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3ª Temporada

Gale Hurd fala sobre a quarta temporada de The Walking Dead, o processo criativo da série e as cenas deletadas

Rafael Façanha

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Com a série extremamente popular da AMC atualmente completando sua terceira temporada, o Collider recentemente fez uma entrevista exclusiva com a produtora executiva Gale Anne Hurd. Ela falou sobre como tem sido estar em uma série que se tornou um fenômeno mundial, a pressão dos fãs, ter um orçamento bem maior para a terceira temporada, o andamento da quarta temporada, cenas deletadas e muito mais. Além disso, ele falaram sobre “Tremors” (que ela produziu), o sucesso dos filmes baseados em HQs, e novidades sobre “Gaiking” e seu piloto chamado “Horizon”. Ela disse que “se passa nos anos 40 e é sobre uma mulher cujo marido desaparece no Pacífico e ela começa a imaginar se isso tem algo a ver com uma nave alienígena.”

Collider: Como tem sido esse processo com relação a fazer parte de uma série que se tornou claramente um fenômeno mundial?

Gale Anne Hurd: Bom, é muito legal ser capaz de ir para a televisão e ter algo assim, que ressoa desta maneira – vindo de longas metragens, tive alguns filmes que fizeram boas bilheterias, mas isso é algo ainda maior. O público está muito mais envolvido. E você precisa contar dezesseis horas de histórias no mesmo espaço de tempo em que você é capaz de contar uma história de duas horas e meia durante um filme.

Collider: Para mim, é uma das minhas séries de TV favoritas, é algo que eu mal posso esperar para assistir na noite de Domingo.

Hurd: Oh, Obrigada. Mesmo fazendo a série, aqueles que tem sorte o suficiente para se envolver também se divertem muito assistindo. É engraçado. Quando eu assisto eu acompanho o que os fãs estão dizendo no Twitter e no Facebook.

Collider: Essa é outra coisa, muitos dos produtores com quem eu ja conversei falam sobre como eles gostam de participar quando os fãs interagem e você pode saber o que eles estão falando e possivelmente se ajustando de acordo com o que falam, mas vocês, vocês ja fazem isso.

Hurd: Sim.

Collider: Então você provavelmente já esta no final da temporada quando as pessoas estão assistindo pela primeira vez o começo, como é isso?

Hurd: Bom, nós esperamos ter tomado todas as decisões certas (risos) porque os fãs certamente nos permitem saber se eles sentem algo diferente. Mas não, eu amo que isso faça parte da cultura agora.

Collider: Como é a pressão quando a série está se tornando maior e maior e as expectativas de manter os fãs satisfeitos?

Hurd: Você tem que colocar tudo isso de lado. Eu descobri que se você começa com o enredo da HQ fantástica do Robert Kirkman e pensa sobre como as histórias incríveis e os personagens do livro inspiram a nova temporada, como nós integramos os personagens que são unicamente da série de TV, e de que formas nós podemos entregar o mesmo tipo de personagens, histórias, reviravoltas e curvas que a HQ tem, é assim que nos aproximamos do enredo.

Collider: Estou curioso quanto ao processo de pré-produção para cada temporada, o quanto mudou desde que você se sentou pela primeira vez para decidir até o que acabou na tela da TV? Houve mudanças dramáticas? É claro que você sabe o principal na história, mas você continua desvendando pequenos detalhes enquanto escreve?

Hurd: A segunda opção. Fazemos um mapeamento dos grandes arcos dos personagens na temporada e os pontos-chave dramáticos para desenvolver o enredo, e o resto acaba se desenvolvendo à medida em que cada um dos escritores começam a fazer seu próprio episódio.

Parece que o show conseguiu um pouco mais de dinheiro para rodar a terceira temporada, ao menos parece assim para mim, enquanto fã. Voce pode falar do equilíbrio entre fazer o show aparentar grandeza e trabalhar com um orçamento estabelecido? Você conseguiu algum orçamento extra para rodar a terceira temporada?

Hurd: Sim, nós timemos mais dinheiro, mas lembre-se: tivemos também dezesseis episódios ao invés de treze, e por causa disso não apenas o orçamento total foi mairo mas também precisamos amortizar algumas coisas, pois, pela primeira vez na hsitória do show, fomos capazes de construir os sets do interior da prisão. Mas também pela primeira vez tivemos duas locações totalmente diferentes e dois grupos de sobreviventes. Temos Woodbury e a prisão… o enredo e a possibilidade de ter estas duas locações tornou tudo mais caro.

