Siga-nos nas redes sociais

3ª Temporada

Terceira Temporada: Glen Mazzara promete grandes acontecimentos para o final

Rafael Façanha

Publicado há

em

O site ‘Best Horror Movies’ comentou hoje a entrevista concedida ontem por Glen Mazzara ao ‘Scenestr’ (e gente, no BHM eles escreveram ‘Glenn’ lá pelo meio do texto, erro de principiante, né? Não vamos confundir os Glen[n]s!), destacando o fato de que pela primeira vez o showrunner deixa vazar alguns detalhes sobre o que está por vir para o final dessa temporada. Como nós, walkers de plantão já sabemos muito bem, realmente é bem raro conseguir mínimos spoilers vindos de qualquer um dos envolvidos na série. Mas essa semana parece que estamos com sorte, pois o ‘The Hollywood Reporter’ também conseguiu arrancar algumas revelações do elenco.

Glen deixou escapar ao ‘Scenestr’, por exemplo, que muito provavelmente os personagens Carl, Beth, Maggie e Carol estarão vivos por enquanto – mas só por enquanto! Na verdade ele dá a entender que nesse momento não haverá nenhuma outra morte que cause grande impacto ao grupo principal, pelo fato de todos eles já estarem lidando com grandes dramas atualmente. Confira a entrevista na íntegra:

A Ascensão do ‘Showrunner’

Sob a direção do showrunner Glen Mazzara, The Walking Dead se tornou a série dramática de tv a cabo mais assistida da história.

Enquanto a terceira temporada se encaminha para seu final, eu (Rohan Williams, do ‘Scenestr’) conversei com o indicado ao ‘Writer’s Guild of America Award’ para falar da lógica da morte, a ascensão do showrunner (e a queda de Dan Harmon), e como gerenciar um hospital o preparou para comandar o maior fenômeno da televisão.

ATENÇÃO: Se você não estiver em dia com a terceira temporada e com a HQ, haverá spoilers à frente.

Ei, Glen. Você nos entregou outro grande episódio [‘I Ain’t A Judas’] esta semana. Você deve ter ficado feliz com a forma como ele saiu, certo?

Sim, eu fiquei! Você sabe, nós passamos muito tempo construindo o episódio, onde Andrea finalmente se conecta com o resto do grupo, e eu acho que o público tinha muitas expectativas sobre como isso seria. Mas dado o que cada personagem está lidando, eu achei que o episódio fez muito sentido. Eu fiquei feliz com a maneira que se construiu.

Você mencionou a Andrea, e há muita especulação por aí sobre o papel dela na série. Você toma conhecimento de conversas na internet; lê comentários ou fóruns?

Eu leio! Eu leio! Estou muito interessado em saber como o material chegou no público. Eu acho que é histérico que as pessoas debatam estas coisas do jeito que eles fazem, é muito divertido ler isso. Muitas pessoas têm reações muito fortes, tanto positiva como negativamente, a cada episódio.

Isso não afeta a forma como escrevemos o programa. A série é totalmente filmada e editada ‘dentro da lata’ (independente das opiniões do público) até agora. Estamos adiantados na história, e a equipe de criação para a quarta temporada já preparou os scripts. Então [a reação do público] não afeta a maneira como contamos a história, mas é sempre divertido ver como as coisas são recebidas.

Você recebeu uma grande reação quando matou Axel semana passada. Como estudo de caso, você pode nos esclarecer o processo que levou à morte de Axel? Por que alguém teve que morrer nesse episódio, naquele momento, e por que teve que ser Axel?

Excelente pergunta. Primeiro de tudo, vamos pensar sobre o cronograma. Glenn e Maggie são sequestrados e, mais tarde naquele dia, Michonne chega e diz: ‘você precisa salvar seus amigos’. Então Rick e mais alguns chegam à noite, e ao longo da noite, eles atiram em Woodbury, e libertam Daryl nas primeiras horas da manhã. Então, você tem cerca de três episódios ao longo de dois dias. Então o ataque do Governador é como um dia e meio depois, certo? Então ele ataca rapidamente. Pessoas assistindo estão dizendo, ‘oh, parece que é uma semana mais tarde”. Não. Havia passado cerca de 15 horas, quando ele foi para o ataque.

