Siga-nos nas redes sociais

Walking Dead Brasil

Por trás do sucesso do jogo “The Walking Dead” para iPhone

Victoria Rodrigues

Publicado há

em

Jogo TWD

Parece que temos mais evidências de que o iPhone se tornou, com o tempo, uma verdadeira plataforma de jogos – ao lado do Xbox e de outros consoles – graças ao apocalipse zumbi.

A Telltale Games, uma empresa com base em San Francisco e que cresceu se arriscando, parece estar ganhando rios de dinheiro com um jogo “cinematográfico” chamado “The Walking Dead”, baseado nos quadrinhos homônimos. Muitos sites de review de jogos – como Wired, Spike TV e Metacritic – o declararam “jogo do ano” por sua narrativa e seu estilo “escolha sua própria aventura”.

Mas além das reviews está um negócio em ascenção. A Telltale vende o jogo em “episódios” – cinco ao todo – para múltiplas plataformas de jogos: Xbox 360, PS3, PC e iPhone/iPad, nos últimos utilizando mecanismos baseados em toques.

Desde que o primeiro episódio foi lançado, em Abril, os jogadores já compraram mais de 8,5 milhões de episódios, disse o CEO da Telltale, Dan Connors. Por, aproximadamente, 5 dólares por episódio, já fizeram mais de 40 milhões de dólares em vendas, excluindo promoções. Cada episódio acaba com um belo suspense, levando o jogador a comprar o próximo, diz Connors.

Cerca de um quarto dessas vendas estão acontecendo no iPhone e no iPad, disse Connors. Esse foi o maior crescimento para “The Walking Dead” dentre as plataformas, ressaltando o quão importantes os dispositivos móveis estão se tornando aos olhos dos desenvolvedores de jogos.

Confira alguns screens:

Game - The Walking- Dead

O The Wall Street Journal conversou com Connors para saber mais sobre o desenvolvimento e o modelo de negócio do jogo. Aqui está uma transcrição editada da entrevista:

WSJ: Qual a diferença da Telltale para a, digamos, Zynga?
DC: Nós, definitivamente, começamos a empresa com a mudança dos negócios do sistema de varejo para o sistema digital em vista. Há a oportunidade, através das plataformas, de alcançar usuários que não são jogadores tradicionais. Também somos grandes adeptos da ideia de conteúdo baseado em narrativa em episódios, para mantermos os jogadores por mais tempo. Funciona para alcançar jogadores e fãs de entretenimento que adoram boas histórias.

A última peça do quebra-cabeças era trazer franquias e capturar suas essências. Isso é o que “The Walking Dead” faz: é uma experiência interativa que é a essência de “The Walking Dead” (a série de tv). Isso tudo se une aqui.

WSJ: Como foi o lançamento de “The Walking Dead”?
DC: Por volta de Novembro do ano passado, começamos a realmente focar a equipe em “The Walking Dead” e o primeiro episódio saiu em Abril. Foi um tempo perfeito, bem no final da segunda temporada da série. Saia da televisão e ia pro primeiro episódio do jogo. Terminamos o último episódio no final de Outubro, que era o mês de início da terceira temporada.
Nós investimos em tecnologia para pegar algo do Xbox e misturar informações em formatos que funcionassem nas plataformas iOS. Nesse ponto, a diferença entre sistemas de hardware é o que define o nível de fidelidade gráfica oferecido pelos jogos.

O segundo desafio é criar uma experiência de jogo que funcione para um jogador de Xbox e para um usuário de iPhone. O maior desafio aí era integrar o esquema certo de controle. Temos três diferentes, mas todos funcionam similarmente. “De Volta para o Futuro” chegou ao iPhone quase ao mesmo tempo em que saiu para o PlayStation, e nesse processo fizemos de tal forma que nosso mecanismo e nossa tecnologia funcionassem em qualquer plataforma.

WSJ: É desafiador construir um sistema de controle que funciona tanto em um controle quanto em um tablet?
DC: Nós nos vemos criando conteúdos que podem evoluir conforme o entretenimento digital evolui. Os tablets, para nós, uma empresa de jogos baseados em narrativas, são a forma perfeita de alguém se sentar e aproveitar um episódio. Ao mesmo tempo, a quantidade de dinheiro que se movimenta da perspectiva de um jogo para consoles ainda é muito maior do que a quantidade de dinheiro no ambiente móvel e do iOS.

