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Jay Bonasinga fala sobre os livros “A Ascensão do Governador” e “O Caminho para Woodbury”

Rafael Façanha

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Jay Bonasinga é o autor de até então dois livros sobre o universo The Walking Dead: “A Ascensão do Governador” e “O Caminho para Woodbury”. Ele os escreveu baseando-se na sinopse feita por Robert Kirkman. O Lilja do TWD News teve a oportunidade de conversar com ele sobre seus livros, e ele contou coisas bastante interessantes.

Lilja começou perguntando para Jay como ele se envolveu com os livros e ele me disse que foi como num típico momento Hollywoodiano em que tudo tem a ver com as pessoas que você conhece. O assessor de Jay, Andy, trabalhou em LA, e conhece um monte de gente, entre elas, pessoas que trabalhavam na Circle of Confusion, empresa que produz as HQs do The Walking Dead.

E, a mais ou menos dois anos atrás, Andy perguntou a Jay se ele sabia alguma coisa sobre as HQs da série, e Jay disse que sim. Andy o contou que uma série de TV sobre as HQs seria feita pela AMC, e eles estavam procurando por um escritor para escrever uma história sobre ela. Jay disse que seria apenas uma serialização da série de TV, bastava que lhe fosse dado um roteiro e Jay o transformaria numa história. Andy não entendeu muito bem. Não era realmente aquilo que queriam, porém Jay concordou em fazer a história. Dessa forma, Robert Kirkman o chamou para um conversa e Jay o perguntou se havia algo já gravado. “Não, nada gravado, será uma história original, e vai se chamar “A ascensão do Governador”. Será a primeira e será sobre como O Governador se transformou naquilo que ele é na HQ”, respondeu Kirkman. E continuou: “Por enquanto isso não tem nada a ver com a série de TV. Eu vou te dar um esboço e você vai escrever uma história original em cima dele”.

Todo mundo que leu os livros sabe como eles estão de acordo com a história original. Os livros usam personagens dos quadrinhos, dizem o que aconteceu a eles antes da história que aparece nas revistas e os conecta com onde eles estavam quando se encontraram na HQ. Lilja perguntou a Jay se foi difícil fazer com que tudo ficasse perfeito. Ele disse que checava os quadrinhos praticamente todos os dias enquanto trabalhava. Assim podia sentir os personagens e os locais pelos quais eles passavam.

Lilly (personagem do livro “A ascensão do Governador”) não teve seu sobrenome revelado nos quadrinhos, portanto não se poderia dizer da onde ela tinha vindo. Ela simplesmente apareceu do nada e graças aos quadrinhos serem em preto e branco, não dava nem pra saber a cor de seus olhos. Jay disse que Kirkman lia o esboço e comentava sobre detalhes de cada personagem. E por causa disso, Jay tinha que prestar atenção em absolutamente tudo. Kirkman chegou a perguntar a semana que se passava no livro quando ele termina. Ele realmente queria que tudo estivesse perfeito.

Quando eu li “O caminho para Woodbury” eu sabia que reconhecia Lilly dos quadrinhos, mas não conseguia me lembrar da onde. Então tive que pegar as revistas e olhar. E assim vi, que apesar dela ter uma pequena participação na história, ela é um personagem importante. Eu não vou revelar qual o papel dela aqui, mas vocês que lerão o livro saberão sobre o que eu estou falando e quem não vai, acabará descobrindo eventualmente.

Jay sabia que ela desempenharia um papel importante na história, mas é como ele diz: “a história é no futuro, os personagens não sabem o que vai acontecer com eles”. Ele também disse que o Governador foi alguém bastante complicado de se escrever depois de ter se transformado em Philip. Quando ele era Brian Blake, ele era uma pessoa normal, que não sabia que se transformaria em outra pessoa. O mesmo aconteceu com Rick. “Ele não está nos livros por enquanto,mas provavelmente aparecerá neles em algum momento. Rick não sabia que se tornaria o líder da nova sociedade”.

