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[FANFIC] Dead Memories – Capítulo 03

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Os zumbis ameaçam invadir o refugio dos sobreviventes. Ao mesmo tempo em que humanidade deles é questionada um novo grupo de sobreviventes aparece para responder a questão. A batalha pela sobrevivência começa.

Dois de Janeiro de 2011, Canoas, Rio Grande do Sul

 Ambos corremos á frente do refugio. Quando chegamos encontramos os soldados que estavam de guarda na porta reforçando-a. Everton estava no terraço com mais dois soldados dispondo de rifles de longo alcance e o que parecia ser uma metralhadora, todas as armas apontadas em direção a frente do refugio que estava repleta de zumbis. Carlos e eu avistamos um soldado sentado no chão ele parecia ferido, suas roupas tinham rasgões e sangue. Perguntei a ele se ele estava bem. Ele ergueu a cabeça olhou nos meus olhos e disse que havia sido mordido na perna. No exato momento Carlos puxou de sua cintura um revolver e apontou para a cabeça do soldado engatilhando seu revolver. Sem pensar duas vezes fiquei na frente do soldado ferido abri os braços e começamos a discutir:

– Tá maluco cara, temos de levá-lo a um medico, ele precisa de cuidados.

– Gomes. Uma vez mordido, arranhado ou ter tido um contato direto com o sangue de um zumbi estarás fudido. Tornar-se-á um deles. Não existe cura pra isso, também não temos médicos. Este é o protocolo 6. Infectados devem ser exterminados sem objeção.

– Que protocolo de merda é esse que escolhe a morte antes da vida. Fodam-se. Deve haver algo que poçamos fazer para ajudá-lo.

Ouvindo a discução o soldado moribundo se levanta pega a arma da mão de Carlos e diz:

– Só existe uma coisa que posso fazer.

Vai em direção a porta. Carlos pede aos soldados de guarda para que a abram pra ele. O soldado deixa o refúgio ainda mancando como se sua perna pesasse toneladas. Ele segura firma o revolver e segue ao encontro dos zumbis que ao verem vão tentar fazer mais uma refeição. O revolver tinha 6 balas e com elas ele mata 6 zumbis após isso ele a joga no chão puxa de sua bota uma faca e sai esfaqueando todos os zumbis que tentavam morde-lo mais uma vez, mas só consegue matar mais dois. Na luta cai no chão. Seu fim se encontrava ali. Só se perguntando se morreria sem dor. De repente um estrondo. Era uma bala em sua cabeça. Olho então para o barulho de origem do tiro e vejo Everton com seu rifle apontado para o soldado.

Juliana chega ao terraço gritando o nome Julho. Parece que esse era o nome do soldado agora morto. Everton a segura nos braços e diz a ela que eles não poderiam fazer nada a não ser evitar que ele se sentisse um pesou e não sentisse dor. Juliana então chora nos braços de Everton.

Sem reação não sabia se o que havia acontecido era certo ou errado. O tenente Renan então aparece acompanhado de um soldado vestido de preto com uma ak-47 em volta do peito e uma machete na cintura.

Atenção todos aos seus postos vai começar o extermino. Eduardo dê o sinal em 1 minuto. O homem de preto então a levanta o braço e com uma voz grave grita “todos agora carregando as armas e se posicionando”. O tenente Renan então volta ao refugio com uma expressão de tranquilidade em seu rosto.

Carlos então vai em direção ao armário pega dois sacos. Ele me da um e diz pra irmos em direção aos muros verticais, da esquerda e da direita e me diz que quando derem o sinal. Eu começar a bombardear do outro lado. Quando olho pra dentro do saco vejo 9 granadas de mão. Entendo na hora o que devo fazer.

Juliana, Everton os soldados de cima do terraço pegam seus rifles o Eduardo então sobe até o terraço e se posiciona diante da metralhadora. Os demais soldados pegam suas armas e colocam seus canos em buracos espalhado pelos muros que cercam o refugio.

