Siga-nos nas redes sociais

6ª Temporada

Andrew Lincoln fala sobre o final brutal da 6ª temporada de The Walking Dead: “A terra é de Negan agora”

Ludmilla Peixoto

Publicado há

em

ATENÇÃO: Esta matéria contém spoilers do décimo sexto episódio da sexta temporada de The Walking Dead, S06E16 – “Last Day On Earth” (Último Dia na Terra). Leia por sua conta e risco. Você foi avisado.

É um mundo novo e ousado para Rick Grimes (Andrew Lincoln).

O final da temporada no último domingo deu ao líder de sobreviventes, o que pode ser provavelmente, o maior golpe até agora, depois que Rick e seu grupo de não-tão-alegres seguidores finalmente ficaram cara a cara com Negan (Jeffrey Dean Morgan).

Como no marco da edição 100 dos quadrinhos, o charmoso sociopata esmagou o crânio de um dos onze sobreviventes que estavam alinhados de joelhos diante dele e tidos como responsáveis pela morte de inúmeros membros do grupo mortal de Negan, os Salvadores. Isso significa que, seja Rick, Michonne (Danai Gurira), Glenn (Steven Yeun), Daryl (Norman Reedus), Rosita (Christian Serratos), Carl (Chandler Riggs), Maggie (Lauren Cohan), Aaron (Ross Marquand), Eugene (Josh McDermitt), Abraham (Michael Cudlitz) ou Sasha (Sonequa Martin-Green), não vai viver para ver outro dia. (Glenn encontra o taco de beisebol de Negan coberto de arame farpado, Lucille, nos quadrinhos.)

Mas antes da série cortar a preto e mudar seu ponto de vista para vítima oculta, a câmera foca em Rick – cujo ego e filosofia de matar-todos-que-são-uma-ameaça pode ter sido responsável pelo grande balanço de Negan e a eventual perda do grupo.

O Hollywood Reporter conversou com Andrew Lincoln – que está tendo uma pausa de férias na Costa Rica – para falar sobre a queda da graça de Rick, como Negan muda tudo e a “Guerra Total” que aguarda Alexandria, Hilltop e o ainda-não-visto mas recentemente introduzido Reino, vai provavelmente se unir para acabar com os Salvadores.

Como a chegada mortal de Negan muda o show como conhecemos?

Andrew Lincoln: O episódio final, [produtor executivo] Greg Nicotero [que dirigiu o final] e eu conversamos sobre ver o lento pavor de Rick quando ele percebe que o mundo é um lugar muito maior, sombrio, assustador que ele imaginou. Muito da sua arrogância e orgulho que você vê nesse homem desde a batalha por Alexandria, desaparece. Você é deixado com um homem que percebe que está desintegrado e tudo que ele fez e lutou por pode estar desaparecendo diante de seus olhos. Então em resumo, a terra é de Negan agora.

the-walking-dead-s06e16-last-day-on-earth-001

Nicotero disse que a cena da morte ainda não foi filmada. Você sabe quem é? Você tem uma teoria?

Andrew Lincoln: Nós fizemos um pacto porque foram dois dias tão intensos de gravação [gravando a cena de Negan] quando nós filmamos, para manter as nossas cabeças para baixo e deixá-lo fazer como foi planejado. Eu tenho teorias e pensamentos, mas eu não vou a registro para dizê-la ainda! Talvez lá pelo meio da temporada no ano que vem! Tudo que sei é que nós não filmamos a cena inteiramente ainda, e eu só vou saber como Rick se sente quando a cena estiver completa. Um de nós vai tomar e isso vai ser terrível, pessoalmente e profissionalmente. Nós fizemos um acordo quando nós nos ajoelhamos que não íamos falar sobre isso.

Como Rick se sente agora sendo completamente impotente? Existe uma cena dele quando ele está de joelhos antes de Negan e nós nunca o vimos naquele ponto.

Andrew Lincoln: Eu estava muito inflexível que nós precisávamos ver um cara completamente quebrado. Foi um foco tão incrível no set. Foi muito emocionante. Eu não sinto aquele tipo de intensidade no set desde a primeira temporada; todos estão muito galvanizados. Todos sabiam o que estava vindo. Era escuro, e provavelmente dez minutos [antes] da introdução de Negan tem uma cena com Rick e Carl onde Carl sucede parte do orgulho de Rick, e pela primeira vez ele o chama de filho bem antes do ataque acontecer. Rick está muito em apuros. Eu o queria, no mesmo jeito que ele cai e larga a arma, eu o queria em seu próprio inferno particular quando tudo pelo que ele trabalhou pelos últimos dois anos, desaba ao seu redor.

