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6ª Temporada

Alexandra Breckenridge fala sobre ter que “matar aqueles demônios dentro de mim” na grande cena de Jessie

Laís Barcellos

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ATENÇÃO: Esta matéria contém spoilers do segundo episódio da sexta temporada de The Walking Dead, S06E02 – “JSS” (JSS). Leia por sua conta e risco. Você foi avisado.

Invasão! Um dia de paz em Alexandria se transformou em um caos assassino no episódio de domingo de The Walking Dead, com os lobos invadindo a comunidade e massacrando qualquer um que vissem em sua frente. Mas vários moradores revidaram. Claro, esperávamos ver Carol e Morgan exibindo suas habilidades, mas houve outro habitante que finalmente mostrou seu guerreiro interior.

A viúva Jessie se deparou com um intruso em sua cozinha, e depois de ser inicialmente nocauteada, ela lutou e esfaqueou a suposta agressora, e depois esfaqueou de novo, e de novo, e de novo. Na verdade, pelo que sabemos a Jessie ainda pode estar esfaqueando a coitada.

A Entertainment Weekly conversou com a atriz Alexandra Breckenridge para saber sua opinião sobre esse momento crucial. Ela também fala sobre os bastidores de outra grande cena entre Jessie e seu filho Ron, que mostrou os tremores da dupla morte de Pete e Reg na última temporada.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Como era a energia entre o elenco enquanto filmavam esse episódio? Porque ele inteiro foi só “bora bora bora”.

ALEXANDRA BRECKENRIDGE: Foi assustador só de ler o roteiro antes de chegar ao set por causa da maneira que isso se desenrolou, quando as pessoas estavam somente em suas casas e começaram a ouvir gritos espalhados pela cidade. Mas eu amei a parte da Melissa porque sua personagem é muito corajosa, ela cresceu tanto durante a série e vem com a intenção de sobreviver e chutar umas bundas, e ela serve isso em todos os momentos. Também fiquei feliz que minha personagem conseguiu se manter centrada, e sua lutadora interior encarnou e está desesperada para salvar sua família.

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Antes de toda loucura começar, você tem essa cena carregada de emoção com seu filho Ron na cozinha onde ele te culpa pelo que aconteceu com seu pai. Como você queria abordar essa cena?

Alexandra Breckenridge: Foi bem devastadora. Ela está tentando se conectar com seu filho, tentando ter uma conversa aberta. Seu pai morreu e ele está bem triste – com razão – e sua mãe ainda conversa com o homem que matou seu pai. Ele é adolescente e não entende o porquê de tudo em uma perspectiva adulta. Pete chega e mata o marido de Deanna, Reg. Então, naquele momento, os níveis de tensão estão bem altos e é meio compreensível o jeito que ele o mata.

Mas seu filho não entende isso, e ela sabe que será bem difícil passar isso para ele. Porque se eu estivesse no lugar de Ron, eu também odiaria Rick, pensaria que ele é perigoso, obviamente, porque ele matou meu pai! Mas isso foi bem emotivo, Austin (Abrams) é um ator fantástico. Não tive a oportunidade de trabalhar tanto assim com ele até esse ponto, o que é meio estranho já que a maioria das minhas cenas é com Andy. Ele está sempre presente, o que é um grande prazer como um ator.

O que achei interessante sobre isso é que há muitas pausas na conversa, o que você não vê frequentemente. Isso faz a cena ficar meio esquisita, no quesito de que uma conversa como essa seria esquisita e tentando encontrar a coisa certa a dizer.

Alexandra Breckenridge: É uma conversa bem difícil de ter, sabe? Ela está meio que tentando encontrar palavras, está perdida em como se comunicar com ele. E ele está bem abalado emocionalmente. Eles amam um ao outro, mas estão meio divididos em suas opiniões. Como ator, você faz as cenas de vários jeitos diferentes, você não sabe o que vai ficar melhor, então nós fizemos aquela cena de várias maneiras. Fizemos com as emoções bem exageradas onde o tom de nossas vozes aumentaram e estávamos quase gritando um com o outro, e depois fizemos uma meio calma com várias pausas e meio esquisita.

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O que Jessie sente por Rick nesse ponto? Ela teve aquela conversa fria com ele semana passada. Disse a Ron que eles são amigos. Quais são seus verdadeiros sentimentos agora?