WSJ: Qual é a oportunidade nos dispositivos móveis?
CD: O ambiente móvel e do iOS estão crescendo rápido e atingindo novos públicos. Há uma enorme quantidade de dinheiro já existente nessas áreas. No nosso caso, queríamos que nossos jogos fossem jogados por todos. Eles funcionam em qualquer plataforma – e aumentam o número de pessoas com quem nos comunicamos. A chave é fazer um jogo que funcione em todas as diferentes demografias, e, certamente, iOS é uma enorme oportunidade e um grande ambiente para um desenvolvedor independente vender diretamente aos consumidores.

WSJ: Qual era o tamanho do projeto “The Walking Dead” na Telltale?
DC:“The Walking Dead” se beneficia do trabalho feito em todos os produtos anteriores. Ganhamos nossa fama com “Monkey Island” e a grande quantidade de suspense que fizemos no fim dos episódios – isso está muito presente em “The Walking Dead”. Muito da narrativa dramática e dos momentos de ação vieram de “Jurassic Park”. É realmente a combinação de anos de desenvolvimento que tornou possível “The Walking Dead”. Nossas ferramentas podem fazer essas coisas e só continuaremos crescendo daí pra frente. Tudo tem sido um investimento na boa narrativa e em grandes experiências dramáticas que funcionam em múltiplas plataformas. Em termos de custo, é 40% mais caro do que outros jogos, mas não é grande coisa.

WSJ: Vamos falar de números. Como estão as vendas?
DC: Até agora, vendeu 8,5 milhões de episódios e está no mercado há sete meses. Novembro e Dezembro foram nossos maiores meses. Foi o ápice do produto, os prêmios de jogo do ano, o empurrão no varejo, e ainda há muito espaço pra ele. A Apple nos colocou em destaque em todos os episódios e o jogo está no Hall da Fama da Apple (para iPhone e iPad).

WSJ: Quanto dessas vendas foram para iOS?
DC: Por causa do modelo em episódios, os preços são similares em todas as plataformas. Nosso lucro médio por usuário é de cerca de 16 dólares. Isso é consistente em todas as plataformas. Esse modelo nos permitiu criar uma economia que funciona nos dispositivos móveis. Em matéria de quantidade, agora esse mercado corresponde a,aproximadamente, 25% do lucro do produto e também é o de maior crescimento dentre as plataformas. Acho que com os produtos para iOS, nós vemos mais impacto quando a série está passando, quando todos estão tensos por causa da série. O Natal ou grandes eventos do mercado também influenciam nas vendas de iOS.

WSJ: É porque se torna acessível a um público mais geral?
DC: Essa é a melhor forma de executar o modelo em episódios. O que nós fizemos foi deixar esses rumores correrem pela internet de Abril a Novembro e depois dar esse final para fechar com chave de ouro e fazer com que isso fosse o evento que lançou o produto no mercado geral. Isso nos permitiu capturar todo aquele público mais recente mas também nos deu a chance de construir um produto que atingisse as massas. Ao invés de pagar muito dinheiro para nos assegurar no mercado, tivemos todo esse clima e esse reconhecimento que veio de todo o trabalho que fizemos durante esses cinco meses, culminando no lançamento de Natal. Aí o grande final acontece e, BAM! Acaba se espalhando ainda mais.

WSJ: Porque deixar o primeiro episódio de graça?
DC: Nós fizemos isso durante nossa história em algum momento depois do final da temporada, para atrair mais pessoas. Isso aumenta nosso alcance e faz com que cheguemos a mais pessoas que podem, então, aderir ao produto. Nós, com certeza, vimos muito mais downloads gratuitos acontecerem, e tivemos uma grande e forte taxa de adesão. Os downloads chegam aos milhões, mas estamos encaminhando as vendas. Nós acreditamos que as plataformas estão se tornando novos modelos de negócio. O modelo em episódios nos permite tentar diferentes modelos de preços e ver o que é mais efetivo em cada plataforma.

