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6ª Temporada

Lauren Cohan diz que Maggie se tornará mais ainda uma figura de liderança na 6ª temporada de The Walking Dead

Elayne Gonçalves

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Ela pode não estar na linha de frente da batalha do lado de fora dos muros de Alexandria, mas Maggie Greene está aprendendo uma das habilidades mais importantes para manter a comunidade em segurança em The Walking Dead: Ela está sendo educada em como liderar, sob a tutela de Deanna Monroe. Mas como essa liderança se desenvolverá na sexta temporada?

A Entertainment Weekly conversou com a atriz Lauren Cohan, que interpreta Maggie, para obtermos respostas sobre o assunto, bem como sobre ameaças iminentes do lado de dentro e do lado de fora das muralhas.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Quando você tem um elenco gigante assim, obviamente haverá determinados períodos em que sua storyline será mais proeminente e outros período em que será menos assim, pois esse é o círculo natural das coisas. Tendo dito isso, eu queria ter visto mais a Maggie na temporada passada. Como é estar em uma série em que você sabe que há um elenco gigante e que haverá momentos nos quais você terá a chance de realmente se destacar e brilhar, e outros momentos nos quais você precisará desaparecer um pouquinho?

LAUREN COHAN: É, essa é uma pergunta realmente boa porque eu estava pensando sobre isso antes. Se você recuar na história e pensar, “Como Maggie mudou?”, e observar o contexto de Maggie e de Glenn, mas também olhar para os dois como pessoas individuais, as mudanças que aconteceram com ela foram tão rápidas… Eu penso que muito disso resulta de como o mundo mudou e, então, dar zoom nesses personagens e em como eles se apropriam de uma nova situação ou de um novo mundo.

Eu me sinto assim em relação a minha própria vida e em relação à Maggie. Eu me sinto extremamente diferente dessa personagem, mas sinto que nossa jornada é similar. Ela meio que fez o que queria fazer, que é proteger sua própria família. Agora, está aprendendo a existir mais em uma posição de liderança, como a personagem de Deanna. O que eu realmente gostei é que, enquanto ela está aprendendo, vocês não a veem, e, então, ela pode voltar, adquirir mais autoridade e fornecer mais orientação e mais ajuda. Você vê Rick confiando muito em Maggie nessa temporada e isso pôde acontecer porque ela pôde observar as coisas de maneira periférica. Eu acho que isso “ecoou” na forma como vemos esses personagens. Quer dizer, eu definitivamente gostaria de fazer mais, mas eu acho que nós, na verdade, aprendemos mais sobre a série se considerarmos a totalidade. Eu acho que nós aprendemos mais sobre os personagens ao vê-los no contexto da “paisagem” inteira.

Eu não sei até que ponto você acompanha a série de quadrinhos, mas, nela, Maggie acaba tendo uma posição de liderança muito proeminente, então, vê-la nesse papel que ela ocupa agora com Deanna claramente faz sentido em termos de isso conduzi-la a outro lugar, eventualmente.

Lauren Cohan: É, e isso é o que tem sido interessante para mim porque eu sinto que ela não está tentando se precipitar. Está dizendo, eu nunca vou tentar e assumir o controle quando outra pessoa pode fazer isso melhor do que eu. Ela é um daqueles observadores quietos que sempre têm as melhores intenções. Ela tem seus valores no lugar certo e, então, quando o que ela pode oferecer for uma habilidade necessária, ela dará um passo adiante.

Não me interprete mal. Às vezes, eu quero trabalhar mais, mas quando nós temos o foco em alguém… tipo, existe um episódio nessa temporada que realmente esgota você. E isso também foi o que aconteceu com o episódio em que encontramos Beth. Foi um episódio enorme, e, nos intervalos, você está se curando disso ou se preparando para o próximo round. E eu acho que isso tem muito a ver com quem Maggie é.

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Nós sabemos que haverá certa divisão em Alexandria quando a série retornar, então como as coisas ficarão em termos de todos estarem “na mesma página”?

