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6ª Temporada

The Walking Dead S06E03: Greg Nicotero fala sobre a grandiosa cena entre Glenn e Nicholas

Marina Griffin

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ATENÇÃO: Esta matéria contém spoilers do terceiro episódio da sexta temporada de The Walking Dead, S06E03 – “Thank You” (Obrigado). Leia por sua conta e risco. Você foi avisado.

QUE?!?!? Essa foi a reação entre os fãs de The Walking Dead no último episódio quando Nicholas explodiu seu cérebro e depois tombou em um mar de zumbis junto com Glenn. Nós vimos o rosto de Glenn chorando enquanto as tripas e intestinos eram arrancadas de um corpo por zumbis vorazes. Mas arrancados de qual corpo? Nós fizemos uma análise pra provar que o Glenn não morreu, mas nada melhor do que obter respostas com um dos homens responsáveis pela série, o produtor executivo Greg Nicotero.

O que ele dirá sobre a possível morte de um dos poucos personagens originais da série? O que ele pode revelar sobre a cena que não entrou no corte final? Nicholas deve ser considerado um covarde, um herói, ou algo entre os dois? Por que eles só tiveram uma cena da horripilante hora das tripas? E o que ele pode revelar sobre o que acontece em seguida? Nicotero diz tudo sobre isso e mais:

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você sabe qual é minha primeira pergunta certo? Qual é a primeira pergunta de todo mundo hoje?

Greg Nicotero: Meu palpite é que a primeira pergunta de todo mundo será: Glenn está morto?

EW: Exatamente! Entãããão, o que você pode dizer sobre isso?

Greg Nicotero: Eu vou dizer que parece bastante claro que alguém morreu nessa sequência. Você sabe, nossa série é difícil, cara. As pessoas morrem de formas muito inocentes, então você meio que tem que deixar seus olhos dizer-lhes o que você viu.

EW: E os olhos das pessoas estão lhes dizendo coisas diferentes.

Greg Nicotero: As pessoas ainda estão debatendo sobre Jon Snow! Eu acho esta situação muito parecida com como lidar com Game of Thrones. É um momento tão chocante que as pessoas encontrarão razões para defender o que viram ou lutar contra o que eles viram exatamente. Eu acho que é sempre muito emocionante.

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EW: Se Glenn está morto ou não é um debate neste momento, mas o que não parece estar em debate é que todos vocês trabalharam essa cena de uma maneira intencionalmente obscura. Eu tenho que presumir que vocês fizeram tudo isso para deixar os fãs se perguntando no final da cena, certo?

Greg Nicotero: Sim! E eu acho que acrescenta ao mistério. Era uma intenção muito específica quando esta sequência foi projetada. Recebi um telefonema cedo do [showrunner] Scott M. Gimple dizendo: “Ei, eu tive essa ideia”, e nós trabalhamos muito nela para coreografar de tal maneira que não fosse necessariamente enganar, mas ser sentida como mais realista. O fato de que há uma multidão de 1.000 zumbis ao seu redor – você não pode ter uma visão 100% clara do que está acontecendo. Mas é como ver um acidente de carro ou algo assim, em que você vê um segundo e seu cérebro processa de um jeito. Nós realmente queríamos projetar esta sequência com isso em mente.

EW: Como você lê a ação do Nicholas de dizer “obrigado” e, em seguida, estourar seus miolos? Ele está desistindo como um covarde ou se sacrificando como um herói para os zumbis comê-lo para que talvez Glenn pudesse sair de lá?

Greg Nicotero: Ouça, eu não o vejo como um covarde de jeito nenhum. O que eu gosto sobre a performance de Michael Traynor como Nicholas é que eu sinto que depois de tudo o que aconteceu no final da temporada passada, ele ainda queria ser como Glenn. Ele queria ser corajoso e queria ajudar. Mas quando eles chegam naquela cidade, eles se deparam com as pessoas que deixaram para trás e Nicholas vai e apunhala aquele cara. Eu acho que é um grande momento quando ele diz seu nome e quantos anos ele tinha, e Nicholas vai e o mata. Novamente, é apenas um lembrete constante do covarde que ele era. Então, naquele momento, eu não acho que ele foi covarde. Acho que foi apenas ele aceitando seu destino e fazendo algo que, provavelmente, todos nessa situação fariam, que é “eu não quero ser uma daquelas coisas, então eu estou dando o primeiro passo para garantir que eu não serei um cadáver ambulante”. É assim que eu sempre penso. E esta é apenas a minha crença pessoal, que não foi uma maneira covarde de morrer. Tomei isso como se suas opções fossem limitadas.