Quanta culpa Rick vai sentir sobre essa morte?

Andrew Lincoln: Culpa é uma emoção que nunca está muito distante de Rick Grimes. Ele é um homem que carrega nos ombros a responsabilidade, e é uma das forças que o continua o empurrando. Ele assume responsabilidade pelo resto dos sobreviventes. Com os Salvadores, pessoas provavelmente estavam com a moral confusa, mas Rick foi fundamental naquele plano pelo qual as pessoas nunca tinham passado antes – matar pessoas enquanto elas dormem à noite. E Rick está provavelmente sofrendo uma enorme responsabilidade e culpa. No momento que ele está de joelhos, ele sabe que o jogo começou. Eu acho que vai mudar irrevogavelmente quem aquele cara é e como ele se sente como líder quando a cena eventualmente se desenrolar.

Enquanto a série caminha para “Guerra Total”, isso vai galvaniza-lo ou será mais difícil para ele sair disso?

Andrew Lincoln: Isso é à frente na estrada. É uma faca de dois gumes que temos nosso show. Nós temos essa fonte de material rica que minamos e um panorama de personagens incríveis que temos com uma audiência esperta e cheia de opinião. Imagine assistir ao show sem o conhecimento dos quadrinhos: seria uma experiência completamente diferente. Se você pular muito à frente, os pedaços emocionantes podem estar muito distantes desses episódios imediatos e você pode perder algumas escolhas do trabalho do personagem ou arcos da história que não vem realmente dos quadrinhos. Mas dito isso , estou emocionado sobre esse mundo maior que estamos entrando. Parece que isso é o momento divisor de águas no show e o show se tornou muito maior.

the-walking-dead-s06e16-last-day-on-earth-016

Rick terá perdido um membro-chave do seu grupo – que é o preço que ele está pagando por matar membros dos Salvadores. Isso muda a filosofia de Rick sobre matar outros seres humanos?

Andrew Lincoln: Isso está para ser decidido. Estou nas mãos do [showrunner] Scott Gimple e do resto dos escritores. Rick é um líder e ele se adapta ao seu ambiente e é sensível com sua liderança, e uma das grandes coisas sobre interpretar esse papel depois de seis anos é que estou tentando calibrar como o perfeito líder seria. Rick continua indo para baixo do beco sem saída errado ou continuamente se empurrando moralmente para um lugar que não se encaixa e tem repercussões. Definitivamente há uma reavaliação acontecendo sobre se ele pode ser um líder ou se ele até mesmo quer ser um líder. Ele é uma dessas pessoas brilhantes, mas você o viu renunciar a liderança no passado e ele recuou no passado pelo bem de sua família. Ainda assim as pessoas ficam do seu lado. E isso vai ser um episódio tão traumático [quando o show retornar para a sétima temporada] que estou realmente animado de ver para onde isso vai leva-lo.

A esse ponto, você acha que Morgan estava certo? Isso poderia ter sido evitado se Rick não tivesse matado os Salvadores?

Andrew Lincoln: Não tenho certeza se Rick teve tempo para processar isso. Ele está apenas lidando com o trauma imediato de estar preso e estar em uma situação que é aterrorizante. Rick é teimoso; ele sabe quem são os Salvadores; ele tem uma estranha sensação de que eles são uma equipe extremamente organizada, arrogante e brutal e [Rick os matando] isso não vai ser levado de ânimo leve. Então para entrar e revistar o complexo foi uma enorme decisão – aquele preventivo. São arrogância e orgulho intervindo porque ele pensou que fosse um grupo muito menor. Esse é o lento horror que toma Rick no episódio final – é uma realização lenta e dolorosa de que seu orgulho pode ter sido o que o fez tropeçar.

O Reino está a caminho. Será que Rick vai estar ansioso para lutar com Negan depois de ver a forma como ele estava agrupado no episódio final? Você tem um sonho de escolha de elenco para Ezequiel?

Andrew Lincoln: Eu não sei quando ou onde ou como ou quem. Mas parece que o mundo está crescendo. Eu posso ter que retornar aos quadrinhos e olhar por aquelas páginas se nós realmente chegarmos ao Reino na próxima temporada!

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.


Fonte: Hollywood Reporter

Continue lendo
Publicidade
Comentários

6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

Publicado há

em

Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.

Continue lendo

6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

Publicado há

em

O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.


Fonte: Entertainment Weekly

Continue lendo

6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

Publicado há

em

Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.

Continue lendo

EM ALTA