Quando o Governador aparece, ele não está lá para invadir a prisão ou iniciar um grande ataque, ele só quer enviar uma mensagem para essas pessoas. E como ele está fazendo isso, ele vai parecer ineficaz se não resultar em uma morte. Você sabe, nós queremos ter uma batalha grande, mas ele não está invadindo, então ele só vai atirar em alguém, e isso vai resultar em uma morte. Caso contrário, ele pareceria completamente impotente.

Agora a questão é, a morte de quem? Para ser muito honesto, eu não queria matar qualquer um dos personagens principais. Nós, obviamente, não queríamos matar Rick. Carol estava no topo da lista, mas eu não queria matar Carol, porque nós temos uma história que está vindo para ela. Nós pensamos na possibilidade de matar Beth. Eu acho que a atriz não sabe disso. Você sabe, eu amo Emily Kinney. Mas eu senti que teria um impacto muito grande sobre o grupo. Iria simplesmente devastar o pobre Hershel. Isso levaria a um caminho que eu não queria para o resto da temporada. E nós já estávamos lidando com os sentimentos de Maggie sobre a agressão sexual causada pelo Governador, então não queríamos complicar isso com um luto por sua irmã.

Nós conversamos sobre a morte de Carl nesse episódio! Nós realmente conversamos… Infelizmente, você sabe, pelo processo de eliminação, chegamos a Axel. Veja, eu gosto da performance de Lew Temple para Axel muito, muito mesmo, e nós estávamos apenas começando a descobrir esse personagem e desenvolvê-lo de uma maneira que nós amamos. E nós, provavelmente, poderíamos ter tido mais histórias com ele. Mas o Governador era o personagem principal nesse momento. Precisávamos ter certeza que ele não era ineficaz. Porque, caso contrário, ele não é um cara mau que poderia ser um perigo ao nosso grupo. Então isso foi muito importante.

Você sente algum arrependimento, no sentido de perder aquelas histórias que você poderia ter tido com Axel? Você tem que pesar o valor dessas histórias versus o valor de construir o Governador?

Você tem! Você tem. E há outras coisas que vêm de uma necessidade de a história servir de uma certa maneira ao Governador ou a Rick. Esses são os personagens principais. Você tem que atender os personagens principais. Mas eu tenho que pensar sobre essas escolhas. Se o show em algum momento cair em um ritmo em que os personagens estão sendo salvos só porque gostamos desses personagens, então ele vai parecer artificial. Não vai ser fascinante e emocionante e imprevisível a cada semana. Você tem que fazer essas escolhas difíceis.

Uma das coisas que eu amo sobre a representação do Governador na série é que ele surge mais cavalheiro do que o seu correspondente dos quadrinhos. É mais fácil acreditar que esse cara poderia enganar e liderar as pessoas. Isso foi algo que David Morrissey trouxe para o papel, ou foi uma decisão deliberada de sua parte?

Essa foi uma decisão da minha parte. Eu realmente não queria que o Governador fosse um arquivilão. Eu queria ver uma pessoa se desenvolver até se tornar esse personagem. Meu lema para o Governador foi que ele é um homem narcisista o suficiente para acreditar que este apocalipse é sobre ele. Que tudo isso está empurrando-o para o palco mundial, e que mil anos a partir de agora, quando a humanidade sobreviver e as crianças estiverem estudando livros de História, o seu nome vai se destacar como Augusto César ou Carlos Magno ou alguma outra grande figura histórica que manteve as luzes acesas durante uma idade escura. Eu achei que isso seria muito interessante.

Então eu falei com o David sobre isso, e David estava interessado em interpretar esse personagem. Ele não quer interpretar um arquivilão. E se você olhar para o que [Walking Dead criador Robert] Kirkman fez, Kirkman na verdade apresentou o personagem como um vilão nos quadrinhos, e depois voltou na história através dos romances (A Ascensão do Governador e O Caminho para Woodbury), depois que o personagem tinha sido morto na HQ, e preencheu sua história anterior aos quadrinhos para mostrar como ele se desenvolveu. Assim, mesmo Kirkman sentiu que este processo era interessante, então ele o contou depois da história do Governador na HQ ter sido finalizada. Então este é um personagem interessante. Eu acho que todos nós nos perguntamos como o Governador pode cometer tais atrocidades, e eu tinha uma perspectiva muito forte sobre isso acontecendo.