Houve um pequeno diálogo que eu não acho mesmo que terminou no episódio, porque a ação foi muito rápida. Quando eles estão indo para o lixo, eles estão contando as balas, Glenn diz a Nicholas, “Esteja ciente de quantos tiros você ainda tem”. Então, enquanto eles estão atirando nos zumbis, Nicholas começa a contagem regressiva. Boom! “6.” Boom! “5.” Boom! “4.” E ele chega a uma bala apenas. Então, eu não interpretei como uma forma covarde de morrer. O fato de que ele caiu e empurrou Glenn para o meio da multidão de zumbis com ele não foi algo intencional; Eu só acho que foi algo que acontece no nosso universo. Coisas ruins tendem a acontecer mais do que coisas boas, infelizmente.

Walkers - The Walking Dead _ Season 6, Episode 3 - Photo Credit: Gene Page/AMC

EW: Especialmente nesta série.

Greg Nicotero: Eu acho que este é um ótimo episódio. Ele realmente chega ao núcleo do que a série realmente se trata – o fato de que um monte de pessoas estão cercadas e encurraladas. É um ótimo episódio para [Corey Hawkins, que interpreta o Heath], e é um ótimo episódio para [Michael Traynor, que interpreta Nicholas]. Este foi um dos meus episódios favoritos da temporada porque ele foi tão grandioso. Nós não paramos uma fração de segundo neste episódio. Houve um movimento constante. [Diretor] Michael Slovis e eu realmente passamos muito tempo certificando que nós realmente capturamos a escala épica deste ataque zumbi. Mostramos os zumbis na pedreira em 601, mas agora eles estão muito mais físicos. Nós puxamos o cordão do arco de volta, e este episódio estava atirando a flecha.

EW: Vamos falar um pouco sobre a decisão de ter nesta temporada inteira até agora – e parece que temos mais para vir – cada dia passando em locais diferentes, com pessoas diferentes, porque isso é uma abordagem bastante original.

Greg Nicotero: Sim. E isso continua. Se você realmente pensar sobre isso, mesmo assistindo o episódio 2, Carol coloca a panela no forno, define o tempo do timer, e, em seguida, Alexandria é atacada. No último momento, o temporizador apita. Seja qual for o tempo que levou para cozinhar a caçarola, foi o tempo para o cerco em Alexandria acontecer. A linha do tempo é bastante contínua nesse respeito.

EW: O centro deste dia é um rebanho enorme de zumbis, então aqui vocês estão novamente neste episódio com outro grande grupo de zumbis. Quão desafiante tem sido esta temporada para você com ter tantos zumbis dia após dia?

Greg Nicotero: Tem sido cansativo. Não é apenas sobre a maquiagem de zumbi, mas trata-se de fazer todas as tripas. Sturgess é morto, Barnes é morto e Annie é morta. Todas essas pessoas que morreram foram dilaceradas. A garganta do rapaz cortada, o torso de um outro cara foi rasgado e os zumbis estão banqueteando-se com ele. Mesmo quando David fica esmagado contra o muro, você vê o pulso ser mordido, seu pescoço mordido. Não é apenas sobre fazer 180 maquiagens de zumbis em um dia. Para a cena das entranhas abertas, eu realmente estava maquiado e eu era o zumbi que rasgou o estômago. Porque mais uma vez, havia uma maneira muito específica que queríamos que aquelas cenas fossem coreografadas e interpretadas, então eu era o condutor.