Eduardo então da o sinal. O sinal era o tiro de um sinalizador de luz vermelha no céu. O extermino então começa. Tiros, mais tiros, explosões e mais explosões. Começa a sinfonia da morte. O som incessante da metralhadora tirava a minha atenção no lançar das granadas ao mesmo tempo e quem o som das balas dos rifles davam ritmo a maestria de Carlos que despedaçavam os zumbis do outro lado dos muros. Nós somos a orquestra da morte daqueles que já não descansam em paz. Nossas armas são nossos instrumentos e o nosso público são aqueles incapazes de reconhecer o som do fim da vida.

Cada vez apareciam mais zumbis atraídos pelos barulhos dos tiros. Mas o número de zumbis ao redor do refugio estava diminuindo significativamente.

Tudo parecia estar sobre controle quando um grito de socorro ecoou entre o som dos disparos. O grito se repetia duas, três, quatro vezes e ninguém se quer parou de atirar, então subi em cima de uma lata de lixo que se encontrava no estacionamento do refugio onde estávamos. Consigo ver claramente 4 pessoas correndo entre os zumbis. Eram duas mulheres vestidas de branco um homem de preto e outro também de branco. O homem de branco estava atirando sem parar protegendo o padre enquanto outra mulher usava um pedaço de madeira pra derrubar os zumbis em sua frente protegendo a outra mulher. Grito eu então parar pararem de atirar, mas Carlos grita “continuem atirando”. Em um ato de desespero corro até o portão o abro e saio correndo e meio ao tiroteio. Quando dei por mim Juliana e Everton já estavam do meu lado. Os soldados trancam a porta e nos deixam a mercê dos zumbis. Juliana diz pra mim “o que devemos fazer agora?” e Everton completa “O importante é não parar de atirar”. Eu respondo-os “Vamos até aquelas pessoas e cobrimos suas costas até que cheguem ao refugio”. Eles concordam e corremos até o grupo que estava no fim da rua. Uma avenida para ser mais exato. Conforme corríamos continuavam matando os malditos zumbis. Eles não nos davam trégua e insistiam em no tomar como banquete. Quando estávamos há 4 metros de distância o homem de preto gritou “Elisa!”. Uma das mulheres havia sido atacada e mordida. Em fim conseguimos chegar até o grupo. Disse a aquelas pessoas que agora estava tudo bem e que no final da rua havia um refúgio seguro para eles. O homem de branco pede pra nós que salvássemos Elisa. Juliana então olha para trás deles e vê que não havia mais salvação para aquela mulher. Dois zumbis já estavam desmembrando-a parte por parte. Podíamos ainda ouvir os gritos de Elisa que de repente calou-se mediante o som dos tiros. Disse ao grupo “Vamos embora nosso dever agora é proteger essas pessoas, todos sigam em frente. Everton e eu cuidamos da retaguarda e Juliana cuide de abrir caminho”. Saímos então a fim de chegar ao refugio antes que fossemos atingidos por uma bala perdida ou feridos por um morto-vivo. A batalha foi dolorosa. Cansados e com uma munição mínima chegamos ao nosso destino, perseguidos de um grupo de zumbis. Ao abrir a porta um dos soldados sai e nos da cobertura após todos entrarem o soldado que nos dava cobertura foi pego. O outro guarda que cuidava da porta não teve outra opção se não fechar a porta e deixar seu amigo a própria sorte. Infelizmente o soldado atacado foi morto com uma mordida em sua veia jugular do pescoço.

O som dos tiros finalmente terminou. Não havia mais nenhum zumbi perambulando pela rua banhada de sangue, órgãos e partes do corpo espalhada pelo chão dela.

Eu ainda ofegante respiro fundo e vou em direção ao Carlos. Aproximando-me dele ele me dá um sorriso com o canto da boca e me diz “Muito bom, adorei sua atitude”. Quando ele termina sua frase fecho o punho e quase que sincronizadamente o acerto com um soco em seu nariz. Ele cai no chão e começamos a discutir.

– Fique feliz por receber apenas um soco. Sei que salvou a minha vida, mas não tem o direito de deixar as pessoas para morrer como se não valessem à pena.

