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6ª Temporada

Greg Nicotero fala sobre dirigir uma horda de zumbis que quebrou recordes para a estreia da 6ª temporada

Felipe Tolentino

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ATENÇÃO: Esta matéria contém spoilers do primeiro episódio da sexta temporada de The Walking Dead, S06E01 – “First Time Again” (Primeira Vez de Novo). Leia por sua conta e risco. Você foi avisado.

Na Comic Con de Nova Iorque na quinta-feira, o criador dos quadrinhos de The Walking Dead, Robert Kirkman, prometeu: “Esta vai ser a temporada mais intensa de The Walking Dead até agora.” Se a estreia de 90 minutos traz algum indicativo, a série se tornou mais ambiciosa do que nunca nesta sexta temporada, orquestrando uma horda de zumbis que quebrou recordes e construindo uma narrativa com duas linhas do tempo. “Foi bem difícil fazer isso,” disse Greg Nicotero, o produtor executivo, mestre de maquiagem e diretor do episódio. “Certamente não nos intimidamos para tomarmos atitudes ousadas, pode apostar.”

A Vulture foi buscar os detalhes técnicos do episódio com Nicotero, desde misturar CG com ações práticas para montar uma tenda de bronzeamento para deixar a horda de zumbis preparada.

Conforme eu via a estreia e Rick e seu grupo executando um plano tão grande, eu podia imaginar como isso seria um desafio de direção por trás das câmeras. Quais foram algumas das dificuldades?

Greg Nicotero: Bem, posso dizer que primeiramente foi a [abertura da] sequência da pedreira. Eu tinha ideias bem específicas, e coloquei no storyboard muito da revelação da pedreira. Encontramos uma pedreira adequada aqui na Georgia e filmamos nela, mas é claro que a pedreira real era seis vezes maior. Por isso precisamos passar muito tempo pré-visualizando exatamente o quão grande a pedreira era, entendendo quantos zumbis colocaríamos lá. Acho que na última contagem decidimos por 30 mil zumbis na pedreira. E aí, claro, tivemos a logística pra fazer isso parecer autêntico e real. Foi com certeza a maior situação de pré-visualização em que participamos.

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Vocês estão planejando fazer coisas maiores em termos de custo de produção e orçamento nesta temporada?

Greg Nicotero: Sim. Sentimos que temos uma responsabilidade em manter a série fresca. O que eu gosto no roteiro e na maneira como a história se desenrola nessa estreia é que foi diferente de qualquer estreia que já fizemos. Na quarta temporada nós estávamos na prisão e colocamos o barco no mar conseguindo uma sensação de onde todos os personagens estavam. E aí, na estreia da quinta temporada, tivemos um resgate/fuga gigante de lá do Terminus, e sinto como se essa estreia tivesse um pouco dos dois. Ela tem um pouco de emoção e um pouco de aflição e algumas coisas de ação, mas ela também está basicamente montando a primeira metade da nossa temporada em seus pés ao nos deixar cientes, “Ok, essa é a tarefa a ser cumprida e temos o conhecimento do que nosso grupo precisa superar.”

Eu gosto muito do fato de termos usado um jeito de contar a história que não é linear, que começamos logo de onde o último episódio terminou, e usamos um pouco de preto-e-branco para contar ao público que essa era a história do passado versus nossa história no presente. Estou muito satisfeito com isso. Adoro os atores, e eles estavam muito dispostos a voltar ao trabalho e aos papéis. Todos estavam se deliciando com as partes, por isso conseguir que Lennie [James, que faz Morgan] voltasse ao grupo, e conseguir todos de volta novamente, foi um prazer sem igual.

O que fez vocês decidirem pelo uso de preto-e-branco para delinear as duas linhas do tempo na estreia?

Greg Nicotero: Sabíamos que precisávamos delinear as duas linhas do tempo bem claramente. Havia uma preparação prévia em que usamos dessaturação dos flashbacks e supersaturação das coisas do presente, porque queríamos que houvesse uma dica visual. E um dos desafios bem foi quando começamos a supersaturação do presente, tudo ficou muito vibrante e cheio de vida e quando você olhava a horda de zumbis e ela ficava de repente muito colorida, não ficou bom. Um ponto de uma horda de zumbis é o de que ela não pareça vibrante. Parecia que estávamos vendo o Mágico de Oz – de repente você vê a cor e pensa, “Uau. É muito colorido.” Na nossa visão, a cor vibrante era tão prevalente que Scott Gimple e eu meio que lutamos com isso e veio a decisão de tirar toda essa cor. Foi algo arriscado. Eu vi o episódio todo em cores e eu fico com os dedos cruzados para que quando lancemos o DVD, tenhamos uma versão toda em cores, porque alguma coisas da pedreira, quando os zumbis passam pela beirada e caem no fundo da pedreira e se despedaçam, é muito violento e sangrento e é legal ver os rastros vermelhos em volta dos zumbis. Por isso foi uma escolha de estilo – queríamos ter certeza de que o público entenderia que estávamos pulando entre linhas do tempo.

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Estou curioso a respeito da mistura de efeitos práticos e CG na cena de abertura. Como foi isso?

Greg Nicotero: Acho que tínhamos 300 zumbis lá para a parte perto do caminhão. E aí para as coisas mais amplas quando o caminhão desliza pela beirada da pedreira e cai, lá tínhamos zumbis digitais no fundo. O caminhão da frente era de verdade, claro, e o do fundo era CG.

