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6ª Temporada

[ENQUETE] The Walking Dead 6ª Temporada: Quem vai morrer no mid-season finale?

Vinícius Castro

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ATENÇÃO! O post a seguir contém alguns spoilers dos quadrinhos de The Walking Dead. Caso não queira saber de alguns detalhes importantes para o rumo da história, não prossiga. Você foi avisado!

Uma coisa é certa: alguém vai morrer na midseason finale de domingo! Como sabemos disso? Bom, estamos em uma situação que, como a própria sinopse de “Start to Finish” define, será difícil de ser contida. Se usarmos os quadrinhos originais como base, podemos esperar um grande banho de sangue no oitavo episódio da sexta temporada de The Walking Dead.

Finais de meio de temporada sempre significam o adeus definitivo a algum personagem extremamente querido. Na quarta temporada tivemos Hershel (Scott Wilson) sendo decapitado pelo Governador (David Morrissey), e ano passado vimos Beth (Emily Kinney) protagonizando uma das mais polêmicas mortes da história do seriado. Então, o que nos aguarda neste ano?

Aqui segue uma lista de personagens, e as probabilidades de morte para cada um. Quero lembrar que estou fazendo isso sem ter mínima noção por base de spoilers (que eu sei que já foram liberados pelo TSDF), então, segue-se aí:

Rick Grimes

RICK GRIMES – Estamos falando do nosso querido líder. É claro, se fosse em uma outra época, quando Glen Mazzara ainda assumia o cargo de showrunner, deveríamos ficar com medo de dar adeus à imagem de The Walking Dead, mas com Scott Gimple, que mais de uma vez já afirmou ser um grande fã da obra original, sabemos que o personagem de Andrew Lincoln ainda ficará por um longo tempo na série. A SALVO.

Carl Grimes

CARL GRIMES – O arco “Sem Saída”, atualmente sendo adaptado para a série de TV, é responsável por uma grande mudança no comportamento de Carl. Talvez vejamos o personagem de Chandler Riggs ficando caolho, mas não creio que sua morte possa ser levada em consideração. Entretanto, os danos causados pelo tiro devem ocorrer de maneira diferente na televisão, já que seria surreal ver o mesmo ferimento que funciona perfeitamente no material fonte em uma série que prega a máxima aproximação com a realidade. EM RISCO.

judith

JUDITH – Um ponto a ser discutido! Ao contrário de sua contraparte dos quadrinhos, a filha de Rick Grimes ainda está viva, e de acordo com os produtores, por algum propósito. No material fonte, a pequena morre ainda no ataque do Governador à prisão, quando é esmagada pela própria mãe, após esta ser atingida por um tiro. Na última vez em que a vimos na série, a menina estava nos braços de Jessie. Será que estamos prestes a ver uma reconstituição do grande momento da HQ? Um ponto que me deixa curioso em relação a esta história foi a recente conversa entre Maggie em Rick, onde o nome de Lori foi novamente citado. Seria um foreshadowing? EM RISCO.

Daryl

DARYL DIXON – Daryl ficou potencialmente apagado durante o decorrer desta primeira parte sexta temporada. Em resumo, foram dois episódios inteiros dedicados somente a Norman Reedus fazendo pose em cima de sua moto, e trocando algumas palavras com Rick, Sasha e Abraham pelo walkie-talkie. Em “Always Accountable” vimos o personagem ajudando na introdução de um famoso rosto dos quadrinhos, e sua história parece ainda não estar pronta para terminar (pelo menos no midseason finale). A SALVO.

Carol

CAROL PELETIER – Ao contrário de sua versão dos quadrinhos, a Carol de Melissa McBride é uma mulher forte, persistente, e com altas tendências a futuramente se tornar uma grande líder. Em “JSS”, por exemplo, vimos ela matar todos os Lobos sem piedade, e os alexandrinos ainda estão tendo de conviver com o disfarce, que consiste no agir sempre com cautela, e usando táticas calculistas. Como o próprio Robert Kirkman já revelou que não teria coragem de matar a personagem, então podemos riscá-la de nossa lista. A SALVO.

Glenn

GLENN RHEE – Um dos principais grandes mistérios desta temporada, o personagem de Steven Yeun ficou desaparecido por quatro episódios, e basicamente dado como morto, já que o vimos caindo em meio a uma horda de zumbis. Seria uma total falta de criatividade dos roteiristas matar o personagem logo depois de praticamente “ressuscitá-lo”. A SALVO.