– O que deu em você Gomes. Achei que eles iriam morrer. Não arriscaria a vida de vocês para salvar outros. Preferia não arriscar.

– Foda-se você e seu pensamento mesquinho. Arriscaria a minha vida para salvar a sua, assim como salvei a deles.

No meio da discução aparece Eduardo que nos sugestiona parar de brigar e ajudar as pessoas que foram salvas.

Eu concordo. Levo então com a ajuda de Juliana e Everton as pessoas para dentro do refugio.

Enquanto descanso sentado no chão. Juliana vai buscar água enquanto Everton vai acomoda os outros. Após Juliana voltar com á água e entregar aos sobreviventes, ela vem até mim.

– O que deu em você? Não precisava perder a cabeça com o meu irmão.

– Olha não vou me desculpar. Sei que errei, mas dane-se é o que eu penso e não vou mudar de idéia.

Enquanto saio em direção aos sobreviventes, Juliana percebe que eu realmente pensava igual a ela. Quando cheguei ao grupo de sobreviventes me sentei no vamente no chão e curioso perguntei ”sei que isso não é fácil pra vocês, mas me contem a sua história”. Everton se senta ao meu lado e o homem de preto me questiona “meu jovem não se lembra de mim”. “Você sabe como nossa história começou não se lembra?”. Fico surpreso e penso. Conheço esse homem? Ele realmente sabe quem sou eu? Será que finalmente saberei o que aconteceu comigo?


Autor: William Santos / @willsanttoos

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The Walking Dead revela quem está por trás do vandalismo “Silencie os Sussurradores”

A campanha contra os Sussurradores que acontece em Alexandria também aconteceu nos quadrinhos de The Walking Dead.

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Alguém em The Walking Dead pretende “Silenciar os Sussurradores”. No episódio desta semana de The Walking Dead, Daryl (Norman Reedus) e Lydia (Cassady McClincy) descobrem que sua casa foi vandalizada por grafites pedindo que Alexandria “Silencie os Sussurradores”. A ex-sussurradora, Lydia, emancipou-se da mãe abusiva, Alpha (Samantha Morton), mas está lutando para se afirmar dentro das paredes de Alexandria. Lydia é intimidada por Alfred (David Shae), Margo (Jerri Tubbs) – que exige justiça para os ladrões de estrada Ozzy (Angus Sampson) e Alek (Jason Kirkpatrick) – e Gage (Jackson Pace), em busca de sangue para vingar os amigos Rodney (Joe Ando Hirsh), Addy (Kelley Mack) e Henry (Matt Lintz).

Em certo momento, Lydia intencionalmente incomoda os três agressores cortando um esquilo. “Foi por isso que Ozzy e Alek morreram? Para que ela pudesse nos fazer de bobo?”, diz Alfred. Margo responde: “Não aqui.” Lydia provoca novamente, segurando o dedo ensanguentado nos lábios: Shh.

Mais tarde, Daryl diz a ela que “não pode fazer coisas assim” se ela espera morar em Alexandria. Ela responde: “Mas eles podem escrever o que quiserem em nossa porta?”

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Alpha acredita no fim das comunidades no trailer do próximo episódio de The Walking Dead

“Um dos grandes momentos da história em quadrinhos que nos entusiasma muito e que há essa ideia de propaganda e paranoia, é essa de ‘silenciar os sussurradores’, que Robert Kirkman usou muito bem”, disse a showrunner Angela Kang anteriormente a EW. “Então, definitivamente, há um sentimento de que nosso grupo está entrando nesse conflito que continua crescendo contra os Sussurradores, muito diferente de como ocorreu a guerra contra os Salvadores, onde não havia apenas elementos de paranoia, mas meio que uma sensação de Guerra Fria.”

O vandalismo dos agressores e seu violento ataque a Lydia ocorrem quando os Sussurradores invadem ainda mais as comunidades: Alpha reivindicou ainda mais território das comunidades e Michonne (Danai Gurira) suspeita que os Sussurradores estejam por trás de ataques coordenados em Alexandria, Hilltop e Oceanside.