As pessoas sempre falam sobre CG versus prático, e muito do fundo é efeito prático. Como você acha que as CGs devem ser equilibradas com práticos, e quando e onde devem ser usadas?

Greg Nicotero: Sempre fui um proponente do fato de que cada ferramenta é usada para seu efeito máximo. Não seria prático usarmos 30 mil figurantes. De um ponto de vista de filmagem, você nunca poderia deixar 30 mil pessoas prontas. Scott sempre descreveu isso como o Lollapalooza dos zumbis naquela sequência – um mosh pit gigante. Claramente, as tomadas mais amplas foram pensadas para serem digitais porque essa é a ferramenta para se usar. Mas quando o zumbi se força entre os dois caminhões e a pele se rasga, isso obviamente era algo que queríamos fazer com efeitos práticos. Além disso, às vezes é um algo relacionado à nossa agenda de filmagens. Na primeira temporada, fizemos muitos dos tiros na cabeça com efeitos práticos e cabeças explodindo com sangue de verdade, mas quando é preciso fazer 25 ou 30 desses em uma cena, não se tem tempo nem mesmo para entrar e limpar o sangue e trocar as roupas dos figurantes. Você tem que seguir em frente. Por isso desenvolvemos a oportunidade de fazer muitas das explosões de cabeça e tal de forma digital – e alguns são práticos – mas para a maior parte é como pintar um quadro. Mesmo do ponto de vista de direção, é sempre crítico usar quaisquer ferramentas que sejam mais apropriadas para contar a história, e quando estamos vendo sequências onde zumbis estão caminhando em direção à câmera e os rostos apodrecidos, isso é certamente prótese.

Qual a utilidade de efeitos práticos?

Greg Nicotero: Prático é real. Não há dúvidas de que o zumbi que está caminhando em sua direção é algo que você pode alcançar e tocar. É tangível. O único desafio com o efeito visual é que a forma que o seu cérebro processa essa informação em oposição à forma que seu cérebro processa a informação de um caráter prático é muito diferente. Uma das coisas que eu penso ser muito importante para se fazer é misturar as duas coisas. Tipo, com a cabeça de Hershel na quarta temporada, filmamos uma cabeça prática animatronica com movimento de mandíbula, e então colocamos os olhos digitais para que os olhos ficassem olhando e se movendo. Por isso, ao usar a mistura das duas técnicas, você está contando uma história, e também está dando ao público a oportunidade de coçar a cabeça e dizer, “Deus, como eles fizeram isso? Isso parece tão real.” Foi por isso que eu entrei nesse ramo. Vendo “O Tubarão” e tentando entender como eles fizeram o animal.

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Como a experiência com efeitos visuais e maquiagem afetam sua direção?

Greg Nicotero: Quando se está lidando com atores que usam próteses, você é a primeira pessoa que eles veem pela manhã, e é a última pessoa que eles veem ao final do dia. Você está auxiliando na transformação deles. Por isso eu passo muito tempo ganhando a confiança dos atores com quem trabalhei em filmes. Quando peguei o chapéu de diretor, entendi o quanto esses aspectos de direção acabam sendo, além do fato de que trabalhei tanto com efeitos, que eu entendia mesmo o quão intrínsecos os efeitos precisão ser para que se possa contar a história. No fim dos anos 70 e no início dos anos 80, quando efeitos de maquiagem estavam meio que ganhando seu espaço, os filmes paravam para as sequências de efeitos especiais, e quando criança você adora esse tipo de coisa porque – Ah, meu Deus. Isso é o que há! – e o quão especial é ter essas sequências de efeitos. Essas coisas me inspiraram. Elas também me ensinaram que você precisa ter muito cuidado e cautela sobre como coreografa essas sequências para manter o momento do caminhar da história.

Esse foi o maior grupo de figurantes que você teve que usar?

Greg Nicotero: Sim. Eu tenho certeza de que quebramos nosso recorde no primeiro episódio em termos do número de zumbis que tivemos. Tivemos ao menos dois dias em que eram 300 pessoas na maquiagem. A cada dia. E foi um desafio enorme. Quando Daryl está na motocicleta em direção à intersecção e eles construíram a parede que redirecionava os zumbis para longe de Alexandria – foi o maior dia de zumbis que já tivemos.

Quais foram as dificuldades de lidar com um elenco tão grande de figurantes?

Greg Nicotero: Uma das coisas que eu estou constantemente refinando é o nosso processo de maquiagem conforme a série progride. Eu certamente estava muito interessado em poder permitir que minha equipe criasse mais visuais de zumbis no período de tempo disponível. Então o que fizemos foi montar uma tenda de bronzeamento por spray. Queríamos ter total certeza de que quando você olhasse para uma multidão de 300 pessoas que não seriam 120 pessoas com maquiagem e outros 180 com máscaras ou rostos rosa. Então nós basicamente redesenhamos nosso fluxo de trabalho para nos permitir ter 100 ou mais pessoas que passassem pelo bronzeamento em spray e então jogávamos spray com uma maquiagem de cor pálida e adicionávamos uma cor morta e aí uma cor de sangue espirrado. Isso nos deu uma mistura muito boa.

É como um lava rápido ao contrário.

Greg Nicotero: Um lava rápido ao contrário. Exatamente.

Você os colocou todos na escola de zumbis?

Greg Nicotero: Todos eles passaram pela escola de zumbis, sim. Cada um deles. E alguns deles foram de escolas de zumbis de outra temporada, mas fizemos uma escola de zumbis enorme neste ano porque tínhamos esses números grandes.

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Fonte: Vulture

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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