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REVIEW THE WALKING DEAD S08E15 – “Worth”: Quando perdemos nossos maiores aliados

Carlos Knewitz

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do décimo quinto episódio, S08E15 – “Worth” (Valer a Pena), da oitava temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

“Vivam os meus inimigos! Eles, ao menos, não me podem trair.”Henry de Montherlant.

É com uma frase atribuída a um dos grandes nomes da era romântica da literatura que dou abertura a essa análise.

Um episódio totalmente centrado no peso em que a traição pode trazer. No centro da trama quatro homens que lidam com os benefícios e malefícios de ser um traidor: Eugene, Simon, Dwight e Gregory. Quatro homens que agem com razão e emoção divididas buscando um benefício próprio que talvez seja inalcançável.

Eugene mudou e muito sua postura na sua estadia com os Salvadores. Não podemos negar que ele na atualidade é um homem totalmente diferente de quem era quando sob a tutela de Rick. Por mais que ele continue a ser o mesmo covarde de sempre, soube criar uma aparência de durão o que diferencia do tímido e impotente homem que surgiu ao lado de Abraham e Rosita na quarta temporada.

O plano de Daryl e Espinosa dá certo e eles conseguem capturar o “cérebro” de Negan. A captura tem um propósito ímpar: trancafiar Eugene longe dos Salvadores para que percam sua fonte de inteligência. Mas, aí está o grande erro de Rosita e Daryl que subestimando a capacidade do nerd especificam exatamente seus planos quanto a ele. Por óbvio, isso gera total desejo de fuga no homem do mullet. E, oportunamente, Eugene coloca em prática seu plano de desprendimento dos seus sequestradores. Aliás, o plano mais no sense que já se passou nas telas de televisão. O que os roteiristas estavam pensando quando colocaram aquilo em cena? Pareceu sair diretamente de um filme de besteirol americano – ou do Exorcista.

Passado o susto e o ataque de risos inicial – que durou por longos quinze minutos após a cena -, há de se considerar a cena final de Eugene nesse episódio. Sua chegada ao atelier de munição. Nessa cena há um ar de dúvida deixada pela forma de agir do “cientista”. Depois da pressão que Daryl e Rosita colocaram nele, de alguma forma Eugene deve ter refletido nos seus últimos tempos. A questão central do episódio “Vale a pena ser um traidor?” deve ter pesado em sua mente. Ao chegar ao local de trabalho, Eugene ordena que todos dobrem o serviço e curiosamente pede para que o Padre Gabriel siga cautelosamente todas as ordenanças que ele lhe dará. Será que Eugene está com um plano em mente para manipular as munições de Negan e dar uma chance a Rick e ao seu grupo?

A trama na Fábrica foi bem mais intensa do que um mar de vômito. De inicio descobrimos que na velocidade da luz, Gregory chegou ao lar dos Salvadores – ou o caminho entre Hilltop e a Fábrica é curto demais ou Gregory precisa de uma vaga na Liga da Justiça como o maior velocista do mundo. Sem nenhuma mancha de sangue nas vestes – o que torna ainda mais curioso, já que dado os demonstrativos do ex-líder de Hilltop até aqui ele não é um campeão em sobrevivência e em matar walkers – Gregory conversa com Simon, o autointitulado novo líder dos Salvadores. Simon deixa bem claro para o insuportável senhor que seu plano é destruir o local que ele construiu e que agora é liderado por Maggie. Gregory viverá como escravo de Simon até o fim de sua vida, conforme o “chefe” dos Salvadores informa.

Enquanto isso, Dwight vê o diabo. Não literalmente, mas quase. Negan faz sua aparição para o atual-ex-Salvador. Marcando uma reunião entre ele e os seus capangas de confiança, Negan deixa Dwight alerta para eventuais problemas que suas ações possam lhe trazer.

Dada à reunião, Negan perdoa as falhas de Simon (que não se tratam da chacina do lixão, mas do abandono quando Rick investiu contra o dono de Lucille) e especifica seus planos contra Rick. Liberando todos, ele pede para que Dwight permaneça na sala. Clima de tensão pra nada, só para mais um jogo psicológico do vilão. Ele diz a Dwight que está feliz em tê-lo de volta e que precisa que ele continue a se esforçar na causa dos Salvadores.

Simon mais tarde procura pelo marido de Sherry e o intima para uma assembleia que buscará derrubar Negan. Nesta, Simon expõe todo o seu planejamento contra o atual líder dos Salvadores e é surpreendido pelo próprio que surge de trás de um container. Todos os traidores, com exceção de Dwight, Simon e Gregory – que não há motivos para Negan ter o poupado, mas tudo bem -, são fuzilados e caem mortos. Simon então descobre que Dwight o delatou para o líder. Ou seja, o homem da besta dos Salvadores é um duplo traidor.

