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Talking Dead Brasil #9 – Painel de The Walking Dead na Comic Con 2013

Sabrina Picolli

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Como é do conhecimento de todos, no final de semana tivemos o painel de The Walking Dead na San Diego Comic Con 2013, o principal evento do gênero no país, durante o qual foi apresentado oficialmente o primeiro trailer da quarta temporada da premiada série. O painel foi moderado por Chris Hardwick, apresentador do Talking Dead e dividiu-se basicamente em duas partes: uma conversa com os produtores e uma conversa com o elenco. Confira abaixo o resumo do que rolou por lá.

Scott Gimple, Robert Kirkman, David Alpert , Gale Anne Hurd e Greg Nicotero abriram a primeira parte do painel falando sobre qual será o teor da próxima temporada. Kirkman comenta que será uma temporada ainda mais louca, progressivamente; o mundo estará pior, as pessoas mais ameaçadas, muito mais coisas terríveis acontecendo em torno das pessoas. O novo showrunner, Scott Gimple, corrobora com as palavras de Kirkman, avisando: “As coisas se tornarão insanas rapidamente”. Chris pergunta a Greg Nicotero (o mago da maquiagem e efeitos especiais da série, além de produtor executivo e diretor do primeiro episódio da quarta temporada) quais serão os desafios da nova temporada no que diz respeito aos zumbis e efeitos especiais. Nicotero responde que existe um trabalho em conjunto, envolvendo diretores, roteiristas, maquiagem e à medida em que surgem novos monstros e novas situações, tudo é revisado – do equipamento à maquiagem – tentando adaptar-se às novidades vindas da sala dos escritores. Acrescenta que o grupo estava filmando cenas com os zumbis até o dia anterior ao da convenção.

Gale Anne Hurd é questionada a respeito da “vida em família” entre os membros do set, personagens que chegam e que vão embora e qual a visão dela sobre a temporada nova. Ela fala que mesmo estando sob um forte calor e umidade na Georgia, o cenário comum é o de 150 membros do elenco e equipe juntos, em espaços nem sempre confortáveis, mas encarando aquilo como se fosse o Superbowl e tentando fazer o melhor em nome do show, e que este é o objetivo de todos. Ela agradece o apoio de todos. Ela complementa que, na verdade, nenhum personagem se despede completamente do show. Sarah Wayne Callies, por exemplo (a intérprete de Lori) estava se apresentando no Kennedy Center, em Washington, e todo o cast foi até lá fazer uma visita surpresa e assisti-la em sua estreia. Então, mesmo saindo do show, ninguém se livra dos demais. David Alpert diz que o fato de haver tanto vínculo às pessoas e aos personagens do show faz com que os escritores tenham a tendência a procurar justificativas para a morte de um personagem; o espirito do show é que, a cada episódio, todos os personagens estão em xeque, e há que se manter a coerência da história e uma certa lógica.

Hardwick pergunta a respeito do Governador, vilão da terceira temporada e que entrou em franco declínio na parte final da mesma. O que acontecerá com ele e com essa história na quarta temporada? Alpert responde que a pior coisa que pode acontecer a um personagem durante a série é ele se sentir confortável, pois isso o torna vulnerável às ameaças que podem surgir inesperadamente; quando eles pensam que conseguiram entender a natureza do perigo que os cerca, algo acontece ou algo muda. Os perigos não encontraram uma zona de conforto e estão evoluindo: os walkers, de seres isolados passaram a andar em hordas; o Governador evoluiu para o que há de pior; talvez eles possam estar um pouco confortáveis e as coisas certamente mudarão. Gimple acrescenta que o Governador, por muito tempo, recebeu um reforço positivo e um estímulo grande em troca de tudo o que ele decidia, e ele compreendia que tudo o que estava sendo feito por ele era bom, até o episódio 3×16. Ali ele passou a receber um reforço altamente negativo, perdeu apoio, e isso certamente irá influenciar o personagem daqui por diante, pois ele ainda acreditava estar fazendo o que era certo. Kirkman arremata: “Ele ainda está lá fora, mas como ou quando ele retorna, e o que ele está fazendo durante este tempo será algo realmente muito importante nesta temporada.”

