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6ª Temporada

The Walking Dead 6ª Temporada: Lennie James fala sobre o retorno de Morgan e estresse pós-traumático

Marina Griffin

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Na última vez que vimos Morgan em The Walking Dead, na terceira temporada, ele tinha enlouquecido com dor e raiva. Ele retornou nesta temporada como um homem completamente diferente. Este quarto episódio liga os pontos entre o homem que vimos antes e o homem que vemos agora, que projeta uma calma zen e se recusa a tirar uma vida. “Eu fui capaz de ir de rastejar a caminhar e a correr, tudo em um único episódio,” Lennie James, que interpreta Morgan, disse sobre a evolução de seu personagem.

O ator britânico conversou com o Vulture sobre como filmar The Walking Dead é como fazer uma aula de Zumba pós-apocalíptico, sobre a evolução de seu personagem para um “guerreiro pacífico”, e se ele e Andrew Lincoln conversam com seus sotaques britânicos naturais nos sets de filmagem.

É realmente agradável vê-lo de volta no show. Será que eles queriam que você voltasse mais cedo? Ou eles queriam ter você por mais um tempo?

Lennie James: Sim. Nós pensamos em fazer tudo o que estamos fazendo na sexta temporada, pelo menos, uma temporada antes, mas outros compromissos tornaram isso impossível. Mas então, o outro trabalho que eu estava filmando teve uma pausa, então Scott me telefonou e disse: “Você pode vir para Atlanta e filmar essas duas cenas? Eu tive essa ideia que colocarei depois dos créditos no primeiro e no oitavo episódio da quinta temporada”, e então eu fui lá. Foi assim que isso aconteceu.

Como é estar cercado de um elenco maior do que de antes? Foi como entrar em uma festa onde todo mundo sabia quem você era?

Lennie James: Foi muito estranho porque de repente eu percebi no primeiro episódio da nova temporada, quando eu pergunto a Michonne se ela roubou ou não minha barra de proteína de manteiga de amendoim, que essas são as primeiras palavras que Morgan troca com Michonne. Porque é um elenco tão grande de atores que são mais de ¾ de personagens que Morgan ainda não conhece. Eu estaria mentindo se eu não dissesse que foi um pouco estranho. Era tipo você aparecer numa festa onde todo mundo tem falado sobre você, e eles sabem muito mais sobre você do que você sabe sobre qualquer um deles.

O quarto episódio foi sobre você e a evolução de seu personagem. Ele preencheu as lacunas entre a última vez que você foi visto em “Clear” na terceira temporada e onde você está agora, um estado muito Zen. Como você trabalhou para preencher as lacunas no seu personagem?

Lennie James: O preenchimento das lacunas do Morgan tem sido meu trabalho. Você o conhece no episódio piloto, e ele é um sujeito normal, que está apenas tentando sobreviver a esta nova ordem mundial louca com seu filho. Da próxima vez que o encontraram, ele perdeu sua esposa, perdeu seu filho, e perdeu a cabeça, ao que parece. Nesse episódio, eu tive que preencher a lacuna entre o cara normal para esse tipo de assassino psicopata que transformou uma cidade em uma armadilha. E o trabalho de preencher a lacuna antes que chegarmos ao quarto episódio foi um trabalho parecido. Eu tive que interpretar quem ele era neste momento específico no tempo, mas ainda tem um eco do que ele era antes, então essas duas pessoas não parecem ser dois personagens completamente diferentes. Eu acho que uma das surpresas do quarto episódio é que a transição que se desenrola nele. De certa forma, eu fui capaz de ir de rastejar a caminhar e a correr, tudo em um único episódio, ao invés de dividir os acontecimentos ao longo de várias temporadas e alguns de anos. Então, a coisa mais difícil foi de uma maneira estranha, voltar para mentalidade de Morgan em “Clear”, e, em seguida, levá-lo ainda mais para o fundo do poço antes do personagem de John Carroll Lynch, Eastman, meio que treinar ele a voltar para alguma forma da realidade.

