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Christine Woods fala sobre a “heroína” policial Dawn Lerner

Rafael Façanha

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Proteger e servir. E te bater no rosto quando ela achar que deve. Esse é o lema da Policial Dawn Lerner, que conhecemos no episódio “Slabtown” da quinta temporada de The Walking Dead. Dawn fiscaliza “o sistema” no hospital Grady Memorial, para onde pessoas como Beth Greene são levadas, recebem tratamento médico, bem como comida e abrigo – mas por um preço. Em apenas um episódio, vimos Dawn depreciar Beth, bater em seu rosto várias vezes e sentenciar o novo melhor amigo de Beth, Noah, a uma sessão de pancadas também. Mas adivinhem? A mulher que interpreta Dawn insiste não apenas que ela não é uma vilã, mas que é, na verdade, uma heroína!

A Entertainment Weekly conversou com a atriz Christine Woods (que você pode reconhecer de “Flashforward” e “Hello Ladies”) para entender seu ponto de vista sobre a controversa personagem e sua apresentação ao universo de The Walking Dead.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Primeiro de tudo, como você conseguiu esse papel? Isso remete a sua conexão a Scott Gimple por Flashforward?

CHRISTINE WOODS: Eu sabia que ele estava supervisionando The Walking Dead como produtor e cuidando de tudo por lá, mas eu apenas me inscrevi e fiz a audição. Eu acho que estava no meio de uma gravação de alguma coisa então foi bastante agitado, e, é claro, você sabe como essas coisas funcionam na indústria – são todos falsos. Então eu cheguei lá e foi uma audição esquisita e falsa e eu fiquei tipo “Eu não sei se sou a pessoa certa pra isso”, e Scott disse “Confie em mim. Apenas venha. Você não precisa saber todas as suas falas. Apenas faça e é só algo que você deve sentir porque eles querem ver sua essência”. Então eu apenas fui lá e fiz a audição e foi a pior audição que já havia feito. Então eu fiquei tipo “Bem, isso foi terrível. Não vai dar em nada”. Então Scott me ligou e disse “Estamos tão animados. Queremos que você faça isso. E aqui está o seu papel de verdade,” e eu fiquei “Ooooh, isso faz mais sentido pra mim! Okay, eu posso entender isso”.

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Então, uma vez que você conseguiu o papel, quanta informação ele te deu sobre seu personagem e seu arco, nesse ponto?

Christine Woods: Naquele momento ele me deu um pouco do primeiro episódio e toda a história da personagem. Me deu todas as razões de ela existir, de onde ela veio, quais eram seus desejos profundos como pessoa, mas todo o resto só iria se desenrolar conforme os episódios saíssem. Então ele me deixou com apenas o primeiro episódio e me deu outras coisas depois. Então ele meio que me deu apenas uma história da personagem e uma razão pessoal do porquê existir no mundo e meio que partimos daí.

Havia mais história passada que ele te disse além do que vimos nesse episódio, ou tudo o mais você criou sozinha?

Christine Woods: Tivemos uma conversa sobre isso. Ele é realmente incrível e quer que isso seja algo no qual eu possa adicionar algo e criar em colaboração. Mas conversamos sobre como ela se encontrou nessa posição, e eu acho que isso é citado no episódio, como ela está trabalhando para a delegacia de Atlanta e está limpando aquele hospital quando tudo aconteceu e acabou sendo, acidentalmente, essa anti-heroína para todas essas pessoas que ela salvou, essencialmente. E então eles saem para a cidade e os poderosos explodem tudo e todo mundo morre. Ele me deu toda essa informação como uma forma de me preparar para o quão desesperada e triste Dawn realmente é nesse momento. Então foi uma mistura. Eu realmente trouxe algumas coisas para a mesa, mas muito disso estava no script.

Estou curioso sobre seu ponto de vista quanto a esse personagem porque eu me lembro de falar com David Morrissey, que interpretou o Governador, e mais recentemente com Andrew J. West, que interpretou Gareth. Ambos eram vilões na série, mas nunca se viram como vilões, mas sim pessoas que reagiram mal a más circunstâncias. Como você vê Dawn?

