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3ª Temporada

Review da Série – 3×03 – Walk With Me (Ande Comigo)

Átila Rithiery

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Um homem de olhos e cabelos claros, líder de um grupo que confia em seus métodos para que os mantenham a salvo e dono de uma patente que inspira respeito. Ele não hesita em matar para o benefício do grupo que abraçou, e se um dia ele bater em sua porta deixo uma dica: não abra. Ele vai invadir sua casa, roubar suas provisões e se você enfrentá-lo poderá acabar morto.

O nome desse personagem? Não interessa. Esta descrição cabe tanto em Rick como no personagem que acabamos de conhecer em “Walk With Me”, terceiro episódio da nova temporada de The Walking Dead, o temível Governador, vilão do melhor arco da HQ em que a série se baseia. A diferença entre os dois está no ponto de vista. Seguimos a história de Rick desde o começo e estamos acompanhando aos poucos a sua transformação, vimos o Rick humano, que pensava duas vezes no que iria fazer, que media as consequências de seus atos e errando no caminho, erros que chegaram a custar a vida de algumas pessoas. Esta temporada nos apresentou outro Rick, mais intuitivo, selvagem, um líder forte e que não se permite errar. E pela primeira vez vimos Rick matar sem pensar nas consequências, com o único objetivo de salvaguardar seu grupo. Por sua vez, o Governador foi nos apresentado já como um líder estabelecido, líder que presa pela comunidade que construiu, que ama aquele “Paraíso no fim do mundo” como ele mesmo definiu. Um líder que mata sem pensar duas vezes para o benefício daquela comunidade, mas que também parece ter perdido sua família no apocalipse, não se permitindo perder de novo. Rick ainda tem alguma humanidade que nos causa empatia e nos faz torcer por sua causa e seu grupo (talvez por, como dito, termos acompanhado sua saga desde o início), já o Governador parece ocultar um lado sombrio que nos faz desconfiar de suas intenções benevolentes, inclusive mentindo para sua comunidade e escondendo uma bizarra admiração por uma coleção de cabeças de zumbis (cena que eu fiquei profundamente extasiado ao ver, a transposição dos quadrinhos foi perfeita!).

Dois lados de uma mesma história. Dois líderes. O que diferencia Rick do Governador? Porque os atos de um causa empatia e do outro desconfiança? São pontos interessantes que tenho certeza que ainda iremos acompanhar no decorrer desta terceira temporada que continua  acertando em cheio.

Tirando um pouco o pé do acelerador e preferindo ignorar a prisão e o grupo de Rick, acompanhamos Andrea e Michonne perseguindo o rastro de destruição de um helicóptero (será que é aquele helicóptero que fez Rick quase ser devorado no piloto da série? Será que é o mesmo helicóptero que levou uma horda de zumbis para a fazenda?), sendo capturadas por um velho personagem e sendo levadas para Woodbury, a comunidade construída e defendida com paixão pelo recém introduzido Governador.

Enquanto Andrea se sente tentada a permanecer naquele lugar e mostra-se seduzida pelas palavras daquele líder, Michonne por sua vez permanece incrédula e desconfiando das intenções daquele homem que insiste em mantê-las presas e vigiadas (repararam que por onde elas vão, são seguidas por um homem que não tira as mãos do coldre?), apesar de dizer que elas tem liberdade de partir quando quiserem. Com pouca ação, focando em diálogos e cenas chaves, vamos acompanhando vários prismas do comportamento do Governador naquela comunidade, como a forma com que ele faz as pessoas mudarem suas opiniões apenas com o olhar, sua maneira de se comunicar em voz baixa com seus homens, nunca revelando o que está realmente acontecendo e por fim vemos o seu interesse nas suas duas novas cativas sem deixar transparecer qual sua real intenção em mantê-las ali.

Um episódio que mesmo sem o ritmo acelerado e a tensão dos outros dois, conseguiu manter alto o nosso interesse em relação ao que se seguirá, fazendo-nos perguntar qual  dinâmica a série irá nos apresentar e quais conflitos se seguirão quando os mundos se chocarem.

Interessante ressaltar também:

– O helicóptero surgia na série como um símbolo de algo mais poderoso. De que poderia existir alguma comunidade maior ali. Sua queda só serve para nos dizer que naquele mundo até o mais poderoso acaba por tombar.

– O diálogo entre Merle e Andrea a respeito do grupo que ambos fizeram parte e foram deixados para trás.

