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Review The Walking Dead S09E07 – “Stradivarius”: Laços rompidos

Carlos Knewitz

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do sétimo episódio, S09E07 – “Stradivarius”, da nona temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Julgo esse como o episódio mais distante da qualidade dos demais, mas, não tão longe. Acontece que Stradivarius, assim como o nome complicado, foi muito mais poético do que repleto de ação. A boa história e a construção de questões mais uma vez demonstram o quão gratificante a nona temporada tem sido. Com erros e acertos, o sétimo episódio traz uma demonstração de rompimentos de laços e, ao mesmo tempo, o quanto todos precisarão reatar o mais rápido possível para lutar com um inimigo grandiosamente perigoso e iminente. Ademais, é bom salientar que Stradivarius teve direção de Michael Cudlitz, intérprete de Abraham até o sétimo ano da série.

Rosita corre atordoada pela floresta, ouvindo sussurros de todos os lados. Talvez justamente essa cena introdutória tenha sido a que mais elevou as emoções no episódio, já que era repleta de temor e ansiedade. Surpreendentemente, depois de um desmaio por exaustão – bem executado e não reproduzindo a cena vexatória de Alicia em Fear the Walking Dead – Espinosa consegue se apossar de um sinalizador e chamar atenção de Jesus e Aaron que, por sorte – e muita sorte -, estavam nas redondezas. Ela é encontrada e arrastada para Hilltop.

Rosita protagonizou uma cena bastante angustiante em meio à sussurros vindos de todos os lados.

Falando na cidadela, antes liderada por Maggie, o próprio Jesus é eleito e releito administrador do local. Enquanto houve um álbum de Jesus & Mary Chain, Tara é quem realmente faz o trabalho pesado, ouvindo os pedidos de todos os moradores, resolvendo conflitos e efetuando passos administrativos. A pouca explicação que nos é dada é que Maggie foi auxiliar Georgie a iniciar uma nova comunidade e, subsidiariamente, abandonou a antiga morada. Paul não está nada confortável na função de liderança e acaba sobrecarregando Chambler com sua função. Mas, Hilltop está longe de ser um caos, é autossustentável suficientemente. Com a chegada de Rosita, mais um indício de que os seis anos foram determinantes: Tara diz que sente algo estranho ao rever a amiga depois de tantos anos.

Noutro ponto temos Carol que junto de Henry acompanha Daryl até o seu acampamento. No local somos apresentados ao Cão – obrigado, Dixon por ser tão criativo – que já alarmou a audiência com um medo incontrolável: matem qualquer personagem, mas deixem o cachorro em paz.

Descobrimos que Carol foi até o amigo para lhe pedir um favor: que ele siga com Henry até Hilltop e se torne um supervisor do garoto. Entretanto, o motoqueiro não parece disposto a abrir mão de seu isolamento para retornar à civilização. E, é numa conversa com o próprio Henry – depois de uma cena desesperadora em que Cão quase foi morto – que Dixon demonstra seus receios, mas o garoto consegue rebuscar o quão importante ambos são para Carol e o quanto ela sente saudades de poder ver o amigo bem. Com as poucas palavras, Henry consegue convencer Daryl a se juntar com eles na excursão à Hilltop, não sem antes notar uma cicatriz em formato de X nas costas dele (qualquer dia desses eu prometo apresentar para vocês minha teoria sobre as cicatrizes recorrentes nesse pós salto).

Carol e Daryl parecem ainda nutrir uma amizade profunda.

No caminho inverso, Michonne segue com o grupo de novos sobreviventes em caminho a comunidade do morro. Entretanto, antes de tudo, eles vão em busca de pertences próprios em sua carruagem improvisada que tombou e os expôs ao perigo – o que lhes ligou à Judith. No local, eles relembram do amigo morto, Bernie e são confrontados pela samurai, que exige que eles entreguem todas as armas que possuírem se quiserem ir até Hilltop. O grupo de Magna entra em discussão sobre o quão válido é se sujeitar às regras impostas por Michonne, mas acabam concordando que ou se submetem e se apossam da chance de estar em um local seguro, ou se rebelam e acabam avulsos pelas ruas novamente.

