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6ª Temporada

The Walking Dead S06E04 – Lennie James explica porque Morgan trancou aquela porta

Laís Barcellos

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S06E04 – Here’s Not Here, da sexta temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido ou lido, não continue. Você foi avisado!

Respostas! Elas vieram velozes e furiosas no episódio “Here’s Not Here” (Aqui não é aqui”). Foi um episódio de flashback de Morgan, ele compartilhou sua história com um Wolve (Lobo) que capturou no episódio de duas semanas atrás. Vimos como Morgan passou de um lunático visto na terceira temporada (episódio “Clear”) para uma pessoa pacifista e mestre do bastão que conhecemos agora.

Acontece que foi um encontro casual com um homem chamado Eastman (John Carroll Lynch) e uma introdução ao aikido que transformou Morgan de um lunático assassino para um homem educado para proteger a santidade da vida.

Entertainment Weekly conversou com Lennie James, o ator que interpreta Morgan, sobre o surpreendente episódio de 90 minutos e o significado por trás de vários momentos chave, incluindo a decisão de Morgan de trancar a porta no final – uma contradição direta ao Eastman que deixou a porta da cela aberta para Morgan. O que tudo isso significa? James deu algumas respostas.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Vimos muito do Morgan do episódio “Clear” da terceira temporada. Como foi voltar para aquele estado de mente?

LENNIE JAMES: Tenho que dizer que foi um pouco estranho, porque estava voltando para aquele estado mental e depois indo muito além do buraco do coelho. Então por um lado, isso foi a parte mais complicada de todo episódio, voltar para o que ele era naquele ponto, e eu realmente tive que rever o episódio, o que é algo que nunca faço, e fiquei bem surpreso com que fiz. Mas isso se mostrou ser muito útil.

E só de ouvir sua voz naquele momento, e olhar em seus olhos, estou separado o suficiente dele para esquecer que sou eu. O resto disso foi só confiar no enredo, e colocar as roupas de volta realmente ajudou. Eu fiquei surpreso de quanto que a blusa laranja e marrom, os botões de terno e as joelheiras ajudaram, pensei “Ah, certo, eu me lembro agora”. E aí eles começaram a jogar sangue rapidamente, e disse “Ok, estou de volta agora”. Então isso foi bem útil.

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De um jeito, esse episódio é basicamente um jogo com dois homens. Como foi trabalhar com John Carroll Lynch que interpretou o salvador e mentor de Morgan, Eastman?

Lennie James: Eu amei, foi fantástico. Há algumas vezes na TV onde você só tem duas pessoas em um quarto e seus personagens são permitidos a jogar, bater de frente, se aproximar um do outro, explorar coisas, e isso é adorável. E quando você pode fazer isso com um ator com o calibre de John e seu tipo de habilidade, é maravilhoso. É o melhor dia para trabalhar, porque qualquer coisa que você joga em sua direção, ele é mais que capaz de assumir e depois jogar de volta para você ainda melhor, então foi uma experiência agradável.

Mas o que foi bem esquisito sobre o episódio é que embora ele passe como se fosse apenas dois caras em uma sala, foi sem dúvida um dos episódios mais fisicamente desafiadores que eu já fiz na série até agora.

Em qual sentido?

Lennie James: Há muita atividade com o bastão, e um dos brilhos de John Carroll Lynch é que no momento em que filmamos o episódio 4 – porque nós filmamos fora da sequência – eu tive uma equipe de treinamento com bastão por dois meses. Então por alguns meses eu vim treinando e praticando e ensaiando antes de chegar a Atlanta. Acho que se passaram 3 meses de treinamento com o bastão, e John teve que entrar, como ele interpretou Eastman, que era meu mentor e o cara que me ensinou a usar o bastão, ele teve que treinar em um nível bem maior que o meu, e isso significa que ele praticou durante todo momento que teve acordado quando não estava aprendendo todas as falas que ele teve. Porque outra coisa é que Morgan é silencioso no episódio 4 por muito tempo e John está fazendo toda a tomada, então ele teve que levar isso em conta também.

Tivemos duas ou três lutas que precisaram ser coreografadas e trabalhadas entre nós dois, uma onde foi uma luta elaborada com bastão, e aí teve a segunda metade do dia, depois do almoço, onde eu passei quase 7 horas só matando zumbis – só encontrando walkers e batendo neles de maneiras diferentes, em lugares diferentes, e arrastando eles para a fogueira. Houve muita correria, fisicamente foi bem mais desafiador do que parecia quando li o roteiro.

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Você falou sobre as cenas de luta e há uma cena onde Eastman dá a Morgan duas escolhas: sair ou ficar no sofá. Morgan o ataca e é dominado, Eastman dá a ele duas escolhas novamente, e em vez de decidir entre elas, Morgan volta para a cela. Por que isso? Ele acha que não merece o sofá?