Christine Woods: É engraçado: eu considero Dawn uma heroína. Não querendo entrar em política, mas dê uma olhada no clima, hoje em dia, entre policiais e pessoas em terríveis situações de emergência tentando fazer o melhor para as pessoas à sua volta e “debaixo de sua autoridade”. Então essa pessoa, depois de tudo isso acontecer, não é alguém que foi lá e tomou o poder. Ela é alguém que estava, essencialmente, na posição social de proteger e sair de seu caminho para salvar pessoas e manter as coisas meio que funcionando de um jeito ordenado, porque esse era o trabalho dessa pessoa na sua vida normal. Então ela só está agindo de modo a tentar manter sua identidade normal. Então ela pensa que está sendo muito útil. E ela está mantendo tudo em movimento e mantendo as pessoas a salvo, e então eu acho que 100% do seu coração está no lugar certo ali. Ela recebeu uma ajuda que foi muito estressante em relação a seu ex-colega e chefe, Hanson, e ela teve que lidar com algumas coisas que eu acho que foram muito corajosas da parte dela. Então eu não a vejo como vilã de maneira alguma. Eu a vejo como heroína, e conforme a história se desenrola você pode decidir se pensa assim também. Acho que ela é uma pessoa corajosa e assustada que está tentando ser uma heroína. Então eu acho que ela é uma heroína. Eu realmente acho.

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E quanto àquela cena na qual ela está lutando para tentar salvar Joan e corta seu braço fora para isso: isso foi porque ela realmente se importa com Joan ou é meramente por causa do valor que ela representa nos termos de seu papel ali?

Christine Woods: Acho que ambos. Acho que quando você está numa situação como aquela você pode se convencer de que o que você precisa que alguém faça é valioso – talvez pelas razões erradas. Então Joan é um personagem pelo qual Dawn tem muita compaixão e se importa muito com essa jovem mulher. Mas ao mesmo tempo, ela é um peão. Ela é parte do sistema, e eu acho que você deve consertar isso para continuar tentando ser uma líder para essas pessoas. Quero dizer, é terrível. Realmente é sobre sacrifício, e eu acho que ela realmente acreditava que o que Joan estava fazendo como membro da comunidade era o sacrifício pessoal de Joan, que precisava ser feito para que a humanidade pudesse continuar. Então eu não acho que isso tenha sido por ódio ou maldade. Foi apenas, bem, isso é o que você precisa fazer. Estamos todos juntos nisso. É uma droga pra todo mundo. Mas eu acho que ela tem uma compaixão genuína por essas pessoas. Acho mesmo que ela se importa.

Qual a relação de Dawn com os outros policiais? Ela os está liderando e claramente os liderou por um tempo difícil, mas também parece que, às vezes, estão em termos tênues sobre o que ela tem que fazer para mantê-los na linha e por quanto tempo isso vai funcionar com alguns desses caras.

Christine Woods: Algumas dessas pessoas são pessoas que ela conheceu no departamento, então são velhos conhecidos. Eles provavelmente conheciam as famílias uns dos outros. Provavelmente conheciam os filhos uns dos outros. Então há uma grande história com essas pessoas. Mas eu também acho que quando você é colocado numa posição de poder – especialmente quando se é mulher – você vai enfrentar uma porção de questionamentos e de desafios. Quando você é líder de um grupo de pessoas que costumavam estar no mesmo nível que você, haverá um certo desafio e obstáculos. Essas pessoas estão presas nesse prédio. Não há nada progredindo em suas vidas e em seu universo. Então isso faria qualquer um enlouquecer. Dawn mantém uma rédea bastante curta, e ela faz isso porque ela sabe, instintivamente, que se as coisas relaxarem, ela vai perder o controle. Então há essa tensão entre ela e seus antigos amigos. E nesse ponto ela teve que se desligar e trata-los como soldados.