WSJ: O que torna esse tipo de jogo especial?
DC: Estamos tentando criar momentos em que o jogador tenha uma conexão com os personagem do seu ambiente. Nossa habilidade de introduzir estresse nesses relacionamentos é o que torna as decisões do jogador mais importantes. Nós damos um grupo de pessoas às quais você está ligado e você tem que trabalhar com elas e, devagar, começar a se importar com elas, e então levar essa situação a um ponto em que sua decisão tem um peso. Isso é algo que “The Walking Dead” nos deu para trabalhar.

WSJ: Isso muda seu estilo de jogo mais para frente?
DC: Com certeza a execução da série de “The Walking Dead” nos dá espaço para trabalhar com os tipos de jogos que criamos e eles funcionam em diversas plataformas. Nós temos essa fórmula. Há prova de que a maneira como tratamos as franquias é uma boa coisa para as mesmas. Nós também temos outra temporada de “The Walking Dead” aprovada, então vamos usar muito do lucro que estamos gerando para continuar o crescimento da empresa.

WSJ: Alguma chance de você procurar mais investidores no futuro?
DC: Depende do quão agressivos seremos com esses investidores. Investimentos dependem do tipo de área para a qual iremos – se é um estilo novo de hardware ou mais propriedade original. Essa seria uma área na qual temos interesse em crescer.

Fonte: The Wall Street Journal

Continue lendo
Publicidade
Comentários

Walking Dead Brasil

The Walking Dead revela quem está por trás do vandalismo “Silencie os Sussurradores”

A campanha contra os Sussurradores que acontece em Alexandria também aconteceu nos quadrinhos de The Walking Dead.

Avatar

Publicado há

em

Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Alguém em The Walking Dead pretende “Silenciar os Sussurradores”. No episódio desta semana de The Walking Dead, Daryl (Norman Reedus) e Lydia (Cassady McClincy) descobrem que sua casa foi vandalizada por grafites pedindo que Alexandria “Silencie os Sussurradores”. A ex-sussurradora, Lydia, emancipou-se da mãe abusiva, Alpha (Samantha Morton), mas está lutando para se afirmar dentro das paredes de Alexandria. Lydia é intimidada por Alfred (David Shae), Margo (Jerri Tubbs) – que exige justiça para os ladrões de estrada Ozzy (Angus Sampson) e Alek (Jason Kirkpatrick) – e Gage (Jackson Pace), em busca de sangue para vingar os amigos Rodney (Joe Ando Hirsh), Addy (Kelley Mack) e Henry (Matt Lintz).

Em certo momento, Lydia intencionalmente incomoda os três agressores cortando um esquilo. “Foi por isso que Ozzy e Alek morreram? Para que ela pudesse nos fazer de bobo?”, diz Alfred. Margo responde: “Não aqui.” Lydia provoca novamente, segurando o dedo ensanguentado nos lábios: Shh.

Mais tarde, Daryl diz a ela que “não pode fazer coisas assim” se ela espera morar em Alexandria. Ela responde: “Mas eles podem escrever o que quiserem em nossa porta?”

LEIA TAMBÉM:
Quem morreu no 4º Episódio da 10ª Temporada de The Walking Dead?
Alpha acredita no fim das comunidades no trailer do próximo episódio de The Walking Dead

“Um dos grandes momentos da história em quadrinhos que nos entusiasma muito e que há essa ideia de propaganda e paranoia, é essa de ‘silenciar os sussurradores’, que Robert Kirkman usou muito bem”, disse a showrunner Angela Kang anteriormente a EW. “Então, definitivamente, há um sentimento de que nosso grupo está entrando nesse conflito que continua crescendo contra os Sussurradores, muito diferente de como ocorreu a guerra contra os Salvadores, onde não havia apenas elementos de paranoia, mas meio que uma sensação de Guerra Fria.”

O vandalismo dos agressores e seu violento ataque a Lydia ocorrem quando os Sussurradores invadem ainda mais as comunidades: Alpha reivindicou ainda mais território das comunidades e Michonne (Danai Gurira) suspeita que os Sussurradores estejam por trás de ataques coordenados em Alexandria, Hilltop e Oceanside.

