Siga-nos nas redes sociais

Site

[PROMOÇÃO] Jogo “Rise of Nightmares” – Xbox 360

Rafael Façanha

Publicado há

em

Hey, Walkers! Firmamos uma super parceria com a NC Games e vamos sortear 01 exemplar do jogo “Rise of Nightmares” para Xbox 360 (Kinect). Confira as regras e saiba como concorrer!

As regras para concorrer a promoção, são as seguintes:

1. O participante deverá estar seguindo os twitter’s:

2. Deverá RT (Retweet) ou Twittar normalmente no seu twitter a seguinte frase:

Quero ganhar o jogo #RiseOfNightmares que o @TWDBrasil e a @NC_Games estão sorteando. Participe você também: (http://kingo.to/11dF)

3. Só é preciso RT ou twittar UMA vez (ao dia), pois se fizer isso mais de uma vez, será contado como spam!

4. Deverá curtir as seguintes fanpages no Facebook:

5. Não será aceito twitters feitos somente para participar da promoção e nem twitters que não sejam pessoais, caso seja sorteado.

O Sorteio será realizado no dia 24/03/12 pela noite! Boa Sorte!

REVIEW DO JOGO

Nome: Rise of Nightmares
Gênero: Ação
Distribuidora: Sega (distribuído no Brasil pela NC Games)
Plataformas: Xbox 360

A Sega está querendo revolucionar o Kinect da Microsoft com seu novo lançamento Rise of Nightmares. O jogo mescla muita ação e movimentos com um enredo de arrepiar os cabelos.

Um motivo para comprar o Kinect

Desde que chegou ao mercado, o Kinect tem decepcionado os fãs pela variedade de títulos lançados, já que a grande maioria são jogos de esportes e dança, sendo que estes últimos geralmente consistem em apenas repetir os movimentos apresentados na tela. É claro que existem alguns títulos que fogem deste paradigma, como Kinect Animals, que apresenta uma interação com os animais fofinhos do game, e UFC Trainer, que exige movimentos de um verdadeiro treinamento de MMA.

Mas nenhum deles ousou tanto quanto o novo título da Sega, um verdadeiro destruidor de paradigmas. O primeiro deles é em relação ao enredo do jogo, nenhum game citado acima apresenta qualquer história ou algo parecido com um modo campanha, tradicional dos jogos de ação. Depois pela quebra da linearidade e um extenso leque de movimentos necessários para sobreviver no game.

Um pesadelo de enredo

Rise of Nightmares conta a história de um casal que é separado após um acidente com o trem em que eles viajavam. Após acordar em um lugar desconhecido e macabro, você deve ir em busca de sua amada. Manjado? Sim, o enredo é mais do que ultrapassado, sendo similar a diversos diversos filmes B, e até mesmo outros jogos de terror. Porém, serve de desculpa para uma aventura divertida e macabra, repleta de sustos e violência explicita.

O engraçado é que a Sega esqueceu o fato do jogador permanecer em pé o tempo todo, e insistiu em colocar longas animações e diálogos sem interesse. O resultado disso é que o jogador precisa pular todas essas cenas, mesmo que estas sejam cruciais para o desenrolar da história.

A violenta diversão

O maior intuito do Kinect é aumentar a sensação do jogador de se sentir dentro do game, porém, poucos títulos conseguiam tal proeza. Rise of Nightmares consegue realizar esse feito graças a jogabilidade apresentada no game.

Como o jogo é todo em primeira pessoa, nada de joysticks para se movimentar pelo cenário. Para “andar” em Rise of Nightmares, você deve colocar um passo a frente e virar o ombro na direção desejada. No começo é um tanto complicado ajustar esse movimento, portanto não estranhe a sensação de “bonecão do posto” gingando para direita e para esquerda.

A grande maioria das ações exigem que o jogador faça o movimento exato, ou seja, para abrir uma porta é necessário empurrar o braço para a frente, na hora de descer uma escada, você precisa agachar, e até mesmo correr quando a situação complica para o seu lado.