Inicio > Extras > Comic-Con 2013 > Coletiva de Imprensa (19/07) (clique aqui para ver mais fotos)

Na segunda parte do painel, o elenco de The Walking Dead se junta aos produtores: Andrew Lincoln, Steven Yeun, Danai Gurira, Lauren Cohan, Scott Wilson, Chad Coleman, David Morrissey e Norman Reedus são recebidos com calorosos aplausos da plateia.

Hardwick pergunta a Lincoln o porquê de todos terem retornado à prisão depois da queda de Woodbury, além de terem levado todos os moradores remanescentes para lá. Andrew diz que talvez não possa responder a essa pergunta, pois é uma resposta que será dada no início da nova temporada. Ele também fala a respeito de sua relação com Carl, comentando que o filho de Rick aparentemente está se tornando um sociopata, como pode ser visto no final da temporada passada. Rick se dá por conta do quanto ele precisa voltar a interagir com os filhos, e ele estará em uma posição completamente nova no começo da temporada. Ele tentará reprimir a brutalidade de Carl, renunciando à posição de líder, pelo bem dos seus filhos.

Hardwick pergunta a Danai Gurira a respeito de Michonne e como a morte de Andrea afetará a personagem, que vinha se tornando mais aberta e calorosa antes do triste evento. Gurira comenta que um dos grandes avanços de Michonne foi o aprender a viver em comunidade, e ela levará em conta as últimas palavras de Andrea: “Que bom que você os encontrou!” Era o grupo do qual Andrea sempre falava e em quem confiava. Isso reafirmou à Michonne a sensação de que realmente ela estava no lugar certo. Ela acredita que Michonne ainda poderá se abrir mais às pessoas e que conheceremos todas as suas capacidades. Gurira ainda comenta a respeito do preparo físico para viver Michonne, confessando que as coisas ficam cada vez mais intensas e que o corpo precisa se adaptar a isso, além de ter que aprender a andar a cavalo. Não há como ficar em uma zona de conforto ao longo do show.

Em seguida, Hardwick comenta com Steven Yeun a respeito das transformações emocionais de Glenn, superando os temores do que pudesse ter acontecido entre Maggie e o Governador apenas no final da temporada, agindo de maneira um tanto egoísta até então. O que acontecerá a seguir com Glenn? Yeun responde que Glenn, assim como as pessoas no mundo real, está aprendendo as lições trazidas pela vida. Ele passou por algo terrível com o que aconteceu com a namorada, alguém a quem ele ama e com quem se importa e não soube lidar com isso, demorou a se dar por conta que ali havia uma pessoa magoada e que precisava de ajuda, centrando-se apenas em seus temores e sua raiva. Aquilo foi difícil para Glenn aprender, ainda que com todo o apoio de Hershel. Hardwick complementa que Glenn parecia estar tão obcecado com seu plano de vingança que acabou por afastar a pessoa que ele ama e a quem realmente queria proteger, com o que Steven concorda.

Chris remete-se à Lauren Cohan, comentando que Maggie, aparentemente, lidou muito melhor com a situação com o Governador do que Glenn. Cohan respondeu que Maggie quis superar aquilo e deixar para trás o quanto antes, como toda mulher faria – é melhor apenas abandonar aquilo no passado e não destruir aquilo que ela possui, seja por arrependimentos ou por vingança. Quando perguntada se o relacionamento com Glenn e o vínculo amoroso seria, na verdade, essencial para a sobrevivência ou prejudicial, Lauren responde que, na verdade, trata-se de uma escolha. Maggie quis arriscar manter esse relacionamento, o que, no fim das contas, acabou tornando a ambos mais fortes.

Hardwick fala a Scott Wilson que, ao que parece, Hershel se tornou a bússola moral do grupo, e pergunta como ele se sente neste papel, seja aconselhando, tomando as rédeas das decisões ou deixando que o grupo faça o que quiser. Scott Wilson comenta que, naquele momento, Hershel apenas deseja que ele pudesse ainda ter a sua outra perna (risos). Ele acredita que todo o grupo seja tão interconectado e dependente uns dos outros, que ele se sente feliz em ser parte disso tudo e também por ser um pouco responsável por essa união.