“Descobrimos que há pessoas que estão tendo uma resposta mais comedida. Você vê pessoas que são muito mais rigorosas, vê pessoas que estão confusas sobre o que fazer”, disse Kang. “E acho que isso faz parte do interessante cenário humano que está rolando quando tudo começa a acontecer, a paranoia começa a dominar essas comunidades, e há movimentos de guerra sendo feitos de ambos os lados”.

Nos quadrinhos, foi o líder de Alexandria, Rick Grimes, que se uniu a Alexandria dizendo a seus sobreviventes que eles precisavam “silenciar os sussurros”. Na edição 152 de The Walking Dead, Rick lançou uma campanha de propaganda completa, admitindo que Michonne precisava direcionar a raiva dos alexandrinos para longe deles e em direção ao inimigo.

Essa campanha foi lançada quando alguém tentava “silenciar os sussurros” à sua maneira. Resultado: Negan que escapou.

Na série, apesar de não ter sido revelado, presumimos que os responsáveis pelo vandalismo sejam Alfred, Margo e Gage. Vamos ter que aguardar os próximos episódios para descobrir se teremos ou não a revelação oficial do(s) envolvido(s) nessa campanha.

O que você achou do episódio desta semana de The Walking Dead? Acredita que Lydia está certa e que os culpados pela frase/campanha são Alfred, Margo e Gage? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!

Continue lendo

Walking Dead Brasil

Produtora de The Walking Dead revela o voto de Gabriel sobre o destino de Negan

Angela Kang, a showrunner de The Walking Dead, comentou sobre a decisão que Gabriel estava pensando em tomar no episódio desta semana.

Marcela Aquino

Publicado há

em

Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Negan (Jeffrey Dean Morgan) é um homem procurado. No episódio desta semana de The Walking Dead, “Silence the Whisperers”, Margo (Jerri Tubbs) foi morta quando Negan salvou Lydia (Cassady McClincy) de uma surra violenta cometida por Margo e pelos cúmplices Alfred (David Shae) e Gage (Jackson Pace). O conselho de Alexandria se reuniu para determinar o destino de Negan, com Aaron (Ross Marquand) argumentando que Negan não merece viver em sua civilização, apesar de uma sentença de oito anos de prisão. Negan foi defendido por Siddiq (Avi Nash) e relutantemente por Daryl (Norman Reedus), deixando o padre Gabriel (Seth Gilliam) como o desempate. Depois de tomar a noite para considerar sua resposta, Gabriel visitou a cela de Negan, apenas para encontrá-la vazia. Com uma vida em jogo, Gabriel teria votado a favor ou contra Negan?

“Eu acho que Gabriel teria votado para não matá-lo”, disse a showrunner Angela Kang à EW. Apesar da formação de uma multidão sedenta de sangue exigindo que Negan seja levado à justiça, Kang diz que Gabriel teria sido influenciado por suas sessões de terapia com Negan. O padre atua como guardião de Negan há anos, desempenhando um papel fundamental em sua reforma.

LEIA TAMBÉM:
The Walking Dead S10E04: Para onde Negan foi?
Quem morreu no 4º Episódio da 10ª Temporada de The Walking Dead?

“Acho que porque ele conheceu Negan ao longo do tempo e que, no final das contas, ele acreditava no fato de Lydia estar dizendo: ‘Ele me salvou e foi um acidente’, e o fato de Daryl acreditar nela, e o fato de que ele sabe que Negan está tentando”, explicou Kang. “Acho que ele teria pensado sobre isso e orado por ele, e acordado na manhã seguinte, e as pessoas com suas forquilhas foram para a cama ou sei lá, e acho que ele teria pensado: ‘Sabe do que mais? Isso tudo é demais. As pessoas são muito paranoicas.’ É o que acho que ele pensaria no momento.”

Questionada se Gabriel visitou a cela de Negan para ajudar a solidificar sua decisão, Kang disse: “Acho que sim. E então ele vê que Negan se foi, e então eu acho que ele pensa: ‘Ah, foda-se. Tipo, eu estava errado em pensar que iria cair nessa e ter essa conversa com ele?’ Ele está duvidando quando descobre que ele se foi.”

O cúmplice de Negan foi revelado no vídeo promocional do próximo episódio, “What It Always Is”, e para responder sobre aonde Negan está indo… “Vamos descobrir muito em breve onde ele foi”, brincou Kang.