Collider: Obviamente a série vai voltar no momento que a próxima temporada começar. Quando se trata de uma  série  tão popular ao redor do mundo, os fãs podem ficar ansiosos por algo cada vez maior para a próxima temporada?

Hurd: A nossa sala de escritores está apenas começando a se abrir então nós ainda nem examinamos quais os rumos da história, e tudo começa com o enredo, os locais e os personagens, de acordo com um orçamento específico.

Collider: Com certeza será mais fácil de ir e se sentar com a AMC dizendo “Nós precisamos fazer essas duas coisas” , e eles respondendo “com certeza”.

Hurd: (risos) Eles certamente entendem, e eles tem nos dado tudo o que precisamos para fazer o que pensamos ser filmes individuais de uma hora toda semana.

Collider: Estou curioso sobre as cenas deletadas e coisas que nunca foram ao ar. A terceira temporada teve muitas cenas deletadas? Ou apenas uma coisinha aqui e outra ali?

Hurd: Apenas uma coisinha aqui e outra ali. Você quer ter certeza de que você não está escrevendo demais, à medida que existem muitas imagens na sala de cortes. Sempre tem algumas, mas não muitas e, se Deus quiser, muitas estarão no DVD da terceira temporada.

Collider: Eu sei que estamos apenas em fevereiro agora, mas a Comic-Con se transformou uma em um evento tão grande da cultura pop; vocês já estão falando sobre voltar esse ano? Essa conversa ja começou?

Hurd: Esperamos aparecer na Comic Con, mas ainda é muito cedo para falar com certeza.

Qual é o cronograma real da produção? Durante os primeiros três anos vocês filmaram durante um certo período do ano. Vocês estão planejando repetir o mesmo cronograma na próxima temporada? 

Hurd: Nós temos que repetir. Se você olhar o tempo que levamos para fazermos a sala dos escritores engrenar, criar as histórias e escrever os scripts, você meio que cai no mesmo cronograma. No primeiro ano nós começamos a filmar em Junho e também, eu acho, na segunda temporada, e ai na terceira temporada nós começamos a filmar em Maio e esperamos começar a quarta temporada em Maio também. Por termos 16 episódios, vamos direto até o Dia de Ação de Graças.

Collider: Eu sei que você não pode falar muito sobre o que vem nos próximos episódios, e honestamente, sendo um fã, eu não quero saber porque odeio spoilers, mas o que você pode falar para as pessoas sobre o que pode estar por vir? É delicado, eu sei.

Hurd: Você vai descobrir que mais uma vez as alianças serão testadas, que as pessoas em quem você confia não merecem essa confiança, e que as pessoas que você sentia que nunca poderia confiar poderão, na verdade, te surpreender.

Collider: Eu acho que isso é o melhor que posso conseguir. Eu vou mudar completamente de assunto, você também está trabalhando em algo com que eu estou extremamente empolgado que é Gaiking, eu cresci acompanhando isso.Você pode nos contar a respeito do andamento deste projeto?

Hurd: É claro, nós acabamos de fechar o negócio e nós estamos a procura de escritores neste momento.

Collider: Você está procurando fazer com que pareça com algo que já foi feito? Você pode me falar das suas idéias para o filme?

Hurd: É cedo, eu odiaria fazer isso antes que os escritores tenham a oportunidade de olhar o material e sentar comigo. Eu não acho que queiramos fazer com que se pareça com algo que você já tenha visto antes na tela. Como você sabe, se você conhece Gaking, o personagem é a parte mais desafiadora para nós.

Collider: Com certeza, eu acredito que minha pergunta seja, existe algum tipo de prazo no qual vocês esperam estar prontos nesse ano?

Hurd: Não, é mais importante encontrar o escritor certo e a tomada certa do que fazer tudo em um prazo em particular.

Collider: Eu definitivamente quero perguntar, a Warner Brothers recententemente anunciou que “Robotech” está em desenvolvimento. Nos anos 70 e 80 tivemos muitos robôs que atingiram a animação, eu sou fã de tudo isso. Existe algum tipo de competição entre Robotech, Voltron e Gaiking? Você está tentando ter certeza de que será a primeira?

Hurd: Não, eu fui a primeira e a segunda. Eu fiz ”Armageddon”, também teve o “Deep Impact” e nós acabamos sendo o filme mais bem sucedido naquele ano mesmo sendo os segundos. Eu também fiz “Dante’s Peak”. Houve três filmes submarinos quando fizemos o “The Abyss”. Eu acho que a coisa mais importante é fazer o melhor filme que puder.

