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6ª Temporada

The Walking Dead 6ª Temporada – Comentários do episódio 06: “Always Accountable” (COM SPOILERS)

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Post destinado a comentários do episódio “Always Accountable” da sexta temporada de The Walking Dead. Muitos spoilers poderão (e serão) encontrados por aqui. Se você ainda não assistiu e não gostaria de ter as surpresas do episódio “estragadas”, não prossiga. Você foi alertado!

Este post está destinado à exposição de ideias sobre tudo o que pode estar acontecendo na série. Utilize os comentários abaixo para compartilhar conosco suas teorias.

SINOPSE: Daryl, Abraham e Sasha encontram vários obstáculos e uma nova ameaça enquanto tentam retornar a Alexandria.

Roteiro: Heather Bellsom | Diretor: Jeffrey F. January

DISCUSSÃO DE “ALWAYS ACCOUNTABLE”:

Eis que estou encarregado de fazer – mais uma vez – a discussão sobre o episódio desta semana! Já é quase um clichê eu dizer que não consigo organizar minhas ideias – mas lamento dizer, meus caros amigos, eu juro que não estou mentindo. Hoje, por sinal, está sendo mais difícil do que qualquer outro dia. O motivo? Pelos fragmentos que peguei no subtexto do extraordinário roteiro deste episódio, hoje tivemos a primeira prévia de quem são os malucos membros daquele grupo famoso dos quadrinhos, também conhecidos como Salvadores.

A começar pela sequência inicial, creio que foi a mais intensa que tivemos desde a introdução de “First Time Again”, a premiere desta temporada. Ver o grupo em tamanha desvantagem e ameaça me fez suar frio enquanto ocorria a troca de tiros, e por minutos achei que alguma desgraça maior aconteceria. Bom… aconteceu, e nós tivemos o nosso querido Daryl Dixon se separando de Abe e Sasha. A partir daí, “Always Accountable” começou a sustentar a ideia de que este sexto ano é realmente o melhor até agora (tirando a incomparável season 1, é claro).

Não achei que a participação de Abraham e Sasha no episódio tenha sido irrelevante, mas concordo que eles não tenham sido a parte que mais chamou atenção. Em parte, ver que os dois estão conseguindo superar e destruir os fantasmas do passado é quase um sonho, e tudo isso ficou sustentado pela química – que me deixa surpreso – entre Sonequa Martin-Green e Michael Cudlitz. Os dois brilham demais quando estão contracenando juntos.

E então temos o grande Dixon! Sem mais, eu admito, eu amo o Daryl! É claro, ele não é meu personagem favorito, mas mesmo assim não deixo de adorar o modo como ele evoluiu (e não venham dizer que isso não aconteceu) desde a primeira temporada, quando vivia apenas a sombra de Merle. A introdução de um rosto que pode ter sido o pontapé inicial ao desenvolvimento de um dos mais cruciais personagens dos quadrinhos me deixa em surto. As poucas pistas que Dwight deixou sobre os membros do outro grupo foram suficientes para mostrar que o futuro que está nos aguardando irá render o melhor plot (e plot twist) da história de The Walking Dead. Daryl sem a crossbow? Sensacional!

De resto, não posso deixar de citar a fotografia maravilhosa que utilizaram neste episódio. Os contrastes com o cinza e verde morto das árvores realmente trouxeram uma sensação de tensão e melancolia. E a direção, então? Fabulosa. Norman Reedus, por sinal, também mostrou que consegue ir bem além das “limitações” que muitos taxam sobre sua atuação.

No final de tudo, só consigo esperar pelo próximo domingo! Quero ver o que vai ser de Alexandria, entender se aquela pessoa segurando a arma é realmente Ron, e é claro, ver se a voz que saiu do rádio era realmente do nosso querido Glenn.

PS. Eu realmente esperava uma participação do Michael Rooker, aff.

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