“Descobrimos que há pessoas que estão tendo uma resposta mais comedida. Você vê pessoas que são muito mais rigorosas, vê pessoas que estão confusas sobre o que fazer”, disse Kang. “E acho que isso faz parte do interessante cenário humano que está rolando quando tudo começa a acontecer, a paranoia começa a dominar essas comunidades, e há movimentos de guerra sendo feitos de ambos os lados”.

Nos quadrinhos, foi o líder de Alexandria, Rick Grimes, que se uniu a Alexandria dizendo a seus sobreviventes que eles precisavam “silenciar os sussurros”. Na edição 152 de The Walking Dead, Rick lançou uma campanha de propaganda completa, admitindo que Michonne precisava direcionar a raiva dos alexandrinos para longe deles e em direção ao inimigo.

Essa campanha foi lançada quando alguém tentava “silenciar os sussurros” à sua maneira. Resultado: Negan que escapou.

Na série, apesar de não ter sido revelado, presumimos que os responsáveis pelo vandalismo sejam Alfred, Margo e Gage. Vamos ter que aguardar os próximos episódios para descobrir se teremos ou não a revelação oficial do(s) envolvido(s) nessa campanha.

O que você achou do episódio desta semana de The Walking Dead? Acredita que Lydia está certa e que os culpados pela frase/campanha são Alfred, Margo e Gage? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!

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Produtora de The Walking Dead revela o voto de Gabriel sobre o destino de Negan

Angela Kang, a showrunner de The Walking Dead, comentou sobre a decisão que Gabriel estava pensando em tomar no episódio desta semana.

Marcela Aquino

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Negan (Jeffrey Dean Morgan) é um homem procurado. No episódio desta semana de The Walking Dead, “Silence the Whisperers”, Margo (Jerri Tubbs) foi morta quando Negan salvou Lydia (Cassady McClincy) de uma surra violenta cometida por Margo e pelos cúmplices Alfred (David Shae) e Gage (Jackson Pace). O conselho de Alexandria se reuniu para determinar o destino de Negan, com Aaron (Ross Marquand) argumentando que Negan não merece viver em sua civilização, apesar de uma sentença de oito anos de prisão. Negan foi defendido por Siddiq (Avi Nash) e relutantemente por Daryl (Norman Reedus), deixando o padre Gabriel (Seth Gilliam) como o desempate. Depois de tomar a noite para considerar sua resposta, Gabriel visitou a cela de Negan, apenas para encontrá-la vazia. Com uma vida em jogo, Gabriel teria votado a favor ou contra Negan?

“Eu acho que Gabriel teria votado para não matá-lo”, disse a showrunner Angela Kang à EW. Apesar da formação de uma multidão sedenta de sangue exigindo que Negan seja levado à justiça, Kang diz que Gabriel teria sido influenciado por suas sessões de terapia com Negan. O padre atua como guardião de Negan há anos, desempenhando um papel fundamental em sua reforma.

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“Acho que porque ele conheceu Negan ao longo do tempo e que, no final das contas, ele acreditava no fato de Lydia estar dizendo: ‘Ele me salvou e foi um acidente’, e o fato de Daryl acreditar nela, e o fato de que ele sabe que Negan está tentando”, explicou Kang. “Acho que ele teria pensado sobre isso e orado por ele, e acordado na manhã seguinte, e as pessoas com suas forquilhas foram para a cama ou sei lá, e acho que ele teria pensado: ‘Sabe do que mais? Isso tudo é demais. As pessoas são muito paranoicas.’ É o que acho que ele pensaria no momento.”

Questionada se Gabriel visitou a cela de Negan para ajudar a solidificar sua decisão, Kang disse: “Acho que sim. E então ele vê que Negan se foi, e então eu acho que ele pensa: ‘Ah, foda-se. Tipo, eu estava errado em pensar que iria cair nessa e ter essa conversa com ele?’ Ele está duvidando quando descobre que ele se foi.”

O cúmplice de Negan foi revelado no vídeo promocional do próximo episódio, “What It Always Is”, e para responder sobre aonde Negan está indo… “Vamos descobrir muito em breve onde ele foi”, brincou Kang.

