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Andrew J West fala sobre Gareth e aquela cena chocante no episódio “Four Walls and a Roof”

Rafael Façanha

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Rick Grimes pode ser muitas coisas, mas ele não é um mentiroso. Ele prometeu a Gareth, na estreia da 5ª temporada de The Walking Dead, que iria matá-lo usando um facão com um punho vermelho, e ele cumpriu essa promessa no final do episódio “Four Walls and a Roof”. Foi um fim brutal para Gareth, mas o homem que o interpretou ainda está por aqui para contar o que aconteceu. A Entertainment Weekly conversou com Andrew J. West para perguntá-lo tudo sobre a carne contaminada, sua última cena, quando ele soube que seria morto, e como foi seu último dia de filmagem.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Bem, esta foi uma boa e má notícia para você, Andrew. A má notícia é que você comeu carne contaminada. A boa notícia é que você participou de um dos momentos mais emblemáticos da história em quadrinhos com aquela cena, e também é uma cena que os fãs da TV não esquecerão tão cedo.

Andrew J West: Há tantas cenas icônicas da história em quadrinhos que foram traduzidas tão bem para a versão da TV. Você tem a cena no final do episódio 2 com “Se isso te faz se sentir melhor, você tem um sabor muito melhor do que pensávamos.” Isso veio diretamente dos quadrinhos. Li os quadrinhos antes de começar a 5ª temporada e eu estava muito familiarizado com o enredo dos Caçadores, mas não sabia que Gareth seria tão intimamente inspirado nesse personagem. Então, só para voltar para o episódio 2 por um minuto… quando eu estava lendo o 2 e vi aquele monólogo no final, eu pulei do sofá no meu apartamento. Eu estava lendo o roteiro e não conseguia parar de andar para trás e para frente porque estava muito animado para filmar a cena por causa da linguagem, que é tão boa e tão intensa. E, em seguida, ir para o episódio 3 e ter toda a cena da carne contaminada, que, mais uma vez, vem diretamente dos quadrinhos – era demais para mim. Era bom demais para ser verdade. Eu estava tipo… eu não participei apenas de uma cena incrível dos quadrinhos, mas toda essa sequência! E sim, me senti muito sortudo.

É engraçado porque eu, como um monte de gente, teorizei na última temporada que as pessoas de Terminus seriam os canibais baseados nos Caçadores dos quadrinhos. Mas como Terminus não aparece nos quadrinhos, eu pensei… ok, então acho que eles não vão fazer essas cenas na floresta. Então, eu meio que me deixei ser enganado.

Andrew J West: Isso aconteceu comigo também, porque agora que finalmente posso falar livremente sobre essas coisas – de muitas maneiras diferentes, tirou um peso enorme dos meus ombros porque é bom ser capaz de falar sobre tudo isso e não ter que me preocupar com spoilers do enredo Terminus e Gareth… Indo para o final da 4ª temporada, [showrunner] Scott [Gimple] me disse, quando comecei o trabalho, que havia um elemento canibal nesses personagens. Eu sabia o que tinha sido pego emprestado dos quadrinhos, mas não sabia a extensão disso e o quão próximo seria inspirado nos quadrinhos. Então, só descobri isso quando voltamos para a produção e eu estava lendo o primeiro par de roteiros, por isso foi uma grande surpresa para mim também. E, sinceramente, muito agradável. É um arco memorável dos quadrinhos. Eles fizeram um trabalho incrível na série também. Eu simplesmente adorei.

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Foi quando apareceu para o último episódio da 4ª temporada ou quando você apareceu no início da 5ª temporada, que Scott Gimple te disse, “Ei, isso vai ser uma curta viagem.”? Ou você descobriu mais tarde sobre sua morte?

