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3ª Temporada

Glen Fala Sobre o Ritmo da 3ª Temporada e o Arco da Prisão

Rafael Façanha

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O produtor executivo Glen Mazzara fala sobre o rápido ritmo da 3ª temporada, a fidelidade ao material original, sobre mortes de personagens e muito mais.

A segunda temporada de The Walking Dead realmente ficou parecendo duas series distintas. A primeira metade teve um ritmo muito mais melancólico, que culminou com a descoberta de uma morte há muito tempo conhecida, contra a segunda metade super-acelerada, com o abate de um dos personagens principais. Se a primeira metade representou a perda da esperança do grupo nesta paisagem distópica, a segunda foi a réplica metafórica de um dedo do meio. Quem precisa de “esperança”, mesmo? Vamos atirar na cabeça de algo e nos sentirmos melhor – pelo menos por um momento.

No “Saturn Movie Awards”, Glen Mazzara, estava presente para receber o prêmio de “Melhor Programa de Televisão”. O Collider teve a  oportunidade de falar com ele sobre o ritmo da próxima temporada, sobre mortes de personagens principais e também sobre o arco da Prisão, entre muitos outros assuntos.

A primeira metade da segunda temporada foi mais lenta, mais sobre os personagens, contra a segunda metade que era muito mais focada em ação. Será esta a estrutura utilizada para a terceira temporada?

GLEN Mazzara: Não, nós estamos continuando de onde paramos. O ritmo dos dois últimos episódios é o nosso ponto de partida, e eu vou até dizer que aceleramos um pouco depois disso.

Como você mantém esse ritmo acelerado?

Mazzara: Tem bastante história. Eu era escritor para a série “The Shield” e lá acho que nós tínhamos muita história e mudamos as coisas, não guardamos ou construímos nada; apenas mantivemos o trem em movimento. Aqui nós temos escritores realmente talentosos, temos também uma grande fonte de material que temos sido capazes de usar tanto quanto queremos. É amplo. Estou muito feliz com o que estamos fazendo.

Quão importante é a fidelidade ao material de origem?

Mazzara: A história em quadrinhos, como eu já disse antes, é um tesouro. Tem bastante coisa acontecendo. Nós certamente temos personagens e histórias que queremos usar, mas para chegar lá em uma série de TV, você tem que ter tempo. Às vezes você não pode ir direto ao ponto. São dois meios diferentes, assim nós o tornamos nosso e possuímos o material. Eu gosto de pensar nisso como um universo alternativo.

Um dos ímpetos principais na série era o antagonismo de Shane. Como você compensa essa perda na nova temporada?

Mazzara: Robert criou este grande personagem chamado Governador e nós escalamos David Morrissey para interpretá-lo. Confie em mim, dá bastante trabalho lidar com ele. Rick e o grupo vão ter bastante o que fazer.

O quanto vocês vão manter da história da prisão, com a morte (nos quadrinhos) de vários personagens principais?

Mazzara: Você terá que descobrir quando for assistir, mas certamente haverão mortes ao longo da temporada e esta é definitivamente uma série em que nós levamos essas coisas a sério. Acho que mostramos isso em nossos últimos episódios. [Aquele] tipo de morte intransigente, emocional, continuará fazendo parte da série, enquanto cercar a história.

É fácil colocar violência gráfica na série?

Mazzara: Sabe, na TV e no cinema, um pouco vai longe. Eu vejo a série como terror, sendo assim, bastante violência é sugerida. É violento. É sangrento. Eu não vejo qualquer necessidade de aumentar isso. Só o bastante para deixar tudo o mais real e visceral possível.

Como foi a transição de ir de uma série policial (The Shield) para uma série de terror?

Mazzara: Rick é um policial também. Muitas das séries que eu faço são de baixa tecnologia. Esta é de baixa tecnologia. Há um pouco de aventura. Há difíceis escolhas emocionais. Então, na verdade isso é como uma progressão natural de tudo o que eu já havia feito antes.

Te surpreendeu o fato de que, não só o país, mas o mundo todo adotou a série?

Mazzara: Sim. Acabamos de voltar de uma Comic-Con e foi fantástico. Lotamos o saguão H e os fãs nos paravam em todo lugar. Foi realmente muito gratificante ter esse contato direto com os fãs e ver o quanto eles gostam do show. Eu estou no Twitter e as pessoas falam comigo o tempo todo e me dizem o quanto eles adoram a série, como eles não podem esperar para o seu retorno, que estão viciados. Então, isso é muito gratificante. Como um artista, todos nós estamos procurando essa conexão com a audiência e quando você encontra pessoas tão aficionadas como nossos fãs, é incrível, como encontrar o Santo Graal.

