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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a introdução de Negan e prevê o que esperar da 7ª temporada de The Walking Dead

Laís Barcellos

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The Walking Dead fechou sua sexta temporada com um grande suspense. A série baseada nos quadrinhos criados por Robert Kirkman finalmente introduziu o vilão Negan (Jeffrey Dean Morgan), e em uma reinterpretação da edição 100 dos quadrinhos, o episódio deixou o destino de um dos 11 sobreviventes a ser revelado na sétima temporada.

Em uma situação difícil estão: Rick (Andrew Lincoln), Michonne (Danai Gurira), Glenn (Steven Yeun), Daryl (Norman Reedus), Rosita (Christian Serratos), Carl (Chandler Riggs), Maggie (Lauren Cohan), Aaron (Ross Marquand), Eugene (Josh McDermitt), Abraham (Michael Cudlitz) e Sasha (Sonequa Martin-Green). Os 11 estavam todos alinhados e de joelhos na frente de Negan, com o carismático líder dos Salvadores balançando Lucille, seu taco de basebol enrolado com arame farpado, em direção a uma vítima. Com sangue escorrendo pela tela, depois a mesma ficando preta, os espectadores ouviram os gritos e repetidos sons de Lucille esmagando o crânio de alguém.

O showrunner – e roteirista do episódio – Scott M. Gimple previu o que esperar da sétima temporada, aqui vão os destaques:

Por que terminar com um suspense? Você vai mostrar imagens da morte na sétima temporada?

Gimple disse que o fim da temporada marcou o fim da história onde Rick foi derrubado de seu poderoso poleiro. “Onde Rick termina é completamente diferente de onde ele começou no episódio 6×01 e no 6×09. Eu sei por um bom tempo o que acontece no episódio 7×01. Mostrar o que aconteceu com força total é o começo da próxima história.” Quando perguntado se a série iria descrever o incrível trabalho de gore dos quadrinhos, ele falou que “certamente vamos ultrapassar alguns limites com isso.”

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“Nós antecipamos algumas consequências sem intenções”

Gimple foi franco ao dizer que os produtores anteciparam algumas coisas para os fãs. O diretor, que também foi co-escritor do episódio final da sexta temporada, repetidamente disse que sabe para qual direção a história está indo e que sabe a um tempo quem morreu, se referindo a isso como “a história maior que estamos contando”. Não entrou em detalhes sobre porque ele tomou certas decisões, ele optou para proteger a história e salientou que os produtores têm boas intenções e se importam com a audiência. “Estamos tentando dar a audiência uma experiência. Suponho que é bom que tudo se encontre com ceticismo e as pessoas pensem com crítica e desconfiança. Gostaria de mais confiança, mas é bom para a sociedade que as pessoas não confiem em tudo que veem na TV. Faz com que o desafio para gente seja ganhar essa raiva que as pessoas sentem com uma história ótima, e bem mais dura, mas é assim que o negócio em que estamos funciona. Não queremos fazer coisas fáceis. Eu quero fazer o que é certo para essa audiência e espero recuperá-los novamente.”

Para que todas essas iscas deixadas durante a temporada?

Gimple tentou defender o jeito que ele deixa iscas para os fãs, incluindo a remoção do nome do ator Steven Yeun dos créditos de abertura quando sua vida estava em perigo no começo dessa temporada. Ele pediu para que os espectadores deem aos produtores o benefício da dúvida e que confiem que eles têm um plano maior em mente. “Espero que com o episódio 7×01 as pessoas vejam que justifica o jeito que decidimos contar a história, eu conheço esse episódio e sinto que ele se encaixa com a construção do 6×16.”

Sobre o mergulho no lixo de Glenn…

Perguntaram se Gimple teve algum arrependimento ao remover o nome de Yeun dos créditos de abertura, e ele reafirmou que tudo que fez foi com as melhores intenções possíveis em mente. “Eu sei, do fundo do meu coração, que fiz isso para proteger a experiência dos espectadores. Nos importamos demais com a audiência e não gostamos da dor que eles sofrem, mas faz parte de uma história maior que eles mesmos estão passando. Estamos tentando levá-los juntos nessa jornada, e haverá partes difíceis, tristes, felizes, mas queremos que eles sintam coisas.”

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A grande morte já foi filmada? Quem morreu já sabe?

Gimple não quis falar detalhes quando se trata de quem encontrou com Lucille durante a finale. Ele se desviou da pergunta várias vezes. Disse que a série terá muito trabalho para proteger a revelação de alguma informação vazada, já que vários fãs acampam perto do set de gravações da série e tiram fotos usando drones. “Estamos trabalhando duro para que a informação seja protegida”. Também disse que seria difícil manter o segredo se a pessoa que morreu contar, igual Jon Bernthal fez antes de Shane morrer. “Tentaremos manter o segredo disso e proteger a experiência dos espectadores, espero muito que a informação não vaze, mas o mundo é o mundo.” Depois que Kirkman disse que há dicas de quem morre na finale, Gimple disse que não acha que há informações suficientes para descobrir com sucesso. “Há algumas coisas que podem ajudar as pessoas a descartarem certas pessoas que poderiam ser vulneráveis, mas eu encorajaria as pessoas a não pegar essa estrada. Não acho que há uma maneira de decifrar isso com toda certeza.”

