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Robert Kirkman e Greg Nicotero prestam homenagem a Michael Cudlitz

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Os espectadores de The Walking Dead ainda estão de luto pela perda do homem máquina conhecido como Sgt. Abraham Ford. Arrasando com um bigode ruivo em formato de guidão e com uma fonte inesgotável de falas hilárias, Abraham tornou-se imediatamente um dos favoritos dos fãs graças a Michael Cudlitz. E Cudlitz foi um favorito para aqueles que fazem a série também.

Robert Kirkman (que criou o personagem Abraham nos quadrinhos de The Walking Dead) e Greg Nicotero (que dirigiu Cudlitz em seus dois últimos episódios) falaram com a Entertainment Weekly para prestar homenagem ao seu colega de trabalho e amigo.

Robert Kirkman sobre Michael Cudlitz:

“Cudlitz é ótimo. Ele não é muito parecido com seu personagem, mas a forma como ele interpretou Abraham foi realmente incrível, pois Abraham tinha que ser esse tipo de cara no comando, machão e bastante intenso, e foi incrível o fato de termos sempre conseguido fazer com que ele dissesse aquelas falas insanas da maneira que ele o fez – ele simplesmente sempre as interpretava melhor do que poderíamos ter imaginado. Uma das coisas mais incríveis sobre Cudlitz é que surgiu essa vulnerabilidade estranha sobre Abraham. Você podia vê-lo abalado com a transição de Rosita para Sasha e a profundidade do personagem que Cudlitz foi capaz de demonstrar foi absolutamente notável. Ele tinha esse exterior extremamente durão mas, ao mesmo tempo, você percebe que ele era um cara muito carinhoso e que existiu muita dor em sua vida. Ao interpretar um personagem tão forte, que é tão ridiculamente macho – aparentemente, esse tipo de personagem seria desprovido de emoção, mas Cudlitz foi realmente capaz de demonstrar isso e interpretar esses dois contrastantes traços emocionais muito bem e um sempre próximo ao outro.”

Greg Nicotero sobre Michael Cudlitz:

“Michael é um cineasta. Ele é uma daquelas pessoas que é cineasta e ator, e sempre foi tremendamente curioso no set. Ele me seguiu durante alguns episódios e eu não ficaria surpreso se nós o víssemos atrás das câmeras em algum momento no futuro próximo, porque ele é um cara muito talentoso. E Michael tem instintos impecáveis que geralmente são certeiros. Os escritores lhe deram bastante m**da para dizer, mas ele soube entregar as falas.

Me lembro de estar atrás da câmera, quando ele gritou: ‘Quem é Deanna?’, e eu continuei rindo porque parecia um cara bêbado no meio da multidão que estava berrando. Fui até eles no meio de um take e falei algo do tipo: “Cara, ficou tão engraçado”, e ele falou: “Bem, eu estou bem no fundo e eu tenho que ter certeza de que todo mundo está me ouvindo.” Então, toda vez que ele tinha algo a dizer, era como aqueles antigos comerciais de E.F. Hutton, onde todos paravam para ouvir. Eu não acredito que haja outro personagem em nossa série, com talvez a exceção de Melissa com o “Olhe para as flores”, que as pessoas citem o diálogo de volta para o ator com mais frequência do que com Michael. Ele trouxe uma sensação de grandeza para Abraham, que o fez se sentir como o protetor. Você se sentia como, se estivesse perto de Abraham, você estaria bem porque ele iria te proteger e cuidaria de você com seu ligeiramente arrogante e sem filtros de ser.”

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas madrugadas de domingo para segunda-feira no AMC Internacional, às 00h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 00h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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Fonte: Entertainment Weekly

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