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The Walking Dead 9ª Temporada – Comentários do episódio 2: “The Bridge” (COM SPOILERS)

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Post destinado a comentários do episódio “The Bridge” da nona temporada de The Walking Dead. Muitos spoilers poderão (e serão) encontrados por aqui. Se você ainda não assistiu e não gostaria de ter as surpresas do episódio “estragadas”, não prossiga. Você foi alertado!

Este post está destinado à exposição de ideias sobre tudo o que pode estar acontecendo na série. Utilize os comentários abaixo para compartilhar conosco suas teorias.

SINOPSE: O grupo restaura uma ponte; alguém fica gravemente ferido no local das obras.

Escrito por: David Leslie Johnson-McGoldrick
Dirigido por: Daisy Mayer

DISCUSSÃO DE “THE BRIDGE”:

Quem lembra da maravilhosa sensação de assistir a um episódio de The Walking Dead e perder a conta de quantas vezes ficou surpreso com algum elemento ou reviravolta na trama? Pois é… Ela voltou.

“The Bridge”, o segundo episódio da nona temporada, acabou de ser exibido e a impressão deixada pelo script de David Leslie-Johnson é, pelo menos no momento, indescritível. É como se o The Walking Dead “raiz” tivesse voltado em sua grande maestria, desde a caracterização dos personagens, passando pelos diálogos, até chegar no maravilhoso plano geral da trama.

A começar pela forma como o roteiro trata todo o simbolismo da ponte que leva o título do capítulo, todas as histórias aqui mostradas 1) afetam os personagens em seus mais profundos ideais e, consequentemente, 2) ajudam a trama a avançar e trazer novas camadas e situações. É incrível pensar que em pleno segundo episódio já temos Aaron perdendo o braço, Enid se tornando peça-chave dentro das comunidades, um plano sendo feito e posto em prática sem “enrolação”, uma cena empolgante envolvendo horda de zumbis, um romance e desenvolvimento inesperado de Anne e Gabriel, discussões políticas e resoluções entre as idéias de Maggie e Michonne e o surgimento de um intrigante mistério a cerca dos Salvadores.

Entre os outros destaques, o roteiro de Leslie-Johnson é um prato-cheio para os fãs de diálogos bem escritos, com Negan e Rick, inclusive, dividindo alguns dos melhores minutos em tela (senão o melhor) já protagonizados pelo vilão, em uma conversa profunda, tensa e arrepiante.

Em termos técnicos, a estreante Denise Von-Mayer (acompanhada da maravilhosa e eficaz cinematografia da temporada) traz uma direção confiante e centrada nos personagens, se sobressaindo principalmente nos momentos intimistas, ao deixar com que os próprios atores sigam o flow das cenas.

Ainda é cedo, mas com o andar das coisas e as promessas do futuro, é de se esperar que Angela Kang e sua equipe tenham conseguido encontrar a fórmula para trazer The Walking Dead de volta ao seu melhor.

– Lauren Cohan e Danai Gurira PRECISAM ter algum reconhecimento pelos seus trabalhos nos últimos dois episódios;
– Henry subindo a escada para se tornar um ótimo e complexo personagem no futuro, que grata surpresa;
– É muito bom ver o roteiro lembrando de momentos especiais e certeiros do passado, como o breve encontro de Rosita e Arat na sétima temporada;
– Quem será o misterioso assassino dos Salvadores? Que surjam as milhares de teorias a partir de agora…
– E o helicóptero?
– Anne e Gabriel? Hmmmm. Curioso. Estranho.
– Então quer dizer que Maggie tem pinturas do Hershel, Glenn e Beth em sua sala em Hilltop? Tudo bem, eu nem queria chorar hoje mesmo…

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