Você acha que Negan merece viver depois de tudo que ele fez? Você conseguiu perdoá-lo? Deixe todos os seus pensamentos nos comentários abaixo!

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The Walking Dead lidera as indicações ao Saturn Awards 2018

Vinícius Castro

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Seguindo o padrão dos anos anteriores, The Walking Dead está liderando a lista de indicados ao Saturn Awards, a maior premiação para cinema e TV de gênero do mundo. Revelados no mês passado, os indicados, que serão escolhidos a dedo pela Academia de Ficção Científica, Fantasia e Horror, receberão o resultado final em junho de 2018.

O drama zumbi está liderando os competidores da televisão, com 7 indicações ao total, fazendo jus ao material apresentado durante a oitava temporada. Entre as novidades em relação aos últimos anos, o único novato é Khary Payton, o Rei Ezekiel. Confira abaixo:

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV

  • JON BERNTHAL (THE PUNISHER)
  • BRUCE CAMPBELL (ASH VS EVIL DEAD)
  • SAM HEUGHAN (OUTLANDER)
  • JASON ISAACS (STAR TREK: DISCOVERY)
  • ANDREW LINCOLN (THE WALKING DEAD)
  • SETH MACFARLANE (THE ORVILLE)
  • KYLE MACLACHLAN (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • RICKY WHITTLE (AMERICAN GODS)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • NIKOLAJ COSTER-WALDAU (GAME OF THRONES)
  • MIGUEL FERRER (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • KIT HARINGTON (GAME OF THRONES)
  • DOUG JONES (STAR TREK: DISCOVERY)
  • CHRISTIAN KANE (THE LIBRARIANS)
  • MICHAEL MCKEAN (BETTER CALL SAUL)
  • KHARY PAYTON (THE WALKING DEAD) 
  • EVAN PETERS (AMERICAN HORROR STORY: CULT)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • ODETTE ANNABLE (SUPERGIRL)
  • DAKOTA FANNING (THE ALIENIST)
  • DANAI GURIRA (THE WALKING DEAD)
  • MELISSA MCBRIDE (THE WALKING DEAD)
  • CANDICE PATTON (THE FLASH)
  • ADINA PORTER (AMERICAN HORROR STORY: CULT)
  • KRYSTEN RITTER (MARVEL’S THE DEFENDERS)
  • RHEA SEEHORN (BETTER CALL SAUL)

MELHOR PERFORMANCE DE UM ATOR JUVENIL EM SÉRIE DE TV

  • KJ APA (RIVERDALE)
  • MILLIE BOBBY BROWN (STRANGER THINGS)
  • MAX CHARLES (THE STRAIN)
  • ALYCIA DEBNAM-CAREY (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID MAZOUZ (GOTHAM)
  • LILI REINHART (RIVERDALE)
  • CHANDLER RIGGS (THE WALKING DEAD)
  • COLE SPROUSE (RIVERDALE)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE TV

  • BRYAN CRANSTON (PHILIP K. DICK’S ELECTRIC DREAMS)
  • MICHAEL GREYEYES (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID LYNCH (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • JEFFREY DEAN MORGAN (THE WALKING DEAD)
  • RACHEL NICHOLS (THE LIBRARIANS)
  • JESSE PLEMONS (BLACK MIRROR)
  • HARTLEY SAWYER (THE FLASH)
  • MICHELLE YEOH (STAR TREK: DISCOVERY)

MELHOR SÉRIE DE HORROR 

  • AMERICAN HORROR STORY: CULT
  • ASH VS EVIL DEAD
  • FEAR THE WALKING DEAD
  • PREACHER
  • THE STRAIN
  • TEEN WOLF
  • THE WALKING DEAD

Vale lembrar, The Walking Dead vem sendo o maior campeão da premiação desde 2013. Entre os já campeões dos últimos anos estão Andrew Lincoln, Melissa McBride, Chandler Riggs, Danai Gurira e a própria série.

A boa recepção da série na premiação pode trazer uma nova luz a série, que andou sofrendo alguns boicotes da crítica especializada na última temporada e meia.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.

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