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3ª Temporada

Kirkman fala sobre o confronto Rick vs. O Governador no episódio “Arrow in the Doorpost”

Rafael Façanha

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“Não existem muitos momentos em que não há combate nesses últimos episódios”.

Contém SPOILERS do episódio “Arrow in the Doorpost”. Você foi avisado.

O grande confronto entre Rick e o Governador finalmente aconteceu, mas não foi da maneira que nós esperávamos. Em uma dupla de performances impressionantes, Andrew Lincoln e David Morrissey conseguiram segurar esse episódio, que, em sua maioria, centrou-se na conversa entre os dois personagens. O IGN conversou com o produtor da série, Robert Kirkman, sobre os últimos acontecimentos de The Walking Dead.

IGN TV: Esse episódio realmente superou minhas espectativas, em termos do primeiro encontro entre o Governador e Rick, e acho que funcionou muito bem. Porque ir dessa rota de calmaria que precede a tormenta em vez de colocá-los, armados, face a face? O que você acha que esse ângulo oferece em termos de potencial dramático?

Robert Kirkman: É muito legal ver esses dois personagens numa sala interagindo, tendo, até certo nível, uma batalha de inteligências em oposição a uma batalha, de fato. O modo como eles se encontram na série de quadrinhos foi muito rápido, muito cedo na narrativa, e muito explosivo. O fato de eles não terem se encontrado por tanto tempo; o fato de que é o décimo terceiro episódio dessa temporada, pelo tempo em que eles se veem face a face, nós sentimos que precisávamos planejar esse encontro e dar a ele a seriedade necessária. Foi isso que nos levou a tomar essa decisão.

IGN: Em termos de comparar os quadrinhos com a série e como esses personagens se encontraram, você vê a série como uma oportunidade, não de refazer, mas talvez de reexaminar os caminhos que a HQ tomou?

Kirkman: Isso é o que a série tem se tornado, de certa forma. É definitivamente divertido adaptar as coisas diretamente, e nós fizemos isso e continuaremos a fazê-lo. Eu sei que há coisas extremamente memoráveis dos quadrinhos que ainda estão por vir e definitivamente há coisas planejadas para a quarta temporada, mas poder – eu tenho que dizer “remixar”, mas é uma boa maneira de ver isso – poder entrar lá e ver o que está acontecendo nos quadrinhos e recuar e analisar isso com o benefício de poder fazer essa retrospectiva.

Estava escrevendo essas histórias e era o momento exato. Eu sabia que isso aconteceria nessas histórias por anos e anos, mas eu não sabia como exatamente isso aconteceria. Ser capaz de ler as 107 edições dos quadrinhos e conhecer todos os pormenores e observar as coisas que funcionaram muito bem, bem, poder ter mais dessa história e acelerar as coisas para tornar tudo mais intenso, é muito divertido ser capaz de reposicionar a história e alterar as coisas, numa certa extensão. E, com sorte, melhorar a narrativa, ou, pelo menos, torná-la um pouco diferente, de um modo interessante.

IGN: Uma grande fenda desse episódio é que é apenas Rick e o Governador sentados numa mesa, ainda que isso nunca pareça rotineiro. Você tem alguma reserva sobre esse episódio de um ponto de vista logístico, ou você estava confiante de que Andrew Lincoln e David Morrissey conseguiriam?

Kirkman: Acho que é isso, realmente. Após ver o que o Andrew fez no curso dos anos, nas três temporadas, e o que o David Morrissey fez no curso dessa temporada, nós sabíamos que ter esses dois personagens conversando seria o suficiente para preencher os 13 episódios, quanto mais um episódio.

O fato de que houve uma enorme intimidação entre os dois; no momento em que eles se encontraram nesse episódio, o Governador tinha essa ideia mítica desse cara que tomou a prisão que estava dominada por walkers e levou seu povo pelo descampado. Ele não sabe nada sobre esse cara, fora todas essas histórias sobre suas conquistas. E então Rick tem todas essas informações sobre esse cara que se intitula “O Governador”, e recebeu essas informações de outras pessoas. Então ele sabe tudo sobre suas terríveis atitudes, mas ele não conhece o outro cara. É preciso muito tempo para que essas duas pessoas percebam uma a outra e vejam que essa história funciona e vejam o que faz esses personagens ficarem irritados; vê-los se conhecendo um pouco.

IGN: Quantas dessas cenas foram alçadas pelo diretor e pelos atores em oposição ao roteiro?

Kirkman: Posso definitivamente dizer que muito da intenção nas palavras deles, muito disso advém da atuação. E a direção de David Boyd nesse episódio é realmente espetacular. Nós estávamos preocupados que pudesse ficar meio chato e que não sairia da maneira que planejamos. Mas quando o episódio foi trazido à vida tão lindamente, e fazendo duas pessoas sentarem na sala, conversando, interessante como o episódio foi, foi uma façanha.

