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3ª Temporada

Robert Kirkman fala sobre o episódio 10 – ‘Home’

Jessica Storrer

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Os personagens de The Walking Dead passaram a maior parte do episódio Home aproveitando um dia bom e quieto, se é que a palavra ‘bom’ possa ser usada para descrever (no caso de Rick) sua procura pelo fantasma de sua esposa recentemente comida pelos zumbis, e (no caso de Daryl) ficar relembrado os abusos físicos que sofreu de seu próprio pai.

Mas as coisas ficaram feias nos quinze minutos finais, com o Governador e seus capangas mandando o barbado Axel para o grandioso show de Lynyrd Skynyrd no céu, e soltando uma van cheia de zumbis para cima de nossos heróis.

Abaixo, o escritor da HQ de The Walking Dead – e produtor executivo da série – Robert Kirkman, diz adeus ao mais recente acidente épico zumbi, explica porque é melhor não irritar Andrew Lincoln antes dele gravar uma cena e confirma a improbabilidade de Carol se estabelecer com um Senhor Certinho.

Então, quando estava mais ou menos nos três quartos do episódio – Home – eu tinha um monte de perguntas para você sobre esse ser um daqueles episódios estilo ‘calmaria antes da tempestade.’ E então – BUM! – o roadie do Allman Brothers Band leva um tiro na cabeça e o inferno começa.

[Risos] Sim, nós não gostamos de ficar enrolando em The Walking Dead. Nós sabíamos que um conflito estava se aproximando. Nós achamos que deveríamos ir em frente e começar a agilizar as coisas.

O Governador viu isso como um aviso? Ou ele tem esperanças de conseguir dominar a prisão em um ataque surpresa?

Se você assistir aquele ataque, fica claro que é mais uma expedição de pesca e também um tipo de ato para se posicionar. O personagem de Lew Temple, Axel, infelizmente perde com isso, e eu acho que foi quase mais sorte do que algo calculado. Era uma ameaça: nós estamos derrubando a porta, estamos atirando, queremos mostrar que temos poder, queremos ver sua capacidade de retaliação.

Você se importaria de falar sobre a morte recente e lamentada de Axel?

Eu tenho que dizer, Axel é um dos personagens da HQ que eu mais sinto falta. Eu me diverti escrevendo ele. Ele era aquele momento de alívio cômico e definitivamente cumpriu isso na série em um nível maravilhoso. Lew Temple fez um trabalho incrível com Axel. Nós sempre ficamos tristes de ver nossos personagens partindo, mas para mim esse foi pior. Eu ficaria anos falando “Ai Deus, mal posso esperar para escrever sobre o Axel de novo! Eu amo o Axel! Eu sinto tanta falta dele!” E de repente eu não tive que escrever tanto sobre Axel e eu fiquei chateado. Mas as coisas são assim.

Pelo menos se estivesse dentro de seu poder – como produtor executivo da série e um de seus escritores e como um dos caras que criou The Walking Dead para começar – dar à ele uma suspensão da execução.

Chega à um ponto em que você pensa “Está bem, esta é a única opção para podermos seguir em frente.” É triste mas você tem que fazer o que você tem que fazer.

O Governador usou os zumbis como armas. Obviamente cercar um bando de zumbis e colocá-los em um caminhão é bem perigoso. Vocês tiveram uma discussão sobre quão prático isso seria? E, se sim, teve um momento em que você pensou ‘Eu não acredito que ganho para pensar em merdas desse tipo’?

Sim, sempre há discussões nas quais nós falamos sobre zumbis-isso, zumbis-aquilo, e sobre o que pode acontecer. E sim, às vezes eu sento e penso “Eu não acredito que temos sete adultos sentados em uma sala de conferência falando sobre o que aconteceria com um globo ocular se fosse espancado para fora de um crânio – por duas horas.” É uma loucura. Mas é muito divertido.

The Walking Dead acontece em um mundo apocalíptico que é diferente do nosso, e tem zumbis andando por aí. Então quando você pensa em maneiras de atacar pessoas, tem aquele jeito normal, do dia-a-dia, que você faria na vida real, mas então você joga zumbis na mistura… Sabe, é um cavalo de Tróia zumbi, e achamos que isso seria legal.

Voltando, acho que nós multiplicamos ou triplicamos nosso conhecimento sobre os irmãos Dixon e sobre a natureza de seu relacionamento na cena em que vemos as cicatrizes de Daryl.

Sim. É ótimo ter os dois juntos, pois podemos mexer nessas camadas e mostrar mais sobre o que eles são e como se tornaram quem são hoje. E nós gostamos de poder pegar esses momentos de Daryl e dizer “Aqui está o personagem que vocês tanto amam, e aqui está um pouco mais sobre ele.” Ele tem um passado triste e nós só vimos uns pedaços disso.

Nós só tivemos uma visão rápida das costas dele. Aquelas eram marcas de chicote?