O sistema de combo é mais simples ainda, basta reproduzir os movimentos de acordo com a arma utilizada. Já para se defender, basta apenas cruzar os braços para evitar os golpes ou qualquer outro movimento de ataque de seus inimigos. E sobre as armas, o jogo conta com uma boa diversidade de itens para ajudar na carnificina, desde simples facas e barras de ferro, até enormes moedores de carne.

Outro ponto que merece destaque é o determinado local em que seus inimigos devem ser atingidos. Diversas criaturas possuem uma espécie de proteção de metal em partes do corpo, diante disso, é preciso acertar o lado desprotegido, realizando o movimento do golpe de forma precisa.

Não é uma obra de arte, mas encanta

Os gráficos de Rise of Nightmares não impressionam como os de grandes blockbusters. Embora o protagonista só apareça nas cenas de animação, é possível perceber um certo descaso com o coitado, em uma comparação com os coadjuvantes que interagem com você o tempo todo. Mesmo assim eles estão longe de decepcionar e de serem comparados com elementos gráficos da geração passada de consoles.

Embora o famoso “efeito gêmeos” (que consiste em multiplicar o mesmo personagem ao longo do jogo) esteja firme e forte, a variedade de inimigos ajuda a esconder um pouco essa falta de capricho. Os cenários também são simples e sem muitos detalhes, mas agradam e conseguem proporcionar alguns sustos com suas inúmeras armadilhas.

Terminar é apenas uma questão de tempo

O que também deixa a desejar em Rise of Nightmares é a pouca dificuldade durante todo o jogo. A começar pelos inúmeros checkpoints, que na maioria das vezes marcam seu progresso antes de qualquer ação mais arriscada, evitando qualquer problemas em avançar no jogo.

Mesmo no maior nível de dificuldade, é um tanto simples exterminar uma horda de zumbis e outras criaturas. Além de ser respeitada uma ordem de ataques individuais, o sistema de bloqueio de ataques funciona bem até demais. Basta fazer o movimento que qualquer dano maior será evitado. Vale destacar o momento curioso em que o jogador defende um jato de ácido, apenas cruzando os braços.

Conclusão

A Sega conseguiu realizar uma tarefa que não era nada complicada, mas que nenhuma grande empresa conseguiu realizar até o momento, desenvolver um jogo diferente e divertido para o Kinect. Apostando em um enredo aterrorizante, o jogo consegue prender a atenção do jogador e fazer com que ele se sinta literalmente dentro do jogo, mesmo com um tempo de resposta muito lento do hardware. Pena que o excesso de violência impeça o jogo de ser recomendado para uma diversão familiar. Item obrigatório para quem possui um Kinect.

– Fonte: TechTudo

Continue lendo
Publicidade
Comentários

Site

Após tantos anos sob os holofotes, zumbis se recusam a sair de cena no universo midiático

Os zumbis parecem se recusar a sair dos holofotes, muito graças ao contínuo sucesso de obras como TWD, que continuam a atrair as atenções do público.

The Walking Dead BR

Publicado há

em

As razões pelas quais carregamos e desenvolvemos medo ao longo de nossas vidas são motivo de estudo profundo por cientistas das áreas médicas e sociais há séculos. Cada um de nossos temores, do medo natural do escuro àquele causado por ter experienciado maus momentos, podem divergir tanto em origem quanto em manifestação.

Entretanto, todos eles têm um ponto em comum: o fascínio que os seres humanos – e a arte – têm pelo lado mais sombrio da vida humana. Não é por menos que boa parte dos escritores do gênero de terror muitas vezes discorrem sobre seus próprios medos com o intuito de criar obras que eventualmente podem se transformar em clássicos de sucesso de crítica e público – caso dos livros de Stephen King, Edgar Allan Poe e H.P. Lovecraft.

Ao longo do tempo, a “pureza” desse gênero – e a exploração dos medos ali mencionados – se esvai. Além do esgotamento dos ângulos pelos quais essas histórias podem ser ilustradas, a interação do terror com outros gêneros faz com que novas inspirações e pontos de vistas acabem surgindo. Essa confluência pode envolver formatos diversos de mídia, indo de livros a videogames.