IGN: Outra coisa que considerei muito interessante nesse episódio foi como o resto do grupo que foi junto de Rick e do Governador para o encontro se deu muito bem no fim do dia. Eu acredito que isso fala dos egos, tanto de Rick quanto do Governador em algum grau; embora o Governador seja claramente psicótico, parece que, se esses dois não estivessem em conflito, seus respectivos grupos seriam capazes de coexistir pacificamente. Você acha que os líderes estão causando mais problemas a eles do que encontrando soluções, nesse sentido?

Kirkman: Sim, certamente é possível. Grande parte do que está acontecendo é devido ao fato de que o Governador está manipulando essas pessoas para segui-lo nessa busca ensandecida. Ver a interação entre Martinez e Daryl Dixon mostra realmente que essas duas pessoas estão colocando fé em Rick e no Governador, mas, caso contrário, eles se dariam bem. Creio que Hershel e Milton com certeza seriam grandes amigos se não tivessem em lugares distintos.

Então, sim, muito disso vem da busca ensandecida do Govenador e como ele convence as pessoas fazerem isso. Acho que isso afirma a busca de Andrea. Acredito que ela vê isso e está lutando para descobrir como salvar essas pessoas que estão sendo iludidas por esse cara. Hershel, nesse episódio, diz para ela, “Volte comigo”. E o fato de ela não poder voltar é devido a ela reconhecer isso e ver essas pessoas pela bondade que há nelas e tentar salvar suas vidas.

IGN: Nós veremos mais desse tipo de caso, conforme construimos o climax da temporada? Os dois grupos interagindo em uma situação em que não há combate?

Kirkman: Posso afirmar que o próximo episódio é bastante centrado na Andrea, mas não existem muitas situações em que não há combate nesses três últimos episódios da temporada. Eles serão cheios de combate pesado!

IGN: Acho interessante que esse acordo que o Governador oferece com Michonne acontece após o reencontro de Rick com Morgan. Nós conversamos na semana passada sobre como esse reencontro mudaria as decisões de Rick. Você acha que, se o Governador tivesse oferecido o mesmo acordo antes dos eventos da semana passada, haveria menos deliberação da parte de Rick?

Kirkman: Possivelmente. Rick está em cima do muro em relação a esse acordo. É uma decisão impossível para ele, desistir de uma vida humana para dar chance à paz. Isso é algo que pesará nele e, certamente, sua vivência com Michonne no episódio anterior afetará essa decisão, mas eu tenho que pensar que essa seria uma decisão para ele, independente de qualquer coisa. No seu âmago, Rick é uma boa pessoa, o que, na maioria das vezes, é uma força, mas, em algumas vezes, nesse mundo, é uma grande fraqueza. Isso estará relacionado à decisão que ele tomar no final.


Fonte: IGN
Tradução: Lalah / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

The Walking Dead volta a ser exibida pela Band

Vinícius Castro

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Após um longo tempo fora da programação da TV aberta brasileira, The Walking Dead finalmente voltou à programação da Band. Desde segunda-feira, dia 06 de junho de 2016, o drama zumbi voltou a ser reexibido para o público que não tem a chance de acompanhar por serviços de streaming ou TV a cabo.

De acordo com afirmações da emissora, a exibição trará inicialmente apenas reprises da terceira temporada (definitivamente a mais controversa da série, que sofreu sob o comando do showrunner Glen Mazzara), e o horário é bastante curioso: serão exibições semanais (exceto fins de semana), sem um horário definido – basicamente na faixa entre meia-noite e 2h da manhã.

Exibida originalmente entre 2013 e 2014, a terceira temporada retorna com Rick (Andrew Lincoln) e seu grupo encontrando a prisão. Também introduz o Governador (David Morrissey) e sua cidade, Woodbury. A temporada destacou a introdução de Philip Blake e Michonne (Danai Gurira), e também o retorno de Merle (Michael Rooker), o irmão de Daryl (Norman Reedus).

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Ainda não há informações se a emissora exibirá a quarta e quinta temporadas em sequência, então fiquem ligados para qualquer nova atualização aqui no site.

E então, o que achou desta iniciativa da Band? Irá acompanhar a reprise do terceiro ano? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada em Outubro de 2016 na AMC e na FOX Brasil. O trailer da temporada, bem como a data oficial de lançamento, será divulgada durante a Comic Con de San Diego em Julho.

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3ª Temporada

Prédios da 3ª temporada de The Walking Dead estão a venda

Rafael Façanha

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Não foi exatamente a volta ao lar que Rick e Carl esperavam. Ao retornar a King County, Georgia, juntamente com Michonne, pai e filho lembraram-se de como a vida era antes do apocalipse, e por mais agridoces que fossem aquelas memórias, nada se comparou ao reencontro de alguém do passado, vivo e respirando: um enlutado e enlouquecido Morgan.

O decimo segundo episodio da terceira temporada, “Clear”, é considerado um dos mais pungentes e poderosos episódios em The Walking Dead, mostrando uma performance comovente de Lennie James e uma atmosfera de cidade fantasma. A rua principal cercada por armadilhas se transformou em um set inesquecível, e agora você pode viver neste local onde tantos walkers foram mortos, uma vez que nove prédios do centro de Grantville, Georgia, e que serviram de locação para “Clear”, estão à venda no eBay.