Collider: Eu concordo plenamente com você. É algo pelo qual eu estou esperando. Vocês deram uma olhada no que os efeitos especiais podem fazer agora, depois de “Iron Man” e coisas do tipo, vocês estão meio que procurando como isso pode parecer real?

Hurd: Oh, absolutamente. Você não quer que as pessoas olhem para algo e pensem que é um efeito especial fantástico. Efeitos visuais agora hoje em dia dão a sensação de que você pode tocar, seja o rosto de uma criatura ou uma máquina.

Collider: A sua companhia de produção “Valhala” está se juntando com a “Toel” e a “Al Nippon Entertainment” para fazer o projeto juntos, isso é uma daquelas coisas em que cada parte deve concordar com algo, ou eles estão confiando em você para que contrate o escritor certo? Você pode falar sobre essa colaboração?

Hurd: Todos nós concordamos com qual escritores nós vamos contratar e eu sempre gosto de ver meus parceiros felizes mas eu acho que vão apoiar o que quisermos fazer.

Collider: Obviamente você está trabalhando em “The Walking Dead” e “Gaiking”, o que mais vocês estão tentando fazer na Valhala com relação a TV e projetos de filmes?

Hurd: Nós temos uma nova série, que ja mandamos fazer o piloto, chamada “Horizon” nos EUA, que se passa nos anos 40 e é sobre uma mulher cujo marido desaparece no Pacifico e ela começa a imaginar se tudo isso tem algo a ver com uma nave alienígena.

Collider: É definitivamente uma reviravolta no que os EUA vem fazendo, falando das séries “blue sky”.

Hurd: Sim, é de época e tem aliens.

Collider: É definitivamente diferente, você vai fazer esse piloto agora nessa temporada?

Hurd: Sim.

Collider: O quão adiantada você está, falando de script, diretor e coisas do tipo?

Hurd: O script é de Bridget Tyler e nós estamos no processo de trazer um diretor e também estamos no meio da contratação do elenco.

Collider: Então eu vou ouvir falar disso bem em breve.

Hurd: Sim.

Collider: Esse foi um daqueles projetos no qual vocês vem trabalhando há algum tempo, ou aconteceu bem rápido?

Hurd: Aconteceu bem rápido, televisão é bem mais rápida do que os longa metragens nesse aspecto.

Collider: Sim, eu definitivamente notei isso. Eu vou voltar um pouquinho. Você esteve envolvida em alguns filmes derivados de HQs, esteve envolvidas em vários grandes filmes. Estou curioso em saber o que você pensa a respeito dos gêneros derivados das HQs neste momento, uma vez que parece que eles estão se tornando um dos maiores gêneros do planeta.

Hurd: Em primeiro lugar eu acho que as pessoas que são mais susceptíveis aos filmes hoje em dia, cresceram com as HQs. Faz parte da literatura americana e finalmente está sendo tratada com a importância que merece. Então, diretores e atores do primeiro escalão estão fazendo filmes que seriam considerados, no máximo, filmes B nos anos 50, 60 e 70.

Collider: Um filme que eu absolutamente amei, no qual você foi produtora executiva, é “Tremors”.

Hurd: É um dos meus favoritos também.

Collider: Eu amo aquele filme, de verdade. Fale um pouco sobre como foi fazê-lo, e se você tinha idéia, quando o fez, de que ele sobreviveria ao tempo.

Hurd: Não, porque foi uma grande bomba quando ele saiu.

Collider: (risos) O que é engraçado se você for ver agora.

Hurd: Sim, foram provavelmente as mais baixas projeções de teste, você sabe, pesquisa nacional em grupo, grupo de foco de qualquer filme que eu já tenha feito e isso nos levou a Universal, que fez o filme, acreditando que fosse ser um fracasso, então eles não deram muita importância ao marketing por trás daquilo. Mas o que os chocou foi que toda vez que o filme ia ao ar na televisão, a audiência ia la em cima e está super presente hoje em dia, tanto na TV quando em DVD.

Collider: Houve um número de sequências, e eu raramente acho que os filmes devem ser refeitos, mas quais são as chances de “Tremors” ganhar uma segunda vida, em se tratando de um remake?

Hurd: Eu não tenho idéia porque, na verdade, eu não controlo os direitos.

