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6ª Temporada

Norman Reedus fala sobre o sexto episódio e revela que aquela voz no final não é de Glenn

Laís Barcellos

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do sexto episódio, S06E06 – Always Accountable, da sexta temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Daryl Dixon estava desaparecido em combate nas últimas duas semanas de The Walking Dead, mas o cara que possui uma crossbow, pilota uma moto e é o favorito dos fãs voltou nesse domingo de um grande jeito… mesmo que ele tenha perdido sua crossbow e moto no processo. Daryl foi forçado a se esconder de uns misteriosos homens armados, só para descobrir uma parte da floresta queimada ainda mais misteriosa.

E aí as coisas ficaram ainda piores. Daryl foi mantido em cativeiro por um trio no caminho que o confundiu com um inimigo. Ele conseguiu escapar, só para mais tarde retornar com a insulina que ele encontrou na mochila. Mais uma vez provando que nenhuma boa ação passa despercebida nesse mundo, o convite de Daryl para os estranhos se juntarem a ele em Alexandria foi recebido com eles roubando sua arma e moto. Que chatice.

A Entertainment Weekly conversou com o astro Norman Reedus para saber sua opinião sobre esse grande episódio. O que fez Daryl retornar com a insulina e ainda sim insistir numa troca? E o que foi aquele easter egg de Carol-Daryl em um dos zumbis? E de quem era aquela voz que ouvimos no walkie talkie? Reedus fala sobre isso e mais.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Tirando as cenas de flashback no episódio de estreia, quase tudo que você gravou nessa temporada até agora foi em cima da moto. Isso deve ter sido o paraíso pra você!

NORMAN REEDUS: É basicamente diversão. Não fico triste quando tenho que filmar na moto, isso é um fato.

Quanto daquela cena do começo do episódio, eles deixaram você mesmo fazer? E quando eles chamaram o dublê?

Norman Reedus: Fiz toda, exceto quando a moto derrapa. Eles não me deixaram fazer isso, mas tirando essa parte eu fiz tudo. E algumas daquelas cenas aéreas que fizemos que você assistiu anteriormente – eu estava provavelmente a 130 km/h. Não conte pro produtor executivo Tom Luse! Mas eu provavelmente estava a 130 e foi divertido.

Vamos falar sobre o que aconteceu depois que você levou a moto para a floresta. Como foi filmar com todos aqueles esqueletos e corpos mortos naquela área queimada?

Norman Reedus: Aquilo foi bem surreal. Nós tomamos uma parte grande da floresta que estava queimada ou queimamos e pintamos. Deu um sentimento bem surreal, parecia quase preto e branco, mesmo quando estávamos filmando, isso adicionou algo. Também aprendi uma coisa nesse episódio que talvez ocorra depois com a queimada da floresta. O diretor da série, Scott M. Gimple, é muito bom em não desperdiçar nenhuma cena, então tudo que acontece em um episódio vai aparecer depois de uma maneira ou outra. Ele tem coisas mapeadas com antecedência até agora, de forma que cada pequena coisa volta para algum lugar.

O vimos fazendo isso na temporada passada com a pichação “Lobos Não Estão Longe” no episódio 9, e também com os itens que Morgan colocou no altar.

Norman Reedus: Tenho que te dizer que estamos bem empolgados com as coisas que estamos filmando agora. Nós encerramos um dia às 7 da manhã e Andy e eu ficamos no telefone o caminho inteiro de volta para nossas casas e estávamos tão empolgados e viajando sobre a qualidade das coisas que estamos fazendo agora. E esse episódio 6 é o começo de tudo, começa uma avalanche que só tende crescer mais e mais. Há partes desse episódio e especialmente como ele termina, e uma linha histórica que realmente ajuda a empurrar essa pedra direto pro penhasco, e a partir de agora está a todo vapor.

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Isso é dizer algo, considerando como essa temporada tem sido grande até agora.

Norman Reedus: Em um ponto, quando a série começou, as pessoas pensaram que seria uma série de zumbi, mas é tãããão diferente disso. Temos zumbis e não ficamos com medo deles. Zumbis fazem um grande papel na série, mas atingiu um patamar bem diferente agora. A qualidade do que estamos filmando agora é surpreendente.

Você me disse no meio do ano que Greg Nicotero faria um zumbi que recordaria um momento de Daryl e Carol. Então aquilo era uma rosa Cherokee que vi nas costas de um walker com musgos que você matou?

Norman Reedus: Você percebeu! Sim, era! Aquele foi um pequeno e ótimo easter egg para mim e Carol.

Então Daryl escapa do grupo que o pegou como prisioneiro e vê a insulina na mochila. Por que ele volta para entregar isso?

Norman Reedus: Porque eu não acho que essas pessoas são más pessoas. Elas são boas pessoas, mas estão fazendo o que precisam para sobreviver. Ele está notando que uma delas está suando e desmaiando, e ele sabe o que isso significa. E quando ele vê aquela insulina o faz entender o que está se passando. E eles estão tentando sobreviver. Houve uma linha histórica onde eu encontrei a moto pela primeira vez e falei “Vamos para fora encontrar pessoas.” E Rick disse “Eu não quero ninguém encontrando mais pessoas.” E Daryl diz “Acho que você está errado.” E volta para Rick dizendo “Vamos encontrar pessoas.”