Andrew J West: Me disseram logo de cara. A forma como a coisa toda aconteceu é que consegui o emprego e fui logo filmar o último episódio. Naquele momento não sabia com certeza que se iria mesmo voltar para a 5ª temporada. Eles tinham uma opção para mim e me pediram para esperar, mas não disseram que era garantido. Então filmamos o finale e, em seguida, ao longo do hiato, eu meio que esperava que eles decidissem me trazer de volta, e Scott Gimple me ligou e disse: “Nós adoraríamos tê-lo de volta, mas resumindo: Gareth será morto no episódio 3.” Então, eles me disseram como isso seria exibido na 5ª temporada, mas a coisa legal é que eu nem sequer tive tempo para realmente lamentar a perda deste personagem porque eu ouvi quase simultaneamente que estava voltando para a série, então eu estava muito animado com isso. Eu estava realmente empolgado por voltar para a série, e foi legal da parte deles me deixar saber disso em termos de logística e organizar a vida e tudo mais. Não foi uma grande surpresa a leitura do terceiro roteiro. Eu sabia que isso iria acontecer; mas não sabia como isso iria acontecer. Então essa foi outra agradável surpresa, porque é uma maneira tão gloriosa, monumental e brutal de sair. Então, não houve um grande choque traumático lendo o episódio. Eu sabia o que estava por vir e só poderia apreciá-lo naquele momento.

Então, vamos conversar sobre o início deste último episódio e todo o discurso “junte-se a nós ou nos alimentamos de você” e o lance com os ursos comendo seus filhotes e tudo mais. Parece que esta foi a primeira vez que você disse aquilo a Bob, então, você não ofereceu essa escolha quando eles chegaram a Terminus? Talvez porque o lance de DC surgiu tão rápido que vocês nunca tiveram a chance de dizer isso?

Andrew J West: Sim, acho que essa é a direção que estávamos indo com ele. Provavelmente, era o contrário do que aconteceu com Rick, Daryl, Michonne e Carl quando chegaram a Terminus. Nós vimos, no último episódio da 4ª temporada, que eles nem sequer tiveram a chance de comer porque já puxaram suas armas, eles sabiam que algo estava acontecendo. Então, nós nunca sequer tivemos essa conversa com eles. Eles vão diretamente para o vagão. E você tem a sensação de que algo provavelmente similar aconteceu com Bob e o grupo que também entrou lá. E acho que a fala tem o imediatismo desses personagens e como eles sabem que precisam realizar algo e realizar algo rapidamente. Você não pode simplesmente entrar em Terminus e comer bem. Há uma imagem maior aqui e eles provavelmente pularam toda aquela coisa quando chegaram a Terminus e, é claro, isso não é o que Gareth queria ouvir.

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Você mencionou que Scott contou que sua morte chegaria no episódio 3. Então quando leu aquela fala no roteiro da estreia – em que Rick diz que vai matá-lo com o facão que tem o punho vermelho – você pensou algo como, “Sim, é assim que vou morrer”?

Andrew J West: Sim, essa é uma fala bem reveladora. Você sabe… o número um é provavelmente o cara que cumpre uma promessa tão sincera. Eu meio que esperava que esse seria o jeito que aconteceria. E também, mais uma vez, tendo lido o episódio 2 e visto o quão Gareth foi inspirado pelo enredo dos Caçadores, minha mente foi imediatamente para o momento em que eles saem dos quadrinhos, e é semelhante. Não é exatamente a mesma coisa, mas o personagem Chris, que inspirou Gareth, sai de forma sangrenta e brutal. Especialmente no final do episódio 2, eu pensei algo como, “Eu acho que sei onde isso está indo.” Essa droga de facão vermelho – eu deveria ter pegado enquanto tinha chance.

Você teve que fazer uma mudança total nessa última cena na igreja, uma vez que Rick tem Gareth no chão e, de repente, ele não está na posição de poder e força. Vemos um novo lado de Gareth – que não vimos fora dos flashbacks. Como foi essa cena para você?