Inicio > Extras > Comic-Con 2013 > Sessão de Autógrafos (clique aqui para ver mais fotos)

O próximo a ser abordado por Chris Hardwick é Chad Coleman: Tyreese é um personagem importantíssimo dos quadrinhos e que os fãs estavam ansiosos por ver na TV. Como foi chegar a esse grupo já formado e tão unido? E como Tyreese se encaixa nele? Coleman responde que é excelente fazer parte daquele grupo de atores, artistas competentes e que sempre o fizeram sentir em casa, assim como o pessoal da produção. É o tipo de lugar onde todo artista quer estar, o que o inspira, ainda mais quando os fãs gostam do que você faz. Ele se mostra grato por ter sido recebido de braços abertos por todos. Porém, Tyreese ainda está tentando se encaixar no grupo, bem como ainda está aprendendo a negociar sua presença neste mundo que ele está encarando. Ele ainda está tentando encontrar o seu lugar, de todas as maneiras. Ele é um bom homem, tentando ajudar de alguma maneira. Ele realmente precisa de uma motivação para faze-lo agir como ele age, precisa entender as razões por detrás das decisões tomadas.

Hardwick questiona as convicções de David Morrissey, que sempre defendeu o seu Governador, dizendo que ele nunca foi um homem mau ou um vilão, mas que os fatos não corroboram com tal convicção, como foi visto nos últimos episódios. Como então o Governador estará agora? Morrissey graceja, ainda defendendo o seu personagem; em seguida diz que o Governador está em uma má situação neste momento, e acredita que todos o traíram – mas hey! Ele matou a todos! Morrissey todo o tempo fez graça, tentando afirmar seu ponto de vista, encantando a plateia. Quando perguntado que rumo o Governador tomará, inclusive emocionalmente, David comenta que o Governador tinha sua obsessão por tomar a prisão, mas tudo deu errado e seu exército o abandonou, e aquilo mexeu com a cabeça dele de várias maneiras.

A Norman Reedus foi perguntado a respeito da relação entre Daryl e Merle e como Daryl se tornou verdadeiramente parte do grupo, inclusive defendendo Glenn (“ele é coreano!”) e confrontando o irmão, e como as coisas funcionaram. Reedus inicia comentando o quanto detestou ter de fazer a cena da morte de Merle (“Isso vai ser um saco”- referindo-se ao envolvimento emocional entre os personagens e a forte carga dramática da cena, além de ser a despedida de Rooker – nota do redator). Daryl estava fadado a se tornar um mini-Merle e lutou contra isso. Ficar um tempo longe dele fez com que o personagem se encontrasse e descobrisse um senso de valor e autoestima que ele não descobriria caso nada daquilo acontecesse. Daryl poderia se virar sozinho, mas aquelas pessoas se tornaram uma parte importante dele, uma família que ele nunca teve. Definitivamente, ele cresceu muito e, assim como os demais, ele não é o mesmo que era no início.

Inicio > Extras > Comic-Con 2013 > Painel da Série (MQ) (clique aqui para ver mais fotos)

Hardwick pergunta a Andrew Lincoln o que aconteceu com Rick que, inicialmente, não queria mais ninguém no grupo e que, no final da temporada, trouxe à prisão inúmeras pessoas, todas estranhas, para conviver com eles e precisando confiar nelas. Andrew comenta que a morte de Andrea e o comportamento de Carl foram os catalisadores desta decisão. Rick se dá por conta da brutalidade que foi afastar as pessoas de si durante a terceira temporada e o como isso não funcionou para ele e teve repercussão direta em sua família. Na quarta temporada há toda uma comunidade na prisão e o foco será justamente os personagens e a interação entre eles.

A Danai foi perguntado se aqueles personagens possuem um propósito e objetivo de vida ainda ou se eles apenas estão tentando sobreviver um dia de cada vez. Ela responde que acredita que será importante mostrar essa vida em comunidade, a interação entre os personagens, a reação deles com esta realidade, pois na verdade isso é algo que eles querem preservar e proteger. Porém não haverá espaço para o conforto; sempre que ele começar a se apresentar, acontecerá algo para sacudir aquelas pessoas. Hardwick comenta que acredita serem os humanos o verdadeiro perigo, mais do que os walkers. Gurira discorda – os walkers podem até ser manejáveis inicialmente, mas eles podem e irão surpreender.

Neste momento o microfone é aberto para as perguntas do público. A primeira pergunta foi para Kirkman, Lincoln e Gurira: uma vez que Andrea está morta, haveria alguma possibilidade de relacionamento entre Rick e Michonne? Kirkman diz que seria uma boa ideia, deixando o público entusiasmado.