O grupo encontra um local para repousar durante a noite. Michonne, que está de vigia, ouve ruídos e percebe que Luke está mexendo nos pertences reunidos mais cedo por ela. Achando se tratar de uma ameaça, ela não pensa duas vezes e defere golpes de espada no objeto que ele segura. Luke lamenta que ela tenha partido ao meio seu violino stradivarius. Após o ocorrido, ela tenta se desculpar, mas Luke a chama atenção para o quanto aquilo significa. A arte, segundo ele, é a responsável por diferenciar o ser humano dos animais e é ela que atraiu o homem para a ideia de comunidade. A arte e a cultura, intimamente ligadas identificaram homens com os mesmos interesses e gostos e os fizeram querer estar juntos.

O dia amanhece, o grupo está se arrumando para partir, quando acontece uma infestação de walkers na área. Michonne acaba cedendo e liberando as armas para o grupo de Magna e os vemos lutando com estilingues e flechas, o que monta um cenário inovador e inimaginável. Quando estão quase vencendo a horda, ligando os pontos sobre uma história de camisas que Bernie usava – que antes parecia sem sentido – contada por Yumiko com um walker que se aproxima, Michonne alerta Magna que ao ver o amigo zumbificado se vê incapaz de fazer algo. Assim, a samurai, num ato de honra, fere a cabeça de Bernie.

Michonne e o grupo de Magna precisam enfrentar uma horda.

No caminho para Hilltop, Michonne revela para todos que não irá até a comunidade e que iria lhes acompanhar até um ponto determinado. Mas, quando guardas do local cruzam seu caminho lhe revelando que Rosita está sendo cuidada por Enid e está muito ferida, Michonne se vê obrigada a seguir o trajeto, não sem antes descobrir que Maggie já não reside mais lá.

No fim do episódio, acompanhamos a chegada de Daryl e Carol à comunidade mais rurícola de todas. Entretanto, a estadia de Daryl é curta, já que Jesus e Aaron solicitam seu apoio como farejador na busca por Eugene, que continua escondido em um celeiro correndo risco de morte pelos walkers que sussurram.

O ponto mais relevante de todo o episódio é justamente as entrelinhas deixadas por diversos personagens que nos revelam que de fato houve algum tipo de estranhamento entre Michonne e Maggie. Alexandria parece ser uma comunidade independente e viver alheia a todas as outras, como se jamais tivesse sido parte de uma teia de cooperação. A rixa parece ter sido tão significativa que a samurai afirma que Maggie provavelmente não conseguiria olhar em seu rosto caso voltassem a se ver.

Michonne e Siddiq lideram a ida até Hilltop.

A participação de Jesus nesse episódio seguiu tom de despedida do personagem – espero estar enganado – já que aparentemente ele confessou se sentir inútil e não se achar suficientemente capaz de liderar Hilltop, passando para Tara todo o encargo da função. É como se Chambler já estivesse sendo preparada para assumir a chefia. Jesus é um dos personagens vindos da HQ que mais ficou à parte de seu homônimo dos impressos. Foi mal aproveitado, visto o pouco espaço que teve em tela e, justamente agora que está tendo possibilidade de crescimento, parece seguir caminho oposto e se minimizar, caminhando para uma missão que pode lhe levar a uma morte certa.

Dos erros notáveis, Stardivarius foi mais um episódio de adiamento. Já tivemos um preâmbulo dos Sussurradores em “Who Are You Now?” e me pergunto se era realmente necessário seguirmos na incógnita por mais um episódio inteiro. Tudo bem que a estreia dos antagonistas mais temidos dos quadrinhos é evento para um episódio de midseason, mas então que não tivessem os suscitado já no sexto episódio, deixando para os preambular diretamente no dessa semana.

