que, neste ponto, eles já passaram por tantas coisas e, para honrar as pessoas que eles perderam, eles devem lutar para sobreviver e para preservar o que sobrou. De outra maneira, estas perdas seriam em vão, se não viverem para procriar, ter uma vida e construir um futuro. Há sempre uma possibilidade de vida e de bondade. Eu acho que ela está definitivamente focada em construir esta vida, apesar das dificuldades.

P: Falando em construir algo… Michonne e Rick estão juntos, assim como Tara e Denise estão apaixonadas. Há tanto amor no apocalipse? O que você acha disso?

Lauren Cohan: Sim, e estamos muito felizes por haver mais romance. Em momentos assim, de vida ou morte, você lembra das pessoas na sua vida e isso pode acabar em sexo (risos). Você encara a sua própria mortalidade, e é do instinto humano sobreviver, e eu acho que todos estão encarando a sua mortalidade neste momento. Faz com que você se apegue ao amor e à vida.

P: Como a morte de Deanna afetou Maggie? O que você acha de Rick falar que Deanna estava certa sobre ela?

Lauren Cohan: Durante a vida de Maggie, ela sempre teve pessoas legais em quem se espelhar – Hershel sendo o principal. Deanna é capaz de ensinar a Maggie outro aspecto da liderança e da vida adulta. A amizade com Deanna, e tê-la como mentora foi importante para Maggie, e para todo o grupo. Rick realmente está feliz por Deanna trazer à tona estas habilidades em Maggie, mostrando a ele a sua capacidade, tornando-a ainda mais confiável.

P: Maggie fala a Spencer que ele ainda tem uma família, apesar de ter perdido a sua, e ela parece também querer que Enid se sinta incluída. O que isso diz a respeito de sua natureza?

Lauren Cohan: Conhecemos Maggie como sendo alguém de família. Ela perdeu a sua, mas com o grupo não há tempo a perder. Sabemos que os laços de sangue são os mais fortes, e o grupo tem sorte o suficiente para estender este laço a todos, ainda que não parentes. Maggie acredita muito nisso. Às vezes é difícil amar e repreender as pessoas, como Enid, e dizer “você é melhor do que isso”. Isso é amor, e é o que importa.

P: No episódio 11, Maggie é quem senta para negociar um acordo em Hilltop com Gregory. Você se sentiu orgulhosa por se advogar para si e para o grupo?

Lauren Cohan: Sim! Ela está tão focada em criar um lar seguro para si, sua família e seu bebê. Ela não está fazendo bobagem. Eu usaria uma palavra mais forte, mas ela não está fazendo bobagem. (Risos) É uma oportunidade e ela se amaldiçoará se a deixar escapar.

P: Você acha que o grupo descobrir que o mundo é muito maior é algo bom ou ruim?

Lauren Cohan: Eu acho que é algo bom. A chave para sobreviver é negociar, fazer trocas e expandir. Isso é o que Hilltop oferece.

P: Como é interpretar Maggie ao fazer sua primeira ultrassonografia? Com Judith tudo está indo bem, isso dá esperanças a Maggie e Glenn?

Lauren Cohan: Steven (Yeun) e eu estamos juntos por toda esta jornada e você não tem como não se emocionar interpretando isso. É o início de uma vida. Foi uma boa cena de se filmar. Aquele sentimento de família.

P: Em relação à gravidez de Maggie, Abraham pergunta a Glenn “Quando você estava molhando o biscoito, pensou em engravidá-la?” Você estava no set? Como fez para não rir?

Lauren Cohan: É difícil ficar sério com Michael Cudlitz e suas falas. Ele me mata! Fizemos esta tomada na van, eu estava dormindo, mas dá para ver que Maggie ouve e sorri, mas não o deixa saber que ela ouviu. Eu amo Abraham!

P: Maggie certamente percorreu um longo caminho desde seus dias de menina da fazenda. Você já olhou para trás e viu o quanto ela mudou? Sente falta da velha Maggie?

Lauren Cohan: Eu acho que ela foi bem atrevida com Glenn no começo. Eu lembro dela quebrando um ovo na cabeça dele e o destratando por 11 minutos de sua vida, que jamais voltarão atrás. Nesta temporada, porém, eu acho que houve um ressurgimento dessa garota atrevida, e tem sido legal, porque ela encontrou um novo estágio em sua força.

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Fonte: AMC

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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