As novas formas de explorar o terror por meio da “mistura” com comédia, drama, suspense e tantos outros gêneros é o que acaba dando “gás” para que histórias que mantêm como base os nossos medos pessoais permaneçam altamente relevantes. Não existe quiçá um exemplo melhor para ilustrar isso do que o universo dos zumbis – um fenômeno que se recusa a morrer, para o desprazer de alguns e a alegria de outros.

Mistura de gêneros aumenta longevidade dos zumbis nas mídias

Foi o diretor e roteirista George Romero, por meio do clássico filme A Noite dos Mortos Vivos, quem deu origem à retratação do zumbi moderno como um morto-vivo que se alimenta de carne humana e que é incessante na busca por saciar sua fome. Antes dele, os mortos-vivos tinham uma inspiração clara nas tradições do vodu haitiano, que retratavam o zumbi como um mero servo de um mestre voduísta.

Foi a partir da produção de Romero que os zumbis começaram a invadir as telas de cinema e também a atrair maior atenção de outros gêneros do meio midiático. Ainda que comédias e dramas envolvendo zumbis já tivessem sido explorados em filmes lançados antes de A Noite dos Mortos Vivos, tais produções não tinham o refinamento que obras posteriores trariam à luz.

O filme Extermínio é um dos melhores exemplos nesse sentido. Após a transformação de boa parte da população da Grã-Bretanha em zumbis, quatro sobreviventes tentam dar continuidade às suas respectivas vidas depois de uma devastação que acabou com a sociedade da forma como a conheciam. O filme, aclamado pela crítica, arrecadou 82 milhões de dólares sobre um orçamento total de 10 milhões e acabou se tornando muito mais uma história de horror e suspense psicológico do que uma trama sobre os zumbis em si.

Outro exemplo interessante, e no espectro oposto ao do supramencionado Extermínio, é O Que Fazemos nas Sombras. O filme é dirigido, escrito e estrelado por Jemaine Clement, famoso por ser uma das metades da dupla de comédia Flight of the Concords, e Taika Waititi, que se tornou diretor de Thor: Ragnarok e Jojo Rabbit graças ao sucesso da referida produção.

O filme é um “mocumentário” – pseudônimo para um documentário fictício, no estilo do seriado The Office – que acompanha a vida de quatro vampiros que moram juntos na Nova Zelândia. Suas peripécias acabam lhes rendendo um convite para participar de um baile de máscaras profano, que conta com a presença de zumbis, lobisomens, entre outros monstros clássicos do terror. A estranha premissa deu certo. Tão certo que O Que Fazemos nas Sombras foi transformado em seriado pelo canal de televisão FX, com a produção da sua terceira temporada tendo sido confirmada em maio deste ano.

The Walking Dead, uma franquia multiplataforma

Contudo, em se tratando de zumbis e sucesso nos mais diversos gêneros e plataformas de mídia, é impossível não mencionar The Walking Dead. O criador e escritor da série de quadrinhos, Robert Kirkman, nem imaginava que ela faria um sucesso tão tremendo entre público e crítica ao longo dos anos em suas mais diversas representações. Hoje, o seriado inspirado nos quadrinhos encontra-se em sua décima temporada, com a décima-primeira tendo sido confirmada em outubro de 2019. O seu spin-off, Fear the Walking Dead, terá a sua sexta temporada transmitida este ano.

Os jogos baseados no universo de The Walking Dead, que acabaram inspirando outros jogos focados em narrativas, como Life is Strange, encontrado na plataforma Steam, e também jogos com temática zumbi, como Lost Vegas, caça-níquel no site de cassino online da Betway, tornaram-se uma franquia por si só. Com a falência da antiga produtora destes jogos, a Telltale Games, acreditava-se que a franquia teria um fim mais do que prematuro. Por sorte, Kirkman antecipou-se ao evento e criou uma divisão de jogos dentro da sua companhia, a Skybound Entertainment, que será responsável por dar continuidade aos jogos da série.