Outro aspecto interessante é que você, como leitor, já sabe o que vai acontecer com os personagens, como eles vão terminar, mas mesmo assim você continua vidrado nos livros e nos personagens deles. Você sabe que eles não vão morrer e que ainda terão um papel importantíssimo na história de The Walking Dead. É realmente impressionante como Jay, mesmo com tudo isso, deixou os livros tão interessantes.

“Os quadrinhos são praticamente pura história. Às vezes, alguém vai se lembrar de alguma coisa, mas será pequena, é apenas história e mais história seguindo em frente, enquanto nos livros, os leitores já sabem que o fim dos tempos está chegando e que os mortos vão retornar a “vida”. Eles sabem quem vai se tornar um vilão e quem não vai. O que eles não sabem é o que estes personagens estão pensando e de onde eles vieram”.

Lilja perguntou a Jay como ele e Robert Kirkman planejaram o livro e quem fez o que para que ele fosse feito. O que houve foi que Kirkman deu a Jay uma ideia geral da história e Jay escreveu os livros. “Ele me mostrou de 8 a 12 páginas de um esboço que dizia como as coisas deveriam ser feitas, onde deveriam começar e terminar e o que se poderia ou não fazer. Era a nata da história, e eu a transformei num livro. Robert tem sido muito gentil, é muito bom trabalhar para ele. Ele me dá os esboços e eu escrevo os livros. Ele tem sido bem legal com isso”.

“Agora, eu já escrevi dois livros e estou prestes a começar o terceiro, e estou realmente surpreso em como aquelas páginas de esboço se transformaram em um livro de 400 páginas. É como se cada página do esboço valesse 40 no livro. Tudo isso está funcionando perfeitamente bem. Quando ele simplesmente menciona algo sobre a história, eu lhe dou duas páginas, mas é apenas nos focarmos e pronto, saem mais umas 30 sem problemas. É impressionante como esses livros estão próximos dos esboços. Nós realmente trabalhamos muito bem juntos, Robert é um dos melhores escritores de histórias em quadrinhos, e eu sou um escritor. A combinação dessas duas coisas funcionou perfeitamente nesses livros”.

Lilja também perguntou a Jay se já teve algo que ele quis escrever, mas não podia, pois não se encaixava no planejamento e esboço feito por Kirkman, e ele disse que a única coisa que ele queria ter escrito era o ponto de vista de um zumbi, mas Kirkman disse que os zumbis eram uma força da natureza e isso simplesmente fugia do mundo de The Walking Dead. Jay também me contou que ele adorava escrever sobre a personagem Michonne. “Sempre que eu lia os quadrinhos eu ficava pensando: quando será que Michonne virá para os livros? E Robert respondia: tenha paciência, tenha paciência” [risos].

Entretanto Jay Bonasinga teve de seguir a risca as regras de The Walking Dead. Para ele, isso foi mais uma ajuda do que um obstáculo, afinal, a história estava ali na mão dele, ele só tinha de segui-la. Jay nos contou também que ele espalha os quadrinhos por todo seu escritório para ver como ele está escrevendo seu livro. Jay falou que os quadrinhos se passam em lugares que realmente existem no mundo real. A Geórgia é um exemplo disso. Jay nos disse que ele visita esses lugares que aparecem nos quadrinhos para ter uma melhor noção. E se não visita pessoalmente, abre o Google Earth e visita esses locais pelo computador.

Lilja perguntou quanto tempo demora para um livro ficar pronto, e ele respondeu que demora de 4 a 6 meses para escrever e mais 6 meses para editar e produzi-lo. Ou seja, um livro demora cerca de um ano para ficar pronto. E desde que os livros são liberados, uma vez por ano, Jay fica com sua agenda lotada. Ele também disse que os livros são lançados de acordo com a série de TV. “A série de TV chama a publicidade”.

Haverá também uma mini HQ que será distribuída e que mostrará o que aconteceu a Scott depois de “O caminho para Woodbury”. Charles e Robert se juntaram e criaram essa pequena HQ sobre o personagem e o que aconteceu com ele em Woodbury. Essa história ocorre após os eventos do segundo livro e é uma surpresa. “Scott foi um personagem divertido de se escrever”.

