Siga-nos nas redes sociais

Walking Dead Brasil

[FANFIC] A Caminhada dos Mortos – Capítulo 05

Publicado há

em

O grupo do Jefferson irá enfrentar o novo mundo. E um grande mistério surge. Terão que achar um jeito de sair do condomínio o mais rápido possível.

Dia 26/11/11 Diário de Maite:

Hoje é Sábado, um ótimo dia para descansar; porém tenho vários trabalhos da faculdade e quero colocar tudoem ordem. Minhairmã foi até o centro da cidade para fazer algumas compras. Quando ela chegou me contou que estava um caos, carros de policia, bombeiros e ambulâncias estavam indo em direção ao aeroporto. Ela perguntou a um policial que estava correndo na rua o que havia ocorrido. Ele explicou que um piloto do avião não estava se sentindo bem e na hora de aterrissar houve uma tragédia.

O vizinho da frente disse que ele e sua família estavam indo embora; havia sobrado vários mantimentos na dispensa deles e se quiséssemos poderíamos pegar tudo. Convidou-nos para fugir com eles, mas decidimos ficar aqui; não estávamos entendendo nada, estávamos confusas e desnorteadas. Então fomos alertadas: juntem muitos mantimentos e fiquem seguras, pois a cidade está passando por uma epidemia, um vírus letal está tomando conta das redondezas.

Dia 27/11/11 Diário de Maite:

Ontem à noite… O noticiário mostrou imagens de pessoas loucas que estavam atacando às outras, mas pediram que as pessoas não entrassemem pânico. Foia gota d’água;  todos pegaram seus carros e estavam desesperados para sair da cidade. Eu e Luiza tomamos uma decisão e ela foi simplesmente ficar aqui. À noite a energia acabou. Caxias do Sul estava um caos e havia pessoas por todos os lados; elas estão saqueando tudo que veem pela frente.

Dia 28/11/11 Diário de Maite:

A energia não voltou e nem sabíamos se ela iria voltar. Estávamos muito confusas, não sabíamos o que faríamos. Ouvimos o som de um helicóptero e fomos até varanda; sempre tentando não chamar atenção. Percebemos que o veículo estava diminuindo sua altura de vôo rapidamente. Olhei para Luiza; ela apenas sorriu e disse que seriamos resgatadas. Luiza é uma pessoa inteligente e sempre me ajuda enchendo meu coração de esperança.

Aquelas pessoas tiveram muita sorte de terem vindo parar em nosso condomínio. Mas em contrapartida trouxeram consigo milhares de Zumbis. Mas Carlos nos explicou tudo sobre o assunto e agora sabemos como nos proteger. No fundo eu sei que eles são pessoas legais.

[…]

Carolina estava estagnada ao ver os dois zumbis na varanda. Carlos colocou a mão no bolso e pegou uma bala que havia guardado para o caso de ter que suicidar-se se fosse infectado e se preparou para o pior. Luiza pegou um machado que elas guardavam debaixo da cama e entregou para Jefferson.

O impacto que os dois zumbis estavam promovendo contra a vidraça estava fazendo com que ela começasse a rachar.

Carolina sugeriu que Maite, Luiza e as crianças se escondessem no quarto. E foi o que fizeram de imediato. Momentos depois, eles estavam lá, quietos e encolhidos num quarto bastante escuro.

– Mãe, meu pai irá ficar bem? – Perguntou Henry completamente assustado.

– Sim meu filho, ele é forte e conseguirá – Respondeu Carolina em tom de insegurança.

De repente eles ouviram um grande barulho, parecido com uma explosão. Alguém havia disparado um tiro e todos pensaram o pior. Luiza pegou algumas pedras que estavam no canteiro da janela e entregou para todos caso uma defesa inesperado fosse necessária.

O pessoal do quarto não ouviu mais nenhum barulho vindo da sala. Apenas passos que estavam cada vez mais perto de onde eles estavam. Bateram na porta e todos se assustaram. Luiza tomou a frente mandou todos se prepararem. Ela abriu a porta.

Era Jefferson, todo ensangüentado.

– Amor – a esposa correu para o abraçar – Você está bem ? Aquelas coisas não lhe machucaram? –

– Não estou bem. Conseguimos acabar com aquelas coisas ali fora, porém… Carlos caiu da sacada – Respondeu Jefferson.

Jefferson começou a contar o que havia ocorrido:

– Chegamos à conclusão de que aqueles zumbis caíram lá de cima de algum andar. Eles parecem que não sentem dor, mas um deles estava com um braço e o tornozelo quebrado, o que facilitou e muito nosso “trabalho”. Um deles cercou Carlos, ele saiu correndo, não viu o final da varanda e caiu. Eu tentei avisar ele… mas foi tudo tão rápido e o zumbi já estava muito perto de mim. Depois que eu consegui matar eles fui procurar onde estava corpo de Carlos, mas não achei e então olhei e percebi que aquelas coisas foram em direção de algo.

Todos decidiram que cada um iria entrar em seus respectivos quartos e ali ficariam trancados até amanhecer

[…]

Luiza acordou, olhou para janela e pensou ter visto várias daquelas coisas. Gritou um grito seco, que foi abafado pela alvenaria da casa. Percebeu que era apenas um sonho e voltou a dormir.

Jefferson acordou e abriu devagar a porta do quarto com o machado em punho, preparado para se houvesse alguma daquelas coisas ali. Ele fez a ronda pela casa e viu que estava segura. Bateu na porta de todos para que acordassem.

Carolina para agradecer tudo que as moças fizeram preparou um café da manhã para todos.

– Tia, eu vou poder ir para minha casa hoje e rever minha mãe? – Perguntou Jeniffer.

– Faremos o possível – Respondeu Carolina.

Maite foi até a sala e visualizou a sala totalmente cheia de sangue e destruída como conseqüência da luta que havia acontecido ali. Olhou pela varanda e ficou pensando no pobre Carlos que havia caído dali.

Jefferson sugeriu que todos fossem para a casa deles, pois a casa das irmãs estava totalmente vulnerável.

Maite e Luiza aceitaram prontamente e foram arrumar suas coisas e preparar as bagagens com mantimentos.

Ainda não sabiam como iriam sair dali. Maite se dirigiu até porta de entrada do apartamento aproximou seu olho da viseira mágica e viu um vulto passando em frente; não conseguiu identificar quem era ou o que era. Gritou e chamou todos para onde ela estava.


Autor: Maiki Jean / @maikijean

 

Continue lendo
Publicidade
Comentários

EM ALTA