Quando se trata de contar o passado dos personagens – não tanto Axel, mas os que se destacaram mais – você se sente como se tivesse que seguir o modelo estabelecido pelos quadrinhos, de certa forma? Mesmo se você chegar de diferentes maneiras, é importante você chegar aos mesmos lugares? Ou é um show diferente?

Acho que o programa tem sido um show completamente diferente. Agora, o que acontece com ele na quarta temporada, já que eu deixei o programa, é com a equipe de criação que está no lugar. Mas eu acredito que você tem que ter liberdade com o material, porque parte da natureza dessa HQ é ser realmente imprevisível. Você quer jogar com as expectativas do público, e às vezes entregá-los a história de uma forma surpreendente. Às vezes, você não quer entregá-los, você quer segurar, o que leva a alguma frustração para muitos dos leitores dos quadrinhos. Mas, você sabe, há cerca de cem mil pessoas que lêem esse livro em quadrinhos, e há onze milhões de pessoas assistindo à série. Então acho que muitas das decisões que fizemos encontraram um público mais amplo. Para ser fiel ao espírito dos quadrinhos, você tem que ser infiel ao enredo dos quadrinhos. Essa tem sido a minha abordagem, sim.

Como foi sua relação de trabalho com Robert Kirkman? Você está a par do que está por vir nos quadrinhos; ele tem muito a dizer sobre o que está por vir na série?

Bem, Robert é um dos produtores executivos do programa. Ele está na sala dos roteiristas. Então, todo o material que desenvolvemos foi com a sua bênção. Ele tem sido um participante plenamente criativo, então ele está totalmente envolvido no desenvolvimento deste material. Quanto ao livro em quadrinhos, não, ele mantém separado. Nós não discutimos isso. Uma vez, ele deixou escorregar um spoiler sobre uma morte importante na edição 100, e todos os escritores ficaram meio que chateados. “Não nos diga! Nós queremos que seja uma surpresa!” Eles não querem saber disso. A história em quadrinhos é muito, muito diferente do show, e ele escreve sozinho. Nós não temos nenhuma participação nisso.

Você foi o showrunner das duas últimas temporadas, e parece que o perfil do showrunner na televisão nunca foi tão importante. Obviamente Frank Darabont trouxe um perfil elevado na primeira temporada, você também pode pensar numa série como ‘Community’ e a indignação dos fãs após a partida de Dan Harmon. Você acha que uma maior visibilidade do showrunner é uma algo positivo?

Eu acho que sim! Você sabe, o showrunner fornece a visão para o show. Eu acho que o showrunner merece! Eles estão conduzindo a visão criativa da série. Então, mesmo que seja um meio de colaboração, o showrunner é o equivalente ao diretor de um longa-metragem. Essa é a pessoa que pastoreia o trabalho através de todo o processo. Showrunners se dedicam às séries. Estamos envolvidos em todos os aspectos da série, tanto de criação e produção. Nós somos responsáveis por orçamentos, cronogramas, guarda-roupa, elenco… não há nenhum aspecto da série em que eu não estou envolvido, que não abordo de uma posição de autoridade. Você está aprovando estilos de cabelo, você está aprovando guarda-roupa, você está aprovando adereços, você está aprovando isso e aquilo. Os diretores são os que estão em rotação através do sistema. Então eu acho que é justo.

Eu acho que se você considerar uma série como ‘Community’, essa foi certamente uma série que foi a voz de Dan Harmon. É uma série comprovadamente diferente sem ele. Isso é o que somos pagos como showrunners, adicionar nossas vozes ao show. Darabont teve uma voz particular, eu tenho uma outra. E os fãs vêem isso! Os fãs reconhecem isso. Isso é o reconhecimento da dedicação de uma porção de homens e mulheres que colocam seus corações e almas nessas obras.