Negan chama Simon para um confronto de liderança no maior estilo África Selvagem, aquele que sair vivo é o líder definitivo do grupo. É óbvio pra audiência que o maior antagonista que The Walking Dead já teve não morreria num confronto com uma pessoa do seu próprio grupo, então, o perdedor do embate é Simon que morre sufocado por Negan. Enquanto a confusão e burburinho gerado pela batalha dos dois se desenrolam, Dwight ajuda Gregory a fugir do local e o entrega o mapa no qual escreveu o planejamento dos Salvadores para que ele entregue a Rick.

Gregory como uma flecha chega até Hilltop e entrega o mapa para Maggie que o repassa para Rick. Tudo parece maravilhosamente bem para o protagonista, já que agora ele tem como encurralar Negan e seus grupos distribuídos em diversos pontos do mapa e acabar de vez com a guerra entre eles. Mas, como sempre, nada é tão fácil como parece ser.

Negan acompanha Dwight até seu quarto. Lá temos a revelação de quem o vilão encontrou na rua no episódio anterior. Como grande parte da audiência já esperava, Laura foi a pessoa para quem Negan deu uma carona. Dwight finalmente é desmascarado e se torna prisioneiro do antagonista. Na sua queda, Dwight ainda fica sabendo que acabou por condenar Rick e Hilltop a morte, já que o planejamento de Negan era falso e foi passado para ele apenas para que ele atraísse o grupo inteiro para um ponto comum dando chance aos Salvadores de acabarem com todos eles de uma só vez.

Bem, a traição foi o tema central do enredo desse episódio e demonstrou as diversas consequências que podem ser interligadas a ela. Simon traiu Negan que também foi traído por Dwight e que ao mesmo tempo traiu Simon. Aliás, a traição de Dwight foi muito estratégica. Havia ali uma tentativa de eliminar outra ameaça a Hilltop que estava se concretizando. Eugene vinha traindo Rick, mas tudo indica que agora ele trairá os Salvadores. Quanto a Gregory, esse traiu até a ele mesmo como sempre.

Ademais, tivemos pequenas inserções de cenas de Oceanside e a luta de Aaron para atrair as mulheres para a Guerra. É claro que ele conseguirá convencê-las e provavelmente elas serão as salvadoras da pátria chegando ao último momento para o embate e livrarão Rick do pior, mas, a trama de Oceanside se tornou cansativa e repetitiva. Há uma desnecessidade enorme nessa insistência. A audiência é inteligente o bastante para entender o porquê das mulheres não querem lutar, não é necessário cinco vezes eles nos dizerem isso. É a quinta vez que ouvimos delas que elas não lutarão contra os Salvadores pelo que ocorreu contra os homens da comunidade em menos de uma temporada. Há uma subestimação da inteligência do público que é desanimador.

Por fim, às cartas: o episódio começa com Rick lendo a sua carta e termina com Michonne dando voz a carta de Carl para Negan. A insistência em cima da redação de Carl e a todo o seu pedido no nono episódio dessa temporada trazem um final previsível para a Guerra. Fica cada vez mais esclarecido que Negan e Rick não morrerão e que no fim, haverá um selo de paz e uma mudança drástica no rumo do xerife de agir. Uma nova ideologia semelhante à de Morgan provavelmente brotará na mente de Rick e ele reconstruirá um mundo aonde matar é crime.

Então, você percebeu algo que não está esclarecido aqui nessa review? Tem algo a acrescentar? Comente abaixo sua opinião sobre o episódio.

SUA OPINIÃO SOBRE O EPISÓDIO:

 

The Walking Dead vai ao ar todo domingo, legendado, às 22h30 e toda segunda-feira, dublado, às 22h30, na Fox.

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CRÍTICA | The Walking Dead S10E17 – “Home Sweet Home”: O inimigo agora é outro

Home Sweet Home foi o 17º episódio da décima temporada de The Walking Dead. Veja a nossa crítica ao episódio e discuta conosco.

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Maggie, Cole e Elijah andando na floresta em imagem do 17º episódio da 10ª temporada de The Walking Dead

Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do décimo sétimo episódio, S10E17 – “Home Sweet Home”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Em um episódio com claras limitações de produção por conta das restrições impostas pela Covid-19, The Walking Dead retornou para os seis episódios extras que completarão o enredo da 10ª temporada. E o primeiro deles, “Home Sweet Home”, foca em Maggie, que busca companheiros de comunidade para retornar para Alexandria, seu antigo doce lar.