Você acha que Negan merece viver depois de tudo que ele fez? Você conseguiu perdoá-lo? Deixe todos os seus pensamentos nos comentários abaixo!

Continue lendo

Walking Dead Brasil

The Walking Dead lidera as indicações ao Saturn Awards 2018

Vinícius Castro

Publicado há

em

Seguindo o padrão dos anos anteriores, The Walking Dead está liderando a lista de indicados ao Saturn Awards, a maior premiação para cinema e TV de gênero do mundo. Revelados no mês passado, os indicados, que serão escolhidos a dedo pela Academia de Ficção Científica, Fantasia e Horror, receberão o resultado final em junho de 2018.

O drama zumbi está liderando os competidores da televisão, com 7 indicações ao total, fazendo jus ao material apresentado durante a oitava temporada. Entre as novidades em relação aos últimos anos, o único novato é Khary Payton, o Rei Ezekiel. Confira abaixo:

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV

  • JON BERNTHAL (THE PUNISHER)
  • BRUCE CAMPBELL (ASH VS EVIL DEAD)
  • SAM HEUGHAN (OUTLANDER)
  • JASON ISAACS (STAR TREK: DISCOVERY)
  • ANDREW LINCOLN (THE WALKING DEAD)
  • SETH MACFARLANE (THE ORVILLE)
  • KYLE MACLACHLAN (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • RICKY WHITTLE (AMERICAN GODS)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • NIKOLAJ COSTER-WALDAU (GAME OF THRONES)
  • MIGUEL FERRER (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • KIT HARINGTON (GAME OF THRONES)
  • DOUG JONES (STAR TREK: DISCOVERY)
  • CHRISTIAN KANE (THE LIBRARIANS)
  • MICHAEL MCKEAN (BETTER CALL SAUL)
  • KHARY PAYTON (THE WALKING DEAD) 
  • EVAN PETERS (AMERICAN HORROR STORY: CULT)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • ODETTE ANNABLE (SUPERGIRL)
  • DAKOTA FANNING (THE ALIENIST)
  • DANAI GURIRA (THE WALKING DEAD)
  • MELISSA MCBRIDE (THE WALKING DEAD)
  • CANDICE PATTON (THE FLASH)
  • ADINA PORTER (AMERICAN HORROR STORY: CULT)
  • KRYSTEN RITTER (MARVEL’S THE DEFENDERS)
  • RHEA SEEHORN (BETTER CALL SAUL)

MELHOR PERFORMANCE DE UM ATOR JUVENIL EM SÉRIE DE TV

  • KJ APA (RIVERDALE)
  • MILLIE BOBBY BROWN (STRANGER THINGS)
  • MAX CHARLES (THE STRAIN)
  • ALYCIA DEBNAM-CAREY (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID MAZOUZ (GOTHAM)
  • LILI REINHART (RIVERDALE)
  • CHANDLER RIGGS (THE WALKING DEAD)
  • COLE SPROUSE (RIVERDALE)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE TV

  • BRYAN CRANSTON (PHILIP K. DICK’S ELECTRIC DREAMS)
  • MICHAEL GREYEYES (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID LYNCH (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • JEFFREY DEAN MORGAN (THE WALKING DEAD)
  • RACHEL NICHOLS (THE LIBRARIANS)
  • JESSE PLEMONS (BLACK MIRROR)
  • HARTLEY SAWYER (THE FLASH)
  • MICHELLE YEOH (STAR TREK: DISCOVERY)

MELHOR SÉRIE DE HORROR 

  • AMERICAN HORROR STORY: CULT
  • ASH VS EVIL DEAD
  • FEAR THE WALKING DEAD
  • PREACHER
  • THE STRAIN
  • TEEN WOLF
  • THE WALKING DEAD

Vale lembrar, The Walking Dead vem sendo o maior campeão da premiação desde 2013. Entre os já campeões dos últimos anos estão Andrew Lincoln, Melissa McBride, Chandler Riggs, Danai Gurira e a própria série.

A boa recepção da série na premiação pode trazer uma nova luz a série, que andou sofrendo alguns boicotes da crítica especializada na última temporada e meia.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.

Continue lendo

EM ALTA