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6ª Temporada

Melissa McBride fala sobre o estado de espírito de Carol e o conflito com Morgan

Rafael Façanha

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ATENÇÃO: Esta matéria contém spoilers do décimo segundo episódio da sexta temporada de The Walking Dead, S06E12 – “Not Tomorrow Yet” (Ainda Não é Amanhã). Leia por sua conta e risco. Você foi avisado.

Onde Carol Peletier tem estado desde a estreia da midseason de The Walking Dead? Aperfeiçoando seus biscoitos de beterraba, aparentemente. Ela está assando um grande lote de doces que são rosa e vegetarianos quando finalmente voltarmos para o seu enredo em “Not Tomorrow Yet”, entregando-os com grandes sorrisos a todos os habitantes da cidade de Alexandria. Ela também está vivendo um pouco de romance com o vizinho Tobin, começa a fumar do nada e mantém um registro das pessoas que ela matou em um pequeno diário preto. Em outras palavras, há várias coisas flutuando na cabeça de Srª. Peletier ultimamente.

A Yahoo TV falou com Melissa McBride para saber a sua opinião sobre a grande montagem de abertura que parecia uma série de comédia da Carol, sobre a culpa que Carol está sentindo em relação a todas as coisas que ela teve que fazer para proteger a si mesma e seus amigos nesse apocalipse, seu novo – romance? – com Tobin, o porquê de Carol começar a fumar, e a dura reação que Carol tem ao surtar sobre a ideia de Maggie ir atrás dos Salvadores.

Nas últimas semanas, os telespectadores tem dito: “Onde está Carol?”

Melissa McBride: Eu sei! Onde está Carol?

Ela está de volta de maneira grandiosa em “Not Tomorrow Yet”, começando com a montagem de abertura que me fez sentir como se estivesse assistindo a um seriado de comédia de Carol.

Melissa McBride: Sim, foi uma estranha abertura, divertida. Foi engraçado, quando eu estava assistindo o episódio, eu pensei: “Espere um minuto. Isso é The Walking Dead?” Eu tinha esquecido como isso começou. Então, pensei: “Existe um comercial antes? Espere um minuto, o que eu estou…? Ah, sim…” E então eu comecei a reconhecer o que estava acontecendo, mas era uma sensação estranha.

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Você teve a sensação de que era estranha, quando estava filmando essa cena? Será que você teve a sensação de que esta era uma Carol mais leve?

Melissa McBride: Não, e eu acho que é porque… Eu acho que ela realmente quer se aproximar da leveza, porque a escuridão é tão profunda. Há paz no vale, por enquanto. Acordar e pensar que você pode trazer um sorriso aos rostos das pessoas, e apenas ter algum pouco de normalidade em fazer o que você ama, e também, para Carol, cozinhar ajuda a não ter de pensar na dor. Para mim, ela é uma mulher que tem muita tristeza e muita culpa em relação ao que ela fez e as pessoas que ela perdeu.

Eu acho que, desde o início… Voltando para Sophia saindo do celeiro, ela teve que se adaptar muito rapidamente, para fazer o que era necessário para sobreviver e ajudar as pessoas em seu grupo de sobreviventes a viver mais um dia. É estranho porque ela assume outras faces a fim de fazer isso, e também, penso eu, para escapar da dor e horror do que ela está tendo que fazer.

Você acha que Carol ainda está interpretando o papel que ela desempenhou quando chegou a Alexandria, ou também é, pelo menos parcialmente, algo que ela realmente quer ser?

Melissa McBride: Acho que isso é parte de quem ela realmente é. Eu acho que sobraram antes de tudo isso acontecer. E acho que todos esses personagens, em certa medida ou outra, se tornaram ou desenvolveram um outro sentido de existir: um que tem que assumir e fazer coisas horríveis, e, em seguida, a pessoa que tenta esquecer tudo isso para dormir à noite e se sentir como um ser humano que se justifica no que faz. É melhor não pensar sobre isso, porque as coisas são realmente do jeito que são. Rick diz a todos que a vida é assim, e é assim que nós comeremos. Isto é o que faremos para obter alimento. Isto é o que temos que fazer. Acordos estão sendo feitos, e esse é um mundo novo e muito estranho.

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Carol sempre aceitou isso, que simplesmente há coisas que você tem que fazer para sobreviver, mas parece que isso está começando a incomodá-la neste momento. Morgan a sacudiu um pouco com a sua filosofia, e a fez se perguntar se esse é o caminho certo a seguir? Ela tem mantido o diário com a lista das pessoas que ela matou o tempo todo, ou isso é algo que ela acabou de fazer, porque isso está realmente começando a se acumular dentro dela?

Melissa McBride: Eu acho que é definitivamente algo que está começando a se acumular nela, e acho que Morgan pode ter sido um catalisador para algumas coisas. Porém, acho que é algo que teria acontecido independentemente de sua presença. Apenas a noção de tirar uma vida humana, não é natural. Esta vida em Alexandria em tempo de paz… é como o melhor dia que você poderia ter… é ter um belo dia com um sorriso em seu rosto, fazendo biscoitos, e tentando escapar do fato de que você tem tirado vidas para sobreviver.