Você mencionou orçamentos. Você foi o gerente de logística do Departamento de Emergência do Centro Médico da Universidade de Nova York, um longo tempo atrás, e você concluiu um projeto de reforma de um milhão de dólares usando 450 mil. Como essa habilidade de gerenciar um orçamento o preparou para essa carreira?

Você sabe, é engraçado. Você é a primeira pessoa a me perguntar sobre esse projeto em particular, e são muitas das mesmas habilidades sociais que eu uso como um showrunner. Minha abordagem – e isso parece simples – é que o trabalho é feito por pessoas que realmente fazem o trabalho. OK? Assim, por exemplo, não se trata necessariamente de falar com os superiores em uma organização. Você tem que começar no primeiro nível.

Quando estamos filmando uma cena, e há dúvidas sobre quem vai carregar qual arma, o cara dos adereços me chama e diz, ‘Bem, o script diz isso, mas eu acho que eles não iriam levar essa arma “. E porque ele é o especialista que está na prática, eu aceito o que ele me diz, e vou mudar o script. Porque isso vai torná-lo mais preciso, e esse cara sabe do que está falando. Você entende o que eu estou dizendo?

Sim.

Então, quando eu estava fazendo o projeto no hospital, eu fui ao redor falar com os carpinteiros, os carregadores, os pintores, as pessoas que realmente fazem o trabalho e não obtém nenhum reconhecimento por isso. E você trabalha junto com essas pessoas. Quando eu estou comandando um show, eu conheço as pessoas que estão trabalhando no show. Claro, eu estou em uma posição de autoridade, mas você também quer contar com o elenco e a equipe e as pessoas que estão tão perto da produção quanto possível e confiar neles. Deixar que se comuniquem com você, e ouvir os seus problemas.

Esse tipo de estilo de gestão, eu acho, tem sido muito bem sucedida para mim. Trata-se de ouvir as pessoas que estão mais próximas da produção e os problemas, e deixá-los sentir valorizados e oferecer soluções. Eu não sou o tipo de pessoa que é um chefe de cima para baixo, que só faz proclamações do alto. Isso não é eficaz. Esse não é meu estilo de gestão de forma alguma.

Eu acho que nós provavelmente só temos tempo para mais uma pergunta. De certa forma, as séries de televisão com vários autores é como improvisação, no sentido de que você tem que dizer “sim” para o que o último cara deixou. Você tem que dar prosseguimento a isso. Você pretende fechar suas histórias no final desta temporada, ou você tem algumas notícias bombásticas planejadas para cair no próximo cara?

Bem, o próximo cara, Scott Gimple, esteve envolvido por um tempo. E Robert Kirkman, Gale Anne Hurd e Greg Nicotero, a equipe de criação, foram todos produtores da terceira temporada. Então não há material lá que seja surpreendente para eles. Eles estavam envolvidos no desenvolvimento desse material. Dito isto, ouça… o final da temporada vai ser uma bomba, como você diz. Nós não seríamos The Walking Dead se não instigássemos a narrativa a cada semana.

Então, essas pessoas têm seu trabalho preparado para eles, sabe? Esperamos que esta temporada permaneça em alta e no final do meu trabalho eles estarão em uma posição de ter uma quarta temporada de sucesso. Vamos ver o que acontece.

Nós mal podemos esperar para assistir o resto da temporada. Obrigado por seu tempo hoje.

Eu agradeço. Muito obrigado.

E agora, será que podemos ficar tranquilos porque Mazzara mostrou razões para poupar os personagens principais nesse momento, ou devemos nos preocupar, já que ele também disse que não se pode poupar personagens apenas porque gostamos dele? Quem aí aposta em uma grande morte para o fim desta temporada? Deixem suas opiniões nos comentários!


