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3ª Temporada

Glen Mazzara fala sobre o final do episódio 10 – “Home”

Rafael Façanha

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Guerra! Armas! Zumbis! O cabelo estranho de Rick Grimes! As coisas esquentaram muito nos últimos 10 minutos do episódio de domingo de The Walking Dead, e se você ainda não assistiu a esse episódio, você realmente deveria parar de ler agora.

[ALERTA DE SPOILER: Só continue lendo se você já assistiu ao episódio de domingo de The Walking Dead, 3×10 – “Home” (Lar)]

Mais um personagem caiu morto quando Axel, o último prisioneiro remanescente da West George Correctional Facility, recebeu uma bala fatal no cérebro, cortesia do Governador. Foi uma sacudida chocante, e seguida por um tiroteio entre o grupo da prisão e os invasores de Woodbury, que levaram um caminhão cheio de zumbis através dos portões para ajudá-los no ataque. O showrunner de Walking Dead, Glen Mazzara, conversou com o Entertainment Weekly sobre porque ele matou um personagem interessante que estava começando a crescer diante dos espectadores, a inspiração para a grande cena de batalha e porque as sequências de ação desse episódio representam “The Walking Dead gravando em seu melhor”.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Eu estava assistindo ao episódio e pensando quanto eu estava gostando do Axel e a sensação diferente, menos estressada no seriado – especialmente com todo o drama pelo qual os outros estão passando – e aí vocês vão e matam o cara! E aí?

GLEN MAZZARA: Essa foi uma decisão muito difícil porque precisávamos dar ao Governador alguma vingança. Se ele simplesmente atacasse a prisão sem que isso resultasse na morte de alguém, teria parecido completamente impotente. Então agora, você começa a olhar os personagens e que personagem irá morrer. E nós avaliamos quase todos os personagens – é hora de matar esse ou aquele personagem? Infelizmente, o machado caiu na direção de Axel. Foi difícil porque poderia ter tido mais histórias com ele. Eu acho que nós estávamos encontrando esse personagem. Eu adorei o que ele acrescentou [à série]. É que alguém precisava morrer e essa foi uma escolha muito, muito difícil. Houve algo pelo qual lutei, Lori, porque eu sabia que poderíamos tirar histórias a partir da morte da Lori. Então essa é um tipo de morte diferente que estava ligada a uma história existente, mas não sugeria uma história adicional. Eu realmente lamentei por essa morte. Foi difícil. Eu queria… Mas eu não vi outra saída.

EW: Diferente das mortes de Shane e Lori, que foram construídas por mais tempo e por vocês terem tido mais tempo de preparar algo horrível de acontecer, isso saiu completamente do nada, o que dá um tipo de choque totalmente diferente para o espectador.

MAZZARA: Sim, ele não sabia o que o tinha atingido. Ele está contando uma história e diz, “Uma vez…” e então ele leva o tiro. E sabe do que? Se aquela bala não tivesse surgido, talvez houvesse um romance legal com Axel e Carol. Porque eu acho que ela realmente estava gostando daquela conversa. Foi bom vê-la feliz, de certa forma, uma vez.

EW: Eu conversei com o Lew Temple, que interpretava o Axel, e ele sentiu que havia algo, romanticamente falando, entre eles dois. Obviamente, na cabeça do Axel, ele teria gostado disso, e a Carol também parecia receptiva com essa possibilidade.

MAZZARA: Eu acho que havia. Sim, eu acho que sim. Ele foi divertido de escrever. Ele era um bom homem. E eu detesto perder os caras que são bons.

EW: Conte-nos sobre todo o cerco que se seguiu a essa cena.

MAZZARA: Essa foi a sequência que, sempre que eu ficava estressado com o trabalho, das pressões de ser showrunner, eu assistia várias vezes. Eu simplesmente a adoro. Eu acho que foi impecavelmente dirigida e adoro a edição de som, e a música, e a edição. Para mim, foi The Walking Dead gravando em seu melhor.

EW: O caminhão bate no portão e passa por ele, e há um silêncio enquanto todos tentam entender o que está acontecendo, e então a parte traseira desce. Aquele silêncio assustado enquanto eles tentavam entender o que havia no caminhão foi a parte mais assustadora pra mim.

MAZZARA: O que nós tentamos fazer foi ir para uma cena, digamos, de Band of Brothers, onde uma batalha inteira não é só um tiroteio aleatório, mas tem altos e baixos, e seus momentos de caos, e então momentos de silêncio e de medo, e outros tiros. E tudo se juntou. Eu não poderia ficar mais feliz com esse episódio. Foi meio divertido porque, na semana passada, algumas pessoas disseram que o episódio de retorno tinha sido lento, e disseram, “Onde está a ação?” e, na minha cabeça, eu estava pensando, “Já está vindo”. Nós sabemos como contar essa história. Só que não fazemos da maneira previsível. Isso é The Walking Dead, onde você está sempre quer saber o que acontecerá em seguida.

