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6ª Temporada

Lauren Cohan fala sobre a chegada de um personagem “irritante” e porque Glenn continua lutando

Rafael Façanha

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do décimo primeiro episódio, S06E11 – “Knots Untie” (Desatando Nós), da sexta temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Bem-vindo ao início do novo mundo.

The Walking Dead apresenta aos espectadores uma primeira olhada no que Rick (Andrew Lincoln) e Maggie (Lauren Cohan) esperam que o futuro seja depois de Jesus (Tom Payne) levar o grupo para Hilltop, uma comunidade muito parecida com Alexandria – só que sem armas e, ao que parece, sem guerreiros.

O episódio – que introduziu o novo romance de Rick e Michonne para o resto do grupo – revelou que o principal trabalho de Jesus é buscar novos assentamentos. Depois de perceber que Alexandria é bem abastecida de munição, mas falta de alimentos; Jesus leva Rick e companhia para Hilltop – onde eles resgatam alguns membros-chave do novo assentamento, incluindo um obstetra.

No topo da colina, Rick é imediatamente desprezado por Gregory (Xander Berkeley) – o líder elitista e machista da comunidade. Adotando as palavras da falecida Deanna (Tovah Feldshuh), Rick instiga Maggie a negociar com Gregory em uma tentativa de trocar munição por alimentação. Apesar dos melhores esforços de Maggie, ela não pode chegar a um acordo comercial com Gregory, que intencionalmente dá em cima dela e a chama pelo nome errado.

No meio das negociações, alguns membros da comunidade chegam após terem ido visitar o acampamento de Negan (Jeffrey Dean Morgan). O drama da AMC se apropria do enredo que vem diretamente dos quadrinhos do criador Robert Kirkman – Rick e seus sobreviventes descobrem que o acampamento de Negan é conhecido como Os Salvadores, e eles levam metade de todos os produtos e serviços de Hilltop em troca de proteção. Os Salvadores entregam uma mensagem através de um dos moradores de Hilltop: a última entrega foi leve. Para compensar isso, eles estão mantendo Craig refém. Seu irmão, Nathan, apunhala Gregory em uma mensagem direta de Negan. Foi quando Rick e companhia entram em ação. Daryl (Norman Reedus) salva Abraham (Michael Cudlitz) – que se tornou obcecado com a ideia de se estabelecer (e com a Sasha de Sonequa Martin-Green). Rick mata Nathan (na frente de todos de Hilltop), enquanto Jesus intervém e para a insanidade. É nesse momento que Rick aprende mais sobre Negan e o acordo com Hilltop.

Em uma tentativa de chegar a um acordo por o alimento com Hilltop, Rick oferece a destruição de Negan e d’Os Salvadores. Como os sobreviventes voltam para a estrada com Freddie (Brett Gentile), um membro da comunidade de Hilltop que está familiarizado com Negan e o grupo dos salvadores, Rick e Maggie oferecem um vislumbre do que provável acontecerá nos seis episódios restantes da temporada. “Não temos o suficiente de qualquer coisa, exceto nós mesmos e o que nós podemos fazer, e isso é comércio”, Rick diz a Maggie. “Vai nos custar alguma coisa”, Maggie responde depois de colocar Gregory em seu lugar e fazer um acordo com o líder impotente.

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Aqui, Lauren Cohan conversa sobre a evolução de Maggie em uma “leoa”, Gregory, Jesus e Hilltop, bem como a batalha pendente com Os Salvadores.

A morte de Deanna está realmente trazendo à tona as qualidades de liderança de Maggie – e ela realmente intimidou Gregory. Como o seu papel com Hilltop irá evoluir?

Lauren Cohan: Temos visto Maggie aprender um monte de lições e agora Rick literalmente diz a ela: “É hora de você assumir essa posição.” Ele acha que ela vai ser melhor nesta situação com Gregory e ao lidar com ele. Rick tem a mesma confiança nela que Deanna teve, mesmo antes de Maggie perceber isso. Isso é o que eu gosto sobre esta história e este episódio – porque no final, quando todos estão em perigo, um fogo desperta em Maggie e não há como voltar atrás daquela mudança nela. E no que diz respeito a Hilltop, há muito fingimento. Há algo que eles precisam do nosso grupo e é tão inegável. Enquanto Maggie fala com Gregory, é frustrante porque ele tenta manipulá-la e usa machismo. Mas, afinal, como vimos com o nosso grupo ao longo destes cinco anos, eles têm essa força inegável e inabalável em sua solidariedade e experiência. Eles têm uma comunidade em funcionamento – com uma máquina de ultrassom e um médico e estes quase luxos – e essas coisas são de tal recompensa para Maggie e o grupo, depois de passaram por tanta coisa. Gregory não é um personagem tão odiável; ele é realmente uma pessoa irritante que ninguém quer ter de lidar, porque ele menospreza tanto… e quando ele interrompe Rick, você quer puxar seus cabelos – eu ia dizer lhe dar um chute naquele lugar, mas me pareceu tão rude! (Risos.) Mas, afinal, Maggie e companhia conhecem as fraquezas de Hilltop. É o lugar perfeito para o nosso grupo tentar fazer parte. Eles precisavam de alguém como Maggie. Gregory escuta porque ela é bonita e ela ganha porque ela é durona.

Os espectadores devem confiar em Gregory?