Sim, sim. É definitivamente o resultado de muitas surras cruéis.

Mas aquela tatuagem nas costas é mesmo de Norman Reedus, certo?

Sim. [Inexpressivo] Aliás, aquelas cicatrizes também são dele. Ele fez aquilo apenas para a série. Ele estava sendo ‘metódico.’

Falando nisso, eu sei que Andrew Lincoln é bem metódico. Sabendo que o personagem dele se encontra em um lugar sombrio, como ele fica quando tem que filmar essas cenas?

Andrew Lincoln é incrível. Quando eu estou no set para filmar, ele é intenso. Ele tem que fazer cenas bastante tensas, então ele senta-se meio afastado com seus fones de ouvido e escuta música. Eu tive algumas conversas com ele nas quais eu fico tipo ‘Oh oh oh, você está se preparando para essa cena que você tem que gravar em trinta segundos e eu estou te interrompendo, desculpe.’ Ele faz flexões, polichinelos, soca coisas, grita e faz todo esse tipo de maluquice para se preparar para cenas assim.

Talvez essa seja a reação dele ao perceber que você está tentando ser amigo dele.

Quer saber… Agora que eu parei para pensar, todo mundo faz isso quando eu tento falar com eles. Acabei de perceber isso. Droga!

Teve uma cena bem tensa entre Glenn e Maggie.

Sim. Glenn está tendo problemas em lidar com o que ele acredita que aconteceu, ou com o que ele sabe que aconteceu. Acho que isso seria ele projetando sua frustação sobre o que aconteceu e sobre sua impotência em salvar Maggie, ou de fazer algo lá. Está saindo de uma forma bem estranha. E eu acho que há também a questão de que esta ameaça iminente de Woodbury surja de uma maneira que acabe com relacionamentos, coisa que eu tenho certeza que ele gostaria de evitar, mas é algo que foge de seu controle.

E por fim, a série confirmou que a Carol tem muito azar com homens.

[Risos] Sim, sim. Pobre mulher. As coisas simplesmente não vão bem pra ela. Mas ela vai ter alguém posteriormente. E em seguida este também vai morrer!

Fonte: InsideTV

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3ª Temporada

The Walking Dead volta a ser exibida pela Band

Vinícius Castro

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Após um longo tempo fora da programação da TV aberta brasileira, The Walking Dead finalmente voltou à programação da Band. Desde segunda-feira, dia 06 de junho de 2016, o drama zumbi voltou a ser reexibido para o público que não tem a chance de acompanhar por serviços de streaming ou TV a cabo.

De acordo com afirmações da emissora, a exibição trará inicialmente apenas reprises da terceira temporada (definitivamente a mais controversa da série, que sofreu sob o comando do showrunner Glen Mazzara), e o horário é bastante curioso: serão exibições semanais (exceto fins de semana), sem um horário definido – basicamente na faixa entre meia-noite e 2h da manhã.

Exibida originalmente entre 2013 e 2014, a terceira temporada retorna com Rick (Andrew Lincoln) e seu grupo encontrando a prisão. Também introduz o Governador (David Morrissey) e sua cidade, Woodbury. A temporada destacou a introdução de Philip Blake e Michonne (Danai Gurira), e também o retorno de Merle (Michael Rooker), o irmão de Daryl (Norman Reedus).

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Ainda não há informações se a emissora exibirá a quarta e quinta temporadas em sequência, então fiquem ligados para qualquer nova atualização aqui no site.

E então, o que achou desta iniciativa da Band? Irá acompanhar a reprise do terceiro ano? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada em Outubro de 2016 na AMC e na FOX Brasil. O trailer da temporada, bem como a data oficial de lançamento, será divulgada durante a Comic Con de San Diego em Julho.

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3ª Temporada

Prédios da 3ª temporada de The Walking Dead estão a venda

Rafael Façanha

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Não foi exatamente a volta ao lar que Rick e Carl esperavam. Ao retornar a King County, Georgia, juntamente com Michonne, pai e filho lembraram-se de como a vida era antes do apocalipse, e por mais agridoces que fossem aquelas memórias, nada se comparou ao reencontro de alguém do passado, vivo e respirando: um enlutado e enlouquecido Morgan.

O decimo segundo episodio da terceira temporada, “Clear”, é considerado um dos mais pungentes e poderosos episódios em The Walking Dead, mostrando uma performance comovente de Lennie James e uma atmosfera de cidade fantasma. A rua principal cercada por armadilhas se transformou em um set inesquecível, e agora você pode viver neste local onde tantos walkers foram mortos, uma vez que nove prédios do centro de Grantville, Georgia, e que serviram de locação para “Clear”, estão à venda no eBay.