Tenho que elogiar Cudlitz como diretor, já que pela primeira vez vejo um jogo de câmeras bem executado e posicionamentos bastante enriquecedores. A forma como a câmera se movimentava nas cenas de tensões – principalmente na abertura do episódio – foi grande responsável por fazer o público sentir a angústia. Cudlitz que não é um diretor de profissão conseguiu superar e muito grande parte dos profissionais que já se envolveram com a franquia do mundo de Kirkman.

Carol visitou Daryl em Stradivarius.

Enfim, o episódio construiu uma história bastante coesa, despertou curiosidade no público e só pecou em acabar justamente no momento que mais interessava para a audiência, foi um modo de maquiar um cliffhanger para deixar para semana que vem o clímax dos eventos iniciados já ao fim do sexto episódio. Outra grande questão é: quando teremos revelada a história por detrás do “X” e da rixa entre as comunidades? Realmente irão nos deixar confusos em meio ao arco dos Sussurradores e nos revelarão só nos oito episódios finais da temporada? Não me decepcione Angela!

Embora tudo isso, The Walking Dead segue conseguindo suscitar nos fãs a ansiedade para a próxima semana, conquista da própria Kang nesse nono ano, já que tal sentimento era escasso desde a sexta temporada. Se continuar em tal ritmo, a série tem tudo para sobreviver muito bem sem um dos seus pulmões principais e seguir divertindo e entretendo seu público alvo.

E antes de acabar, deixo um aviso: Não ousem matar o Cão nessa midseason!

E você, o que achou do episódio? Qual sua teoria para a rixa entre as comunidades? Vote em nossa enquete e comente abaixo quanto a sua opinião.

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CRÍTICA | The Walking Dead S10E17 – “Home Sweet Home”: O inimigo agora é outro

Home Sweet Home foi o 17º episódio da décima temporada de The Walking Dead. Veja a nossa crítica ao episódio e discuta conosco.

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Maggie, Cole e Elijah andando na floresta em imagem do 17º episódio da 10ª temporada de The Walking Dead

Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do décimo sétimo episódio, S10E17 – “Home Sweet Home”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Em um episódio com claras limitações de produção por conta das restrições impostas pela Covid-19, The Walking Dead retornou para os seis episódios extras que completarão o enredo da 10ª temporada. E o primeiro deles, “Home Sweet Home”, foca em Maggie, que busca companheiros de comunidade para retornar para Alexandria, seu antigo doce lar.

Quando a produção de The Walking Dead anunciou os capítulos 17 a 22, a primeira coisa que me veio à cabeça foi que a ideia de esticar a história serviria para amarrar algumas pontas soltas no enredo, fazer flashbacks e pouco introduzir à história. No entanto, a impressão que “Home Sweet Home” deixou foi outra, a de que um inimigo pode colocar em risco os sobreviventes de Alexandria. Além disso, o embate – direto ou não – entre Maggie e Negan promete ser um dos grandes temperos deste retorno.

Com um elenco reduzido, tomadas um pouco maiores que o habitual para completar o tempo do episódio e alguns objetivos, novos e velhos, pelo caminho – como a introdução dos novos sobreviventes à comunidade e a busca por Connie – The Walking Dead nos traz estes seis episódios para matarmos as saudades do nosso elenco e da nossa história tão queridos.

Presente e futuro

Interessante a estratégia da produção de The Walking Dead em dar sequência à história com “Home Sweet Home”, mesmo correndo o risco de mexer com algo que está por vir na 11ª e última temporada. Mesmo com novas aventuras à vista, algumas lembranças também apareceram na nossa tela, até para nos relembrar de onde paramos na história. Um exemplo ocorre logo no começo do capítulo, quando Judith e Maggie interagem e falam sobre Michonne. A Samurai está em busca de Rick após receber algumas pistas de que o xerife pode estar vivo e a dupla conversa sobre a reação de R.J. e o papel da irmã mais velha, que diz à criança que eles estão olhando para as mesmas estrelas à noite.

