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REVIEW THE WALKING DEAD S08E14 – “Still Gotta Mean Something”: Palavras ainda tem algum valor?

Carlos Knewitz

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do décimo quarto episódio, S08E14 – “Still Gotta Mean Something” (Ainda tem que significar algo), da oitava temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Fazia um bom tempo que eu não tinha tantos sentimentos por um episódio. A segunda metade da temporada tem sido um mar de referências as temporadas passadas, que se encaixam em minuciosas cenas em forma de homenagem a personagens deixados para trás ou a momentos vividos pelos nossos “heróis”. Contudo, esse episódio foi construído sobre os marcos da linha temporal de The Walking Dead, senão, vejamos mais em frente.

Finalmente descobrimos um pouco mais de Jadis. O episódio começa trazendo entendimento sobre como ela pôde sobreviver à investida de Simon. Eu já havia falado isso antes em outra review, mas Jadis talvez seja uma personagem subestimada pela audiência, dado sua posição de vilania inicial. No quesito sobrevivência ela realmente é inteligente e rápida na forma de pensar. Passando-se por morta, a líder do extinto grupo do lixão é poupada de forma não intencional pelos Salvadores. A cena mixa entre passado – momentos antes de Rick e Michonne a verem pela última vez – e presente. Uma das coisas que mais atiçou minha curiosidade foi o quarto de Jadis. Um lugar limpo e de padrão elevado para um apocalipse zumbi, levando-se ainda mais em consideração o fato de estar localizado dentro de um lixão. Algo de muito misterioso prende Jadis a um enredo mais elevado do que pensávamos.

Nada ficou mais bonito em tela do que a rainha da sucata empunhando Lucille. O taco de Negan deu uma imponência grandiosa à personagem. Aliás, eu preciso deixar registrado um elogio à atuação de Pollyanna McIntosh que está conseguindo multifacetar muito bem Jadis. Em poucos episódios ela se alterou de uma personagem rasa e sem falas coesas para alguém com profundidade e lotada de sentimentos.

Sua relação com Negan foi um dos pontos chaves do episódio. A forma como os dois dialogam entre o silêncio dela e as inúmeras palavras dele para tentar se livrar de um destino final trouxeram um peso grandioso à trama. Negan consegue um acordo com a negociadora Jadis sem que ela perceba. Aliás, ele é astuto nesse ponto. O vilão sabe que ela é uma negociadora nata e usa como artificio para se livrar da morte iminente um acordo: suas fotos intactas e uma promessa de vingar o que foi feito com ela.

Negan por uma das poucas vezes é totalmente aberto nesse episódio. Ele finalmente revela quem é Lucille de verdade e porque um taco de baseball tem tanta sua atenção. A profundidade estudada para o grande rival de Rick nessa semana mais uma vez sintoniza com as palavras de Carl: não há vilão no apocalipse zumbi, assim como não existem heróis. Apenas existem lados que lutam por interesses próprios num coletivo, mas que – conforme Carl – podem muito bem convergir a uma unidade a fim do bem de todos.

Negan é liberado por Jadis, mas não antes de atiçar mais ainda nossa curiosidade. Sim, o grande astro voltou mais uma vez. Novamente ao céu surge o helicóptero que já vem sendo demonstrado oportunamente na trama. Cada vez fica mais evidente a ligação de Jadis com quem quer que seja dentro daquele helicóptero e de onde ele vem. Contudo, ela infelizmente não revela ao antagonista o que aquilo significa. O que será que Jadis esconde?

Quando Negan já está na rua, aparentemente ele tem um encontro surpreendente. Os redatores escolheram nos esconder quem seria a pessoa em questão, mas pela forma como ele reage, trata-se de um(a) velho(a) conhecido(a). Se eu tivesse que apostar todas as minhas fichas, apostaria em Laura. Por quê? Negan já está ciente sobre Simon e agora está na hora de descobrir sobre Dwight. E tudo se confirma quando ele pede para que ninguém saiba que ele está vivo quando retorna ao Santuário. O portador oficial de Lucille têm surpresas desagradáveis para fazer aos seus capangas infiéis.