Quando a produção de The Walking Dead anunciou os capítulos 17 a 22, a primeira coisa que me veio à cabeça foi que a ideia de esticar a história serviria para amarrar algumas pontas soltas no enredo, fazer flashbacks e pouco introduzir à história. No entanto, a impressão que “Home Sweet Home” deixou foi outra, a de que um inimigo pode colocar em risco os sobreviventes de Alexandria. Além disso, o embate – direto ou não – entre Maggie e Negan promete ser um dos grandes temperos deste retorno.

Com um elenco reduzido, tomadas um pouco maiores que o habitual para completar o tempo do episódio e alguns objetivos, novos e velhos, pelo caminho – como a introdução dos novos sobreviventes à comunidade e a busca por Connie – The Walking Dead nos traz estes seis episódios para matarmos as saudades do nosso elenco e da nossa história tão queridos.

Presente e futuro

Interessante a estratégia da produção de The Walking Dead em dar sequência à história com “Home Sweet Home”, mesmo correndo o risco de mexer com algo que está por vir na 11ª e última temporada. Mesmo com novas aventuras à vista, algumas lembranças também apareceram na nossa tela, até para nos relembrar de onde paramos na história. Um exemplo ocorre logo no começo do capítulo, quando Judith e Maggie interagem e falam sobre Michonne. A Samurai está em busca de Rick após receber algumas pistas de que o xerife pode estar vivo e a dupla conversa sobre a reação de R.J. e o papel da irmã mais velha, que diz à criança que eles estão olhando para as mesmas estrelas à noite.

Este momento doce é interrompido pelo tão esperado reencontro entre Maggie e Negan. O ex-Salvador e assassino de Glenn esteve muito perto de morrer pelas mãos da Viúva, mas quando ela chegou à cela em Alexandria para vingar a morte do marido, o homem havia fugido. Depois descobrimos que ele estava em uma missão dada por Carol para matar Alpha e tentar pôr fim ao confronto contra os Sussurradores. A própria Carol admite para Maggie, em “Home Sweet Home”, que o encontro com Negan não ocorreu por causa dela. As consequências desta história são bastante esperadas. Não nos decepcione, produção!

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Também somos lembrados sobre o triste destino de Hilltop, devastada pelo ataque dos Sussurradores. Maggie propôs levar os dois companheiros de viagem, Cole e Elijah, para o casarão, mas descobre que o lugar não existe mais e eles terão que ir para Alexandria junto com os outros sobreviventes. Cole é um personagem que chegou mostrando as caras, um sujeito que fala o que pensa e que, no capítulo, flertou com a inconveniência. A ver o comportamento do sujeito no porvir.

Elijah, por sua vez, tivemos a chance de conhecer no que seria o season finale da 10ª temporada, quando ele salva Gabriel da morte certa pelas mãos dos Sussurradores. Desta vez, conseguimos ver o rosto do rapaz, que em determinado momento parece sofrer ao chegar em certa localidade por, provavelmente, lembra-lo da irmã, que morreu. A conexão dele com Kelly parece ter sido imediata e é bom ficar de olho nessa nova amizade.

Por fim, a busca por Connie também deve mover nossos personagens. Kelly segue confiante de que a irmã está viva e Daryl parece ainda disposto a procurar pela amiga. Vale lembrar que ela se encontrou com Virgil após passar um tempo desaparecida. A irmã de Kelly foi soterrada junto com Magna depois da explosão de uma dinamite em uma jogada atrapalhada de Carol, que ainda estava perturbada pela morte de Henry, e voltou a aparecer no 16º episódio da 10ª temporada. O reencontro das irmãs (e de Connie com Daryl) também promete.

Novas histórias após Home Sweet Home

O que há muito todos nos perguntávamos, enfim foi respondido. Maggie esteve fora por todo este tempo ajudando outras comunidades com Georgie, mas, além disso, também passou um tempo com Hershel Rhee em uma casa isolada no litoral. A ideia da Viúva era tirar o sentimento de vingança de Negan da cabeça e, por isso, ela resolveu se afastar dos amigos.

No entanto, ela parece ter encontrado muitos obstáculos pelo caminho. Aqui é interessante notar que, mesmo que a personagem tenha ficado afastada da série por tanto tempo e, consequentemente, perdido tantos acontecimentos que nós acompanhamos, ela também passou pelos seus percalços, perdeu pessoas e encontrou uma nova família pelo caminho. Mesmo que não a tenhamos visto em tela, a personagem deixa claro que viveu suas experiências longe de Hilltop que a afetaram e ajudaram a se tornar a pessoa que é hoje.