Em termos de lançamento de diferentes produtos, não podemos, obviamente, deixar de mencionar a série de livros de The Walking Dead, que contou inicialmente com Kirkman e Jay Bonansinga como autores do enredo que retrata a história de um dos principais vilões da série, o Governador. Hoje já existem 10 edições destas obras, contando tramas que tomam lugar em paralelo com os eventos da série de quadrinhos original.

Zumbis não voltarão tão cedo às suas covas

No mundo das mídias, muitos fenômenos de gênero acabam funcionando de forma cíclica. Como no mundo da moda, tendências vêm e vão conforme o tempo passa. Entretanto, os mortos-vivos parecem se recusar a sair dos holofotes, muito graças ao contínuo sucesso de obras como The Walking Dead, que continuam a atrair as atenções (e os elogios) da crítica e do público.

O caminho percorrido por The Walking Dead não foi perfeito, ainda mais se tratando do seu seriado. Suas sétima e oitava temporadas pareciam demonstrar sinais de desgaste do formato, mesmo com a audiência atingindo ainda grandes números a cada episódio. No entanto, as duas temporadas que se seguiram provaram o contrário. Renovações no ritmo da trama e também no elenco deram ao seriado um novo fôlego, este sendo mais do que necessário para que críticos e público voltassem a ver a produção com bons olhos.

Fora do universo de The Walking Dead, os exemplos de tramas de zumbi que permanecem altamente relevantes ao longo do tempo são inúmeros. Um dos mais relevantes é a série de videogames Resident Evil, que tem sido sucesso de vendas e de crítica tanto em seus remakes dos jogos clássicos da franquia quanto em seus lançamentos mais recentes de jogos originais. Na conferência feita pela Sony em junho de 2020 anunciando jogos para o novo console da empresa, o PlayStation 5, foi revelado que Resident Evil chegaria a sua oitava edição em 2021.

Logo, não será tão cedo que veremos zumbis voltando para as suas covas no mundo das mídias. Como nos tempos de Drácula e Frankenstein, nossos medos continuam inspirando grandes autores e atraindo nossa atenção para livros, filmes, séries e videogames que os exploram de forma tão virtuosa.

Continue lendo

Site

Por algum motivo, The Walking Dead já foi forte parceiro de loterias

Devido ao grande sucesso da franquia The Walking Dead, é óbvio que a sua produtora licencie produtos e parcerias dos mais variados tipos.

The Walking Dead BR

Publicado há

em

Devido ao grande sucesso da franquia The Walking Dead, é óbvio que a sua produtora licencie produtos e parcerias dos mais variados tipos, indo desde, obviamente, bonecos e camisetas para o público, até comerciais e… Produtos alimentícios, o que acaba sendo um pouco nojento pra alguns.

Todavia, o que poucos imaginavam, é que The Walking Dead já teve forte envolvimento com várias loterias dos EUA e afora.

Sem mais delongas, vamos passar alguns vídeos delas. Basicamente, são as mesmas “raspadinhas” e jogadas ao estilo Mega Sena que conhecemos, porém, todo tematizado com The Walking Dead.

É incrível analisar o empenho que algumas dessas propagandas têm, além da genialidade, como esta que o zumbi bate no vidro, assustando as pessoas na rua. Tem como te fazer esquecer fácil da loteria depois de um encontro desses?

Já o de Minnesota e Maryland usa o humor, tirando o dedo do zumbi para usar na raspadinha.

Pelas datas dos comerciais, algumas dessas promoções rolaram entre 2014 e 2017.

Basicamente, essas loterias podem ser alcançadas online, por nós brasileiros que moram fora dos EUA. Caso tenha interesse, cadastre-se e ganhe com o Lotto247.com alguns bônus, dependendo da loteria. Só não espere encontrar uma aposta com temática da franquia, no momento desta publicação.