Eu tinha três dublês ao meu lado e dois outros zumbis. Eu tinha esta pequena plataforma em meus dedos para perfurar a bolsa de sangue e começar a rasgar as tripas. Eu disse para os outros zumbis, “Assim que você ver sangue, você põe suas mãos lá dentro e você puxa desta maneira, e assim você coloca a mão e abre o estômago desta forma e, em seguida, alcance e pegue o intestino.” Esta cena foi muito delicadamente coreografada, tudo baseado em onde as câmeras estavam, onde os zumbis estavam, o que nós queríamos revelar ao público, e aquilo que não queríamos revelar ao público. É provavelmente uma das cenas mais complicadas que fizemos na série, e tudo foi feito perfeitamente.

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EW: Eu continuo a perguntar quando você voltará a interpretar um zumbi de novo, pois você costumava fazer isso com mais frequência. Por que você escolheu este momento específico?

Greg Nicotero: Este foi um efeito muito importante, e eu queria ter certeza de que fosse feito exatamente do jeito que eu tinha imaginado. A ironia da situação é que nós levamos sacos de congelamento, os sacos a vácuo, e selamos com três litros de sangue e toneladas de tripas e, em seguida, conectamos a uma bomba. Então, eu tive que por um equipamento no meu dedo que realmente perfurasse o saco. Eles são meio duros. Ouça, eu estava realmente animado por estar lá e ter 150 pessoas em cima do meu ombro rasgando este corpo. Foi muito intenso, com certeza.

EW: Quantas vezes esta cena foi filmada?

Greg Nicotero: Em um take. Tivemos uma tomada. Fizemos em uma tomada e quando acabou eu cometi o erro de dizer: “Sabe de uma coisa? Eu vou para casa com a minha maquiagem de zumbi!” Porque eu estava coberto de sangue e não gosto de me limpar. Assim, a minha assistente Julia me levou para casa, e eu estava sentado no banco do passageiro coberto de maquiagem de zumbi e sangue falso. Fui todo o caminho de casa. Levei cerca de uma hora no chuveiro para tirar todo o sangue e toda a maquiagem. E, claro, em cada semáforo que nós paramos, eu olhei para o carro ao lado.

EW: A maior coisa que eu notei até agora é que o ritmo desta temporada tem sido absolutamente implacável.

Greg Nicotero: Ouça, é a melhor temporada até agora. É engraçado para mim, porque eu assisti este episódio várias vezes enquanto nós estávamos fazendo os efeitos visuais e notas. Eu já vi isso tanto, que eu meio que esqueci – até eu assistir de novo com um casal de pessoas – que ainda não tinham assistido. Eles estavam reagindo às coisas que eu já tinha reagido inúmeras vezes, mas a cada intervalo comercial as pessoas ficavam tipo, “Oh meu Deus, eu tenho que recuperar o fôlego!” Eu recebi um monte de f*da-se hoje. Eu acho que um monte de pessoas está sofrendo, e Yvette Nicole Brown estava falando no Talking Dead sobre como ela não podia falar sobre isso com ninguém, ela não poderia processar esta situação com ninguém. Eu acho que é uma sensação única, porque é assim que nos sentimos todos os dias.

Nós sabemos o que está acontecendo na série, e nós nunca podemos falar sobre isso. E então o momento em que o resto do mundo chega onde nós estamos é muito divertido, porque agora nós sentimos o peso “Ok, agora o mundo conhece a história que estamos contando.” A confidencialidade é muito crítica nesta série. Não é como se nós estivéssemos sendo sorrateiros; nós estamos tentando preservar a história porque queremos que os fãs tenham a maior experiência assistindo possível. É por isso que quando todo mundo vem “Glenn está morto?” – Scott já disse que veremos Glenn novamente durante todo o curso da temporada, mas queremos que o público acompanhe esta jornada. Queremos que eles descubram a nossa história à medida que avançamos.

EW: O que você pode dizer sobre o episódio de 90 minutos da próxima semana, que parece ser baseado no Morgan?

Greg Nicotero: Bem, é escrito por Scott M. Gimple, assim você sabe que será muito bem escrito. Eu acho que um monte de pessoas está desejando ter um pouco de noção de como Morgan passou do cara da terceira temporada para o cara que introduzimos no final da quinta temporada. Teremos várias lacunas sendo preenchidas, de uma maneira bem Scott Gimple Walking Dead.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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