Alexandra Breckenridge: Ela tem sentimentos escondidos por ele. Mas dada as circunstâncias, ela não está dando muita atenção para isso. Ele meio que a acordou no episódio 15 da quinta temporada, onde ele a confronta sobre o abuso e ela percebe que tem que lidar com isso agora. E ela estava empurrando para baixo do tapete por tanto tempo que não sabia que era uma vítima. Quando tudo isso acontece, é um choque para ela, e ela acorda e percebe que tem que deixar de ser vítima e se impor, lutar por sua vida.

Isso aconteceu muito rápido para ela – dentro de dois dias ela teve que superar a perda de seu marido e tudo que isso significa e se tornar o mais forte que ela já esteve em sua vida para que ela pudesse lutar por sua família e proteger seus filhos. Então ela é grata a Rick por ter aberto seus olhos dessa forma, mas agora ela não pensa nele de um jeito romântico. Sua preocupação é aprender a usar uma arma, como se defender, para que ela possa se tornar a versão mais forte de si possível.

Falando sobre ser forte e proteger seus filhos, vamos falar sobre a cena onde Jessie é atacada e quase desmaia, se levanta e esfaqueia aquela intrusa várias e várias vezes – mesmo depois dela estar claramente morta. Certamente ela está descontando algumas emoções reprimidas. O que está acontecendo ali?

Alexandra Breckenridge: Sim! Toda a emoção que ela vem guardando durante anos nesse ambiente está sendo solta na mulher naquele momento. Acho que está bem óbvio que ela virou louca. E para ela é só “Eu não deixarei isso me por pra baixo, vou sobreviver, vou me tornar uma lutadora.”

Conte-me sobre a filmagem dessa cena. Como foi?

Alexandra Breckenridge: Foi muito divertida. A fisicalidade e acrobacias que tivemos que fazer foram bem divertidas, e a garota que estava lutando contra mim foi bem fantástica e ótima de trabalhar. Às vezes temos aqueles momentos onde você está atuando e tem uma chance de soltar seu demônio interior. Então, naquele momento, eu percebi que podia soltar algumas das minhas próprias frustrações e fazer essa cena ficar bem mais poderosa. Portanto, há um monte de mim saindo ali também.

Em que ponto quando você ainda estava esfaqueando aquela pessoa morta eles finalmente falaram pra você parar e gritaram “corta”?

Alexandra Breckenridge: Não consigo lembrar. Quantas vezes eu a esfaqueei? Vamos ver, umas duas… não sei, umas 10 vezes?

Isso é muito!

Alexandra Breckenridge: É bastante. O número de facadas foi pré-determinado. E depois ela dá uma facada na cabeça, mas foi pré-determinado. Não foi como se eu tivesse lamentando sobre essa garota que estava no chão. Foi como “OK, você vai esfaquear essa mulher tantas vezes e depois acaba.”

Quanto da luta você conseguiu fazer e quanto foi a equipe de dublês?

Alexandra Breckenridge: Na verdade eu fiz quase tudo. Tinha uma dublê que fez as cenas loucas, mas eu fiz toda a cena onde caí no chão e fui jogada contra o balcão. Eu fiz basicamente quase toda a sequência. Quando eu caí no chão, eu realmente caí no chão algumas vezes.

Você se aqueceu batendo em paredes ou grunhindo, essas coisas, como Andrew Lincoln faz antes de uma cena? Como foi seu processo?

Alexandra Breckenridge: Para essa cena específica, eu escolhi uma parte insegura de mim que eu não quero mais. Sabe aquela parte de você que diz “você não é boa o suficiente” e faz você ser inseguro? Eu escolhi aquela mulher para representar essa parte de mim, então quando eu fui esfaquear a mulher, estava tentando matar os demônios dentro de mim. Foi sempre diferente para mim, eu escolho coisas diferentes dependendo de qual cena é. Se eu não consigo me conectar com aquela realidade, uso algo que se conecte comigo, como isso. Então é sempre diferente, mas para isso, especificamente, foi uma coisa bem poderosa que eu queria matar dentro de mim. Acho que Jessie e eu estamos fazendo a mesma coisa naquela cena, estamos matando aquele lado de nós.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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