Abandonemos o laço Negan e Jadis e migremos para Hilltop. Enquanto Carol leva uma prensa de Ezekiel sobre a sua ausência de esperança quanto à vida de Henry (aliás, eu apenas não entendi porque o Rei cobra dela responsabilidades sobre o garoto, sendo que ele poderia muito bem ter se dedicado a procura-lo se tanto lhe importa), Rick e Morgan possuem planejamentos semelhantes: encontrarem os prisioneiros fugitivos.

Morgan procura vingança por Benjamin e por Henry. O que lhe move é o desejo por sangue. Doutro lado, Rick parece simplesmente querer resolver seus conflitos internos e mal resolvidos com Negan, prova disso é que ele veste o casaco do Leon de Resident Evil e todos nós sabemos que quando isso acontece, sangue correrá.

A dupla Rick e Morgan está de volta a ativa e os dois do mesmo lado no pensamento por exterminar os inimigos. O que poderia dar errado, não é mesmo? O descuido de ambos que acabam sendo capturados pelos Salvadores fugitivos.

Nas mãos dos Salvadores, tudo está contra Rick e Morgan. Até que o xerife consegue alimentar uma divisão entre os inimigos prometendo disposição médica aos feridos e residência em Hilltop, uma vez que Simon já os havia descartado dos Salvadores. Aliás, aqui existe uma referência legal sobre a posição dúbia de Rick. Quando ele faz a promessa, diz “O que vale mais que a palavra de um homem?”, frase imediatamente igual ao episódio em que Rick e Daryl encontram Morales. Nesse episódio em questão, Rick e Daryl estão na mira de um Salvador. Rick então lhe promete suprimentos e o carro se ele deixa-los irem embora. Quando o Salvador o questiona no quão confiável isso seria, Rick fala “Afinal, o que vale mais que a palavra de um homem?”. Com o trato feito, o Salvador finalmente os tira de mira, mas imediatamente Daryl dispara contra ele, deixando Rick desconfortável com a situação. Algo semelhante com esse episódio.

Quando Rick cita suas próprias palavras, ele rebusca a ação de Daryl e já premedita o que irá fazer com os fugitivos. Com uma horda enorme invadindo o local de refúgio deles, Rick e Morgan são soltos para ajuda-los, mas os dois acabam por facilitar a ação dos walkers e exterminar com o grupo de ex-prisioneiros. Essa cena causou alvoroço nas redes sociais, havendo muitas acusações contra Rick. Mais uma vez eu repito que isso tudo se encaixa no que Carl tanto fala, não há lado bom e ruim num mundo apocalíptico e essa temporada tem tentado desmistificar tudo isso. Várias vezes vemos Negan sendo um bom homem e considerar os sentimentos humanos, enquanto que várias vezes vemos Rick sendo totalmente insensível. Entretanto, é necessário um adendo sobre essa situação: quando Daryl matou o Salvador que tratava com Rick, os fãs acharam maravilhosa sua ação. Então, o que os diferencia nesse mesmo ponto e mesma forma de agir?

A cena entre os dois termina com Rick questionando Morgan de o porquê dele o ter salvado lá no inicio. Morgan tenta desviar da pergunta, mas Rick insiste. Por fim, Morgan deixa evidente que a única coisa que o fez ser bom com Rick foi o fato de Duane ter lhe pedido. Ou seja, Rick só está vivo porque Morgan honrou os desejos do filho. Rick se depara com um espelho e se vê. Resta-lhe o questionamento: eu tenho honrado o desejo de meu filho?

Em Carol está grande essência do episódio e mais uma vez – quando achamos que ela talvez já tenha sido uma personagem muito explorada – ela cresce. Carol sempre possuiu tramas ligadas às crianças. De uma forma ou de outra, ela sempre estava enlaçada com a infância. Carol é uma mãe nata e a morte de Sophia não a fez deixar de ser mãe, quando se é mãe, se é pra sempre. E aí está um grande centro desse episódio: lidar com sentimentos obscuros em Carol não tratados desde a morte de Sophia.

Quando ela sai com Morgan, demonstra ter o intuito de estar com ele para evitar que algo lhe aconteça. Mas de fato, mesmo que a todo tempo tente comprovar o contrário, Carol está ali porque precisa de uma resposta sobre ela mesma e sobre Henry. Morgan repete no mínimo três vezes que Carol é diferente dele e ela existe para salvar pessoas. O quão maternal isso é? Carol pode tentar apagar esse seu instinto, mas ele acaba sendo preponderante sobre todos os outros e é ele que a mantém viva e mantém todos os que ela ama vivos.