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Você teve que fazer muito treinamento físico?

Lennie James: Eu fiz, e eu continuo fazendo. A coisa surpreendente sobre o episódio quatro é que houve uma enorme quantidade de corrida. Eu arrastei corpos, eu matei os zumbis. Houve um dia que lembro que passei cinco horas em diferentes partes da imensa floresta, apenas matando os zumbis de diferentes formas e espancando-os com diferentes objetos. E então tem duas sequencias de lutas grandes, uma dentro da cabana e uma dentro do círculo cravado de Morgan. Além disso, todas as sequencias de treinamento com bastão que tivemos. Por isso, foi um episódio surpreendentemente físico, e adicionado a isso, foi uma das épocas mais quentes do verão da Georgia. Uma hora deu 40 graus com 100% de umidade. Mas tudo foi uma boa experiência, e espero que acrescente algo ao episódio.

Isso soa como CrossFit no apocalipse zumbi.

Lennie James: É tipo isso. É o jeito que todo mundo se mantém em forma no apocalipse zumbi. Parece um pouco com Zumba, mas você mata mais zumbis.

E você ainda está carregando corpos por aí.

Lennie James: E você ainda está carregando corpos por aí, e dá um passo para a esquerda – dois, três, quatro, direita, dois, três, quatro – e os coloca nos túmulos, e acende a pira funerária – dois, três, quatro. E, em seguida, começar tudo de novo.

Você aprendeu Aikido?

Lennie James: Na medida em que pode ser aprendido nesse espaço de tempo e pode ser aprendido com o bastão. Meu treinamento foi quase todo com o bastão. Não foi tanto sobre os princípios gerais do Aikido. Trata-se de onde o Aikido é relevante para luta com o bastão. Essa é arma que Morgan escolheu, e é uma arma que se encaixa muito bem o que ele está tentando ser, um guerreiro pacífico. E o bastão é ótimo porque em um momento ele é simplesmente um instrumento para ajudá-lo a ficar em pé, ou para ajudá-lo em sua caminhada e, em seguida, se for usado do jeito certo, é uma arma mortal. Mas, também é uma arma que pode manter as pessoas longe. Ele não tem que matar. Por isso, é perfeito para Morgan e onde a sua mentalidade está no momento.

O bastão é realmente interessante como uma metáfora, porque Morgan representa uma filosofia realmente diferente que não vimos na série até agora. Eu realmente gostei do momento no segundo episódio em que ele encontra Carol na encruzilhada. Esta metáfora é algo que continuará a ser trabalhada?

Lennie James: Bem, isso é algo que se desenrolará para vários personagens. Não é tanto sobre saber se ele vai ou não fazer o que Rick diz ou Carol dizem, ou fazer o que Morgan diz. É muito mais que isso, é sobre com qual deles você poderia viver. Não é necessariamente sobre a contagem de corpos. É sobre qual deles protegerá a sua alma. Qual deles vai lembrá-lo que, finalmente, você ainda é humano. Ambos têm perigos inerentes. E eu acho que algumas pessoas terão que escolher. Enquanto eles permanecem como absolutos, ou é o princípio de Rick de, “eu não arriscarei mais”, ou o princípio de Morgan de “Toda vida é preciosa”. Enquanto ambas as linhas de pensamento se manter como absolutos, então haverá conflito e confronto. É sobre se é ou não possível, não apenas entre as pessoas, mas se é possível em um mundo pós-apocalíptico de zumbis não ter absolutos, não decidir por uma ideologia ou outra. Não tomar a pílula azul ou a pílula vermelha. Talvez haja uma terceira maneira. Talvez haja algo que não seja Rick e não seja Morgan. Ou há algo que acontecerá externamente a eles que afirmará que esses argumentos precisam ser colocados em segundo plano, porque todo mundo puxará a uma direção.