Quando Lilja fez a entrevista com Jay, ele estava bastante próximo de iniciar o terceiro livro, (esperado para ser lançado em Outubro de 2013), e não pude resistir e perguntar se ele podia revelar o nome, mas infelizmente o livro ainda não tem um. “Robert já vem com o título nas mãos para nós, ele o cria após esboçar mais ou menos como será a história. Depois eu entro em cena para entendê-lo e aprender sobre a história”.

E o que esperar depois que o terceiro livro estiver terminado? Haverá outros livros? “É uma boa pergunta. Eu espero que tenham mais. Eu não digo isso como uma informação privilegiada, eu digo por que acredito que a ideia original de Robert ainda tenha muito para nos dar”.

É interessante voltar aos quadrinhos e pegar certos personagens que desempenham papéis pequenos e contar qual a história por trás deles. “Seria interessante continuar a explorar a história em diferentes meios”. Lilja perguntou a Jay se mesmo que a série de TV tivesse um enorme sucesso (mais do que já tem) e chegasse a ter 10-12 temporadas se ele continuaria a escrever os livros ano após ano. “Sim, eu continuaria e eu não estou apenas dizendo isso para ter uma segurança quanto ao meu trabalho. Eu amo trabalhar com Robert e o David, é uma experiência de vida gigantesca”. E ele continua “Claro, tem aquela coisa toda de você ter seu próprio livro e ser o escritor solo da história, mas por outro lado é também fazer parte do time que criou isso tudo. Eu sinto que eu nasci pra isso”. Será que Jay ainda tem tempo de fazer seus próprios livros, ou seja, livros que não tenham nada a ver com The Walking Dead? “Sim, eu trabalho no livro do The Walking Dead durante a metade do ano, e na outra metade, eu trabalho no meu próprio projeto. Um ajuda a escrever o outro”.

Como é a reação dos fãs? “Meu Deus. Eu era um escritor que ninguém conhecia e agora eu estou nas livrarias e pessoas vêm até mim vestidas de zumbi ou ficam esperando horas só para ganharem meu autógrafo. Meus filhos finalmente acham que eu sou um cara legal” [risos]. Jay também interage com seus fãs pelo Twitter, além de ir a convenções e outros eventos.

Os livros estão muito de acordo com os quadrinhos, mas e em relação a série de TV? Eles estão conectados da mesma maneira? A terceira temporada começou e nós estamos vendo o Governador pela primeira vez e os livros contam a história por trás desse homem. Foi tudo planejado? “Eu realmente queria ver isso. Ver os três meios – livro, quadrinhos e série de TV – conectados uns aos outros. E eles estarão nessa temporada, e provavelmente ainda mais na seguinte”. Lilja perguntou a Jay se ele olha os roteiros dos episódios da TV e se os produtores da série leem seus livros, porém Jay me disse que ele olha sim os roteiros, mas Glen Mazzara, produtor da série de TV, nunca leu nenhum dos livros de Jay, pelo simples fato de que ele não quer que os livros o influenciem. “Os três meios tem que existir separadamente, eles tem seus próprios universos e as conexões entre eles cabem ao Robert fazer”. Jay disse também que assim como há coisas que se diferem na série de TV dos quadrinhos, e mesmo assim surpreendem o telespectador, há também coisas que estão nos livros que surpreenderá mesmo aqueles que já leram os quadrinhos e acompanham a série. “Você vai ver como cada livro terá surpresas que causaram grande confusão, assim como no fim de “A ascensão do Governador” haverá surpresas que as pessoas nem imaginam”.

Hoje em dia, zumbis são o assunto do momento. Perguntei a Jay se ele esperava que isso acontecesse. “Não, foi tudo uma surpresa. Uma deliciosa surpresa”.

Com o sucesso de The Walking Dead na TV, o pensamento de que os livros poderiam se tornar filmes é possível. Lilja Perguntou a Jay o que ele acha disso. “Meu Deus, isso seria muito legal! Eu adoraria! Espero que aconteça! Às vezes, as pessoas me falam sobre isso. E eu tenho certeza que haveria muito que fazer com isso. Robert é completamente original. Não há ninguém igual a ele. Eu já trabalhei com George Romero e muitas outras pessoas, mas eu nunca conheci um cara tão “pé no chão” e humilde como Robert. Ele sabe exatamente o que fazer com sua propriedade intelectual. Haverá um dia em que as pessoas morrerão para fazer filmes baseados em livros e ele decidirá não fazer. Isso é totalmente ele”. Os livros funcionariam perfeitamente como filmes, independentemente se fossem para pessoas que já leram ou não os quadrinhos ou que já viram ou não a série na TV.