Fonte: Scenestr
Tradução: Nat Price / Staff Walking Dead Brasil

Continue lendo
Publicidade
Comentários

3ª Temporada

The Walking Dead volta a ser exibida pela Band

Vinícius Castro

Publicado há

em

Após um longo tempo fora da programação da TV aberta brasileira, The Walking Dead finalmente voltou à programação da Band. Desde segunda-feira, dia 06 de junho de 2016, o drama zumbi voltou a ser reexibido para o público que não tem a chance de acompanhar por serviços de streaming ou TV a cabo.

De acordo com afirmações da emissora, a exibição trará inicialmente apenas reprises da terceira temporada (definitivamente a mais controversa da série, que sofreu sob o comando do showrunner Glen Mazzara), e o horário é bastante curioso: serão exibições semanais (exceto fins de semana), sem um horário definido – basicamente na faixa entre meia-noite e 2h da manhã.

Exibida originalmente entre 2013 e 2014, a terceira temporada retorna com Rick (Andrew Lincoln) e seu grupo encontrando a prisão. Também introduz o Governador (David Morrissey) e sua cidade, Woodbury. A temporada destacou a introdução de Philip Blake e Michonne (Danai Gurira), e também o retorno de Merle (Michael Rooker), o irmão de Daryl (Norman Reedus).

carls3

Ainda não há informações se a emissora exibirá a quarta e quinta temporadas em sequência, então fiquem ligados para qualquer nova atualização aqui no site.

E então, o que achou desta iniciativa da Band? Irá acompanhar a reprise do terceiro ano? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada em Outubro de 2016 na AMC e na FOX Brasil. O trailer da temporada, bem como a data oficial de lançamento, será divulgada durante a Comic Con de San Diego em Julho.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.

Continue lendo

3ª Temporada

Prédios da 3ª temporada de The Walking Dead estão a venda

Rafael Façanha

Publicado há

em

Não foi exatamente a volta ao lar que Rick e Carl esperavam. Ao retornar a King County, Georgia, juntamente com Michonne, pai e filho lembraram-se de como a vida era antes do apocalipse, e por mais agridoces que fossem aquelas memórias, nada se comparou ao reencontro de alguém do passado, vivo e respirando: um enlutado e enlouquecido Morgan.

O decimo segundo episodio da terceira temporada, “Clear”, é considerado um dos mais pungentes e poderosos episódios em The Walking Dead, mostrando uma performance comovente de Lennie James e uma atmosfera de cidade fantasma. A rua principal cercada por armadilhas se transformou em um set inesquecível, e agora você pode viver neste local onde tantos walkers foram mortos, uma vez que nove prédios do centro de Grantville, Georgia, e que serviram de locação para “Clear”, estão à venda no eBay.

Com um lance inicial de $680.000 – ou mais de 2 milhões de reais, na conversão feita pelo site de leilões – os prédios rústicos de Grantville estão sendo leiloados no eBay e serão vendido a quem fizer a maior oferta até o prazo final do leilão, em 26 de março. A CNN relata que, de acordo com o prefeito de Grantville quatro filmes serão rodados na cidade em um futuro próximo. O espaço ainda foi utilizado na gravação de outras produções, como “Os Infratores” e “Debi e Lóide 2″. Para saber mais informações, visite a conta do ebay ou a página oficial dos tours, que são oferecidos pela região.

FOTOS DE GRANTVILLE:

grantville-the-walking-dead-001

grantville-the-walking-dead-002

grantville-the-walking-dead-003

grantville-the-walking-dead-004

FOTOS DO EPISÓDIO “CLEAR”:

Você também pode comparar a aparência real de Grantville com a sua aparência durante as filmagens de “Clear” nas fotos abaixo:

the-walking-dead-clear-001

the-walking-dead-clear-002

the-walking-dead-clear-003

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.


Fonte: Daily Dead
Tradução: @Binapic / Staff Walking Dead Brasil

Continue lendo

3ª Temporada

Os 3 momentos mais frustrantes de The Walking Dead em 2013

Rafael Façanha

Publicado há

em

The Walking Dead é o maior e melhor seriado de TV na atualidade, mas, às vezes, ele nos enlouquece. Agora que 2013 se perdeu nas brumas, é um bom momento para relembrarmos os altos e baixos do ano. Já compartilhamos cinco dos melhores momentos de 2013 – que incluiu a segunda metade da terceira temporada e a primeira metade da quarta temporada. Temos apenas três “piores momentos”, já que The Walking Dead definitivamente tem mais altos do que baixos. E mesmo os “piores” momentos não passam de amor bruto – não abandonaremos o show nunca. Então aqui enumeramos três candidatos ao mais frustrante momento de 2013. Confira a lista e deixe sua opinião nos comentários abaixo.