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Você mencionou que você a vê como uma heroína, mas porque, então, Dawn continua batendo em Beth? Até mesmo naquela primeira vez quando Beth estava apenas parada lá, fazendo nada, e você descarrega na pobre mulher!

Christine Woods: Não é nem culpa da Beth, e eu apenas bati na cara dela. [Risos] Você sabe, eu acho que há um pouco de raiva mal colocada ali. Mas Dawn provavelmente vê ela mesma em Beth. É como aquele treinador malvado que grita com seus atletas e é agressivo e rude e muitas vezes pessoas que são abusivas e malvadas, elas não sabem que há algo de errado com seu comportamento. E Dawn talvez deva estar pensando que está apenas fortalecendo Beth. E ela a está preparando para a dura realidade desse lugar em específico. Melhor que seja Dawn do que qualquer outra pessoa. Melhor que Dawn tenha uma mão dura e ensine Beth do que algum dos outros caras em quem Dawn provavelmente não confia nem um pouco.

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Fonte: Entertainment Weekly
Tradução: @Vicky_CR / Staff Walking Dead Brasil

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The Walking Dead revela quem está por trás do vandalismo “Silencie os Sussurradores”

A campanha contra os Sussurradores que acontece em Alexandria também aconteceu nos quadrinhos de The Walking Dead.

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Alguém em The Walking Dead pretende “Silenciar os Sussurradores”. No episódio desta semana de The Walking Dead, Daryl (Norman Reedus) e Lydia (Cassady McClincy) descobrem que sua casa foi vandalizada por grafites pedindo que Alexandria “Silencie os Sussurradores”. A ex-sussurradora, Lydia, emancipou-se da mãe abusiva, Alpha (Samantha Morton), mas está lutando para se afirmar dentro das paredes de Alexandria. Lydia é intimidada por Alfred (David Shae), Margo (Jerri Tubbs) – que exige justiça para os ladrões de estrada Ozzy (Angus Sampson) e Alek (Jason Kirkpatrick) – e Gage (Jackson Pace), em busca de sangue para vingar os amigos Rodney (Joe Ando Hirsh), Addy (Kelley Mack) e Henry (Matt Lintz).

Em certo momento, Lydia intencionalmente incomoda os três agressores cortando um esquilo. “Foi por isso que Ozzy e Alek morreram? Para que ela pudesse nos fazer de bobo?”, diz Alfred. Margo responde: “Não aqui.” Lydia provoca novamente, segurando o dedo ensanguentado nos lábios: Shh.

Mais tarde, Daryl diz a ela que “não pode fazer coisas assim” se ela espera morar em Alexandria. Ela responde: “Mas eles podem escrever o que quiserem em nossa porta?”

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“Um dos grandes momentos da história em quadrinhos que nos entusiasma muito e que há essa ideia de propaganda e paranoia, é essa de ‘silenciar os sussurradores’, que Robert Kirkman usou muito bem”, disse a showrunner Angela Kang anteriormente a EW. “Então, definitivamente, há um sentimento de que nosso grupo está entrando nesse conflito que continua crescendo contra os Sussurradores, muito diferente de como ocorreu a guerra contra os Salvadores, onde não havia apenas elementos de paranoia, mas meio que uma sensação de Guerra Fria.”

O vandalismo dos agressores e seu violento ataque a Lydia ocorrem quando os Sussurradores invadem ainda mais as comunidades: Alpha reivindicou ainda mais território das comunidades e Michonne (Danai Gurira) suspeita que os Sussurradores estejam por trás de ataques coordenados em Alexandria, Hilltop e Oceanside.

“Descobrimos que há pessoas que estão tendo uma resposta mais comedida. Você vê pessoas que são muito mais rigorosas, vê pessoas que estão confusas sobre o que fazer”, disse Kang. “E acho que isso faz parte do interessante cenário humano que está rolando quando tudo começa a acontecer, a paranoia começa a dominar essas comunidades, e há movimentos de guerra sendo feitos de ambos os lados”.