Este momento doce é interrompido pelo tão esperado reencontro entre Maggie e Negan. O ex-Salvador e assassino de Glenn esteve muito perto de morrer pelas mãos da Viúva, mas quando ela chegou à cela em Alexandria para vingar a morte do marido, o homem havia fugido. Depois descobrimos que ele estava em uma missão dada por Carol para matar Alpha e tentar pôr fim ao confronto contra os Sussurradores. A própria Carol admite para Maggie, em “Home Sweet Home”, que o encontro com Negan não ocorreu por causa dela. As consequências desta história são bastante esperadas. Não nos decepcione, produção!

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Também somos lembrados sobre o triste destino de Hilltop, devastada pelo ataque dos Sussurradores. Maggie propôs levar os dois companheiros de viagem, Cole e Elijah, para o casarão, mas descobre que o lugar não existe mais e eles terão que ir para Alexandria junto com os outros sobreviventes. Cole é um personagem que chegou mostrando as caras, um sujeito que fala o que pensa e que, no capítulo, flertou com a inconveniência. A ver o comportamento do sujeito no porvir.

Elijah, por sua vez, tivemos a chance de conhecer no que seria o season finale da 10ª temporada, quando ele salva Gabriel da morte certa pelas mãos dos Sussurradores. Desta vez, conseguimos ver o rosto do rapaz, que em determinado momento parece sofrer ao chegar em certa localidade por, provavelmente, lembra-lo da irmã, que morreu. A conexão dele com Kelly parece ter sido imediata e é bom ficar de olho nessa nova amizade.

Por fim, a busca por Connie também deve mover nossos personagens. Kelly segue confiante de que a irmã está viva e Daryl parece ainda disposto a procurar pela amiga. Vale lembrar que ela se encontrou com Virgil após passar um tempo desaparecida. A irmã de Kelly foi soterrada junto com Magna depois da explosão de uma dinamite em uma jogada atrapalhada de Carol, que ainda estava perturbada pela morte de Henry, e voltou a aparecer no 16º episódio da 10ª temporada. O reencontro das irmãs (e de Connie com Daryl) também promete.

Novas histórias após Home Sweet Home

O que há muito todos nos perguntávamos, enfim foi respondido. Maggie esteve fora por todo este tempo ajudando outras comunidades com Georgie, mas, além disso, também passou um tempo com Hershel Rhee em uma casa isolada no litoral. A ideia da Viúva era tirar o sentimento de vingança de Negan da cabeça e, por isso, ela resolveu se afastar dos amigos.

No entanto, ela parece ter encontrado muitos obstáculos pelo caminho. Aqui é interessante notar que, mesmo que a personagem tenha ficado afastada da série por tanto tempo e, consequentemente, perdido tantos acontecimentos que nós acompanhamos, ela também passou pelos seus percalços, perdeu pessoas e encontrou uma nova família pelo caminho. Mesmo que não a tenhamos visto em tela, a personagem deixa claro que viveu suas experiências longe de Hilltop que a afetaram e ajudaram a se tornar a pessoa que é hoje.

No tempo em que esteve fora, Maggie perdeu muito. De longe ela soube da morte de pessoas próximas, como Jesus, Tara, Enid, do desaparecimento de Rick e, logo que voltou, soube da destruição de Hilltop. Isso tudo fez com que ela optasse por se afastar do ponto de encontro onde trocava correspondências com os amigos. Obviamente a estratégia de fugir dos problemas não deu certo e ela precisou voltar para ajudar a família a se reerguer.