A segunda pergunta é para Danai e Norman: ambos os personagens Daryl e Michonne perderam pessoas próximas no final da temporada e possuem características emocionais em comum. Como isso os guiará ao longo da nova temporada? Reedus responde que todos ali tiveram perdas, mas que Daryl e Michonne são duas pessoas solitárias aprendendo a ser parte de um grupo e que isso talvez os aproxime e que seria interessante se rolasse algo – claro, Rick poderia se juntar a eles a qualquer momento (risos)!

A terceira pergunta foi para Andrew: Como você preparou e onde sua mente estava quando filmou a cena de quando Rick fica sabendo sobre a morte de Lori, que foi algo de partir o coração? Lincoln diz que a única coisa ruim neste show é que você trabalha com pessoas incríveis e faz amizades importantes e, no final, você os mata. Aquela cena foi de um verdadeiro luto, pois você está se despedindo de um amigo e também de um personagem, com os quais você não vai mais conviver, e isso é incrivelmente triste. Ele comentou que não houve grande preparação, ele apenas ouviu alguma musica mais triste e se reportou a algum local em sua mente realmente solitário. No mais, foi uma questão de entrar no personagem e sua história, sentir o impacto de ter uma criança confirmando que a pessoa mais importante de sua vida estava morta, e as coisas acabaram fluindo. O diretor solicitou uma cena em que aquele homem, um líder, simplesmente se partisse ao meio e desabasse emocionalmente – e ele acabou desabando inclusive fisicamente em nome da cena. No momento atual, Rick está sendo resgatado deste lugar de solidão e tristeza pelas pessoas do grupo que o cercam.

A quarta pergunta foi para a mesa em geral: como os demais se sentem quando um dos personagens morre? Danai responde exemplificando com a morte de Andrea e o quanto a mensagem que ela transmitiu foi importante para Michonne. Evidentemente é triste perder alguém, mas esta é a mágica do show – ver de perto o legado daqueles que se foram para aqueles que ficaram, e estas coisas acontecem o tempo todo. É sempre difícil, sem dúvidas. Nicotero fala sobre o “The Grateful Dead”, uma parede no estúdio da Georgia onde são afixadas fotos de todos aqueles que se foram do show, para serem vistos e lembrados sempre. É uma maneira de mantê-los presentes.

Inicio > Extras > Comic-Con 2013 > Painel da Série (HQ) (clique aqui para ver mais fotos)

A quinta pergunta é para Steven Yeun, e é sobre o quanto ele avalia a evolução física e moral de seu personagem ao longo da série. Yeun destaca o quanto gosta do personagem e que sim, ele mudou bastante desde a primeira temporada, e continuará mudando na quarta temporada, sendo cada vez mais envolvido em todos os tipos de cenas e situações, da ação ao romance. Um dos responsáveis pelo amadurecimento de Glenn sem dúvidas foi Dale – Yeun imagina quantas conversas e conselhos foram ouvidos por seu personagem enquanto consertavam o trailer, o quanto de Dale acabou se incorporando a Glenn, auxiliando no seu crescimento. Ainda acrescenta que Jeff DeMunn fazia o mesmo com ele, Steven. A morte de Dale foi um grande golpe para Glenn, algo brutal para o personagem e o intérprete. Uma das melhores coisas do show é poder pegar um personagem e perceber nitidamente a sua evolução, e isso também é gratificante para o ator. Hardwick reforça esta ideia, comparando a evolução do inocente Glenn da primeira temporada para o homem Glenn da terceira temporada.

A sexta pergunta também foi para toda a mesa, porém mais direcionada para Rick: como é para o ator conseguir mostrar tanto o lado sombrio como o lado humano de cada personagem, assim como transmitir a sua mensagem para o show? A resposta é dada por Scott Gimple, que diz ser algo muito ligado à história que se está contando: quem eles são, qual sua trajetória, o quão humanos ainda são e o que desejam deste mundo. É assim que tudo começa, e a parte mais difícil é dizer para onde eles vão do ponto onde chegaram. O que facilita é a presença de um grupo fantástico de personagens, e a maneira como o que um faz afeta e modifica os demais. Alpert reforça este fato de se tentar mostrar primariamente nas histórias quem são estas pessoas, de onde vieram e para onde elas irão, não apenas em se atirar um zumbi sobre elas e ver o que acontece. No momento em que você tem isso em mãos, direciona-se toda a ação que será inserida na história.