Continue lendo

Site

A popularidade das apostas esportivas no Brasil

As casas de apostas online, que são sites que permitem palpites em esportes que valem ouro, estão ficando populares.

The Walking Dead BR

Publicado há

em

As casas de apostas online, que são sites que permitem palpites em esportes que valem ouro, estão ficando populares. Cada vez mais marcas estão fazendo propaganda em partidas de futebol e outros eventos esportivos. No entanto, nem todos os brasileiros entendem como funcionam.

Primeiro, é preciso destacar que não há proibição para apostas esportivas em sites estrangeiros. Os apostadores no Brasil podem apostar e receber os lucros, desde que seja em sites estrangeiros.
Dito isso, vamos saber um pouco mais sobre as apostas em esportes como o futebol.

Como apostar em esportes de forma segura?

É preciso escolher uma casa de apostas esportivas que seja confiável e devidamente licenciada. Com tantas opções, o que parece uma tarefa fácil pode ser cansativo e conflitante. Afinal, como realmente saber se uma casa de apostas é confiável?

Por isso existem sites que classificam e analisam todos as casas de apostas. Dessa forma, fica mais fácil entender quais merecem a sua confiança. Pensando nisso, resolvemos reunir quais são as três melhores indicações para esportes.

Quais são os Top 3 sites de apostas esportivas?

Segundo o que podemos averiguar, os sites de análise possuem alguns favoritos. Dessa lista, todos os três são considerados confiáveis e oferecem boas oportunidades. Por serem empresas diferentes, cada um possui suas próprias vantagens e desvantagens.

Em vez de uma recomendação, interprete esse conteúdo como uma forma de se familiarizar com as apostas esportivas. Certamente, já viu ou verá as marcas abaixo em algum evento esportivo. São elas:

1. 1xBet

Uma das casas de apostas mais conhecidas e antigas a oferecer serviços na internet. É muito popular por suas cotações altas. Isso significa que, para um mesmo evento e uma mesma probabilidade, a casa paga mais por um palpite certeiro.

Além das boas cotações, as chamadas odds, o site também possui muitos mercados. Cada mercado é um palpite que pode ser dado. Como em qualquer aposta, o jogador pode ganhar ou perder tudo.

2. Betmotion Brasil

A Betmotion apostas que dá especial atenção ao brasileiro. Nesse caso, trata-se de uma casa bastante versátil. Além das apostas em esportes como o futebol, conta com cassinos e um bingo.

Os métodos de pagamento dispensados também são bastante interessantes. Do boleto bancário ao cartão de crédito, não há dificuldades em depositar nessa casa.

3. 22Bet

Quem gostar de bônus e de apostas acumuladas pode ter a oportunidade perfeita na 22Bet. Como as outras casas, exige em troca do bônus que seja apostado um valor considerável para sacar os lucros. No entanto, cobra menos do que as demais.

Mas e as apostas múltiplas ou acumuladas? Além de serem as únicas que contam para a exigência do bônus, também são arriscadas. Em troca do risco maior, o retorno também aumenta, por multiplicar todas as cotações em um mesmo bilhete.

Vale a pena pegar o bônus dessas casas?

Qualquer casa de apostas esportivas exigirá uma contrapartida, pois dinheiro não é dado gratuitamente. O que o apostador interessado em multiplicar as apostas pode fazer é calcular essa exigência. Ela é chamada de “rolagem”, e é indicada pelo número de vezes que se deve apostar um bônus.

Além disso, tudo deve ser feito dentro de um prazo. Felizmente, caso o valor seja inalcançável, basta não optar pelo bônus. Quaisquer lucros com seus palpites certeiros poderão, então, ser sacados sem dores de cabeça.

Consigo mesmo sacar meu dinheiro?

Após optar por uma casa devidamente avaliada e confiável, não há motivos para ter medo. No entanto, algumas casas costumam limitar jogadores com comportamento arriscado. Por isso, sempre jogue de forma responsável e preze pelo entretenimento apenas.

Continue lendo

EM ALTA