Nos quadrinhos, foi o líder de Alexandria, Rick Grimes, que se uniu a Alexandria dizendo a seus sobreviventes que eles precisavam “silenciar os sussurros”. Na edição 152 de The Walking Dead, Rick lançou uma campanha de propaganda completa, admitindo que Michonne precisava direcionar a raiva dos alexandrinos para longe deles e em direção ao inimigo.

Essa campanha foi lançada quando alguém tentava “silenciar os sussurros” à sua maneira. Resultado: Negan que escapou.

Na série, apesar de não ter sido revelado, presumimos que os responsáveis pelo vandalismo sejam Alfred, Margo e Gage. Vamos ter que aguardar os próximos episódios para descobrir se teremos ou não a revelação oficial do(s) envolvido(s) nessa campanha.

O que você achou do episódio desta semana de The Walking Dead? Acredita que Lydia está certa e que os culpados pela frase/campanha são Alfred, Margo e Gage? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!

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Produtora de The Walking Dead revela o voto de Gabriel sobre o destino de Negan

Angela Kang, a showrunner de The Walking Dead, comentou sobre a decisão que Gabriel estava pensando em tomar no episódio desta semana.

Marcela Aquino

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Negan (Jeffrey Dean Morgan) é um homem procurado. No episódio desta semana de The Walking Dead, “Silence the Whisperers”, Margo (Jerri Tubbs) foi morta quando Negan salvou Lydia (Cassady McClincy) de uma surra violenta cometida por Margo e pelos cúmplices Alfred (David Shae) e Gage (Jackson Pace). O conselho de Alexandria se reuniu para determinar o destino de Negan, com Aaron (Ross Marquand) argumentando que Negan não merece viver em sua civilização, apesar de uma sentença de oito anos de prisão. Negan foi defendido por Siddiq (Avi Nash) e relutantemente por Daryl (Norman Reedus), deixando o padre Gabriel (Seth Gilliam) como o desempate. Depois de tomar a noite para considerar sua resposta, Gabriel visitou a cela de Negan, apenas para encontrá-la vazia. Com uma vida em jogo, Gabriel teria votado a favor ou contra Negan?

“Eu acho que Gabriel teria votado para não matá-lo”, disse a showrunner Angela Kang à EW. Apesar da formação de uma multidão sedenta de sangue exigindo que Negan seja levado à justiça, Kang diz que Gabriel teria sido influenciado por suas sessões de terapia com Negan. O padre atua como guardião de Negan há anos, desempenhando um papel fundamental em sua reforma.

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“Acho que porque ele conheceu Negan ao longo do tempo e que, no final das contas, ele acreditava no fato de Lydia estar dizendo: ‘Ele me salvou e foi um acidente’, e o fato de Daryl acreditar nela, e o fato de que ele sabe que Negan está tentando”, explicou Kang. “Acho que ele teria pensado sobre isso e orado por ele, e acordado na manhã seguinte, e as pessoas com suas forquilhas foram para a cama ou sei lá, e acho que ele teria pensado: ‘Sabe do que mais? Isso tudo é demais. As pessoas são muito paranoicas.’ É o que acho que ele pensaria no momento.”

Questionada se Gabriel visitou a cela de Negan para ajudar a solidificar sua decisão, Kang disse: “Acho que sim. E então ele vê que Negan se foi, e então eu acho que ele pensa: ‘Ah, foda-se. Tipo, eu estava errado em pensar que iria cair nessa e ter essa conversa com ele?’ Ele está duvidando quando descobre que ele se foi.”

O cúmplice de Negan foi revelado no vídeo promocional do próximo episódio, “What It Always Is”, e para responder sobre aonde Negan está indo… “Vamos descobrir muito em breve onde ele foi”, brincou Kang.

Você acha que Negan merece viver depois de tudo que ele fez? Você conseguiu perdoá-lo? Deixe todos os seus pensamentos nos comentários abaixo!