No tempo em que esteve fora, Maggie perdeu muito. De longe ela soube da morte de pessoas próximas, como Jesus, Tara, Enid, do desaparecimento de Rick e, logo que voltou, soube da destruição de Hilltop. Isso tudo fez com que ela optasse por se afastar do ponto de encontro onde trocava correspondências com os amigos. Obviamente a estratégia de fugir dos problemas não deu certo e ela precisou voltar para ajudar a família a se reerguer.

Junto com a nova comunidade, Maggie traz na bagagem, também, um novo inimigo: os ceifadores. Pouco se sabe sobre as intenções ou o objetivo do grupo, que parece ser bastante violento, mas já tivemos a pista de que Maggie é o alvo. Quando o homem que atira nas sobreviventes da comunidade é encontrado, ele revela, antes de bancar o kamikaze, explodindo a si mesmo, que um tal de Papa marcou Maggie. Com certeza teremos momentos de tensão e perigo não só para ela, mas também para o pequeno Hershel e os sobreviventes de Alexandria.

Foi um capítulo que deixou uma série de boas impressões para o que vem por aí. Impossível não mencionar o calor no coração ao ver o filho de Maggie e Glenn são e salvo após estar em iminente perigo. E a semelhança do rapaz com o pai também impressiona! Curioso para saber como será a adaptação do jovem à Alexandria, onde ele deve encontrar novos amigos, como Judith, Gracie e R.J., e também deve dar de cara com o assassino de seu pai.

O que você achou de “Home Sweet Home”, e quais suas expectativas para os cinco episódios restantes? Deixe sua opinião nos comentários e vote na enquete abaixo!

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10ª Temporada

Trailer LEGENDADO dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead

Assista ao trailer dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead. Série retorna em 28 de Fevereiro!

Rafael Façanha

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daryl armado em imagem dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead

The Walking Dead está se preparando para retornar com 6 episódios extras da 10ª temporada e a AMC acaba de divulgar o trailer oficial para aquecer a ansiedade dos fãs.

Os novos episódios vão focar em determinados grupos de personagens e prometem responder algumas perguntas em aberto, como onde Maggie estava, o passado de Negan e sobre os soldados que cercaram o grupo de Eugene no final do episódio “A Certain Doom”.

Assista ao trailer de The Walking Dead:

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Títulos e sinopses dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead

Nesses episódios extras, encontraremos nossos sobreviventes tentando se reerguer após a destruição que os Sussurradores deixaram para trás. Os anos de luta pesam sobre eles e os traumas do passado ressurgem, expondo seus lados mais vulneráveis. Ao questionarem o estado da humanidade, o estado de sua comunidade coletiva e o estado de suas mentes, eles encontrarão a força interior para perseverar com suas vidas, amizades e grupo intactos?

A 11ª temporada de The Walking Dead – que tem previsão de estreia para Outubro deste ano – será a última da série inspirada nos quadrinhos de Robert Kirkman. Para dar uma despedida digna e épica ao universo zumbi, serão exibidos 24 episódios nesta parte final da história, oito a mais em relação aos tradicionais 16 capítulos divididos em duas partes que nos acompanharam na maioria das temporadas.

The Walking Dead retorna em 28 de Fevereiro com o episódio “Home Sweet Home”.


Legenda por: Guilherme Catai / Equipe The Walking Dead BR

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Anunciada data de retorno da 10ª temporada de The Walking Dead

Confira a data de estreia dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead. Série se encaminha para a reta final.

Rafael Façanha

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A AMC divulgou através de uma nova leitura de roteiro a data de retorno da 10ª temporada de The Walking Dead. Por conta da pandemia de COVID-19, a temporada ganhou 6 episódios extras.

A 10ª temporada de The Walking Dead retorna em 28 de Fevereiro de 2021. Os seis episódios extras, até certo ponto, vão seguir um formato de antologia, focados em personagens individuais ou pequenos grupos de personagens.

Já sabemos que pelo menos um desses episódios vai explorar o passado de Negan, provavelmente mostrando partes da HQ “Here’s Negan”. A atriz Hilarie Burton, esposa de Jeffrey Dean Morgan (Negan), foi anunciada recentemente no papel de Lucille (a esposa do personagem).

The Walking Dead é uma história que começou há 10 anos com um homem tentando encontrar sua família. Essa família cresceu e gradualmente as comunidades tomaram forma. Eles lutaram e sobreviveram, prosperaram e deram origem a uma nova geração. É um conto sobre a humanidade e há mais histórias para contar.

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