Maggie

MAGGIE GREENE – Se analisarmos sua versão dos quadrinhos, Maggie ainda possui um grande caminho pela frente. Pelas promos, a fazendeira interpretada por Lauren Cohan passará por grandes desafios no próximo episódio. Recentemente ficamos sabendo sobre sua gravidez, e é por este e alguns outros motivos (Glenn, Hilltop) que ela possui pouquíssimas chances de estar entre as baixas do oitavo episódio. A SALVO (?)

Michonen RAINHA

MICHONNE – A samurai favorita de todos morrendo neste ponto da série? Realmente acho mais difícil do que matar Daryl Dixon. Algumas coisas que a temporada vem dificultando – principalmente pelo recente foco (não entendam errado o que vou dizer, porque eu realmente amo esta personagem) “exagerado” sobre Carol – é o tempo em tela de Michonne. Vimos Danai Gurira tendo alguns momentos na premiere e em “Thank You”, mas depois disso ela praticamente apareceu figurando algumas conversas. A SALVO.

Abe

ABRAHAM FORD – A visão do sargento para o espelho retrovisor do caminhão na volta para Alexandria foi a prova final de que ele conseguiu destruir seus fantasmas do passado. Parece que ele se recuperou do recente luto, e está prontíssimo para seguir em frente. Creio que a série ainda possua espaço em sua trama para Abraham, e garanto que Michael Cudlitz também não gostaria de uma morte repentina para o seu personagem. A SALVO.

Rosita

ROSITA ESPINOSA – Por mais que eu considere a versão televisiva do trio de Washington muito mais carismática do que aquela vista nos quadrinhos, ainda estou esperando um desenvolvimento maior para aquela que atende pelo nome de Rosita. Ainda não vimos Christian Serratos tendo seu grande momento em frente à tela, e espero que isso possa mudar em breve. Realmente não faço ideia de se ela continua, ou se é mais uma na lista dos personagens em perigo. EM RISCO.

Eugene

EUGENE PORTER – Este é o definitivo exemplo de como um personagem pode mudar (graças à sagacidade dos roteiristas) e se tornar um dos mais amados pelo público. Claro, grande parte se deve ao excelente trabalho de Josh Mcdermitt, mas o Eugene da série de TV, creio eu, é superior aos quadrinhos de um modo inimaginável. Quem lê a obra de Kirkman sabe que ele possui um papel fundamental em um futuro arco (que possivelmente será adaptado na televisão), mas se levarmos em consideração as proporções da atual ameaça, eu diria que ele pode estar correndo perigo. EM RISCO.

sasha

SASHA – Na última temporada vimos Sasha perder o namorado e o irmão em um período muito curto de tempo. Logo após o ocorrido, a mulher passou a conviver com a angústia e luto pelas mortes de seu jeito, apelando principalmente para a violência – o que acabou fazendo com que grande parte dos espectadores passassem a odiar a personagem. Entretanto, desde a season finale do quinto ano, ela parece ter se recuperado e está pronta para seguir em frente. Seria um grande desperdício matá-la logo agora. Contudo, ela sequer chegou na Zona Segura, e não acredito que veríamos a personagem chegando no local só para morrer – isso, é claro, se o episódio não for dividido em diversos núcleos. EM RISCO/A SALVO.

Tara

TARA – Convenhamos, Tara nunca foi uma personagem de peso. Depois de sua trama com Glenn graças ao ataque do Governador à prisão, Alanna Masterson nunca mais teve um grande momento em tela. Como apontado em “Heads Up”, ela estaria disposta a se sacrificar por qualquer um que ela considerasse “família”. Será que veremos Tara tirando a própria vida para o benefício da algum outro sobrevivente? EM RISCO.

Deanna

DEANNA – Sua versão dos quadrinhos, Douglas, se despede das histórias de Robert Kirkman neste arco, quando é atacado pelos mordedores na invasão. Entretanto, a líder da Zona Segura parece ter superado seu luto e encontrado uma esperança muito maior nas últimas semanas, realmente acreditando que as coisas poderão voltar ao normal com o tempo. Agora resta saber se esta mistura de auto-confiança e luto não será o evento catalisador de sua morte. EM RISCO.