– Genial a maneira que encontraram para nos explicar os motivos de Michonne andar com dois zumbis sem braços e mandíbulas.

Sobre a diferença da série com a HQ:

Mesmo tendo lido todo material original e sabendo o fio condutor que a série irá seguir, é incrível poder acompanhar tudo com essa sensação de novidade. Afinal, Andrea nunca se separou do grupo, Michonne é apresentada na prisão e a maneira como conhecemos Woodbury é completamente diferente. É também compreensível a mudança na aparência do Governador, enquanto na HQ seus traços são claramente vilanescos, na série temos um homem que até se parece fisicamente com Rick, de cara limpa e uma aura atrativa e sedutora, que consegue fazer-nos acreditar em suas palavras, apesar de levantar suspeitas com sua manipulação eloquente, este visual nos trás uma profundidade muito maior ao personagem que deixa de ser tão maniqueísta num primeiro momento.

Semana que vem voltamos a acompanhar as agruras do grupo de Rick e o que se seguirá em Woodbury com ” Killer Within”.

Por Átila Rithiery (@tiul)

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3ª Temporada

The Walking Dead volta a ser exibida pela Band

Vinícius Castro

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Após um longo tempo fora da programação da TV aberta brasileira, The Walking Dead finalmente voltou à programação da Band. Desde segunda-feira, dia 06 de junho de 2016, o drama zumbi voltou a ser reexibido para o público que não tem a chance de acompanhar por serviços de streaming ou TV a cabo.

De acordo com afirmações da emissora, a exibição trará inicialmente apenas reprises da terceira temporada (definitivamente a mais controversa da série, que sofreu sob o comando do showrunner Glen Mazzara), e o horário é bastante curioso: serão exibições semanais (exceto fins de semana), sem um horário definido – basicamente na faixa entre meia-noite e 2h da manhã.

Exibida originalmente entre 2013 e 2014, a terceira temporada retorna com Rick (Andrew Lincoln) e seu grupo encontrando a prisão. Também introduz o Governador (David Morrissey) e sua cidade, Woodbury. A temporada destacou a introdução de Philip Blake e Michonne (Danai Gurira), e também o retorno de Merle (Michael Rooker), o irmão de Daryl (Norman Reedus).

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Ainda não há informações se a emissora exibirá a quarta e quinta temporadas em sequência, então fiquem ligados para qualquer nova atualização aqui no site.

E então, o que achou desta iniciativa da Band? Irá acompanhar a reprise do terceiro ano? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada em Outubro de 2016 na AMC e na FOX Brasil. O trailer da temporada, bem como a data oficial de lançamento, será divulgada durante a Comic Con de San Diego em Julho.

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3ª Temporada

Prédios da 3ª temporada de The Walking Dead estão a venda

Rafael Façanha

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Não foi exatamente a volta ao lar que Rick e Carl esperavam. Ao retornar a King County, Georgia, juntamente com Michonne, pai e filho lembraram-se de como a vida era antes do apocalipse, e por mais agridoces que fossem aquelas memórias, nada se comparou ao reencontro de alguém do passado, vivo e respirando: um enlutado e enlouquecido Morgan.

O decimo segundo episodio da terceira temporada, “Clear”, é considerado um dos mais pungentes e poderosos episódios em The Walking Dead, mostrando uma performance comovente de Lennie James e uma atmosfera de cidade fantasma. A rua principal cercada por armadilhas se transformou em um set inesquecível, e agora você pode viver neste local onde tantos walkers foram mortos, uma vez que nove prédios do centro de Grantville, Georgia, e que serviram de locação para “Clear”, estão à venda no eBay.

Com um lance inicial de $680.000 – ou mais de 2 milhões de reais, na conversão feita pelo site de leilões – os prédios rústicos de Grantville estão sendo leiloados no eBay e serão vendido a quem fizer a maior oferta até o prazo final do leilão, em 26 de março. A CNN relata que, de acordo com o prefeito de Grantville quatro filmes serão rodados na cidade em um futuro próximo. O espaço ainda foi utilizado na gravação de outras produções, como “Os Infratores” e “Debi e Lóide 2″. Para saber mais informações, visite a conta do ebay ou a página oficial dos tours, que são oferecidos pela região.