Quando você está em torno das mesmas pessoas que estão fazendo as mesmas coisas, não há ninguém dizendo: “O que estamos fazendo?” É por isso que ninguém aborda o assunto, porque nós sabemos que temos que fazê-lo. Por que apontaríamos o dedo para isso? É horrível o suficiente, então o assunto não é discutido. Carol está tendo esses pensamentos, e sim, até certo ponto, Morgan é um catalisador para eles.

Quando Carol e Rosita conversam sobre Morgan, Carol diz que uma das razões pelas quais eles não contaram sobre o que Morgan fez com o Lobo é por causa de Denise, de que as pessoas soubessem sobre Denise. O que isso significa? O que eles vão saber?

Melissa McBride: Eu acredito que ela estava falando sobre Denise ajudar Morgan quando ela cuida do lobo que veio e causou estragos em nosso grupo, e mataram alguns dos nossos. Ela foi cúmplice.

Na sua opinião, essa é a única razão para Carol não querer que todos os outros saibam sobre o que Morgan fez? Ela sabe que sua filosofia não é possível, especialmente em situações como a dos lobos, ou com os Salvadores. Você não pode simplesmente virar a outra face, ou prender todas essas pessoas. Mas, devido a tudo que está assombrando ela agora, há também um certo respeito pela filosofia de Morgan?

Melissa McBride: Ela tem um certo respeito por Morgan, porque ele quer tanto isso. Seu coração é bom. E há outras pessoas que podem matar. Ela está tendo esses sentimentos conflitantes. Ela pode entender por que ele não quer, porque quem quer sangue em suas mãos? É algo que deixa tal cicatriz, e realmente mexe com a sua capacidade de se sentir humano.

Você acha que parte da atração de Carol por Tobin é porque ele também é alguém que disse que não acha que tem a capacidade de matar?

Melissa McBride: Eu realmente não pensei sobre isso. Eu acho que é possível, mas acho que foi mais porque ela estava buscando compreensão e ela queria conforto com as palavras dele para ajudar a justificar essas coisas horríveis que ela tem feito.

Alguma coisa aconteceu entre Carol e Tobin após o beijo na varanda? Ela está indo para esta coisa grande, assustadora e perigosa no dia seguinte, e ela diz: “Não é amanhã ainda.”

Melissa McBride: “Não é amanhã ainda.” Eu não sei. É aberta, então acho que nós podemos pensar o que quisermos.

Você acha que há um potencial romântico real para Carol e Tobin?

Melissa McBride: Bem, eu não sei. Eu acho que, naquele momento… foi o que aconteceu. Você não sabe se eles vão estar vivos amanhã. Ele é gentil, e esse é exatamente o momento em que estamos. Difícil planejar para o futuro em um mundo como este.

Você acha que isso vai partir o coração dos fãs de Carol e Daryl?

Melissa McBride: Eu não vou comentar sobre isso. É o momento antes de embarcar nesta coisa. Ela está saindo. Quem sabe? E isso é o que é. Aconteceu neste momento. Eu estou deixando por isso mesmo.

Carol está fumando neste episódio, e isso foi chocante porque sabemos que ela acha que isso é um hábito terrível. Ela havia tentado fazer a Sra. Neudermeyer parar antes de ser morta pelos lobos. Por que Carol está fumando agora?

Melissa McBride: Eu acredito que é a expressão de alguma culpa, definitivamente… algo da consciência. Ela disse a Sra Niedermeyer, “Você não deve fumar em casa”, e Neidermeyer vai fumar do lado de fora, e sua cabeça é cortada. Acho que Carol quer se punir, de certa forma.

Será que ela ainda se sente responsável pela Sra Niedermeyer e por algumas das outras pessoas que foram mortas em Alexandria, porque confiavam tanto nela?

Melissa McBride: Eu acho que com Carol, ela sente que não pôde fazer o suficiente para salvar a todos. Há um acumulo de tristeza e culpa em Carol. Tristeza de todos quem ela perdeu… ela nunca realmente expressa a tristeza. Ela não se permitiu sentir as coisas, a fim de continuar a fazer o que ela tem que fazer para sobreviver com o seu grupo. Acho que as coisas estão apenas se acumulando.

Carol está muito preocupada, e irritada e assustada por Maggie estar nessa viagem para lidar com os Salvadores. O que há por trás disso? O que especificamente está fazendo com que ela fique tão chateada com isso?

Melissa McBride: Eu acho que ela está projetando suas próprias necessidades de sobrevivência, de certa forma. Dizendo [a Maggie], neste ponto, que “Você tem que ficar tão segura quanto for possível, ficar fora do perigo, e ser a futura mãe que você é, e não colocar-se aqui dessa forma. Você está carregando uma criança. Você tem que ser outra pessoa agora. Você não pode ser a guerreira aqui fora agora.” Ela não quer que Maggie… é difícil o suficiente ter uma criança nesse tipo de mundo, e depois de estar fazendo essas coisas horríveis que absolutamente informar o seu cérebro, e sua filosofia, e sua visão. Eu acho que é difícil tirar uma vida quando você está prestes a trazer outra para o mundo. Estes não são o tipo de pensamentos que Carol gostaria que ela tivesse, ou experimentasse essas coisas. E isso é perigoso. Nenhum lugar é seguro. Eu não acho que nada é seguro.

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Fonte: Yahoo
Tradução: Mydiã Freitas / Staff Walking Dead Brasil

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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