Aaron

AARON – Provavelmente o mais querido “recém-adicionado” ao elenco, o recrutador de Alexandria realmente cativou o público com sua personalidade. O modo como o roteiro conseguiu usar o personagem para abordar mais uma questão social foi de se aplaudir, e este é apenas um dos pontos que podem alavancar a história de Aaron ainda mais. Creio eu, podemos vê-lo se tornar tão querido quanto Glenn. Particularmente, não ficaria contente em ver Ross Marquand deixando a série neste atual ponto, mas sabemos que em diversas ocasiões ele já se mostrou disposto a encarar as responsabilidades, e até mesmo pensou em se sacrificar pelo bem dos outros. A SALVO.

Rei

ERIC – Este foi um personagem que acabou apagado principalmente pelo excesso de personagens e tramas. Tivemos um breve relance do namorado de Aaron durante a segunda parte da quinta temporada, mas Jordan Woods Robinson não teve nem uma fala AINDA neste sexto ano. Sua morte, caso ocorra, será apenas visando o desenvolvimento de seu parceiro. EM RISCO.

Morgan

MORGAN JONES – Morgan retornou nesta temporada com sua nova filosofia de “toda vida é preciosa”, e realmente trouxe consigo um grau elevado de antipatia por parte de alguns espectadores – graças, infelizmente, às suas ações. Na última vez em que o vimos, estava sendo atacado por Carol sobre quem mantinha na cela de Alexandria. Nos quadrinhos, o personagem morre exatamente neste arco, em uma situação idêntica à de Tyreese na série. Não torço (e nem quero) que eles reproduzam o mesmo evento, mas seria uma forma de Scott Gimple honrar mais uma vez o material fonte. EM RISCO.

Jessie

JESSIE ANDERSON – Como já falei muitas vezes em outros posts, vejo um potencial incomparável na Jessie televisiva. Ao contrário da versão das HQs – onde morre de forma horrenda na catastrófica invasão dos walkers a Alexandria -, a versão da AMC é muito mais forte, consciente e tem marcas de evolução para se tornar uma verdadeira líder. O melhor de tudo é que Alexandra Breckerindge e os roteiristas conseguiram fazer com que os fãs se apegassem à mulher de um modo tão rápido que esta pode ter virado sua principal ameaça. Será que veremos ela tendo seu trágico fim como nos quadrinhos? EM RISCO.

Ron

RON ANDERSON – Ao contrário de sua versão original, o Ron da série recebeu uma atenção maior para desenvolvimento. Usando a morte do pai como evento inicial para uma rixa com Rick, a brilhante ideia de um triângulo amoroso entre Enid e Carl também ajudou a destacar o personagem de Austin Abrams na trama. Recentes dicas do roteiro podem sugerir a adaptação de um grande evento – em outro contexto – para os dois garotos. Sabemos que o roubo das balas no último episódio foi apenas um sinal para algo maior. É claro, a grande questão é “Quando?”. EM RISCO.

Sam

SAM ANDERSON – Uma criação original de Scott Gimple para a série, Sam sequer algum dia existiu no universo dos quadrinhos. Em pouco tempo os espectadores já passaram a se importar com o garotinho, graças principalmente ao enorme poder do roteiro, e química entre Melissa McBride e Major Dodson. Em “Heads Up”, o episódio da última semana, vimos o garoto tendo uma conversa um tanto quanto curiosa com sua “amiga”. Seria este um indício de que seu fim está próximo? Se sim, sabemos que novamente Carol será afetada pela morte de alguma criança. EM RISCO.

Enid

ENID – De espiã dos Lobos até versão televisiva da Lydia dos Sussurradores (leitores da HQ entenderão), a personagem de Katelyn Nacon foi uma das mais misteriosas personagens adicionadas recentemente ao elenco. Além de ser a peça chave do triângulo amoroso envolvendo Carl e Ron, Enid acabou se tornando um elemento importante para o andamento da trama recentemente – reforçado no episódio passado, quando ajudou Glenn na volta para Alexandria. A minha principal aposta é que ela assuma o papel da Sophia dos quadrinhos. Se for para ela morrer, acredito que seja apenas através de algum sacrifício para o bem de outro. Eu espero, pelo menos. EM RISCO.

Denise

DENISE – Sinceramente, acho que a introdução de Denise (e um outro certo personagem) somente nesta temporada pareceu uma jogada forçada de roteiro. Talvez devêssemos ter sido apresentados, pelo menos ao nome da doutora, ainda no ano passado. Mas seguindo, os eventos catastróficos atuais deverão trazer um maior destaque à personagem muito em breve. Talvez com a possível morte de Tara, com quem parece ter iniciado algum relacionamento recentemente, a personagem tenha de conviver com a perda, e lidar com as exigências de seu trabalho. Não acredito que a matariam logo agora. A SALVO.