EW: Com certeza, os fãs de Daryl Dixon ficarão felizes com a maneira que ele se reintegra ao grupo, salvando Rick.

MAZZARA: Essa é a primeira, desde o episódio piloto, que você viu Rick e pensou: “Como é que esse cara vai sair dessa?” Na semana passada, no Twitter, as pessoas diziam, “Amaldiçoado sejas, Glen Mazzara, você tirou Daryl do seriado! Agora, ele está fora, porque foi embora com Merle”. E eu pensava, não, ele foi embora pela floresta até perceber que seu irmão é um cretino e voltar no perfeito momento heroico de salvar o Rick. Porque, se ele não aparecesse, Rick estaria morto. Aquela flecha apareceu e foi, felizmente, um momento Rocky em que as pessoas vibraram!

Deixe suas opiniões nos comentários abaixo! 3×10 – “Home” estreia hoje na FOX Brasil, às 22:30!

LEIA TAMBÉM:

• Robert Kirkman fala sobre os perigos da guerra entre Woodbury e a prisão.

• Talking Dead Brasil #2 – Robert Kirkman e Joe Manganiello.

• The Walking Dead Terceira Temporada – Episódio 11: “I Ain’t A Judas”.


Fonte: Entertainment Weekly
Tradução: Lalah / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

The Walking Dead volta a ser exibida pela Band

Vinícius Castro

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Após um longo tempo fora da programação da TV aberta brasileira, The Walking Dead finalmente voltou à programação da Band. Desde segunda-feira, dia 06 de junho de 2016, o drama zumbi voltou a ser reexibido para o público que não tem a chance de acompanhar por serviços de streaming ou TV a cabo.

De acordo com afirmações da emissora, a exibição trará inicialmente apenas reprises da terceira temporada (definitivamente a mais controversa da série, que sofreu sob o comando do showrunner Glen Mazzara), e o horário é bastante curioso: serão exibições semanais (exceto fins de semana), sem um horário definido – basicamente na faixa entre meia-noite e 2h da manhã.

Exibida originalmente entre 2013 e 2014, a terceira temporada retorna com Rick (Andrew Lincoln) e seu grupo encontrando a prisão. Também introduz o Governador (David Morrissey) e sua cidade, Woodbury. A temporada destacou a introdução de Philip Blake e Michonne (Danai Gurira), e também o retorno de Merle (Michael Rooker), o irmão de Daryl (Norman Reedus).

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Ainda não há informações se a emissora exibirá a quarta e quinta temporadas em sequência, então fiquem ligados para qualquer nova atualização aqui no site.

E então, o que achou desta iniciativa da Band? Irá acompanhar a reprise do terceiro ano? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada em Outubro de 2016 na AMC e na FOX Brasil. O trailer da temporada, bem como a data oficial de lançamento, será divulgada durante a Comic Con de San Diego em Julho.

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3ª Temporada

Prédios da 3ª temporada de The Walking Dead estão a venda

Rafael Façanha

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Não foi exatamente a volta ao lar que Rick e Carl esperavam. Ao retornar a King County, Georgia, juntamente com Michonne, pai e filho lembraram-se de como a vida era antes do apocalipse, e por mais agridoces que fossem aquelas memórias, nada se comparou ao reencontro de alguém do passado, vivo e respirando: um enlutado e enlouquecido Morgan.

O decimo segundo episodio da terceira temporada, “Clear”, é considerado um dos mais pungentes e poderosos episódios em The Walking Dead, mostrando uma performance comovente de Lennie James e uma atmosfera de cidade fantasma. A rua principal cercada por armadilhas se transformou em um set inesquecível, e agora você pode viver neste local onde tantos walkers foram mortos, uma vez que nove prédios do centro de Grantville, Georgia, e que serviram de locação para “Clear”, estão à venda no eBay.

Com um lance inicial de $680.000 – ou mais de 2 milhões de reais, na conversão feita pelo site de leilões – os prédios rústicos de Grantville estão sendo leiloados no eBay e serão vendido a quem fizer a maior oferta até o prazo final do leilão, em 26 de março. A CNN relata que, de acordo com o prefeito de Grantville quatro filmes serão rodados na cidade em um futuro próximo. O espaço ainda foi utilizado na gravação de outras produções, como “Os Infratores” e “Debi e Lóide 2″. Para saber mais informações, visite a conta do ebay ou a página oficial dos tours, que são oferecidos pela região.