Melissa McBride como de costume não vem para os episódios para passar despercebida e novamente dá show de interpretação. Seu olhar de desespero ao tentar convencer Morgan que eles precisam procurar pelo pequeno irmão de Benjamin toca o mais profundo sentimento.

Na busca solitária pelo garoto, Carol o ouve gritar e então vem à cena que talvez mais tenha me arrepiado em toda The Walking Dead: Henry preso num pequeno abrigo nas raízes de uma árvore na margem de um rio. A cena repete a morte de Sophia que foi deixada num local idêntico por Rick enquanto ele dava fim em alguns walkers. A garota nunca mais foi vista viva depois dali.
Dessa vez Carol é capaz de salvá-lo. Ela não é mais a frágil mãe de Sophia. Ela é destemida e não depende de Rick para salvar sua prole. O mais chocante disso tudo é quando você compara os sobrenomes dos atores de Henry e Sophia: Lintz. Exatamente. Os atores são irmãos na vida real e isso enriquece ainda mais a relação de Carol com Henry.

Carol finalmente assume sua posição de mãe. E quando se desculpa com Henry, está também se desculpando com Sophia. Ela se sentia culpada até hoje pelo ocorrido com a filha. Ela acredita que por ter sido frágil até ali, Sophia morreu. Carol assume que entende que Sophia não dependia de Rick ou qualquer outro do grupo. Sophia dependia de uma mãe que talvez tenha falhado em ser forte no momento que houve necessidade.

Carol com toda a certeza é o personagem mais rico de toda a trama. Quando se acredita que ela já tenha crescido o máximo possível, ela é capaz de se desenvolver mais. Todos os seus mistos de sentimento trazem grandeza para a história e talvez seja compreensível a adoração que Kirkman tenha pela personagem. No meio de tantos desperdícios que tivemos até hoje, Carol foi à personagem mais bem aproveitada e estruturada.

Por fim, temo que deva comentar sobre Daryl. Tudo indica que após perder sua companheira de realizar atos inconsequentes, Tara, ele irá buscar em Rosita uma companhia. Até Tara conseguiu amadurecer, mas Daryl não. E está lá, prestes a cometer um – ou mais um – ato impensado ao lado de Espinosa. Todas as vezes que Daryl agiu por conta própria nos últimos tempos, se arrependeu e ocasionou grande problema para o grupo. Vamos torcer pra que ele acerte ao menos dessa vez.

Enfim. Comente abaixo o que você achou desse episódio e suas expectativa para o término dessa temporada.

SUA OPINIÃO SOBRE O EPISÓDIO:

 

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CRÍTICA | The Walking Dead S10E17 – “Home Sweet Home”: O inimigo agora é outro

Home Sweet Home foi o 17º episódio da décima temporada de The Walking Dead. Veja a nossa crítica ao episódio e discuta conosco.

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Maggie, Cole e Elijah andando na floresta em imagem do 17º episódio da 10ª temporada de The Walking Dead

Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do décimo sétimo episódio, S10E17 – “Home Sweet Home”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Em um episódio com claras limitações de produção por conta das restrições impostas pela Covid-19, The Walking Dead retornou para os seis episódios extras que completarão o enredo da 10ª temporada. E o primeiro deles, “Home Sweet Home”, foca em Maggie, que busca companheiros de comunidade para retornar para Alexandria, seu antigo doce lar.

Quando a produção de The Walking Dead anunciou os capítulos 17 a 22, a primeira coisa que me veio à cabeça foi que a ideia de esticar a história serviria para amarrar algumas pontas soltas no enredo, fazer flashbacks e pouco introduzir à história. No entanto, a impressão que “Home Sweet Home” deixou foi outra, a de que um inimigo pode colocar em risco os sobreviventes de Alexandria. Além disso, o embate – direto ou não – entre Maggie e Negan promete ser um dos grandes temperos deste retorno.

