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6ª Temporada

The Walking Dead retornará com caos, brutalidade e com “as maiores dificuldades até agora”

Elayne Gonçalves

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“Sejam bem vindos à Batalha de Alexandria.”

Esse foi o apelido dado ao evento por Andrew Lincoln, ator de The Walking Dead, nessa noite, no final de agosto, em Senoia, na Georgia, set do série de sucesso da AMC. São 1:30 da madrugada e Lincoln – junto da maioria dos atores principais da série e mais ou menos 180 walkers extra – está caminhando no meio de uma rua encharcada de sangue vermelho vivo com um machado de batalha em mãos. Gritos selvagens e grunhidos perfuram o ar quente e pesado enquanto o Rick de Andrew Lincoln se prepara psicologicamente para horas de combate entre os residentes da Zona Segura de Alexandria e a horda de walkers que invadiu os muros e infestou a comunidade residencial.

“Como se você já não tivesse coisas o suficiente para fazer hoje à noite, ainda quer mais duas mortes?”, Monty L. Simons, coordenador de dublês, pergunta para Lincoln, que aceita com entusiasmo. Pouco depois, uma quantidade ainda maior de sangue falso é aplicada à Michonne de Danai Gurira, à espada “samurai”, e o exército de guerreiros adentra ainda mais nas ruas infestadas por zumbis, cortando em pedaços qualquer walker que se meter no caminho como um ballet cuidadosamente coreografado que resulta em um sinfonia de entranhas e de sangue.

“Esse é o maior episódio que já fizemos em termos da quantidade de coisas que acontece.” Lincoln diz durante um intervalo na ação. “Esse é o maior risco que já enfrentamos, e vai demandar muito para conseguir salvar essa comunidade.”

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A segunda metade da sexta temporada de The Walking Dead marca o início de um novo capítulo para a série. A idílica comunidade na Virginia que foi um breve farol de segurança e de esperança foi comprometida por centenas de devoradores de carne humana e agora está sem sua líder, Deanna Monroe (Tovah Feldshuh), que foi mordida e morreu, vítima da horda, durante a midseason finale da sexta temporada do seriado, exibida em novembro. Agora, depende do policial Rick Grimes liderar a população inteira de Alexandria em direção a um contra-ataque.

“Esse é um ponto decisivo para Rick e para o grupo, pois há muito caos e é muito brutal”, afirma Robert Kirkman, produtor executivo e criador da série em quadrinhos. “Não é o fim de Alexandria, mas veremos um Rick Grimes diferente, enquanto ele enfrenta possivelmente as maiores dificuldades até então.”

Também haverá uma expansão no universo da série televisiva. “Nós veremos um mundo maior e descobriremos todo tipo de complicações e de complexidades desse mundo, de que nosso grupo não estava ciente ou sequer imaginava”, conta o showrunner Scott M. Gimple, que também promete uma experiência de visualização mais direta e linear – em oposição à ideia de contar a história através de várias linhas temporais, conforme eles fizeram na primeira metade dessa temporada.

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A audiência teve seu primeiro vislumbre desse mundo para além de Alexandria no outono passado, através dos olhos do rastreador Daryl Dixon (Norman Reedus). Quando Daryl estava acompanhando a horda de zumbis para longe de Alexandria em sua moto, ele foi vítima de uma emboscada e foi capturado por um trio de agressores que estavam fugindo de sua própria comunidade. Depois de estabelecer certo senso de confiança, Daryl ajudou o trio a escapar de seus misteriosos perseguidores. Mas a fé de Daryl nos outros provou-se equivocada: ele foi enganado pelo grupo e perdeu sua amada besta e sua moto. “No fim do dia de gravação, eu estava realmente puto!”, Reedus admite. “Essa é a minha moto. Ninguém anda na minha moto! Quanto a Daryl, ele se sente como se tivesse desapontado Rick, e também está muito irritado nesse ponto.”

A storyline de Daryl foi bastante limitada nos oito primeiros episódios da sexta temporada, mas Gimple promete que a audiência verá muito mais do personagem, um dos favoritos dos fãs, nesse inverno. “Nós testamos as habilidades de Norman”, diz Gimple. “Ele está muito assustado nessa segunda metade [da temporada], mas há momentos nos quais ele me fez rir alto. Teremos muitos momentos com Daryl e uma grande variedade dele”. Sobre seu retorno para Alexandria, ele também se reunirá com Rick para uma “pequena aventura” dos dois, Reedus conta. “Tem uma coisa meio Butch Cassidy rolando”, o ator afirma com uma risada. “É seguro dizer que ‘conseguimos fazer o tango’, para a felicidade de todos”, acrescenta Lincoln.

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O caminho de Daryl para casa, em direção a Alexandria, encontrou um obstáculo na midseason finale de novembro, quando ele, Abraham (Michael Cudlitz) e Sasha (Sonequa Martin-Green) foram parados por um grupo de homens armados que exigiu todas as suas posses. Depois de terem perguntando aos homens para quem eles trabalhavam, um deles proferiu o nome que os leitores mais ávidos da série de quadrinhos que serviu de material original para a série televisiva têm esperado por anos para ouvir: “Negan“.