A sétima pergunta foi a tradicional “se um apocalipse zumbi acontecer, vocês estariam preparados? O que fariam?” Kirkman comenta que ouve esta pergunta o tempo todo e que normalmente diz que se mataria. Ele não teria saco para lutar contra zumbis dia após dia e viver assustado. Diz que não se enforcaria, mas se atiraria de um lugar bastante alto, somente para sentir a sensação de queda livre, o que seria divertido. Andrew gostaria de acreditar que está preparado – ele se esconderia atrás de Chandler Riggs, que está crescendo e ficando com um vozeirão, a ponto de desejar que ele acabe dublando o seu personagem, para combinar melhor, além de ser um verdadeiro badass. Este seria o seu plano principal. Reedus diz que se trancaria em um hotel e passaria lá o tempo todo, nu, assistindo South Park até tudo terminar.

A oitava pergunta foi para Lincoln e Morrissey: como estes dois “machos alfa” lidam com toda a energia que os personagens depositam um no outro ao se confrontarem? Morrissey comenta que quando recebeu o roteiro do show, uma das coisas que o fez aceitar o papel foi a oportunidade de trabalhar com Lincoln. A cena dos dois juntos foi o grande momento para ele, já que passaram tanto tempo sem enxergar um ao outro, mesmo fora da cena. No final das contas foi fantástico estar em uma cena com Lincoln, um amigo de longa data. Andrew corrobora com a opinião de Morrissey e diz que sente da mesma maneira.

A última pergunta foi para David: alguma possibilidade de os roteiristas escreverem uma cena onde você canta? A ideia foi recebida com entusiasmo, mas Morrissey acredita que nunca se sabe, quem sabe teremos o Governador cantando e dançando (risos)?

O painel termina sob aplausos entusiasmados de todos os presentes.

A quarta temporada de The Walking Dead estreia no dia 13 de Outubro na AMC e no dia 15 de Outubro na FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada.

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PAINEL COMPLETO:

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The Walking Dead revela quem está por trás do vandalismo “Silencie os Sussurradores”

A campanha contra os Sussurradores que acontece em Alexandria também aconteceu nos quadrinhos de The Walking Dead.

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Alguém em The Walking Dead pretende “Silenciar os Sussurradores”. No episódio desta semana de The Walking Dead, Daryl (Norman Reedus) e Lydia (Cassady McClincy) descobrem que sua casa foi vandalizada por grafites pedindo que Alexandria “Silencie os Sussurradores”. A ex-sussurradora, Lydia, emancipou-se da mãe abusiva, Alpha (Samantha Morton), mas está lutando para se afirmar dentro das paredes de Alexandria. Lydia é intimidada por Alfred (David Shae), Margo (Jerri Tubbs) – que exige justiça para os ladrões de estrada Ozzy (Angus Sampson) e Alek (Jason Kirkpatrick) – e Gage (Jackson Pace), em busca de sangue para vingar os amigos Rodney (Joe Ando Hirsh), Addy (Kelley Mack) e Henry (Matt Lintz).

Em certo momento, Lydia intencionalmente incomoda os três agressores cortando um esquilo. “Foi por isso que Ozzy e Alek morreram? Para que ela pudesse nos fazer de bobo?”, diz Alfred. Margo responde: “Não aqui.” Lydia provoca novamente, segurando o dedo ensanguentado nos lábios: Shh.

Mais tarde, Daryl diz a ela que “não pode fazer coisas assim” se ela espera morar em Alexandria. Ela responde: “Mas eles podem escrever o que quiserem em nossa porta?”

LEIA TAMBÉM:
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Alpha acredita no fim das comunidades no trailer do próximo episódio de The Walking Dead

“Um dos grandes momentos da história em quadrinhos que nos entusiasma muito e que há essa ideia de propaganda e paranoia, é essa de ‘silenciar os sussurradores’, que Robert Kirkman usou muito bem”, disse a showrunner Angela Kang anteriormente a EW. “Então, definitivamente, há um sentimento de que nosso grupo está entrando nesse conflito que continua crescendo contra os Sussurradores, muito diferente de como ocorreu a guerra contra os Salvadores, onde não havia apenas elementos de paranoia, mas meio que uma sensação de Guerra Fria.”