Lauren Cohan: Quando existem pessoas mortas, eles invariavelmente querem encontrar alguém para culpar. Como Pete se tornou um grande catalisador para o que aconteceu, mas não está mais vivo, não podem culpá-lo; Rick, para todos os propósitos, é a pessoa mais louca que eles já viram. Eu acho que todos estão apavorados, tanta coisa já aconteceu, é uma loucura. O que é mais assustador para eles é que Deanna, o pilar da comunidade, não sabe o que fazer. Saber que a outra única força existente é esse homem louco deixa as pessoas preocupadas. Eu acho que o tema de tudo é: De onde essa ordem virá? Esse é todo o sentido da primeira metade da sexta temporada: essa bolha idílica ser esmagada. Então, literal e metaforicamente, para onde eles irão?

Vamos falar sobre os Lobos, porque eles claramente foram criados na última temporada como uma ameaça iminente.

Lauren Cohan: Os Lobos serão como o início do fim. Os Lobos serão incrivelmente assustadores e, em certo ponto, teremos uma quantidade limitada de pessoas fortes que podem lidar com eles. Nós vemos isso variar muito na temporada, que as pessoas que moram em Alexandria estão completamente mal equipados, e nós já vimos isso com o filho de Deanna e com os eventos da última temporada. Eles simplesmente não sabem como lidar com esse mundo, e o grupo está enfraquecido. E é exatamente nesse momento que os Lobos vêm nos atacar e realmente parece impossível proteger a cidade desses caras. Tudo decaiu. Não há confiança, e guardiões como Glenn e como Rick e as pessoas mais fortes do grupo têm muito a fazer.

Walker - The Walking Dead _ Season 6, Episode 1 - Photo Credit: Gene Page/AMC

E quanto à situação dos walkers, porque eu sei que vocês tiveram um dia com 300 walkers no primeiro episódio. Quando eu estava no set, havia 140 deles. Então o que você pode dizer sobre a dimensão e a quantidade desses walkers com os quais vocês lidarão?

Lauren Cohan: Sabe, o que eu gosto em relação a isso é que, às vezes, há muito foco nesse grupo, na dinâmica do grupo ou mesmo nas ameaças humanas ou o que quer que seja, e os primeiros episódios, novamente, nos dão o escopo de como que o resto do mundo se parece. Quando você acha que lidar com isso vai te manter a salvo por um segundo, você não tinha imaginado que poderiam vir do Leste ou das montanhas. Existe essa coisa enorme que você nunca tinha imaginado e que vai ameaçar você. Então nós definitivamente prestamos mais atenção sobre o quão extraordinária a luta é. É como uma perspectiva repentina, como se você estivesse tentando manter um pequeno buraco em segurança, mas existe um rato maior do que você imaginava se escondendo lá.

Você sabe que eu sempre preciso entender o status de relacionamento de vocês porque Maggie e Glenn têm sido uma constante. Como estão as coisas entre esses dois na sexta temporada?

Lauren Cohan: Sabe, está realmente ótimo e eu sinto que estamos aprendendo muito sobre o relacionamento de Maggie e de Glenn por não os ver muito juntos. Mas você os vê fazendo coisas um em homenagem ao outro. Você vê buscas nas quais Glenn têm que ir e buscas nas quais Maggie têm que ir e, para mim, é assim que o casamento deveria ser. É como viver para o bem da outra pessoa. Nós definitivamente temos momentos muito, muito bons nessa temporada e eles estão evoluindo. Foi uma jornada tão louca.

Eu vi um episódio antigo outro dia e pensei, “Meu Deus, ele era um entregador de pizza!” Maggie e Glenn estão em um lugar ótimo e o amor não é algo fácil. É decidir ser forte para aquela pessoa porque as coisas estão muito, muito difíceis e eu acho que é nisso que Maggie e Glenn estão melhorando. Eu gosto de expressar isso no mundo, de expressar isso com esse casal. É animador. Há muita doçura e muitos desafios assustadores de verdade – não para os dois enquanto casal, mas para os dois enquanto indivíduos. Essa é a minha temporada preferida até agora. E eu já disse isso antes, mas essa é a minha temporada preferida até agora.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sexta temporada no dia 11 de Outubro de 2015 – às 22h no AMC Internacional e às 23h na FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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