Há quem diga que esse sucesso todo, seja em livros, seja na TV ou nos quadrinhos pode ser ruim no futuro. Você acha que as pessoas podem ficar cansadas de The Walking Dead? “É, tem esse lado. Mas acho que isso é mais uma razão para Robert ser tão único. Ele protege a sua série. Ele faz de tudo para que ela não fique superexposta e que não exceda o limite. Sem entrar em detalhes, eu já o vi tentando acalmar o ânimo das coisas, acho que por causa dessa razão. Com certeza há esse pensamento. Mas, pode acontecer. Uma vez eu estava no supermercado e vi uma edição da revista Men’s Health com o Andrew Lincoln na capa, e a matéria dizia “Dicas de sobrevivência de Andrew” [risos]. Lembro-me que fiquei “Ok, isso está passando dos limites”.

É verdade. The Walking Dead é a o assunto do momento, e provavelmente continuará sendo por bastante tempo. E os livros de Jay contribuirão muito para isso.

The Walking Dead – O Caminho para Woodbury já está a venda nos EUA e será lançado no Brasil em fevereiro de 2013!


Fonte: TWD News
Tradução: Fernando Fernandez / Staff Walking Dead Brasil

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The Walking Dead revela quem está por trás do vandalismo “Silencie os Sussurradores”

A campanha contra os Sussurradores que acontece em Alexandria também aconteceu nos quadrinhos de The Walking Dead.

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Alguém em The Walking Dead pretende “Silenciar os Sussurradores”. No episódio desta semana de The Walking Dead, Daryl (Norman Reedus) e Lydia (Cassady McClincy) descobrem que sua casa foi vandalizada por grafites pedindo que Alexandria “Silencie os Sussurradores”. A ex-sussurradora, Lydia, emancipou-se da mãe abusiva, Alpha (Samantha Morton), mas está lutando para se afirmar dentro das paredes de Alexandria. Lydia é intimidada por Alfred (David Shae), Margo (Jerri Tubbs) – que exige justiça para os ladrões de estrada Ozzy (Angus Sampson) e Alek (Jason Kirkpatrick) – e Gage (Jackson Pace), em busca de sangue para vingar os amigos Rodney (Joe Ando Hirsh), Addy (Kelley Mack) e Henry (Matt Lintz).

Em certo momento, Lydia intencionalmente incomoda os três agressores cortando um esquilo. “Foi por isso que Ozzy e Alek morreram? Para que ela pudesse nos fazer de bobo?”, diz Alfred. Margo responde: “Não aqui.” Lydia provoca novamente, segurando o dedo ensanguentado nos lábios: Shh.

Mais tarde, Daryl diz a ela que “não pode fazer coisas assim” se ela espera morar em Alexandria. Ela responde: “Mas eles podem escrever o que quiserem em nossa porta?”

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Alpha acredita no fim das comunidades no trailer do próximo episódio de The Walking Dead

“Um dos grandes momentos da história em quadrinhos que nos entusiasma muito e que há essa ideia de propaganda e paranoia, é essa de ‘silenciar os sussurradores’, que Robert Kirkman usou muito bem”, disse a showrunner Angela Kang anteriormente a EW. “Então, definitivamente, há um sentimento de que nosso grupo está entrando nesse conflito que continua crescendo contra os Sussurradores, muito diferente de como ocorreu a guerra contra os Salvadores, onde não havia apenas elementos de paranoia, mas meio que uma sensação de Guerra Fria.”

O vandalismo dos agressores e seu violento ataque a Lydia ocorrem quando os Sussurradores invadem ainda mais as comunidades: Alpha reivindicou ainda mais território das comunidades e Michonne (Danai Gurira) suspeita que os Sussurradores estejam por trás de ataques coordenados em Alexandria, Hilltop e Oceanside.