Com um elenco reduzido, tomadas um pouco maiores que o habitual para completar o tempo do episódio e alguns objetivos, novos e velhos, pelo caminho – como a introdução dos novos sobreviventes à comunidade e a busca por Connie – The Walking Dead nos traz estes seis episódios para matarmos as saudades do nosso elenco e da nossa história tão queridos.

Presente e futuro

Interessante a estratégia da produção de The Walking Dead em dar sequência à história com “Home Sweet Home”, mesmo correndo o risco de mexer com algo que está por vir na 11ª e última temporada. Mesmo com novas aventuras à vista, algumas lembranças também apareceram na nossa tela, até para nos relembrar de onde paramos na história. Um exemplo ocorre logo no começo do capítulo, quando Judith e Maggie interagem e falam sobre Michonne. A Samurai está em busca de Rick após receber algumas pistas de que o xerife pode estar vivo e a dupla conversa sobre a reação de R.J. e o papel da irmã mais velha, que diz à criança que eles estão olhando para as mesmas estrelas à noite.

Este momento doce é interrompido pelo tão esperado reencontro entre Maggie e Negan. O ex-Salvador e assassino de Glenn esteve muito perto de morrer pelas mãos da Viúva, mas quando ela chegou à cela em Alexandria para vingar a morte do marido, o homem havia fugido. Depois descobrimos que ele estava em uma missão dada por Carol para matar Alpha e tentar pôr fim ao confronto contra os Sussurradores. A própria Carol admite para Maggie, em “Home Sweet Home”, que o encontro com Negan não ocorreu por causa dela. As consequências desta história são bastante esperadas. Não nos decepcione, produção!

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Também somos lembrados sobre o triste destino de Hilltop, devastada pelo ataque dos Sussurradores. Maggie propôs levar os dois companheiros de viagem, Cole e Elijah, para o casarão, mas descobre que o lugar não existe mais e eles terão que ir para Alexandria junto com os outros sobreviventes. Cole é um personagem que chegou mostrando as caras, um sujeito que fala o que pensa e que, no capítulo, flertou com a inconveniência. A ver o comportamento do sujeito no porvir.

Elijah, por sua vez, tivemos a chance de conhecer no que seria o season finale da 10ª temporada, quando ele salva Gabriel da morte certa pelas mãos dos Sussurradores. Desta vez, conseguimos ver o rosto do rapaz, que em determinado momento parece sofrer ao chegar em certa localidade por, provavelmente, lembra-lo da irmã, que morreu. A conexão dele com Kelly parece ter sido imediata e é bom ficar de olho nessa nova amizade.

Por fim, a busca por Connie também deve mover nossos personagens. Kelly segue confiante de que a irmã está viva e Daryl parece ainda disposto a procurar pela amiga. Vale lembrar que ela se encontrou com Virgil após passar um tempo desaparecida. A irmã de Kelly foi soterrada junto com Magna depois da explosão de uma dinamite em uma jogada atrapalhada de Carol, que ainda estava perturbada pela morte de Henry, e voltou a aparecer no 16º episódio da 10ª temporada. O reencontro das irmãs (e de Connie com Daryl) também promete.

Novas histórias após Home Sweet Home

O que há muito todos nos perguntávamos, enfim foi respondido. Maggie esteve fora por todo este tempo ajudando outras comunidades com Georgie, mas, além disso, também passou um tempo com Hershel Rhee em uma casa isolada no litoral. A ideia da Viúva era tirar o sentimento de vingança de Negan da cabeça e, por isso, ela resolveu se afastar dos amigos.

No entanto, ela parece ter encontrado muitos obstáculos pelo caminho. Aqui é interessante notar que, mesmo que a personagem tenha ficado afastada da série por tanto tempo e, consequentemente, perdido tantos acontecimentos que nós acompanhamos, ela também passou pelos seus percalços, perdeu pessoas e encontrou uma nova família pelo caminho. Mesmo que não a tenhamos visto em tela, a personagem deixa claro que viveu suas experiências longe de Hilltop que a afetaram e ajudaram a se tornar a pessoa que é hoje.

No tempo em que esteve fora, Maggie perdeu muito. De longe ela soube da morte de pessoas próximas, como Jesus, Tara, Enid, do desaparecimento de Rick e, logo que voltou, soube da destruição de Hilltop. Isso tudo fez com que ela optasse por se afastar do ponto de encontro onde trocava correspondências com os amigos. Obviamente a estratégia de fugir dos problemas não deu certo e ela precisou voltar para ajudar a família a se reerguer.