É surpreendente, já que ‘horror’ não está normalmente no topo das paradas.

Mazzara: Não, mas é interessante porque há algumas series de terror onde você tem arcos de longa duração. A maioria dos programas de terror é feita como uma espécie de antologia. “Buffy” – uma série fantástica – tinha o demônio-da-semana. “Twilight Zone”, “Arquivo X”, estas tinham uma abordagem antológica. Nossa série é um drama de longa duração com as mesmas criaturas toda semana.

Como você evita que fique repetitivo?

Mazzara: Você realmente tem que fazer o seu trabalho como escritor e incentivar as pessoas a serem o mais criativas possível. O que é legal da televisão é que as pessoas tem uma conexão tão grande com os personagens que, quando alguém morre, a plateia chora. Eles sentem tudo. Você não chora quando alguém morre em um filme de terror.

Sim, na maior parte do tempo você está torcendo para o assassino.

Mazzara: Exato, essas mortes não tem o peso que podem ter em uma série de TV, então é úma das vantagens de podermos fazer uma serie.


Fonte: Collider
Tradução: Jessica Storrer / Staff WalkingDeadBr

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3ª Temporada

The Walking Dead volta a ser exibida pela Band

Vinícius Castro

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Após um longo tempo fora da programação da TV aberta brasileira, The Walking Dead finalmente voltou à programação da Band. Desde segunda-feira, dia 06 de junho de 2016, o drama zumbi voltou a ser reexibido para o público que não tem a chance de acompanhar por serviços de streaming ou TV a cabo.

De acordo com afirmações da emissora, a exibição trará inicialmente apenas reprises da terceira temporada (definitivamente a mais controversa da série, que sofreu sob o comando do showrunner Glen Mazzara), e o horário é bastante curioso: serão exibições semanais (exceto fins de semana), sem um horário definido – basicamente na faixa entre meia-noite e 2h da manhã.

Exibida originalmente entre 2013 e 2014, a terceira temporada retorna com Rick (Andrew Lincoln) e seu grupo encontrando a prisão. Também introduz o Governador (David Morrissey) e sua cidade, Woodbury. A temporada destacou a introdução de Philip Blake e Michonne (Danai Gurira), e também o retorno de Merle (Michael Rooker), o irmão de Daryl (Norman Reedus).

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Ainda não há informações se a emissora exibirá a quarta e quinta temporadas em sequência, então fiquem ligados para qualquer nova atualização aqui no site.

E então, o que achou desta iniciativa da Band? Irá acompanhar a reprise do terceiro ano? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada em Outubro de 2016 na AMC e na FOX Brasil. O trailer da temporada, bem como a data oficial de lançamento, será divulgada durante a Comic Con de San Diego em Julho.

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3ª Temporada

Prédios da 3ª temporada de The Walking Dead estão a venda

Rafael Façanha

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Não foi exatamente a volta ao lar que Rick e Carl esperavam. Ao retornar a King County, Georgia, juntamente com Michonne, pai e filho lembraram-se de como a vida era antes do apocalipse, e por mais agridoces que fossem aquelas memórias, nada se comparou ao reencontro de alguém do passado, vivo e respirando: um enlutado e enlouquecido Morgan.

O decimo segundo episodio da terceira temporada, “Clear”, é considerado um dos mais pungentes e poderosos episódios em The Walking Dead, mostrando uma performance comovente de Lennie James e uma atmosfera de cidade fantasma. A rua principal cercada por armadilhas se transformou em um set inesquecível, e agora você pode viver neste local onde tantos walkers foram mortos, uma vez que nove prédios do centro de Grantville, Georgia, e que serviram de locação para “Clear”, estão à venda no eBay.

Com um lance inicial de $680.000 – ou mais de 2 milhões de reais, na conversão feita pelo site de leilões – os prédios rústicos de Grantville estão sendo leiloados no eBay e serão vendido a quem fizer a maior oferta até o prazo final do leilão, em 26 de março. A CNN relata que, de acordo com o prefeito de Grantville quatro filmes serão rodados na cidade em um futuro próximo. O espaço ainda foi utilizado na gravação de outras produções, como “Os Infratores” e “Debi e Lóide 2″. Para saber mais informações, visite a conta do ebay ou a página oficial dos tours, que são oferecidos pela região.