Collider: Essa é uma daquelas coisas que eu tenho muita curiosidade. Voltando para “The Walking Dead” se você não se importar, fale um pouco sobre seu dia a dia quando está filmando a série, você fica no set o tempo todo?

Hurd: Na primeira temporada eu ficava no set quase o tempo todo, mas isso porque nós não tínhamos muita pós-produção até  porque eram apenas seis episódios. Daquela temporada em diante eu tenho ido e voltado de Los Angeles, onde a pós-produção e a sala do escritor ficam, e depois para Atlanta, onde filmamos.

Collider: Eu não tenho certeza se os incentivos fiscais mudaram em Atlanta. Eles continuam os mesmos?

Hurd: Sim, eles continuam os mesmos.

Collider: Pelo fato de ter ouvido que muitas produções mudaram de Atlanta de volta para LA, eu estava curioso se existe algo que fosse considerado, ou é só a paisagem?

Hurd: A paisagem é uma grande parte disso e mesmo na HQ eles viajam para o DC mas ainda é o Sul, ou o Sudeste.

A quarta temporada está atualmente sendo escrita e começará a ser filmada em maio de 2013. O seu lançamento está previsto para outubro de 2013. Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil para ficar por dentro das últimas novidades.


Fonte: Collider
Tradução: @yawlully / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

The Walking Dead volta a ser exibida pela Band

Vinícius Castro

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Após um longo tempo fora da programação da TV aberta brasileira, The Walking Dead finalmente voltou à programação da Band. Desde segunda-feira, dia 06 de junho de 2016, o drama zumbi voltou a ser reexibido para o público que não tem a chance de acompanhar por serviços de streaming ou TV a cabo.

De acordo com afirmações da emissora, a exibição trará inicialmente apenas reprises da terceira temporada (definitivamente a mais controversa da série, que sofreu sob o comando do showrunner Glen Mazzara), e o horário é bastante curioso: serão exibições semanais (exceto fins de semana), sem um horário definido – basicamente na faixa entre meia-noite e 2h da manhã.

Exibida originalmente entre 2013 e 2014, a terceira temporada retorna com Rick (Andrew Lincoln) e seu grupo encontrando a prisão. Também introduz o Governador (David Morrissey) e sua cidade, Woodbury. A temporada destacou a introdução de Philip Blake e Michonne (Danai Gurira), e também o retorno de Merle (Michael Rooker), o irmão de Daryl (Norman Reedus).

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Ainda não há informações se a emissora exibirá a quarta e quinta temporadas em sequência, então fiquem ligados para qualquer nova atualização aqui no site.

E então, o que achou desta iniciativa da Band? Irá acompanhar a reprise do terceiro ano? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada em Outubro de 2016 na AMC e na FOX Brasil. O trailer da temporada, bem como a data oficial de lançamento, será divulgada durante a Comic Con de San Diego em Julho.

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3ª Temporada

Prédios da 3ª temporada de The Walking Dead estão a venda

Rafael Façanha

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Não foi exatamente a volta ao lar que Rick e Carl esperavam. Ao retornar a King County, Georgia, juntamente com Michonne, pai e filho lembraram-se de como a vida era antes do apocalipse, e por mais agridoces que fossem aquelas memórias, nada se comparou ao reencontro de alguém do passado, vivo e respirando: um enlutado e enlouquecido Morgan.

O decimo segundo episodio da terceira temporada, “Clear”, é considerado um dos mais pungentes e poderosos episódios em The Walking Dead, mostrando uma performance comovente de Lennie James e uma atmosfera de cidade fantasma. A rua principal cercada por armadilhas se transformou em um set inesquecível, e agora você pode viver neste local onde tantos walkers foram mortos, uma vez que nove prédios do centro de Grantville, Georgia, e que serviram de locação para “Clear”, estão à venda no eBay.

Com um lance inicial de $680.000 – ou mais de 2 milhões de reais, na conversão feita pelo site de leilões – os prédios rústicos de Grantville estão sendo leiloados no eBay e serão vendido a quem fizer a maior oferta até o prazo final do leilão, em 26 de março. A CNN relata que, de acordo com o prefeito de Grantville quatro filmes serão rodados na cidade em um futuro próximo. O espaço ainda foi utilizado na gravação de outras produções, como “Os Infratores” e “Debi e Lóide 2″. Para saber mais informações, visite a conta do ebay ou a página oficial dos tours, que são oferecidos pela região.