Junto com a nova comunidade, Maggie traz na bagagem, também, um novo inimigo: os ceifadores. Pouco se sabe sobre as intenções ou o objetivo do grupo, que parece ser bastante violento, mas já tivemos a pista de que Maggie é o alvo. Quando o homem que atira nas sobreviventes da comunidade é encontrado, ele revela, antes de bancar o kamikaze, explodindo a si mesmo, que um tal de Papa marcou Maggie. Com certeza teremos momentos de tensão e perigo não só para ela, mas também para o pequeno Hershel e os sobreviventes de Alexandria.

Foi um capítulo que deixou uma série de boas impressões para o que vem por aí. Impossível não mencionar o calor no coração ao ver o filho de Maggie e Glenn são e salvo após estar em iminente perigo. E a semelhança do rapaz com o pai também impressiona! Curioso para saber como será a adaptação do jovem à Alexandria, onde ele deve encontrar novos amigos, como Judith, Gracie e R.J., e também deve dar de cara com o assassino de seu pai.

O que você achou de “Home Sweet Home”, e quais suas expectativas para os cinco episódios restantes? Deixe sua opinião nos comentários e vote na enquete abaixo!

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10ª Temporada

Trailer LEGENDADO dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead

Assista ao trailer dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead. Série retorna em 28 de Fevereiro!

Rafael Façanha

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daryl armado em imagem dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead

The Walking Dead está se preparando para retornar com 6 episódios extras da 10ª temporada e a AMC acaba de divulgar o trailer oficial para aquecer a ansiedade dos fãs.

Os novos episódios vão focar em determinados grupos de personagens e prometem responder algumas perguntas em aberto, como onde Maggie estava, o passado de Negan e sobre os soldados que cercaram o grupo de Eugene no final do episódio “A Certain Doom”.

Assista ao trailer de The Walking Dead:

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Títulos e sinopses dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead

Nesses episódios extras, encontraremos nossos sobreviventes tentando se reerguer após a destruição que os Sussurradores deixaram para trás. Os anos de luta pesam sobre eles e os traumas do passado ressurgem, expondo seus lados mais vulneráveis. Ao questionarem o estado da humanidade, o estado de sua comunidade coletiva e o estado de suas mentes, eles encontrarão a força interior para perseverar com suas vidas, amizades e grupo intactos?

A 11ª temporada de The Walking Dead – que tem previsão de estreia para Outubro deste ano – será a última da série inspirada nos quadrinhos de Robert Kirkman. Para dar uma despedida digna e épica ao universo zumbi, serão exibidos 24 episódios nesta parte final da história, oito a mais em relação aos tradicionais 16 capítulos divididos em duas partes que nos acompanharam na maioria das temporadas.

The Walking Dead retorna em 28 de Fevereiro com o episódio “Home Sweet Home”.


Legenda por: Guilherme Catai / Equipe The Walking Dead BR

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Anunciada data de retorno da 10ª temporada de The Walking Dead

Confira a data de estreia dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead. Série se encaminha para a reta final.

Rafael Façanha

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A AMC divulgou através de uma nova leitura de roteiro a data de retorno da 10ª temporada de The Walking Dead. Por conta da pandemia de COVID-19, a temporada ganhou 6 episódios extras.

A 10ª temporada de The Walking Dead retorna em 28 de Fevereiro de 2021. Os seis episódios extras, até certo ponto, vão seguir um formato de antologia, focados em personagens individuais ou pequenos grupos de personagens.

Já sabemos que pelo menos um desses episódios vai explorar o passado de Negan, provavelmente mostrando partes da HQ “Here’s Negan”. A atriz Hilarie Burton, esposa de Jeffrey Dean Morgan (Negan), foi anunciada recentemente no papel de Lucille (a esposa do personagem).

The Walking Dead é uma história que começou há 10 anos com um homem tentando encontrar sua família. Essa família cresceu e gradualmente as comunidades tomaram forma. Eles lutaram e sobreviveram, prosperaram e deram origem a uma nova geração. É um conto sobre a humanidade e há mais histórias para contar.

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