FOTOS DE GRANTVILLE:

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FOTOS DO EPISÓDIO “CLEAR”:

Você também pode comparar a aparência real de Grantville com a sua aparência durante as filmagens de “Clear” nas fotos abaixo:

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Fonte: Daily Dead
Tradução: @Binapic / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

Os 3 momentos mais frustrantes de The Walking Dead em 2013

Rafael Façanha

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The Walking Dead é o maior e melhor seriado de TV na atualidade, mas, às vezes, ele nos enlouquece. Agora que 2013 se perdeu nas brumas, é um bom momento para relembrarmos os altos e baixos do ano. Já compartilhamos cinco dos melhores momentos de 2013 – que incluiu a segunda metade da terceira temporada e a primeira metade da quarta temporada. Temos apenas três “piores momentos”, já que The Walking Dead definitivamente tem mais altos do que baixos. E mesmo os “piores” momentos não passam de amor bruto – não abandonaremos o show nunca. Então aqui enumeramos três candidatos ao mais frustrante momento de 2013. Confira a lista e deixe sua opinião nos comentários abaixo.

1. Andrea morre, o Governador sobrevive

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Toda a história de Andrea para a terceira temporada é questionável. Por que eles a transformaram na garota ingênua que se apaixona pelo cara errado e fica com o estranho bonitão, e não com sua amiga? O fato de Andrea ser a última a saber de tudo apenas a tornou uma idiota aos olhos do público. É uma vergonha, já que ela é uma excelente personagem nos quadrinhos e sobrevive por muito mais tempo (Na verdade, ela ainda está viva na HQ neste momento).

A pior parte foi vê-la naquela cadeira, durante o season finale da terceira temporada, apenas olhando para Milton e conversando com ele, enquanto o mesmo se preparava para morrer. Ela simplesmente disse “Eu tentei”, e teve sua partida melancólica.

Laurie Holden mais tarde disse que, se ela fosse um dos roteiristas, as coisas teriam sido muito diferentes. O Governador teria morrido – preferivelmente antes de massacrar seu próprio povo – e Andrea seria mais como a equivalente da HQ. Pena… sem dúvidas teríamos uma grande personagem se ela tivesse sido desenvolvida adequadamente.

2. Os novos amigos do Governador concordam com a guerra

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Veja, o Governador é sedutor, carismático, manipulador. Entendemos. Andrea certamente concorda! Mas vamos lá! Ele faz um discursinho aos seus novos amigos no velho acampamento de Martinez e, de repente, eles estão todos concordando que é válido atacar a prisão e tomar para eles? Mesmo que isso signifique matar a todos? Eles sequer estavam em perigo imediato.

Lilly disse que eles poderiam simplesmente ficar lá, uma vez que o acampamento era o novo “lar”, o que parecia ser uma opção justa. Poderia ser diferente se eles tivessem sob constante ataque, ou passando fome, mas eles estavam jogando golfe, se reunindo para beber cerveja e passando o tempo. Não havia nenhum ímpeto para a guerra. Por que essas pessoas desejariam arriscar suas vidas pela palavra de um cara que eles sequer conhecem, para tomar um lugar que eles sequer precisavam?

3. A morte aleatória de Meghan

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Realmente, foi muito legal ver um walker literalmente sair de sua tumba daquela maneira. Legal. Mas que final aleatório para Meghan. Primeiro, sua mãe Lilly simplesmente está contemplando o rio, enquanto um walker leeeeeeeeeeeeeeeentamente anda pelas águas, então Meghan acidentalmente ajuda a desenterrar um walker, e acaba mordida. Boom. Simples assim, sua história terminou. De volta à guerra na prisão!

Durante o midseason finale Lilly aparece carregando o corpo morto de Meghan. O Governador atira em sua cabeça, matando-a novamente, e retorna à briga. Sim, entendemos que Meghan morreria em algum momento, mas pareceu uma saída apressada e sem qualquer outro significado, além de mostrar como o Governador está perdendo tudo o que conseguiu. Esta doce menina que aprendemos a conhecer em dois episódios simplesmente morreu em segundos! Não deveria haver mais impacto? Pelo menos a morte de Hershel teve um contexto e um significado.

Você discorda? Estamos sendo excessivamente críticos? Você sugere outros momentos de frustração ou pensam que todos os momentos foram perfeitos até esse ponto? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com os oito últimos episódios da quarta temporada no dia 09 de Fevereiro de 2014 na AMC e 11 de Fevereiro de 2014 na FOX Brasil.

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Fonte: Wetpaint
Tradução: @BinaPic / Staff Walking Dead Brasil

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