Junto com a nova comunidade, Maggie traz na bagagem, também, um novo inimigo: os ceifadores. Pouco se sabe sobre as intenções ou o objetivo do grupo, que parece ser bastante violento, mas já tivemos a pista de que Maggie é o alvo. Quando o homem que atira nas sobreviventes da comunidade é encontrado, ele revela, antes de bancar o kamikaze, explodindo a si mesmo, que um tal de Papa marcou Maggie. Com certeza teremos momentos de tensão e perigo não só para ela, mas também para o pequeno Hershel e os sobreviventes de Alexandria.

Foi um capítulo que deixou uma série de boas impressões para o que vem por aí. Impossível não mencionar o calor no coração ao ver o filho de Maggie e Glenn são e salvo após estar em iminente perigo. E a semelhança do rapaz com o pai também impressiona! Curioso para saber como será a adaptação do jovem à Alexandria, onde ele deve encontrar novos amigos, como Judith, Gracie e R.J., e também deve dar de cara com o assassino de seu pai.

O que você achou de “Home Sweet Home”, e quais suas expectativas para os cinco episódios restantes? Deixe sua opinião nos comentários e vote na enquete abaixo!

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10ª Temporada

Trailer LEGENDADO dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead

Assista ao trailer dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead. Série retorna em 28 de Fevereiro!

Rafael Façanha

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daryl armado em imagem dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead

The Walking Dead está se preparando para retornar com 6 episódios extras da 10ª temporada e a AMC acaba de divulgar o trailer oficial para aquecer a ansiedade dos fãs.

Os novos episódios vão focar em determinados grupos de personagens e prometem responder algumas perguntas em aberto, como onde Maggie estava, o passado de Negan e sobre os soldados que cercaram o grupo de Eugene no final do episódio “A Certain Doom”.

Assista ao trailer de The Walking Dead:

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Títulos e sinopses dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead

Nesses episódios extras, encontraremos nossos sobreviventes tentando se reerguer após a destruição que os Sussurradores deixaram para trás. Os anos de luta pesam sobre eles e os traumas do passado ressurgem, expondo seus lados mais vulneráveis. Ao questionarem o estado da humanidade, o estado de sua comunidade coletiva e o estado de suas mentes, eles encontrarão a força interior para perseverar com suas vidas, amizades e grupo intactos?

A 11ª temporada de The Walking Dead – que tem previsão de estreia para Outubro deste ano – será a última da série inspirada nos quadrinhos de Robert Kirkman. Para dar uma despedida digna e épica ao universo zumbi, serão exibidos 24 episódios nesta parte final da história, oito a mais em relação aos tradicionais 16 capítulos divididos em duas partes que nos acompanharam na maioria das temporadas.

The Walking Dead retorna em 28 de Fevereiro com o episódio “Home Sweet Home”.


Legenda por: Guilherme Catai / Equipe The Walking Dead BR

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Anunciada data de retorno da 10ª temporada de The Walking Dead

Confira a data de estreia dos episódios extras da 10ª temporada de The Walking Dead. Série se encaminha para a reta final.

Rafael Façanha

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A AMC divulgou através de uma nova leitura de roteiro a data de retorno da 10ª temporada de The Walking Dead. Por conta da pandemia de COVID-19, a temporada ganhou 6 episódios extras.

A 10ª temporada de The Walking Dead retorna em 28 de Fevereiro de 2021. Os seis episódios extras, até certo ponto, vão seguir um formato de antologia, focados em personagens individuais ou pequenos grupos de personagens.

Já sabemos que pelo menos um desses episódios vai explorar o passado de Negan, provavelmente mostrando partes da HQ “Here’s Negan”. A atriz Hilarie Burton, esposa de Jeffrey Dean Morgan (Negan), foi anunciada recentemente no papel de Lucille (a esposa do personagem).

The Walking Dead é uma história que começou há 10 anos com um homem tentando encontrar sua família. Essa família cresceu e gradualmente as comunidades tomaram forma. Eles lutaram e sobreviveram, prosperaram e deram origem a uma nova geração. É um conto sobre a humanidade e há mais histórias para contar.

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