“Descobrimos que há pessoas que estão tendo uma resposta mais comedida. Você vê pessoas que são muito mais rigorosas, vê pessoas que estão confusas sobre o que fazer”, disse Kang. “E acho que isso faz parte do interessante cenário humano que está rolando quando tudo começa a acontecer, a paranoia começa a dominar essas comunidades, e há movimentos de guerra sendo feitos de ambos os lados”.

Nos quadrinhos, foi o líder de Alexandria, Rick Grimes, que se uniu a Alexandria dizendo a seus sobreviventes que eles precisavam “silenciar os sussurros”. Na edição 152 de The Walking Dead, Rick lançou uma campanha de propaganda completa, admitindo que Michonne precisava direcionar a raiva dos alexandrinos para longe deles e em direção ao inimigo.

Essa campanha foi lançada quando alguém tentava “silenciar os sussurros” à sua maneira. Resultado: Negan que escapou.

Na série, apesar de não ter sido revelado, presumimos que os responsáveis pelo vandalismo sejam Alfred, Margo e Gage. Vamos ter que aguardar os próximos episódios para descobrir se teremos ou não a revelação oficial do(s) envolvido(s) nessa campanha.

O que você achou do episódio desta semana de The Walking Dead? Acredita que Lydia está certa e que os culpados pela frase/campanha são Alfred, Margo e Gage? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!

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Produtora de The Walking Dead revela o voto de Gabriel sobre o destino de Negan

Angela Kang, a showrunner de The Walking Dead, comentou sobre a decisão que Gabriel estava pensando em tomar no episódio desta semana.

Marcela Aquino

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Negan (Jeffrey Dean Morgan) é um homem procurado. No episódio desta semana de The Walking Dead, “Silence the Whisperers”, Margo (Jerri Tubbs) foi morta quando Negan salvou Lydia (Cassady McClincy) de uma surra violenta cometida por Margo e pelos cúmplices Alfred (David Shae) e Gage (Jackson Pace). O conselho de Alexandria se reuniu para determinar o destino de Negan, com Aaron (Ross Marquand) argumentando que Negan não merece viver em sua civilização, apesar de uma sentença de oito anos de prisão. Negan foi defendido por Siddiq (Avi Nash) e relutantemente por Daryl (Norman Reedus), deixando o padre Gabriel (Seth Gilliam) como o desempate. Depois de tomar a noite para considerar sua resposta, Gabriel visitou a cela de Negan, apenas para encontrá-la vazia. Com uma vida em jogo, Gabriel teria votado a favor ou contra Negan?

“Eu acho que Gabriel teria votado para não matá-lo”, disse a showrunner Angela Kang à EW. Apesar da formação de uma multidão sedenta de sangue exigindo que Negan seja levado à justiça, Kang diz que Gabriel teria sido influenciado por suas sessões de terapia com Negan. O padre atua como guardião de Negan há anos, desempenhando um papel fundamental em sua reforma.

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“Acho que porque ele conheceu Negan ao longo do tempo e que, no final das contas, ele acreditava no fato de Lydia estar dizendo: ‘Ele me salvou e foi um acidente’, e o fato de Daryl acreditar nela, e o fato de que ele sabe que Negan está tentando”, explicou Kang. “Acho que ele teria pensado sobre isso e orado por ele, e acordado na manhã seguinte, e as pessoas com suas forquilhas foram para a cama ou sei lá, e acho que ele teria pensado: ‘Sabe do que mais? Isso tudo é demais. As pessoas são muito paranoicas.’ É o que acho que ele pensaria no momento.”

Questionada se Gabriel visitou a cela de Negan para ajudar a solidificar sua decisão, Kang disse: “Acho que sim. E então ele vê que Negan se foi, e então eu acho que ele pensa: ‘Ah, foda-se. Tipo, eu estava errado em pensar que iria cair nessa e ter essa conversa com ele?’ Ele está duvidando quando descobre que ele se foi.”

O cúmplice de Negan foi revelado no vídeo promocional do próximo episódio, “What It Always Is”, e para responder sobre aonde Negan está indo… “Vamos descobrir muito em breve onde ele foi”, brincou Kang.