Lauren Cohan: Eu acho que há algo que é forte e interessante neste personagem. Ao falar com Xander quando estávamos discutindo sobre aquelas cenas, eu pensei que há algo agradável neste personagem porque ele realmente acredita que está fazendo a coisa certa para o seu povo. E ele é – ele criou uma sociedade segura, estável apesar de oferecerem algo para Negan para ficarem seguros. Quando ele oferece Maggie outras regalias, por um momento, ele acredita que ela vai pensar que está fazendo um bom negócio, independente do que ele está oferecendo. (Risos.) Você acabou de me ouviu falar sobre o meu marido! Mas será que pensamos que podemos confiar em Gregory? Uma vez que vemos que há um animal maior em jogo e por que eles atuam muito, acho que podemos confiar nele. Há quase uma inocência para o que eles estavam fingindo ter. Ele não é do tipo Governador. Um pouco do seu comportamento é buffoonish no início, mas há um respeito que Maggie encontra em sua negociação, porque eles estão em pé de igualdade entre si e ela está devolvendo para ele o que ele estava tentando fazer com ela. E eles sabem que precisam trabalhar juntos.

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Maggie sabe que a luta com os Salvadores será algo que, como ela mesmo disse, “vai nos custar alguma coisa.” O fato de quase perder Glenn fará com que Maggie o mantenha perto de casa?

Lauren Cohan: Maggie e Glenn continuam querendo fazer regras para se manterem seguros. Ao assistir a segunda metade da temporada como espectadora até agora, eu amo essa ideia e isso se resume quando Rick e Daryl dizem, “É perigoso demais voltar lá”, e, em seguida, eles voltam e fazem tudo novamente. E é esse o acordo que existe agora: é perigoso demais fazer isso, mas é o que é e é inegociável. É um belo ideal, mas a única coisa sustentável é dizer que vamos ter que fazer coisas realmente perigosas, sabendo os riscos, e tentar se manter tão seguros e tão preparados quanto possível porque eles sabem que vai custar-lhes alguma coisa. A grande virada para Maggie nesta tomada de risco é que ela vai para Hilltop com esperança e com esta imagem de uma vida e de um mundo onde é possível ter comércio com outras comunidades – e saber que existem outras comunidades. Há uma mudança para ela; ao invés de trabalhar com medo e preocupação com proteção, ela poderá trabalhar com inspiração. Ou seja, essa é a última lição que Deanna introduz e isso a desperta. Quando Maggie está naquela sala com Gregory, há emoção quando Maggie diz: “Isto não é ‘por favor me dê alguma coisa’.” Eles estão se direcionando a luz ao invés de apenas tentar manter a escuridão sobre controle. Sim, isso vai custar-lhes alguma coisa – e essa é a apreensão que ela cita. Mas ,uma vez que ela está lá com Gregory, ela diz: “Vai nos custar alguma coisa.” Mas quão importante é essa coisa que nós potencialmente podemos ganhar? É tudo. Você vê isso com o ultrassom. É este potencialmente grande momento e vulnerabilidade de estar grávida e… você pode dizer que Michonne e Abraão estão com medo por Glenn e Maggie terem este bebê. Mas até o final deste episódio, você recebe essa afirmação de que sem essas pequenas coisas que temos de proteger, não temos inspiração que nos impulsione a seguir em frente e lutar. Eu amo a vibe leoa que está acontecendo com a Maggie.

Maggie irá participar na luta contra os salvadores mesmo estando grávida?

Lauren Cohan: Você verá. Há muita coisa que acontece entre agora e depois. (Ri.)

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Maggie se interessou por Enid. Você consideraria que ela é uma versão de Sophia dos quadrinhos? O que Maggie fará para romper o exterior resistente de Enid?

Lauren Cohan: Sim. Eu vejo o crescimento que Maggie e Glenn passaram nos quadrinhos sendo redefinido na história de Enid. Eu amo essa personagem, o enredo dela e como Katelyn capta essa angústia. Isso é uma sensação adolescente – inclusive fora do apocalipse.

Maggie está grávida e Hilltop tem um obstetra. Será que ela vai considerar se mudar para Hilltop em breve?

Lauren Cohan: Nós sabemos como as coisas acontecem nos quadrinhos, mas a série nem sempre segue o original. Podemos manter o potencial de passar um pouco mais de tempo em Hilltop como uma possibilidade, mas eu realmente não sei. Só estou dizendo o que eu gostaria que acontecesse!

Jesus é tão bom quanto parece ser neste episódio ou isso é parte de um plano maior para Hilltop?

Lauren Cohan: Realmente espero que ele seja bom porque ele é muito divertido. Eu amo a sua atitude inquieta e brincalhona; dá uma sensação de diversão para todos. Se acho que ele é um bom rapaz? Eu fingindo que não sei o que acontece (risos)… Acho que podemos confiar no fato de que ele agita as coisas. Ele é um personagem completamente diferente de qualquer coisa que a série já teve.

Enquanto Maggie continua a evoluir para uma posição de liderança, como seu papel com Rick mudará? Será que ele vai apoiá-la mais em Alexandria ou ele está preparando-a para liderar Hilltop?

Lauren Cohan: Todo mundo está tentando descobrir isso à medida que avançamos. Estes momentos nascem por necessidade. Rick está furioso com Gregory e coloca Maggie para intervir e, em seguida, vemos que ela descobre sua própria força aqui. Diferentes desenvolvimentos nascerão da necessidade e não sabemos o que precisamos ainda ou para onde estamos indo. Então, vamos ver.

O que você achou de Hilltop e da nova Maggie? Compartilhe suas opiniões (e teorias) nos comentários abaixo.

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Fonte: Hollywood Reporter
Tradução: Mydiã Freitas / Staff Walking Dead Brasil

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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