O vandalismo dos agressores e seu violento ataque a Lydia ocorrem quando os Sussurradores invadem ainda mais as comunidades: Alpha reivindicou ainda mais território das comunidades e Michonne (Danai Gurira) suspeita que os Sussurradores estejam por trás de ataques coordenados em Alexandria, Hilltop e Oceanside.

“Descobrimos que há pessoas que estão tendo uma resposta mais comedida. Você vê pessoas que são muito mais rigorosas, vê pessoas que estão confusas sobre o que fazer”, disse Kang. “E acho que isso faz parte do interessante cenário humano que está rolando quando tudo começa a acontecer, a paranoia começa a dominar essas comunidades, e há movimentos de guerra sendo feitos de ambos os lados”.

Nos quadrinhos, foi o líder de Alexandria, Rick Grimes, que se uniu a Alexandria dizendo a seus sobreviventes que eles precisavam “silenciar os sussurros”. Na edição 152 de The Walking Dead, Rick lançou uma campanha de propaganda completa, admitindo que Michonne precisava direcionar a raiva dos alexandrinos para longe deles e em direção ao inimigo.

Essa campanha foi lançada quando alguém tentava “silenciar os sussurros” à sua maneira. Resultado: Negan que escapou.

Na série, apesar de não ter sido revelado, presumimos que os responsáveis pelo vandalismo sejam Alfred, Margo e Gage. Vamos ter que aguardar os próximos episódios para descobrir se teremos ou não a revelação oficial do(s) envolvido(s) nessa campanha.

O que você achou do episódio desta semana de The Walking Dead? Acredita que Lydia está certa e que os culpados pela frase/campanha são Alfred, Margo e Gage? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!

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Produtora de The Walking Dead revela o voto de Gabriel sobre o destino de Negan

Angela Kang, a showrunner de The Walking Dead, comentou sobre a decisão que Gabriel estava pensando em tomar no episódio desta semana.

Marcela Aquino

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Negan (Jeffrey Dean Morgan) é um homem procurado. No episódio desta semana de The Walking Dead, “Silence the Whisperers”, Margo (Jerri Tubbs) foi morta quando Negan salvou Lydia (Cassady McClincy) de uma surra violenta cometida por Margo e pelos cúmplices Alfred (David Shae) e Gage (Jackson Pace). O conselho de Alexandria se reuniu para determinar o destino de Negan, com Aaron (Ross Marquand) argumentando que Negan não merece viver em sua civilização, apesar de uma sentença de oito anos de prisão. Negan foi defendido por Siddiq (Avi Nash) e relutantemente por Daryl (Norman Reedus), deixando o padre Gabriel (Seth Gilliam) como o desempate. Depois de tomar a noite para considerar sua resposta, Gabriel visitou a cela de Negan, apenas para encontrá-la vazia. Com uma vida em jogo, Gabriel teria votado a favor ou contra Negan?

“Eu acho que Gabriel teria votado para não matá-lo”, disse a showrunner Angela Kang à EW. Apesar da formação de uma multidão sedenta de sangue exigindo que Negan seja levado à justiça, Kang diz que Gabriel teria sido influenciado por suas sessões de terapia com Negan. O padre atua como guardião de Negan há anos, desempenhando um papel fundamental em sua reforma.

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“Acho que porque ele conheceu Negan ao longo do tempo e que, no final das contas, ele acreditava no fato de Lydia estar dizendo: ‘Ele me salvou e foi um acidente’, e o fato de Daryl acreditar nela, e o fato de que ele sabe que Negan está tentando”, explicou Kang. “Acho que ele teria pensado sobre isso e orado por ele, e acordado na manhã seguinte, e as pessoas com suas forquilhas foram para a cama ou sei lá, e acho que ele teria pensado: ‘Sabe do que mais? Isso tudo é demais. As pessoas são muito paranoicas.’ É o que acho que ele pensaria no momento.”

Questionada se Gabriel visitou a cela de Negan para ajudar a solidificar sua decisão, Kang disse: “Acho que sim. E então ele vê que Negan se foi, e então eu acho que ele pensa: ‘Ah, foda-se. Tipo, eu estava errado em pensar que iria cair nessa e ter essa conversa com ele?’ Ele está duvidando quando descobre que ele se foi.”