Com um lance inicial de $680.000 – ou mais de 2 milhões de reais, na conversão feita pelo site de leilões – os prédios rústicos de Grantville estão sendo leiloados no eBay e serão vendido a quem fizer a maior oferta até o prazo final do leilão, em 26 de março. A CNN relata que, de acordo com o prefeito de Grantville quatro filmes serão rodados na cidade em um futuro próximo. O espaço ainda foi utilizado na gravação de outras produções, como “Os Infratores” e “Debi e Lóide 2″. Para saber mais informações, visite a conta do ebay ou a página oficial dos tours, que são oferecidos pela região.

FOTOS DE GRANTVILLE:

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FOTOS DO EPISÓDIO “CLEAR”:

Você também pode comparar a aparência real de Grantville com a sua aparência durante as filmagens de “Clear” nas fotos abaixo:

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Fonte: Daily Dead
Tradução: @Binapic / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

Os 3 momentos mais frustrantes de The Walking Dead em 2013

Rafael Façanha

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The Walking Dead é o maior e melhor seriado de TV na atualidade, mas, às vezes, ele nos enlouquece. Agora que 2013 se perdeu nas brumas, é um bom momento para relembrarmos os altos e baixos do ano. Já compartilhamos cinco dos melhores momentos de 2013 – que incluiu a segunda metade da terceira temporada e a primeira metade da quarta temporada. Temos apenas três “piores momentos”, já que The Walking Dead definitivamente tem mais altos do que baixos. E mesmo os “piores” momentos não passam de amor bruto – não abandonaremos o show nunca. Então aqui enumeramos três candidatos ao mais frustrante momento de 2013. Confira a lista e deixe sua opinião nos comentários abaixo.

1. Andrea morre, o Governador sobrevive

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Toda a história de Andrea para a terceira temporada é questionável. Por que eles a transformaram na garota ingênua que se apaixona pelo cara errado e fica com o estranho bonitão, e não com sua amiga? O fato de Andrea ser a última a saber de tudo apenas a tornou uma idiota aos olhos do público. É uma vergonha, já que ela é uma excelente personagem nos quadrinhos e sobrevive por muito mais tempo (Na verdade, ela ainda está viva na HQ neste momento).

A pior parte foi vê-la naquela cadeira, durante o season finale da terceira temporada, apenas olhando para Milton e conversando com ele, enquanto o mesmo se preparava para morrer. Ela simplesmente disse “Eu tentei”, e teve sua partida melancólica.

Laurie Holden mais tarde disse que, se ela fosse um dos roteiristas, as coisas teriam sido muito diferentes. O Governador teria morrido – preferivelmente antes de massacrar seu próprio povo – e Andrea seria mais como a equivalente da HQ. Pena… sem dúvidas teríamos uma grande personagem se ela tivesse sido desenvolvida adequadamente.

2. Os novos amigos do Governador concordam com a guerra

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Veja, o Governador é sedutor, carismático, manipulador. Entendemos. Andrea certamente concorda! Mas vamos lá! Ele faz um discursinho aos seus novos amigos no velho acampamento de Martinez e, de repente, eles estão todos concordando que é válido atacar a prisão e tomar para eles? Mesmo que isso signifique matar a todos? Eles sequer estavam em perigo imediato.

Lilly disse que eles poderiam simplesmente ficar lá, uma vez que o acampamento era o novo “lar”, o que parecia ser uma opção justa. Poderia ser diferente se eles tivessem sob constante ataque, ou passando fome, mas eles estavam jogando golfe, se reunindo para beber cerveja e passando o tempo. Não havia nenhum ímpeto para a guerra. Por que essas pessoas desejariam arriscar suas vidas pela palavra de um cara que eles sequer conhecem, para tomar um lugar que eles sequer precisavam?

3. A morte aleatória de Meghan

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Realmente, foi muito legal ver um walker literalmente sair de sua tumba daquela maneira. Legal. Mas que final aleatório para Meghan. Primeiro, sua mãe Lilly simplesmente está contemplando o rio, enquanto um walker leeeeeeeeeeeeeeeentamente anda pelas águas, então Meghan acidentalmente ajuda a desenterrar um walker, e acaba mordida. Boom. Simples assim, sua história terminou. De volta à guerra na prisão!

Durante o midseason finale Lilly aparece carregando o corpo morto de Meghan. O Governador atira em sua cabeça, matando-a novamente, e retorna à briga. Sim, entendemos que Meghan morreria em algum momento, mas pareceu uma saída apressada e sem qualquer outro significado, além de mostrar como o Governador está perdendo tudo o que conseguiu. Esta doce menina que aprendemos a conhecer em dois episódios simplesmente morreu em segundos! Não deveria haver mais impacto? Pelo menos a morte de Hershel teve um contexto e um significado.

Você discorda? Estamos sendo excessivamente críticos? Você sugere outros momentos de frustração ou pensam que todos os momentos foram perfeitos até esse ponto? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com os oito últimos episódios da quarta temporada no dia 09 de Fevereiro de 2014 na AMC e 11 de Fevereiro de 2014 na FOX Brasil.

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Fonte: Wetpaint
Tradução: @BinaPic / Staff Walking Dead Brasil

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