Lennie James: Para mim, esse foi o momento mais triste de toda jornada de Morgan – no sentido que ele teve duas escolhas, mas escolheu nenhuma delas. Acho que ele está absolutamente certo: ele não merecia isso naquele ponto. É por isso que ele vive pedindo para Eastman o matar, ele vem desejando a morte desde que perdeu seu filho. Então aquele momento onde Eastman fala “você pode fazer isso ou aquilo”, ele simplesmente não é capaz de nada mais nesse ponto específico. Ele está fisicamente derrotado porque Eastman acabou de chutar sua bunda, mas ele também está emocionalmente derrotado. E, na verdade, o único santuário é em uma cela que tem uma porta que não está nem trancada, mas ele quer aquela porta trancada. Isso, para mim, foi o fundo do poço para Morgan.

Vamos falar sobre a reação de Morgan depois que Eastman foi mordido salvando ele. Morgan ficou com muita raiva e tentou lutar com ele. Por que isso?

Lennie James: Isso é o que quero dizer sobre o tipo de fragilidade da posição de Morgan. Quando encontramos ele no final da quinta temporada, todo mundo está falando sobre o novo tipo zen de Morgan. Ele aparenta estar mais são. Isso é um exemplo muito bom do quão frágil àquela nova perspectiva que Morgan está tentando colocar no mundo é. Porque acredito que Morgan, no momento, acredita que aquela mordida e aquela morte era dele, não de Eastman, e Eastman levou isso para longe dele. E, no topo de tudo, aquele Eastman é agora outra pessoa que Morgan tem que ver morrer. Acho que aquele momento em particular é onde Morgan não sabe quanto Eastman significa para ele até novamente ele se encontrar perdendo alguém próximo a ele, e por isso fica furioso com Eastman. É um jeito de desviar sua própria dor, porque ele está basicamente dizendo que toda aquela situação seria bem mais fácil se aquela mordida fosse nele. E é isso que ele está dizendo, por isso que ele fica com raiva quando está gritando para ele “Me diga como é! Me diga como é”!

É como se ele tivesse pensando “Por que eu tenho que passar por tudo isso de novo? Tenho essa coisa que tenho desejado o tempo todo”, que é aquela morte. E Morgan é atraído novamente para aquele buraco. Porque às vezes há uma segurança na insanidade, às vezes você pode estar seguro em sua dor, porque isso bloqueia outras coisas, você chega num ponto onde pode lidar com isso. E acho que é onde Morgan passa com Eastman por um minuto.

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Vemos Eastman dando a ele um pé de coelho que apareceu depois, falando sobre um grupo Goo-Goo que aparece depois, mas por que Morgan traz aquela bala que o casal deixou para ele que vemos enquanto ele está em sua jornada? Qual o significado disso?

Lennie James: Acho que o significado da bala é que aquelas pessoas são as primeiras que Morgan encontra em um bom tempo que não tenta matar. Eles são as primeiras pessoas que ele permite ir embora. Aquele é o momento onde ele dá o primeiro passo para seu novo mantra, que é que toda vida é preciosa. E aquele é o momento onde ele percebe a possibilidade e que seus olhos estão abertos o suficiente para enxergar isso.

Antes de conhecer Eastman, ele teria encontrado esse casal em suas viagens e reconheceria que eles não eram um perigo para ele e os teria matado de qualquer jeito, porque eles não limpavam. E eles acabaram sendo as primeiras pessoas que ele deixa ir e seu primeiro passo de bebê para a ideia de que toda vida é preciosa, e por isso que a bala é relevante.

A porta da cela estava sempre aberta para Morgan quando ele estava na casa do Eastman, então porque Morgan trancou a porta para o Lobo no final?

Lennie James: Outras pessoas tem que ter sua própria interpretação disso, mas o que acredito é que parte da razão do por que Morgan tranca a porta é porque Morgan não é Eastman ainda. Morgan não está no mesmo lugar que Eastman. Morgan não podia, naquele momento em particular, dizer em voz alta “Estou em paz porque decidi que toda vida é preciosa e eu não matarei novamente.” Morgan não está no estado que Eastman estava onde ele não mataria novamente, ele não chegou a esse ponto.

E outra coisa que eu acho que é relevante aqui é quando Eastman falou a Morgan que a porta não estava trancada – uma vez que Morgan saiu da cela, a primeira coisa que fez foi atacar Eastman. E Morgan está indo embora e não é igual a Eastman, e não acho que o Lobo é Morgan. Acho que ele pesa isso e está tentando fazer para o Lobo o que Eastman fez para ele, mas ele está fazendo isso de seu jeito, e vai aprender com as lições de sucesso de Eastman assim como seus fracassos. Então ele não está fazendo tudo exatamente igual, ele só está tentando sair com o mesmo resultado.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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