FOTOS DE GRANTVILLE:

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FOTOS DO EPISÓDIO “CLEAR”:

Você também pode comparar a aparência real de Grantville com a sua aparência durante as filmagens de “Clear” nas fotos abaixo:

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Fonte: Daily Dead
Tradução: @Binapic / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

Os 3 momentos mais frustrantes de The Walking Dead em 2013

Rafael Façanha

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The Walking Dead é o maior e melhor seriado de TV na atualidade, mas, às vezes, ele nos enlouquece. Agora que 2013 se perdeu nas brumas, é um bom momento para relembrarmos os altos e baixos do ano. Já compartilhamos cinco dos melhores momentos de 2013 – que incluiu a segunda metade da terceira temporada e a primeira metade da quarta temporada. Temos apenas três “piores momentos”, já que The Walking Dead definitivamente tem mais altos do que baixos. E mesmo os “piores” momentos não passam de amor bruto – não abandonaremos o show nunca. Então aqui enumeramos três candidatos ao mais frustrante momento de 2013. Confira a lista e deixe sua opinião nos comentários abaixo.

1. Andrea morre, o Governador sobrevive

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Toda a história de Andrea para a terceira temporada é questionável. Por que eles a transformaram na garota ingênua que se apaixona pelo cara errado e fica com o estranho bonitão, e não com sua amiga? O fato de Andrea ser a última a saber de tudo apenas a tornou uma idiota aos olhos do público. É uma vergonha, já que ela é uma excelente personagem nos quadrinhos e sobrevive por muito mais tempo (Na verdade, ela ainda está viva na HQ neste momento).

A pior parte foi vê-la naquela cadeira, durante o season finale da terceira temporada, apenas olhando para Milton e conversando com ele, enquanto o mesmo se preparava para morrer. Ela simplesmente disse “Eu tentei”, e teve sua partida melancólica.

Laurie Holden mais tarde disse que, se ela fosse um dos roteiristas, as coisas teriam sido muito diferentes. O Governador teria morrido – preferivelmente antes de massacrar seu próprio povo – e Andrea seria mais como a equivalente da HQ. Pena… sem dúvidas teríamos uma grande personagem se ela tivesse sido desenvolvida adequadamente.

2. Os novos amigos do Governador concordam com a guerra

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Veja, o Governador é sedutor, carismático, manipulador. Entendemos. Andrea certamente concorda! Mas vamos lá! Ele faz um discursinho aos seus novos amigos no velho acampamento de Martinez e, de repente, eles estão todos concordando que é válido atacar a prisão e tomar para eles? Mesmo que isso signifique matar a todos? Eles sequer estavam em perigo imediato.

Lilly disse que eles poderiam simplesmente ficar lá, uma vez que o acampamento era o novo “lar”, o que parecia ser uma opção justa. Poderia ser diferente se eles tivessem sob constante ataque, ou passando fome, mas eles estavam jogando golfe, se reunindo para beber cerveja e passando o tempo. Não havia nenhum ímpeto para a guerra. Por que essas pessoas desejariam arriscar suas vidas pela palavra de um cara que eles sequer conhecem, para tomar um lugar que eles sequer precisavam?

3. A morte aleatória de Meghan

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Realmente, foi muito legal ver um walker literalmente sair de sua tumba daquela maneira. Legal. Mas que final aleatório para Meghan. Primeiro, sua mãe Lilly simplesmente está contemplando o rio, enquanto um walker leeeeeeeeeeeeeeeentamente anda pelas águas, então Meghan acidentalmente ajuda a desenterrar um walker, e acaba mordida. Boom. Simples assim, sua história terminou. De volta à guerra na prisão!

Durante o midseason finale Lilly aparece carregando o corpo morto de Meghan. O Governador atira em sua cabeça, matando-a novamente, e retorna à briga. Sim, entendemos que Meghan morreria em algum momento, mas pareceu uma saída apressada e sem qualquer outro significado, além de mostrar como o Governador está perdendo tudo o que conseguiu. Esta doce menina que aprendemos a conhecer em dois episódios simplesmente morreu em segundos! Não deveria haver mais impacto? Pelo menos a morte de Hershel teve um contexto e um significado.

Você discorda? Estamos sendo excessivamente críticos? Você sugere outros momentos de frustração ou pensam que todos os momentos foram perfeitos até esse ponto? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com os oito últimos episódios da quarta temporada no dia 09 de Fevereiro de 2014 na AMC e 11 de Fevereiro de 2014 na FOX Brasil.

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Fonte: Wetpaint
Tradução: @BinaPic / Staff Walking Dead Brasil

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