Padre Gabriel

PADRE GABRIEL – Sendo rápido: há dois caminhos para Seth Gilliam neste ponto da série: ou seu personagem cresce dentro da trama, ou é morto (por walkers, ou até mesmo queimado?) já no midseason finale. Realmente, se o plano é manter um dos mais odiados personagens da história de The Walking Dead por mais algumas temporadas… então façam algo grandioso, ao invés de adaptar suas sofríveis expressões de meia linha a cada 30 edições dos quadrinhos. EM RISCO.

Olivia

OLIVIA – Outra personagem que ainda precisa de desenvolvimento para que haja significado em sua morte. Seria apenas uma morte desperdiçada, e que não afetaria em nada os alexandrinos (talvez Enid, mas ninguém mais). A SALVO.

Heath

HEATH – É ótimo ver um personagem adaptado para a série de TV tão fielmente – fisicamente – como foi o caso de Heath. Entretanto, assim como Denise, esperava que o nome do personagem fosse ao menos citado no último ano, para não ficar novamente com a aparência de que sua entrada foi “forçada” pelo roteiro. Voltando um pouco no tempo, e se Noah estivesse vivo? Ele daria um ótimo substituto ao personagem. Mas enfim, se ele foi inserido na trama, é bem provável que dure tanto quanto sua contraparte, então ele sobrevive ao midseason finale. A SALVO.

Spencer

SPENCER – Vimos o filho de Deanna arriscando sua vida durante um falho plano para tentar espantar a horda que espreitava os muros de Alexandria. Além de quase ser morto, também colocou a vida de outros sobreviventes (Tara, por exemplo) em risco. Ele ainda possui um grande potencial a se tornar um bom personagem – até maior e melhor que sua contraparte dos quadrinhos. Será que o roteiro ousaria em jogá-lo fora? EM RISCO.

Tobin

TOBIN – Nos quadrinhos, o personagem é a primeira vítima do ataque da horda. Do jeito que Scott Gimple tem honrado o material fonte, pode ser que o personagem – que até mesmo no último episódio teve um curiosa conversa com Rick – encontre seu fim logo nos primeiros minutos de “Start to Finish”. EM RISCO.

Francine

FRANCINE – Após a morte curiosa de Holly em “JSS”, Francine pareceu uma provável substituta (ao lado de Sasha, não esqueçam) a ser a mulher responsável pela separação de Abraham e Rosita – é claro, dado pela traição do sargento para com sua parceira. Será que Francine ainda terá um maior destaque na série, ou sua jornada está chegando ao fim? EM RISCO.

Scott

SCOTT – Introduzido em “First Time Again”, Scott não protagonizou grandes momentos. É claro, ajudou na remoção da horda, e foi ferido na perna por uma bala perdida no meio da floresta. Comparando aos quadrinhos, a história está sendo literalmente idêntica. EM RISCO.

Elijah

MIKEY – Bom… este é um fato extremamente curioso. Vocês lembram do personagem interpretado por Elijah Marcano, que protagonizou quase todas cenas ao lado de Austin Abrams e Chandler Riggs na segunda parte da quinta temporada? Então, até agora não vimos vestígios de sua existência dentro da Zona Segura. Ou os roteiristas o esqueceram, ou o intérprete de Mikey foi demitido por motivos que não são de nosso conhecimento. Aliás, sabemos que ele não morreu, pois seu nome também não consta no muro das perdas, e Ron não pareceu nem um pouco abalado por perder algum amigo próximo. Talvez vejamos o garoto novamente a partir do próximo domingo, pois não há chances dele ficar escondido por oito episódios. Na verdade, não há nem como classificar uma situação dessas. EM RISCO (?)

Wolve

LOBO ALPHA – Mantido sob os cuidados de Morgan, o membro líder dos Lobos fez longas e violentas promessas de vingança contra os moradores de Alexandria. Sabemos que a situação atual está a seu favor, e se uma certa mulher – que provavelmente descobriu sobre o Wolf no último episódio – não exterminar com o psicopata rapidamente, é provável que ele seja responsável por alguma morte importante dentro da Comunidade. Mas será que ele conseguirá sobreviver até o fim? EM RISCO.

Sendo assim, aí está uma honesta opinião sobre quem pode (ou não) deixar a série no próximo domingo, no midseason finale que promete ser um dos mais bombásticos episódios do currículo de The Walking Dead. Você acha que alguém vai morrer no domingo? Se sim, quem? Vote na enquete e comente abaixo sua opinião.



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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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