Você acha que Negan merece viver depois de tudo que ele fez? Você conseguiu perdoá-lo? Deixe todos os seus pensamentos nos comentários abaixo!

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The Walking Dead lidera as indicações ao Saturn Awards 2018

Vinícius Castro

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Seguindo o padrão dos anos anteriores, The Walking Dead está liderando a lista de indicados ao Saturn Awards, a maior premiação para cinema e TV de gênero do mundo. Revelados no mês passado, os indicados, que serão escolhidos a dedo pela Academia de Ficção Científica, Fantasia e Horror, receberão o resultado final em junho de 2018.

O drama zumbi está liderando os competidores da televisão, com 7 indicações ao total, fazendo jus ao material apresentado durante a oitava temporada. Entre as novidades em relação aos últimos anos, o único novato é Khary Payton, o Rei Ezekiel. Confira abaixo:

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV

  • JON BERNTHAL (THE PUNISHER)
  • BRUCE CAMPBELL (ASH VS EVIL DEAD)
  • SAM HEUGHAN (OUTLANDER)
  • JASON ISAACS (STAR TREK: DISCOVERY)
  • ANDREW LINCOLN (THE WALKING DEAD)
  • SETH MACFARLANE (THE ORVILLE)
  • KYLE MACLACHLAN (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • RICKY WHITTLE (AMERICAN GODS)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • NIKOLAJ COSTER-WALDAU (GAME OF THRONES)
  • MIGUEL FERRER (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • KIT HARINGTON (GAME OF THRONES)
  • DOUG JONES (STAR TREK: DISCOVERY)
  • CHRISTIAN KANE (THE LIBRARIANS)
  • MICHAEL MCKEAN (BETTER CALL SAUL)
  • KHARY PAYTON (THE WALKING DEAD) 
  • EVAN PETERS (AMERICAN HORROR STORY: CULT)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • ODETTE ANNABLE (SUPERGIRL)
  • DAKOTA FANNING (THE ALIENIST)
  • DANAI GURIRA (THE WALKING DEAD)
  • MELISSA MCBRIDE (THE WALKING DEAD)
  • CANDICE PATTON (THE FLASH)
  • ADINA PORTER (AMERICAN HORROR STORY: CULT)
  • KRYSTEN RITTER (MARVEL’S THE DEFENDERS)
  • RHEA SEEHORN (BETTER CALL SAUL)

MELHOR PERFORMANCE DE UM ATOR JUVENIL EM SÉRIE DE TV

  • KJ APA (RIVERDALE)
  • MILLIE BOBBY BROWN (STRANGER THINGS)
  • MAX CHARLES (THE STRAIN)
  • ALYCIA DEBNAM-CAREY (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID MAZOUZ (GOTHAM)
  • LILI REINHART (RIVERDALE)
  • CHANDLER RIGGS (THE WALKING DEAD)
  • COLE SPROUSE (RIVERDALE)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE TV

  • BRYAN CRANSTON (PHILIP K. DICK’S ELECTRIC DREAMS)
  • MICHAEL GREYEYES (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID LYNCH (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • JEFFREY DEAN MORGAN (THE WALKING DEAD)
  • RACHEL NICHOLS (THE LIBRARIANS)
  • JESSE PLEMONS (BLACK MIRROR)
  • HARTLEY SAWYER (THE FLASH)
  • MICHELLE YEOH (STAR TREK: DISCOVERY)

MELHOR SÉRIE DE HORROR 

  • AMERICAN HORROR STORY: CULT
  • ASH VS EVIL DEAD
  • FEAR THE WALKING DEAD
  • PREACHER
  • THE STRAIN
  • TEEN WOLF
  • THE WALKING DEAD

Vale lembrar, The Walking Dead vem sendo o maior campeão da premiação desde 2013. Entre os já campeões dos últimos anos estão Andrew Lincoln, Melissa McBride, Chandler Riggs, Danai Gurira e a própria série.

A boa recepção da série na premiação pode trazer uma nova luz a série, que andou sofrendo alguns boicotes da crítica especializada na última temporada e meia.

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