1. Andrea morre, o Governador sobrevive

Andrea-Governador-The-Walking-Dead

Toda a história de Andrea para a terceira temporada é questionável. Por que eles a transformaram na garota ingênua que se apaixona pelo cara errado e fica com o estranho bonitão, e não com sua amiga? O fato de Andrea ser a última a saber de tudo apenas a tornou uma idiota aos olhos do público. É uma vergonha, já que ela é uma excelente personagem nos quadrinhos e sobrevive por muito mais tempo (Na verdade, ela ainda está viva na HQ neste momento).

A pior parte foi vê-la naquela cadeira, durante o season finale da terceira temporada, apenas olhando para Milton e conversando com ele, enquanto o mesmo se preparava para morrer. Ela simplesmente disse “Eu tentei”, e teve sua partida melancólica.

Laurie Holden mais tarde disse que, se ela fosse um dos roteiristas, as coisas teriam sido muito diferentes. O Governador teria morrido – preferivelmente antes de massacrar seu próprio povo – e Andrea seria mais como a equivalente da HQ. Pena… sem dúvidas teríamos uma grande personagem se ela tivesse sido desenvolvida adequadamente.

2. Os novos amigos do Governador concordam com a guerra

governador-grupo-the-walking-dead-4-temporada

Veja, o Governador é sedutor, carismático, manipulador. Entendemos. Andrea certamente concorda! Mas vamos lá! Ele faz um discursinho aos seus novos amigos no velho acampamento de Martinez e, de repente, eles estão todos concordando que é válido atacar a prisão e tomar para eles? Mesmo que isso signifique matar a todos? Eles sequer estavam em perigo imediato.

Lilly disse que eles poderiam simplesmente ficar lá, uma vez que o acampamento era o novo “lar”, o que parecia ser uma opção justa. Poderia ser diferente se eles tivessem sob constante ataque, ou passando fome, mas eles estavam jogando golfe, se reunindo para beber cerveja e passando o tempo. Não havia nenhum ímpeto para a guerra. Por que essas pessoas desejariam arriscar suas vidas pela palavra de um cara que eles sequer conhecem, para tomar um lugar que eles sequer precisavam?

3. A morte aleatória de Meghan

lilly-meghan-the-walking-dead-4-temporada

Realmente, foi muito legal ver um walker literalmente sair de sua tumba daquela maneira. Legal. Mas que final aleatório para Meghan. Primeiro, sua mãe Lilly simplesmente está contemplando o rio, enquanto um walker leeeeeeeeeeeeeeeentamente anda pelas águas, então Meghan acidentalmente ajuda a desenterrar um walker, e acaba mordida. Boom. Simples assim, sua história terminou. De volta à guerra na prisão!

Durante o midseason finale Lilly aparece carregando o corpo morto de Meghan. O Governador atira em sua cabeça, matando-a novamente, e retorna à briga. Sim, entendemos que Meghan morreria em algum momento, mas pareceu uma saída apressada e sem qualquer outro significado, além de mostrar como o Governador está perdendo tudo o que conseguiu. Esta doce menina que aprendemos a conhecer em dois episódios simplesmente morreu em segundos! Não deveria haver mais impacto? Pelo menos a morte de Hershel teve um contexto e um significado.

Você discorda? Estamos sendo excessivamente críticos? Você sugere outros momentos de frustração ou pensam que todos os momentos foram perfeitos até esse ponto? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com os oito últimos episódios da quarta temporada no dia 09 de Fevereiro de 2014 na AMC e 11 de Fevereiro de 2014 na FOX Brasil.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.


Fonte: Wetpaint
Tradução: @BinaPic / Staff Walking Dead Brasil

Continue lendo

EM ALTA