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O episódio foi uma ruptura da narrativa geral. Ele lembrou o tipo de trauma que acontece quando perdemos alguém querido. Foi difícil? Como você foi para aquele lugar?

Lennie James: Acho que foi uma escolha muito corajosa para a série. De um jeito ou de outro, a maioria, se não todos os personagens estão sofrendo de alguma forma estresse pós-traumático. E para dar um nome a isso e tomar um minuto para explorar a doença foi muito corajoso da parte da série. Eu fui muito responsável por isso, e eu ouvi o testemunho de pessoas que sofriam de estresse pós-traumático, e ouvi, vi e falei com pessoas que lidam com gente que sofre de estresse pós-traumático, e uma pessoa em particular que se relacionou com alguém que sofre de estresse pós-traumático. O que eu achei mais útil não foram necessariamente as histórias dessas pessoas, mas na verdade como ela se manifesta, como a doença e o trauma se manifestam.

Há esse programa de rádio sobre soldados que sofrem de estresse pós-traumático, e um dos soldados que eles estavam entrevistando, infelizmente, não está mais vivo. Sua irmã falou sobre o fato de que ele dizia que sempre havia sombras seguindo ele. Que havia figuras sombrias escuras seguindo ele, e que às vezes ele gritava para irem embora. E depois outra pessoa doente também falou sobre figuras escuras e sombras seguindo ele, e eles gritavam de volta. Então, o trauma era físico, eles sentiram isso, mas também era visível ao seu redor. Eles estavam constantemente cientes disso. Tentei colocar isso no contexto do nosso mundo, onde há literalmente sombras, pessoas mortas-vivas que andam ao seu redor, e você tem a memória das pessoas que perderam. Eu só estou tentando me manter fiel aos princípios, e, em seguida, deixar o roteiro e a história assumir a partir daí.

Tenho certeza que um monte de fãs americanos ficam surpresos ao ouvir seu sotaque britânico, até porque a série faz muito sucesso nos Estados Unidos. Você tem algum truque específico sobre como imitar um sotaque americano para Morgan?

Lennie James: Eu não penso em nada disso. Eu trabalhei com sotaques desde que comecei a ser um ator. Minha família é das Índias Ocidentais. Quando eu saí da escola de teatro, praticamente todas as peças que eu participava, sempre pediam para eu ser um indiano ocidental – Eu fiz Jamaicano, Dominicano, Trinidad e Tobago. Meu outro sotaque mais frequentemente utilizado quando eu estava fazendo um monte peças em Londres era o americano – do americano do sul, Nova-iorquino. Eu sempre trabalhei com sotaques, e eu realmente nunca pensei neles, eu apenas os fazia e isso seria meu personagem. Morgan não tem meu sotaque americano. Morgan é um homem de diferentes influências. O fato de ele ser um pai, um marido, um viúvo, o fato de ele ter perdido seu filho, o fato de que ele ser um homem que, em minha mente, sendo independente, e um homem que sobreviveu, e encontrou uma maneira de sobreviver ao apocalipse zumbi sozinho, tudo complementa este personagem. E uma das coisas que complementa seu personagem é de onde ele é e como ele fala. Então, eu não penso nisso como se estivesse imitando um sotaque, eu penso que é assim que Morgan fala. Uma vez que eu estou vestido como ele, é assim que ele fala, é assim que eu falo, e é assim que eu passo meus dias no set de filmagens.

Então, entre as filmagens, você e Andrew Lincoln não conversam com seus sotaques britânicos?

Lennie James: Entre as tomadas, nós não conversamos com o sotaque. Muito raramente nós escorregamos para os nossos sotaques britânicos. Na hora que eu chego lá, na hora que saio do meu carro pela manhã, eu já estou falando com meu sotaque americano, treinando para entrar no personagem do Morgan.

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Fonte: Vulture

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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