O cúmplice de Negan foi revelado no vídeo promocional do próximo episódio, “What It Always Is”, e para responder sobre aonde Negan está indo… “Vamos descobrir muito em breve onde ele foi”, brincou Kang.

Você acha que Negan merece viver depois de tudo que ele fez? Você conseguiu perdoá-lo? Deixe todos os seus pensamentos nos comentários abaixo!

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The Walking Dead lidera as indicações ao Saturn Awards 2018

Vinícius Castro

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Seguindo o padrão dos anos anteriores, The Walking Dead está liderando a lista de indicados ao Saturn Awards, a maior premiação para cinema e TV de gênero do mundo. Revelados no mês passado, os indicados, que serão escolhidos a dedo pela Academia de Ficção Científica, Fantasia e Horror, receberão o resultado final em junho de 2018.

O drama zumbi está liderando os competidores da televisão, com 7 indicações ao total, fazendo jus ao material apresentado durante a oitava temporada. Entre as novidades em relação aos últimos anos, o único novato é Khary Payton, o Rei Ezekiel. Confira abaixo:

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV

  • JON BERNTHAL (THE PUNISHER)
  • BRUCE CAMPBELL (ASH VS EVIL DEAD)
  • SAM HEUGHAN (OUTLANDER)
  • JASON ISAACS (STAR TREK: DISCOVERY)
  • ANDREW LINCOLN (THE WALKING DEAD)
  • SETH MACFARLANE (THE ORVILLE)
  • KYLE MACLACHLAN (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • RICKY WHITTLE (AMERICAN GODS)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • NIKOLAJ COSTER-WALDAU (GAME OF THRONES)
  • MIGUEL FERRER (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • KIT HARINGTON (GAME OF THRONES)
  • DOUG JONES (STAR TREK: DISCOVERY)
  • CHRISTIAN KANE (THE LIBRARIANS)
  • MICHAEL MCKEAN (BETTER CALL SAUL)
  • KHARY PAYTON (THE WALKING DEAD) 
  • EVAN PETERS (AMERICAN HORROR STORY: CULT)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • ODETTE ANNABLE (SUPERGIRL)
  • DAKOTA FANNING (THE ALIENIST)
  • DANAI GURIRA (THE WALKING DEAD)
  • MELISSA MCBRIDE (THE WALKING DEAD)
  • CANDICE PATTON (THE FLASH)
  • ADINA PORTER (AMERICAN HORROR STORY: CULT)
  • KRYSTEN RITTER (MARVEL’S THE DEFENDERS)
  • RHEA SEEHORN (BETTER CALL SAUL)

MELHOR PERFORMANCE DE UM ATOR JUVENIL EM SÉRIE DE TV

  • KJ APA (RIVERDALE)
  • MILLIE BOBBY BROWN (STRANGER THINGS)
  • MAX CHARLES (THE STRAIN)
  • ALYCIA DEBNAM-CAREY (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID MAZOUZ (GOTHAM)
  • LILI REINHART (RIVERDALE)
  • CHANDLER RIGGS (THE WALKING DEAD)
  • COLE SPROUSE (RIVERDALE)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE TV

  • BRYAN CRANSTON (PHILIP K. DICK’S ELECTRIC DREAMS)
  • MICHAEL GREYEYES (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID LYNCH (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • JEFFREY DEAN MORGAN (THE WALKING DEAD)
  • RACHEL NICHOLS (THE LIBRARIANS)
  • JESSE PLEMONS (BLACK MIRROR)
  • HARTLEY SAWYER (THE FLASH)
  • MICHELLE YEOH (STAR TREK: DISCOVERY)

MELHOR SÉRIE DE HORROR 

  • AMERICAN HORROR STORY: CULT
  • ASH VS EVIL DEAD
  • FEAR THE WALKING DEAD
  • PREACHER
  • THE STRAIN
  • TEEN WOLF
  • THE WALKING DEAD

Vale lembrar, The Walking Dead vem sendo o maior campeão da premiação desde 2013. Entre os já campeões dos últimos anos estão Andrew Lincoln, Melissa McBride, Chandler Riggs, Danai Gurira e a própria série.

A boa recepção da série na premiação pode trazer uma nova luz a série, que andou sofrendo alguns boicotes da crítica especializada na última temporada e meia.

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