Andrew J West: É difícil filmar, porque você vê um cara que é tão confiante e tão no controle, e por isso, só destacado e cálculo ao longo de toda esta jornada… e, em seguida, vê-lo em uma posição de vulnerabilidade, vemos um cara que está lutando e lutando por sua vida. Mas, amo a maneira que mostraram isso porque dá uma outra dimensão de quem era esse cara. E um pouco disso aparece nos flashbacks do episódio de estreia, quando vemos relances dele antes de decidir adotar este estilo de vida, enquanto ainda estava sendo mantido prisioneiro por essas pessoas terríveis. O que é legal no episódio 3, quando ele está, essencialmente, implorando e implorando por sua vida… Embora ele diga: “Não há sentido em implorar”, ele quer sobreviver desesperadamente para tentar sair dessa situação – vemos que ele está novamente naquele momento vulnerável, mas dessa vez é diferente.

E é isso que amei tanto nessa cena. Há um fogo no olhar e uma força e uma escuridão que acho que ainda estão presentes no personagem, mas que não estavam lá antes – nos flashbacks. É similar no tom, mas há diferenças sutis. E muito disso estava na linguagem também. Eu podia ver isso na frase “Você não sabe o que é estar com fome.” É uma fala assustadora, e foi legal ser capaz de dizer algo assim em uma situação tão intensa, e isso só lhe dá um outro lado deste personagem.

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Nós nunca tivemos a história de fundo sobre a forma como você e as pessoas de Terminus mudaram de gado para açougueiro. Scott criou alguma história de fundo que não vimos, ou isso foi algo que você trabalhou na sua cabeça – em relação a como vocês escaparam dessa situação e viraram o jogo?

Andrew J West: Bem, foi dito que conseguimos mudar o jogo e descobrimos uma maneira de reconquistar Terminus. Os detalhes não foram realmente elaborados. Algumas coisas eu criei na minha mente só para me ajudar a abordar o arco da personagem. Para mim, o fato de que Gareth foi capaz de tomar Terminus de volta – como ele fez isso não era importante; mas o fato de que ele foi capaz disso realmente mostrou a desenvoltura da personagem, e o fato de que ele é um cara muito inteligente e que usa a sua mente para descobrir como sobreviver. Isso revelou-me muito sobre o personagem e me ajudou a abordar tudo o que eu seria capaz de fazer com esse personagem.

E isso é uma das coisas legais desse personagem ao contrário de Chris (personagem da história em quadrinhos que inspira Gareth) – Chris é totalmente diferente nesse aspecto. Eu sempre vi Chris como um cara um pouco inteligente, mas ele não é tão engenhoso e organizado como Gareth é. Fãs dos quadrinhos sabem que meio que vivem nesta casa abandonada e não são muito bons na caça e tudo mais. Mas o fato de Gareth ter sido capaz de retomar Terminus mostra o quão poderoso ele pode ser como um líder, não em termos de dureza, mas em termos de organização e de comandar um grupo – porque ele teria que ser um líder para retomá-la.

Como foi a sua despedida no set depois de seu último dia de filmagem?

Andrew J West: Esse foi um dia interessante. Foi tão sangrento e tão louco e estava ultrapassando barreiras para essa série. Então, nós estávamos filmando a cena final, até tarde da noite e estava drenando nossas forças e era tão intensa, mas é isso que vivemos como atores… é participar de cenas que são intensas. Então, quando nós terminamos a cena, foi uma exalação coletiva e este longo suspiro de “Oh meu Deus, nós conseguimos.” E depois, claro, todos se abraçaram e houve um grande momento, e depois tivemos um jantar do elenco e da equipe no dia seguinte ou no dia depois desse e uma espécie de bota-fora e todos eles nos trataram muito bem. E há definitivamente uma sensação de tristeza, certamente para mim, pelas pessoas com quem trabalhei, mesmo depois de estar apenas em quatro episódios.