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The Walking Dead lidera as indicações ao Saturn Awards 2018

Vinícius Castro

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Seguindo o padrão dos anos anteriores, The Walking Dead está liderando a lista de indicados ao Saturn Awards, a maior premiação para cinema e TV de gênero do mundo. Revelados no mês passado, os indicados, que serão escolhidos a dedo pela Academia de Ficção Científica, Fantasia e Horror, receberão o resultado final em junho de 2018.

O drama zumbi está liderando os competidores da televisão, com 7 indicações ao total, fazendo jus ao material apresentado durante a oitava temporada. Entre as novidades em relação aos últimos anos, o único novato é Khary Payton, o Rei Ezekiel. Confira abaixo:

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV

  • JON BERNTHAL (THE PUNISHER)
  • BRUCE CAMPBELL (ASH VS EVIL DEAD)
  • SAM HEUGHAN (OUTLANDER)
  • JASON ISAACS (STAR TREK: DISCOVERY)
  • ANDREW LINCOLN (THE WALKING DEAD)
  • SETH MACFARLANE (THE ORVILLE)
  • KYLE MACLACHLAN (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • RICKY WHITTLE (AMERICAN GODS)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • NIKOLAJ COSTER-WALDAU (GAME OF THRONES)
  • MIGUEL FERRER (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • KIT HARINGTON (GAME OF THRONES)
  • DOUG JONES (STAR TREK: DISCOVERY)
  • CHRISTIAN KANE (THE LIBRARIANS)
  • MICHAEL MCKEAN (BETTER CALL SAUL)
  • KHARY PAYTON (THE WALKING DEAD) 
  • EVAN PETERS (AMERICAN HORROR STORY: CULT)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • ODETTE ANNABLE (SUPERGIRL)
  • DAKOTA FANNING (THE ALIENIST)
  • DANAI GURIRA (THE WALKING DEAD)
  • MELISSA MCBRIDE (THE WALKING DEAD)
  • CANDICE PATTON (THE FLASH)
  • ADINA PORTER (AMERICAN HORROR STORY: CULT)
  • KRYSTEN RITTER (MARVEL’S THE DEFENDERS)
  • RHEA SEEHORN (BETTER CALL SAUL)

MELHOR PERFORMANCE DE UM ATOR JUVENIL EM SÉRIE DE TV

  • KJ APA (RIVERDALE)
  • MILLIE BOBBY BROWN (STRANGER THINGS)
  • MAX CHARLES (THE STRAIN)
  • ALYCIA DEBNAM-CAREY (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID MAZOUZ (GOTHAM)
  • LILI REINHART (RIVERDALE)
  • CHANDLER RIGGS (THE WALKING DEAD)
  • COLE SPROUSE (RIVERDALE)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE TV

  • BRYAN CRANSTON (PHILIP K. DICK’S ELECTRIC DREAMS)
  • MICHAEL GREYEYES (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID LYNCH (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • JEFFREY DEAN MORGAN (THE WALKING DEAD)
  • RACHEL NICHOLS (THE LIBRARIANS)
  • JESSE PLEMONS (BLACK MIRROR)
  • HARTLEY SAWYER (THE FLASH)
  • MICHELLE YEOH (STAR TREK: DISCOVERY)

MELHOR SÉRIE DE HORROR 

  • AMERICAN HORROR STORY: CULT
  • ASH VS EVIL DEAD
  • FEAR THE WALKING DEAD
  • PREACHER
  • THE STRAIN
  • TEEN WOLF
  • THE WALKING DEAD

Vale lembrar, The Walking Dead vem sendo o maior campeão da premiação desde 2013. Entre os já campeões dos últimos anos estão Andrew Lincoln, Melissa McBride, Chandler Riggs, Danai Gurira e a própria série.

A boa recepção da série na premiação pode trazer uma nova luz a série, que andou sofrendo alguns boicotes da crítica especializada na última temporada e meia.

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