Quão grande será essa morte?

O diretor foi responsabilizado por matar personagens menores nessa temporada, incluindo Jessie e Denise, enquanto deixou os personagens centrais vivos e ativos. “O que estar por vir mudará tudo da história”, ele disse sobre a vítima da finale. Gimple reafirmou o que Kirkman e o resto dos produtores vêm dizendo por anos: que todas as mortes da série precisam ter um significado à história e aos outros personagens. “Sendo a pessoa que morreu um membro novo ou antigo, há um plano de longa duração para essa série e alguém encontrará seu fim.”

Haverá histórias contadas a partir do ponto de vista de Negan?

No Talking Dead, os produtores notaram que seria bem possível que os fãs torcessem para Negan se The Walking Dead seguisse a história dele por seis temporadas. Gimple chamou o personagem de “bem honesto” e disse que ao contrário do Governador (David Morrissey), Negan é um livro aberto. “Com Negan, o que você vê é o que recebe. Com ele, é tudo sobre reforço positivo. Negan lidou com o mundo de uma maneira e foi recompensado muitas vezes. Veremos histórias a partir de seu ponto de vista, mas o cara que você vê é o cara que ele é. Não haverá uma revelação sobre quem ele é por trás da máscara, como houve com o Governador.”

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Qual o tema da sétima temporada?

A sexta temporada explorou dois assuntos centrais: a responsabilidade da sobrevivência (na primeira metade) e o que fazer com esse poder (nos últimos oito episódios). Gimple disse que a primeira metade da sétima temporada abrirá ainda mais além de Alexandria, os Salvadores e Hilltop. “Teremos uma variedade grande de locais, tons e personagens. Provavelmente haverá a maior variedade de histórias que já tivemos. Sem dar spoiler, as coisas começarão bem sombrias porque todos sabem de onde começaremos, mas isso não durará a temporada inteira. Será trevas sobre trevas sobre trevas. O tema central da sétima temporada será ‘Como começamos novamente?’. O mundo não é mais o que eles pensavam que era, então como começar novamente nesse novo mundo? Mesmo os personagens que não estavam alinhados e ajoelhados na frente de Negan estão em uma posição onde eles aprenderão que o mundo não é mais o que eles achavam que era. Para alguns, será um mundo bem negativo, mas vai desafiá-los em como eles escolherão como seguir em frente e em quem eles desejam ser.”

Preparem-se para o Reino

Gimple não quis confirmar nem negar que os homens que Morgan encontrou na finale eram membros do tão chamado Reino. “Aqueles caras podem ou não fazer parte do Reino e podemos ou não ver o Reino. Mas se vermos, será uma grande revelação e um novo mundo para habitar e explorar.” Dicas de que o Reino seria introduzido à série foram oferecidas no penúltimo episódio. Nos quadrinhos, o Reino é governado por Ezekiel, um líder parecido com George Clinton. O antigo tratador de zoológico supervisiona a comunidade com Shiva, seu tigre de estimação. Membros do Reino, assim como os de Hilltop e Alexandria, não gostariam de fazer parte do reinado de terror de Negan. Perguntado se haveria um tigre de verdade na série, Gimple permaneceu com poucas palavras. “Podemos ter um tigre de verdade? Podemos ter várias coisas e as pessoas precisam esperar para ver. Mas gostaria de ver aquele tigre se eu tivesse assistindo a série.”

Vamos falar sobre Carol (e Morgan)

Gimple afirmou que a série ainda não terminou de explorar a evolução de Carol e o fato de que ela atingiu um ponto onde não quer mais estar cercada de pessoas que ela se importa para que não tenha que matar para protegê-los. “Ela atingiu um ponto onde está confortável com sua morte. Ela tem uma estrada para seguir e quer ficar sozinha. É isso que a personagem quer e que procura. Será interessante ver se ela consegue o que quer e se ela consegue viver com isso.” Sobre Morgan, que quebrou sua filosofia de não matar ninguém para salvar Carol da morte pelo Salvador, assim provando o ponto de Carol, não estabeleceu nada. “Morgan encarou isso diretamente”, disse Gimple, notando que a sétima temporada explorará como eles escolheram seguir em frente a partir daquilo.

A Maggie e o bebê podem sobreviver?

Enquanto Maggie apareceu no limite de sofrer um aborto na finale, Gimple continuou sem falar nada sobre o destino da personagem e disse somente que seu diagnóstico exato “será compartilhado de um jeito ou de outro”.

A jornada de Carl e Negan

Nos quadrinhos, Carl e Negan tem uma relação diferente, onde Negan simpatiza com o filho de Rick. Gimple disse que essa relação será retratada na sétima temporada, mas o que ele pretende fazer com o material de origem pode ser um pouco modificado. “Pode ser algo bem rápido, mas com certeza veremos momentos intensos entre eles. Haverá um pouco de mudança e talvez outro personagem se envolva nisso. Com certeza essa relação será mostrada. Se é com Carl ou não, não posso dizer. Mas quero explorar o fato de Negan ter um tipo de respeito por alguém, que é a característica marcante dessa relação.”

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada em Outubro de 2016 na AMC e na FOX Brasil. O trailer da temporada, bem como a data oficial de lançamento, será divulgada durante a Comic Con de San Diego em Julho.

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Fonte: Hollywood Reporter

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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