Sim, você só apareceu em quatro episódios, mas, obviamente, deixou uma grande marca. Como você resumiria a sua experiência de trabalhar nesta série?

Andrew J West: Diferente de qualquer outra coisa que já experimentei. Esta é uma experiência que só acontece uma vez na vida. É um trabalho que só aparece uma vez na vida. Eu estava conversando com Josh McDermitt, que interpreta Eugene, ao telefone sobre o assunto e falamos sobre como isso é diferente de qualquer outra coisa que já tenhamos experimentado em nossas carreiras. Não quer dizer que não haverá grandes coisas para ele, para mim… Enfim, obviamente, ele ainda está na série. Jamais haverá um trabalho parecido. É, uma coisa muito especial: A base de fãs, a construção da história, a forma como o programa é executado – é diferente de tudo que já vi, e foi uma experiência marcante para mim.

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Fonte: Entertainment Weekly
Tradução: Mydiã Freitas / Staff Walking Dead Brasil

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The Walking Dead revela quem está por trás do vandalismo “Silencie os Sussurradores”

A campanha contra os Sussurradores que acontece em Alexandria também aconteceu nos quadrinhos de The Walking Dead.

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Alguém em The Walking Dead pretende “Silenciar os Sussurradores”. No episódio desta semana de The Walking Dead, Daryl (Norman Reedus) e Lydia (Cassady McClincy) descobrem que sua casa foi vandalizada por grafites pedindo que Alexandria “Silencie os Sussurradores”. A ex-sussurradora, Lydia, emancipou-se da mãe abusiva, Alpha (Samantha Morton), mas está lutando para se afirmar dentro das paredes de Alexandria. Lydia é intimidada por Alfred (David Shae), Margo (Jerri Tubbs) – que exige justiça para os ladrões de estrada Ozzy (Angus Sampson) e Alek (Jason Kirkpatrick) – e Gage (Jackson Pace), em busca de sangue para vingar os amigos Rodney (Joe Ando Hirsh), Addy (Kelley Mack) e Henry (Matt Lintz).

Em certo momento, Lydia intencionalmente incomoda os três agressores cortando um esquilo. “Foi por isso que Ozzy e Alek morreram? Para que ela pudesse nos fazer de bobo?”, diz Alfred. Margo responde: “Não aqui.” Lydia provoca novamente, segurando o dedo ensanguentado nos lábios: Shh.

Mais tarde, Daryl diz a ela que “não pode fazer coisas assim” se ela espera morar em Alexandria. Ela responde: “Mas eles podem escrever o que quiserem em nossa porta?”

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“Um dos grandes momentos da história em quadrinhos que nos entusiasma muito e que há essa ideia de propaganda e paranoia, é essa de ‘silenciar os sussurradores’, que Robert Kirkman usou muito bem”, disse a showrunner Angela Kang anteriormente a EW. “Então, definitivamente, há um sentimento de que nosso grupo está entrando nesse conflito que continua crescendo contra os Sussurradores, muito diferente de como ocorreu a guerra contra os Salvadores, onde não havia apenas elementos de paranoia, mas meio que uma sensação de Guerra Fria.”

O vandalismo dos agressores e seu violento ataque a Lydia ocorrem quando os Sussurradores invadem ainda mais as comunidades: Alpha reivindicou ainda mais território das comunidades e Michonne (Danai Gurira) suspeita que os Sussurradores estejam por trás de ataques coordenados em Alexandria, Hilltop e Oceanside.

“Descobrimos que há pessoas que estão tendo uma resposta mais comedida. Você vê pessoas que são muito mais rigorosas, vê pessoas que estão confusas sobre o que fazer”, disse Kang. “E acho que isso faz parte do interessante cenário humano que está rolando quando tudo começa a acontecer, a paranoia começa a dominar essas comunidades, e há movimentos de guerra sendo feitos de ambos os lados”.

