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9ª Temporada

The Walking Dead 9ª Temporada – Comentários do episódio 13: “Chokepoint” (COM SPOILERS)

Post destinado a comentários do episódio 13 – “Chokepoint” da nona temporada de The Walking Dead. CONTÉM SPOILERS!

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Post destinado a comentários do episódio “Chokepoint” da nona temporada de The Walking Dead. Muitos spoilers poderão (e serão) encontrados por aqui. Se você ainda não assistiu e não gostaria de ter as surpresas do episódio “estragadas”, não prossiga. Você foi alertado!

Este post está destinado à exposição de ideias sobre tudo o que pode estar acontecendo na série. Utilize os comentários abaixo para compartilhar conosco suas teorias.

SINOPSE: A ousada missão de resgate de Daryl obriga Alpha a abrir mão de uma parte de seu próprio grupo para recuperar o que lhe pertence, mesmo que o preço seja pago em sangue; os planos do Reino de reunir as comunidades estão em perigo.

Escrito por: David Leslie Johnson e Eddie Guzelian
Dirigido por: Liesl Tommy

DISCUSSÃO DE “CHOKEPOINT”:

A quatro episódios de terminar uma das melhores temporadas de todo seu currículo, The Walking Dead começou a encaminhar suas tramas para o fim e trouxe com ‘Chokepoint’ uma das melhores entradas do nono ano.

Escrito pelos já conhecidos Eddie Guzelian e David Leslie-Johnson e dirigido pela estreante Liesl Tommy, o capítulo seguiu a tendência de fluidez e organização narrativa adotada desde a chegada da nova showrunner, Angela Kang. Além de dar continuidade a trama central (Os Sussurradores e a Feira), a introdução de uma nova “ameaça” não só movimentou a história como “puxou o tapete” do público ao entregar um pequeno twist e plantar sementes para uma possível trama com uma personagem que há muito tempo não recebia nada relevante.

A começar pelo plot dos Sussurradores, é louvável a representação dos maníacos até agora – desde as ideologias de Alpha até o caráter quase cartunesco, embora crível, de Beta. Ao focar no segundo em comando do grupo nômade, “Chokepoint” não somente acrescentou novas camadas à ameaça física dos inimigos, como também deu um breve descanso à figura da personagem de Samantha Morton, que muito provavelmente trará mais impacto na trama que comandará na reta final. Além de continuar o desenvolvimento de Henry, Lydia e Connie, a rixa estabelecida entre a figura de Ryan Hurst e Daryl Dixon abriu portas para um futuro ótimo plot, além de render uma das melhores sequências de ação que a série já teve.

Em segundo plano, vemos O Reino chegando ao grande dia da feira. Direto ao ponto, o episódio já resolve o cliffhanger deixado com a figura vista na busca pelo projetor no episódio 11 – em seu próprio jeito de viver no apocalipse, os Highwaymen, que mais tarde mostram uma possível ligação com Tara, são um novo grupo que busca cobrar uma taxa àqueles que caminham pelas estradas que dão acesso à comunidade de Ezekiel e Carol. Mesmo parecendo apenas um acréscimo desnecessário à história em meio a um plot tão interessante como os Sussurradores, a resolução acaba sendo pacificamente crível e até mesmo correspondente ao tom pregado no decorrer do capítulo, entregue em um discurso bem mais discreto do que o “Matar vs. Não Matar” das oito temporadas passadas.

Além de toda a fluidez e consistência entregue na hora inteira de episódio, ainda somos expostos à pistas referentes ao futuro da história, tanto em termos adaptados dos quadrinhos, quanto originais da série. Com a ida de Daryl e cia. para Alexandria, é muito provável que a interação do arqueiro com Michonne acabe abrindo algumas feridas do passado – finalmente veremos o que aconteceu durante o salto temporal de 6 anos.

Em termos técnicos, além de uma bela cinematografia remetente à filmes de terror dos anos 80, a direção precisa aproveita para apresentar cenas de ação envoltas em tensão e ótimas coreografias.

Caminhando para o fim do ano mais complexo da história de TWD, a série segue provando que sua nova fase tem sido um frescor. É uma pena que nem todos ainda estejam aqui para testemunhar o drama renascendo das cinzas em tanto estilo.

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