De fato, o maior vilão do universo de The Walking Dead chegará à tela nessa temporada, mas Gimple deu um aviso para os fãs mais exaltados para moderar suas expectativas: “O nome dele foi evocado e seu grupo certamente tem uma importância crescente, mas não é como se fôssemos vê-lo aparece em um episódio imediatamente”, Gimple explica. Na verdade, a primeira aparição de Negan na tela – que Kirkman promete ser “arrepiante” – não acontecerá até a season finale, no dia 3 de abril.

Interpretado por Jeffrey Dean Morgan (de The Good Wife), Negan vai eclipsar os antagonistas do passado, como o Governador (David Morrissey) e Gareth (Andrew J. West), o líder dos canibais do Terminus, por causa de sua natureza carismática e de sua intensa brutalidade. Nos quadrinhos, Negan é o líder de um grupo localizado fora de Washington, D.C., conhecido como Os Salvadores, que saqueia suprimentos e recursos de outras comunidades em troca de proteção contra os walkers. Ele também brande um bastão de baseball coberto de arame farpado, afetuosamente denominado “Lucille”. “Ele é a versão mais sombria de um ‘bully'”, Gimple conta. “É um personagem muito magnético; não é simplesmente um sociopata. Ele é a estrela do próprio filme.”

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Outro rosto familiar dos quadrinhos a ser introduzido é o de Gregory (o Xander Berkeley, de Nikita), o líder covarde de uma colônia vizinha conhecida como “Alto do Morro” (Hilltop Colony, no original). “Nós estamos mudando-o de algumas formas, de modo que os leitores vão conhecer um Gregory ligeiramente diferente daquele que temos nos quadrinhos”, explica Kirkman.

Se há um membro do grupo que tem uma chance de ter sucesso contra esse novo inimigo, esse é o caso de Carol Peletier (Melissa McBride). No curso das seis temporadas da série, Carol se transformou, de uma dona de casa dócil, vítima dos abusos causados por um marido frio e calculista, em uma pessoa capaz de fazer o que quer que seja necessário – incluindo matar uma menina – para garantir a sobrevivência do grupo. “A evolução dela foi uma surpresa a cada passo do caminho”, McBride admite. “Ela está se adaptando bem, e eu fico muito orgulhosa de vê-la assumindo a vanguarda para utilizar suas capacidades, em vez de se calar.”

Quando Carol chegou em Alexandria, ela tentou se misturar aos moradores da Zona Segura fingindo ser uma adorável cozinheira, enquanto acompanhava de perto cada residente. Ela reverteu esse papel, assumindo sua personalidade kick-ass original, após a invasão brutal dos Lobos, e enfrentou Morgan (Lennie James) de igual para igual depois de descobrir que ele estava abrigando um dos Lobos (Benedict Samuel) como prisioneiro no interior das paredes da comunidade. “Essa não será a última vez que eles terão um confronto por possuírem pontos de vista opostos sobre a sobrevivência”, McBride antecipa. “Nós não estamos pré-dispostos a tirar outras vidas, então, será uma luta para ela.”

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Essa “luta” foi um pouco real demais para os fãs na primeira metade da sexta temporada, quando pareceu que Glenn (Steven Yeun), um dos personagens mais amados de The Walking Dead, havia morrido nas mãos de walkers famintos. Após quatro semanas agonizantes sem qualquer informação sobre o destino do personagem, finalmente, foi revelado que Glenn havia utilizado o corpo de Nicholas (Michael Traynor) como escudo; em seguida, o antigo entregador de pizza conseguiu se arrastar para debaixo de uma lixeira, esperando a horda se dissipar.

O segredo em torno do destino de Glenn era tão intenso que outros membros do elenco se engajaram para ajudar a reforçar a charada. “Steven ficou se escondendo e eu tinha que procurá-lo”, Reedus diz com uma risada. “Ele estava na parte traseira do meu carro, no chão, coberto com um casaco. Foram semanas interessantes, com certeza.”

Agora que a audiência sabe que Glenn está, definitivamente, vivo, os fãs terão que esperar para ver o esperado reencontro dele com Maggie (Lauren Cohan), sua esposa, que está grávida. “Tudo o que eles vivenciaram traz um novo otimismo a sua forma de viver. Isso será muito valioso adiante”, afirma Kirkman. “Isso fortalecerá os dois personagens e seu relacionamento.”

Ainda que o arco de Glenn tenha tido um final feliz, a morte está sempre à espreita nessa série, e nem todos os personagens conseguirão sobreviver após o primeiro episódio. “É um ótimo grupo de pessoas, e essas coisas não ficam mais fáceis”, McBride conta. “Quando as notícias chegam, nós apenas celebramos aquela pessoa e nos lembramos dos momentos que foram engraçados e maravilhosos. Desejamos o melhor para eles no futuro, sabendo que estarão bem.”

De volta ao set, o relógio marca 5h da manhã, enquanto a equipe de produção corre contra o inevitável nascer do sul para preparar o clímax dessa sequência de ação. Foi uma gravação exaustiva de 12h para todo o elenco e para toda a equipe, mas quando um assistente de figurino tenta remendar um buraco nas calças de Reedus, o ator as deixa cair totalmente e revela suas cuecas boxers tingidas, trazendo um momento de leveza bastante necessário para aquele início de manhã. A Batalha de Alexandria pode estar terminando, mas a guerra para a humanidade mal começou.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a segunda parte da sexta temporada no dia 14 de Fevereiro de 2016 no AMC (EUA) e na FOX Brasil. Confira todas as informações sobre a sexta temporada e fique por dentro das notícias.

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Fonte: TV Insider

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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