Nos quadrinhos, foi o líder de Alexandria, Rick Grimes, que se uniu a Alexandria dizendo a seus sobreviventes que eles precisavam “silenciar os sussurros”. Na edição 152 de The Walking Dead, Rick lançou uma campanha de propaganda completa, admitindo que Michonne precisava direcionar a raiva dos alexandrinos para longe deles e em direção ao inimigo.

Essa campanha foi lançada quando alguém tentava “silenciar os sussurros” à sua maneira. Resultado: Negan que escapou.

Na série, apesar de não ter sido revelado, presumimos que os responsáveis pelo vandalismo sejam Alfred, Margo e Gage. Vamos ter que aguardar os próximos episódios para descobrir se teremos ou não a revelação oficial do(s) envolvido(s) nessa campanha.

O que você achou do episódio desta semana de The Walking Dead? Acredita que Lydia está certa e que os culpados pela frase/campanha são Alfred, Margo e Gage? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!

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Produtora de The Walking Dead revela o voto de Gabriel sobre o destino de Negan

Angela Kang, a showrunner de The Walking Dead, comentou sobre a decisão que Gabriel estava pensando em tomar no episódio desta semana.

Marcela Aquino

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Negan (Jeffrey Dean Morgan) é um homem procurado. No episódio desta semana de The Walking Dead, “Silence the Whisperers”, Margo (Jerri Tubbs) foi morta quando Negan salvou Lydia (Cassady McClincy) de uma surra violenta cometida por Margo e pelos cúmplices Alfred (David Shae) e Gage (Jackson Pace). O conselho de Alexandria se reuniu para determinar o destino de Negan, com Aaron (Ross Marquand) argumentando que Negan não merece viver em sua civilização, apesar de uma sentença de oito anos de prisão. Negan foi defendido por Siddiq (Avi Nash) e relutantemente por Daryl (Norman Reedus), deixando o padre Gabriel (Seth Gilliam) como o desempate. Depois de tomar a noite para considerar sua resposta, Gabriel visitou a cela de Negan, apenas para encontrá-la vazia. Com uma vida em jogo, Gabriel teria votado a favor ou contra Negan?

“Eu acho que Gabriel teria votado para não matá-lo”, disse a showrunner Angela Kang à EW. Apesar da formação de uma multidão sedenta de sangue exigindo que Negan seja levado à justiça, Kang diz que Gabriel teria sido influenciado por suas sessões de terapia com Negan. O padre atua como guardião de Negan há anos, desempenhando um papel fundamental em sua reforma.

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“Acho que porque ele conheceu Negan ao longo do tempo e que, no final das contas, ele acreditava no fato de Lydia estar dizendo: ‘Ele me salvou e foi um acidente’, e o fato de Daryl acreditar nela, e o fato de que ele sabe que Negan está tentando”, explicou Kang. “Acho que ele teria pensado sobre isso e orado por ele, e acordado na manhã seguinte, e as pessoas com suas forquilhas foram para a cama ou sei lá, e acho que ele teria pensado: ‘Sabe do que mais? Isso tudo é demais. As pessoas são muito paranoicas.’ É o que acho que ele pensaria no momento.”

Questionada se Gabriel visitou a cela de Negan para ajudar a solidificar sua decisão, Kang disse: “Acho que sim. E então ele vê que Negan se foi, e então eu acho que ele pensa: ‘Ah, foda-se. Tipo, eu estava errado em pensar que iria cair nessa e ter essa conversa com ele?’ Ele está duvidando quando descobre que ele se foi.”

O cúmplice de Negan foi revelado no vídeo promocional do próximo episódio, “What It Always Is”, e para responder sobre aonde Negan está indo… “Vamos descobrir muito em breve onde ele foi”, brincou Kang.

Você acha que Negan merece viver depois de tudo que ele fez? Você conseguiu perdoá-lo? Deixe todos os seus pensamentos nos comentários abaixo!