Com um lance inicial de $680.000 – ou mais de 2 milhões de reais, na conversão feita pelo site de leilões – os prédios rústicos de Grantville estão sendo leiloados no eBay e serão vendido a quem fizer a maior oferta até o prazo final do leilão, em 26 de março. A CNN relata que, de acordo com o prefeito de Grantville quatro filmes serão rodados na cidade em um futuro próximo. O espaço ainda foi utilizado na gravação de outras produções, como “Os Infratores” e “Debi e Lóide 2″. Para saber mais informações, visite a conta do ebay ou a página oficial dos tours, que são oferecidos pela região.

FOTOS DE GRANTVILLE:

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FOTOS DO EPISÓDIO “CLEAR”:

Você também pode comparar a aparência real de Grantville com a sua aparência durante as filmagens de “Clear” nas fotos abaixo:

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Fonte: Daily Dead
Tradução: @Binapic / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

Os 3 momentos mais frustrantes de The Walking Dead em 2013

Rafael Façanha

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The Walking Dead é o maior e melhor seriado de TV na atualidade, mas, às vezes, ele nos enlouquece. Agora que 2013 se perdeu nas brumas, é um bom momento para relembrarmos os altos e baixos do ano. Já compartilhamos cinco dos melhores momentos de 2013 – que incluiu a segunda metade da terceira temporada e a primeira metade da quarta temporada. Temos apenas três “piores momentos”, já que The Walking Dead definitivamente tem mais altos do que baixos. E mesmo os “piores” momentos não passam de amor bruto – não abandonaremos o show nunca. Então aqui enumeramos três candidatos ao mais frustrante momento de 2013. Confira a lista e deixe sua opinião nos comentários abaixo.

1. Andrea morre, o Governador sobrevive

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Toda a história de Andrea para a terceira temporada é questionável. Por que eles a transformaram na garota ingênua que se apaixona pelo cara errado e fica com o estranho bonitão, e não com sua amiga? O fato de Andrea ser a última a saber de tudo apenas a tornou uma idiota aos olhos do público. É uma vergonha, já que ela é uma excelente personagem nos quadrinhos e sobrevive por muito mais tempo (Na verdade, ela ainda está viva na HQ neste momento).

A pior parte foi vê-la naquela cadeira, durante o season finale da terceira temporada, apenas olhando para Milton e conversando com ele, enquanto o mesmo se preparava para morrer. Ela simplesmente disse “Eu tentei”, e teve sua partida melancólica.

Laurie Holden mais tarde disse que, se ela fosse um dos roteiristas, as coisas teriam sido muito diferentes. O Governador teria morrido – preferivelmente antes de massacrar seu próprio povo – e Andrea seria mais como a equivalente da HQ. Pena… sem dúvidas teríamos uma grande personagem se ela tivesse sido desenvolvida adequadamente.

2. Os novos amigos do Governador concordam com a guerra

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Veja, o Governador é sedutor, carismático, manipulador. Entendemos. Andrea certamente concorda! Mas vamos lá! Ele faz um discursinho aos seus novos amigos no velho acampamento de Martinez e, de repente, eles estão todos concordando que é válido atacar a prisão e tomar para eles? Mesmo que isso signifique matar a todos? Eles sequer estavam em perigo imediato.

Lilly disse que eles poderiam simplesmente ficar lá, uma vez que o acampamento era o novo “lar”, o que parecia ser uma opção justa. Poderia ser diferente se eles tivessem sob constante ataque, ou passando fome, mas eles estavam jogando golfe, se reunindo para beber cerveja e passando o tempo. Não havia nenhum ímpeto para a guerra. Por que essas pessoas desejariam arriscar suas vidas pela palavra de um cara que eles sequer conhecem, para tomar um lugar que eles sequer precisavam?

3. A morte aleatória de Meghan

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Realmente, foi muito legal ver um walker literalmente sair de sua tumba daquela maneira. Legal. Mas que final aleatório para Meghan. Primeiro, sua mãe Lilly simplesmente está contemplando o rio, enquanto um walker leeeeeeeeeeeeeeeentamente anda pelas águas, então Meghan acidentalmente ajuda a desenterrar um walker, e acaba mordida. Boom. Simples assim, sua história terminou. De volta à guerra na prisão!

Durante o midseason finale Lilly aparece carregando o corpo morto de Meghan. O Governador atira em sua cabeça, matando-a novamente, e retorna à briga. Sim, entendemos que Meghan morreria em algum momento, mas pareceu uma saída apressada e sem qualquer outro significado, além de mostrar como o Governador está perdendo tudo o que conseguiu. Esta doce menina que aprendemos a conhecer em dois episódios simplesmente morreu em segundos! Não deveria haver mais impacto? Pelo menos a morte de Hershel teve um contexto e um significado.

Você discorda? Estamos sendo excessivamente críticos? Você sugere outros momentos de frustração ou pensam que todos os momentos foram perfeitos até esse ponto? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com os oito últimos episódios da quarta temporada no dia 09 de Fevereiro de 2014 na AMC e 11 de Fevereiro de 2014 na FOX Brasil.

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Fonte: Wetpaint
Tradução: @BinaPic / Staff Walking Dead Brasil

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