E isso foi a primeira grande missão de Daryl, onde ele encontrou estranhos e os convidou para a segurança de seu acampamento. E eu não acho que ele fez uma péssima decisão. Estamos enterrando a pequena menina loira, e eu consigo ver que eles não são pessoas más – eles só estão nessa circunstância onde eles precisam fazer coisas más. E ele os convidou para voltar com ele e pensou que estava fazendo uma decisão certa de julgamento, e isso voltou para mordê-lo bem na bunda.

Quando eles estão saindo e falam “Sinto muito” montados na sua moto e Daryl diz “Você vai sentir” – isso teve um duplo significado. É dizer: Se esse é seu jeito de fazer as coisas, você não conseguirá viver por muito tempo porque há salvação em números. Mas também é como se ele falasse que vai atirar na cara deles quando os encontrar novamente. Não é que eles são pessoas más, eles só fazem coisas ruins para tentar sobreviver, como todos fazem agora.

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Parece que sempre que alguém faz algo bom nesse mundo, isso volta para assombrá-lo. Daryl os devolve a insulina, ele devolve a arma, ajuda a enterrar pessoas que ele nem conhece, e o casal rouba sua arma e moto mesmo assim.

Norman Reedus: Sim, e eu acho que quando ele viu aquela insulina ele pensou “Tá bem, essas pessoas não vão conseguir sobreviver.”

Bom, ele retorna com a mochila, mas demanda uma troca devido ao que ele chama de “o princípio das coisas”. O que isso significa?

Norman Reedus: Scott e eu fomos e voltamos nisso. Amo quando Scott faz essas pequenas falas. Ele fala “O que vocês têm? Eu voltei aqui só para devolver sua insulina, só me dê algo em troca, qualquer coisa que você tenha.” De fato a estátua faz seu papel mais tarde. Todas as pequenas coisas nessa série fazem seu papel mais tarde, nunca há uma cena desperdiçada nessa série.

Vemos Daryl perguntando a ele as três perguntas, e quando ele faz isso, sabemos que está no modo de recrutar e oferecendo a essas pessoas um espaço em Alexandria. Isso é por que ele sente que eles vão beneficiar a comunidade, ou só está tentando ser uma boa pessoa e ajudar esse casal, ou é um pouco dos dois?

Norman Reedus: Ele geralmente está sendo uma boa pessoa, e temos um protocolo, que são as três perguntas. E essas três perguntas, quando respondidas, realmente dizem muito sobre a pessoa que responde. Mas foi estranho dizer aquelas falas porque eu tive que dizê-las uma outra vez na série, mas com alguém perguntando para mim, e eu não queria responder aquelas coisas. Essas palavras são meio difíceis de sair pela boca, eu sabia que teria que falar de novo, então quis fazer parecer uma coisa difícil de dizer, então quando eles me foderam, isso significa ainda mais.

Foi interessante tomar essa posição, e o cara está perto do túmulo quando pergunto essas coisas, tinha que doer, e doer de um jeito Daryl, e no final meio que disse “Eu vou te matar quando te encontrar, você está morto.” Mas também foi “Vocês estão fazendo essa escolha, então mesmo que eu não os encontre, vocês morrerão.”

Qual foi a pior perda para Daryl: a moto ou a crossbow?

Norman Reedus: [Risadas] Elas doeram igualmente. Vê-las saindo juntas realmente me quebrou por dentro um pouco.

Bem no final do episódio ouvimos uma voz dizendo “Socorro” na outra linha do walkie-talkie. O que você pode nos dizer sobre isso e o que está por vir?

Norman Reedus: Direi que a voz não é de Glenn.

Tenho certeza que as pessoas estavam pensando que era isso.

Norman Reedus: Não é Glenn, mas é provavelmente alguém de Alexandria com tudo que está acontecendo lá.

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Estou curioso com que vocês vêm fazendo com a reação de todos sobre a possibilidade de Glenn estar morto, porque vem sendo bem insano e tenho certeza que todos vocês vem tomando nota disso.

Norman Reedus: Tive a mesma reação. Ele é um personagem tão amável e um grande amigo meu. Sabe, eu vi o que vi naquele episódio. E eu estava NO episódio, e mesmo assim ainda fiquei com raiva no final do episódio. Fiquei em choque, e eu estava lá! Então senti isso também. Você vê o que vê e esse é o ponto. Se dói, então dói. E se é chocante, é chocante. Você deve sentir a dor, essa é a ideia. Eu ouvi que as pessoas estão tirando fotos delas mesmas embaixo de lixeiras e colocando na internet dizendo “Veja, eu posso sair dessa!”

Eu desliguei esse episódio quando terminei e fiquei andando pelo meu quarto e xingando o chão. Estava meio em choque, como eu disse antes, eu participei desse episódio e senti isso, então isso é outro nível de coisas que estamos fazendo agora. É chocante e cheio de medo e descrença, e você não quer acreditar nas coisas que vê. Então isso significa que estamos fazendo um bom trabalho, eu acho.

Como foi aparecer em um episódio ou outro nessa temporada? Você gosta de ter uma folga, ou é difícil não estar no set e cercado por todos tanto quanto antes?

Norman Reedus: É difícil quando não se está trabalhando e eles estão filmando um episódio que você não participa, mas isso tudo é pra construir algo, e eu entendo isso e confio na linha histórica e em Scott e em todos os roteiristas. E tudo sempre termina valendo a pena. Mas sim, eu pessoalmente, Norman, quando não estou filmando – digo, há muito que fazer, andar de moto por todos os lugares e fazer outras coisas – mas eu também vou ao set para assisti-los fazerem o episódio que não participo porque sou um fã da série. Eu só sinto falta das pessoas porque todos são meus amigos e eu gosto de vê-los fazerem o que fazem.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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