FOTOS DE GRANTVILLE:

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FOTOS DO EPISÓDIO “CLEAR”:

Você também pode comparar a aparência real de Grantville com a sua aparência durante as filmagens de “Clear” nas fotos abaixo:

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Fonte: Daily Dead
Tradução: @Binapic / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

Os 3 momentos mais frustrantes de The Walking Dead em 2013

Rafael Façanha

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The Walking Dead é o maior e melhor seriado de TV na atualidade, mas, às vezes, ele nos enlouquece. Agora que 2013 se perdeu nas brumas, é um bom momento para relembrarmos os altos e baixos do ano. Já compartilhamos cinco dos melhores momentos de 2013 – que incluiu a segunda metade da terceira temporada e a primeira metade da quarta temporada. Temos apenas três “piores momentos”, já que The Walking Dead definitivamente tem mais altos do que baixos. E mesmo os “piores” momentos não passam de amor bruto – não abandonaremos o show nunca. Então aqui enumeramos três candidatos ao mais frustrante momento de 2013. Confira a lista e deixe sua opinião nos comentários abaixo.

1. Andrea morre, o Governador sobrevive

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Toda a história de Andrea para a terceira temporada é questionável. Por que eles a transformaram na garota ingênua que se apaixona pelo cara errado e fica com o estranho bonitão, e não com sua amiga? O fato de Andrea ser a última a saber de tudo apenas a tornou uma idiota aos olhos do público. É uma vergonha, já que ela é uma excelente personagem nos quadrinhos e sobrevive por muito mais tempo (Na verdade, ela ainda está viva na HQ neste momento).

A pior parte foi vê-la naquela cadeira, durante o season finale da terceira temporada, apenas olhando para Milton e conversando com ele, enquanto o mesmo se preparava para morrer. Ela simplesmente disse “Eu tentei”, e teve sua partida melancólica.

Laurie Holden mais tarde disse que, se ela fosse um dos roteiristas, as coisas teriam sido muito diferentes. O Governador teria morrido – preferivelmente antes de massacrar seu próprio povo – e Andrea seria mais como a equivalente da HQ. Pena… sem dúvidas teríamos uma grande personagem se ela tivesse sido desenvolvida adequadamente.

2. Os novos amigos do Governador concordam com a guerra

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Veja, o Governador é sedutor, carismático, manipulador. Entendemos. Andrea certamente concorda! Mas vamos lá! Ele faz um discursinho aos seus novos amigos no velho acampamento de Martinez e, de repente, eles estão todos concordando que é válido atacar a prisão e tomar para eles? Mesmo que isso signifique matar a todos? Eles sequer estavam em perigo imediato.

Lilly disse que eles poderiam simplesmente ficar lá, uma vez que o acampamento era o novo “lar”, o que parecia ser uma opção justa. Poderia ser diferente se eles tivessem sob constante ataque, ou passando fome, mas eles estavam jogando golfe, se reunindo para beber cerveja e passando o tempo. Não havia nenhum ímpeto para a guerra. Por que essas pessoas desejariam arriscar suas vidas pela palavra de um cara que eles sequer conhecem, para tomar um lugar que eles sequer precisavam?

3. A morte aleatória de Meghan

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Realmente, foi muito legal ver um walker literalmente sair de sua tumba daquela maneira. Legal. Mas que final aleatório para Meghan. Primeiro, sua mãe Lilly simplesmente está contemplando o rio, enquanto um walker leeeeeeeeeeeeeeeentamente anda pelas águas, então Meghan acidentalmente ajuda a desenterrar um walker, e acaba mordida. Boom. Simples assim, sua história terminou. De volta à guerra na prisão!

Durante o midseason finale Lilly aparece carregando o corpo morto de Meghan. O Governador atira em sua cabeça, matando-a novamente, e retorna à briga. Sim, entendemos que Meghan morreria em algum momento, mas pareceu uma saída apressada e sem qualquer outro significado, além de mostrar como o Governador está perdendo tudo o que conseguiu. Esta doce menina que aprendemos a conhecer em dois episódios simplesmente morreu em segundos! Não deveria haver mais impacto? Pelo menos a morte de Hershel teve um contexto e um significado.

Você discorda? Estamos sendo excessivamente críticos? Você sugere outros momentos de frustração ou pensam que todos os momentos foram perfeitos até esse ponto? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com os oito últimos episódios da quarta temporada no dia 09 de Fevereiro de 2014 na AMC e 11 de Fevereiro de 2014 na FOX Brasil.

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Fonte: Wetpaint
Tradução: @BinaPic / Staff Walking Dead Brasil

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