FOTOS DE GRANTVILLE:

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FOTOS DO EPISÓDIO “CLEAR”:

Você também pode comparar a aparência real de Grantville com a sua aparência durante as filmagens de “Clear” nas fotos abaixo:

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Fonte: Daily Dead
Tradução: @Binapic / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

Os 3 momentos mais frustrantes de The Walking Dead em 2013

Rafael Façanha

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The Walking Dead é o maior e melhor seriado de TV na atualidade, mas, às vezes, ele nos enlouquece. Agora que 2013 se perdeu nas brumas, é um bom momento para relembrarmos os altos e baixos do ano. Já compartilhamos cinco dos melhores momentos de 2013 – que incluiu a segunda metade da terceira temporada e a primeira metade da quarta temporada. Temos apenas três “piores momentos”, já que The Walking Dead definitivamente tem mais altos do que baixos. E mesmo os “piores” momentos não passam de amor bruto – não abandonaremos o show nunca. Então aqui enumeramos três candidatos ao mais frustrante momento de 2013. Confira a lista e deixe sua opinião nos comentários abaixo.

1. Andrea morre, o Governador sobrevive

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Toda a história de Andrea para a terceira temporada é questionável. Por que eles a transformaram na garota ingênua que se apaixona pelo cara errado e fica com o estranho bonitão, e não com sua amiga? O fato de Andrea ser a última a saber de tudo apenas a tornou uma idiota aos olhos do público. É uma vergonha, já que ela é uma excelente personagem nos quadrinhos e sobrevive por muito mais tempo (Na verdade, ela ainda está viva na HQ neste momento).

A pior parte foi vê-la naquela cadeira, durante o season finale da terceira temporada, apenas olhando para Milton e conversando com ele, enquanto o mesmo se preparava para morrer. Ela simplesmente disse “Eu tentei”, e teve sua partida melancólica.

Laurie Holden mais tarde disse que, se ela fosse um dos roteiristas, as coisas teriam sido muito diferentes. O Governador teria morrido – preferivelmente antes de massacrar seu próprio povo – e Andrea seria mais como a equivalente da HQ. Pena… sem dúvidas teríamos uma grande personagem se ela tivesse sido desenvolvida adequadamente.

2. Os novos amigos do Governador concordam com a guerra

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Veja, o Governador é sedutor, carismático, manipulador. Entendemos. Andrea certamente concorda! Mas vamos lá! Ele faz um discursinho aos seus novos amigos no velho acampamento de Martinez e, de repente, eles estão todos concordando que é válido atacar a prisão e tomar para eles? Mesmo que isso signifique matar a todos? Eles sequer estavam em perigo imediato.

Lilly disse que eles poderiam simplesmente ficar lá, uma vez que o acampamento era o novo “lar”, o que parecia ser uma opção justa. Poderia ser diferente se eles tivessem sob constante ataque, ou passando fome, mas eles estavam jogando golfe, se reunindo para beber cerveja e passando o tempo. Não havia nenhum ímpeto para a guerra. Por que essas pessoas desejariam arriscar suas vidas pela palavra de um cara que eles sequer conhecem, para tomar um lugar que eles sequer precisavam?

3. A morte aleatória de Meghan

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Realmente, foi muito legal ver um walker literalmente sair de sua tumba daquela maneira. Legal. Mas que final aleatório para Meghan. Primeiro, sua mãe Lilly simplesmente está contemplando o rio, enquanto um walker leeeeeeeeeeeeeeeentamente anda pelas águas, então Meghan acidentalmente ajuda a desenterrar um walker, e acaba mordida. Boom. Simples assim, sua história terminou. De volta à guerra na prisão!

Durante o midseason finale Lilly aparece carregando o corpo morto de Meghan. O Governador atira em sua cabeça, matando-a novamente, e retorna à briga. Sim, entendemos que Meghan morreria em algum momento, mas pareceu uma saída apressada e sem qualquer outro significado, além de mostrar como o Governador está perdendo tudo o que conseguiu. Esta doce menina que aprendemos a conhecer em dois episódios simplesmente morreu em segundos! Não deveria haver mais impacto? Pelo menos a morte de Hershel teve um contexto e um significado.

Você discorda? Estamos sendo excessivamente críticos? Você sugere outros momentos de frustração ou pensam que todos os momentos foram perfeitos até esse ponto? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com os oito últimos episódios da quarta temporada no dia 09 de Fevereiro de 2014 na AMC e 11 de Fevereiro de 2014 na FOX Brasil.

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Fonte: Wetpaint
Tradução: @BinaPic / Staff Walking Dead Brasil

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