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The Walking Dead lidera as indicações ao Saturn Awards 2018

Vinícius Castro

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Seguindo o padrão dos anos anteriores, The Walking Dead está liderando a lista de indicados ao Saturn Awards, a maior premiação para cinema e TV de gênero do mundo. Revelados no mês passado, os indicados, que serão escolhidos a dedo pela Academia de Ficção Científica, Fantasia e Horror, receberão o resultado final em junho de 2018.

O drama zumbi está liderando os competidores da televisão, com 7 indicações ao total, fazendo jus ao material apresentado durante a oitava temporada. Entre as novidades em relação aos últimos anos, o único novato é Khary Payton, o Rei Ezekiel. Confira abaixo:

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV

  • JON BERNTHAL (THE PUNISHER)
  • BRUCE CAMPBELL (ASH VS EVIL DEAD)
  • SAM HEUGHAN (OUTLANDER)
  • JASON ISAACS (STAR TREK: DISCOVERY)
  • ANDREW LINCOLN (THE WALKING DEAD)
  • SETH MACFARLANE (THE ORVILLE)
  • KYLE MACLACHLAN (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • RICKY WHITTLE (AMERICAN GODS)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • NIKOLAJ COSTER-WALDAU (GAME OF THRONES)
  • MIGUEL FERRER (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • KIT HARINGTON (GAME OF THRONES)
  • DOUG JONES (STAR TREK: DISCOVERY)
  • CHRISTIAN KANE (THE LIBRARIANS)
  • MICHAEL MCKEAN (BETTER CALL SAUL)
  • KHARY PAYTON (THE WALKING DEAD) 
  • EVAN PETERS (AMERICAN HORROR STORY: CULT)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • ODETTE ANNABLE (SUPERGIRL)
  • DAKOTA FANNING (THE ALIENIST)
  • DANAI GURIRA (THE WALKING DEAD)
  • MELISSA MCBRIDE (THE WALKING DEAD)
  • CANDICE PATTON (THE FLASH)
  • ADINA PORTER (AMERICAN HORROR STORY: CULT)
  • KRYSTEN RITTER (MARVEL’S THE DEFENDERS)
  • RHEA SEEHORN (BETTER CALL SAUL)

MELHOR PERFORMANCE DE UM ATOR JUVENIL EM SÉRIE DE TV

  • KJ APA (RIVERDALE)
  • MILLIE BOBBY BROWN (STRANGER THINGS)
  • MAX CHARLES (THE STRAIN)
  • ALYCIA DEBNAM-CAREY (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID MAZOUZ (GOTHAM)
  • LILI REINHART (RIVERDALE)
  • CHANDLER RIGGS (THE WALKING DEAD)
  • COLE SPROUSE (RIVERDALE)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE TV

  • BRYAN CRANSTON (PHILIP K. DICK’S ELECTRIC DREAMS)
  • MICHAEL GREYEYES (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID LYNCH (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • JEFFREY DEAN MORGAN (THE WALKING DEAD)
  • RACHEL NICHOLS (THE LIBRARIANS)
  • JESSE PLEMONS (BLACK MIRROR)
  • HARTLEY SAWYER (THE FLASH)
  • MICHELLE YEOH (STAR TREK: DISCOVERY)

MELHOR SÉRIE DE HORROR 

  • AMERICAN HORROR STORY: CULT
  • ASH VS EVIL DEAD
  • FEAR THE WALKING DEAD
  • PREACHER
  • THE STRAIN
  • TEEN WOLF
  • THE WALKING DEAD

Vale lembrar, The Walking Dead vem sendo o maior campeão da premiação desde 2013. Entre os já campeões dos últimos anos estão Andrew Lincoln, Melissa McBride, Chandler Riggs, Danai Gurira e a própria série.

A boa recepção da série na premiação pode trazer uma nova luz a série, que andou sofrendo alguns boicotes da crítica especializada na última temporada e meia.

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