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3ª Temporada

Danai Gurira fala sobre a pressão em interpretar uma das personagens mais queridas dos fãs

Rafael Façanha

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A CBR News viajou para o set de filmagem da serie em Atlanta no mês de Agosto e Danai Gurira abriu o jogo e falou sobre interpretar um dos personagens mais conhecidos da HQ. Abrindo caminho através de montes de caminhantes e indo na direção de um confronto com o Governador, Michonne está pronta para deixar sua marca na audiência da serie de TV do jeito que ela fez com os fãs de quadrinhos.

Abaixo, Gurira descreve as pressões existentes em fazer a adaptação de um personagem tão querido do material de origem, fala sobre sua própria experiência em criar momentos para a personagem e ideias de histórias em quadrinhos, sobre como é manejar uma katana e sobre sua primeira experiência em serie de TV fechada.

Como é para você entrar em um personagem que fez tantos fãs entre os leitores da HQ de The Walking Dead?

No final de tudo, mesmo quando eu estava me preparando para o teste para o papel, eu acho que foi bom eu não saber muito. Eu fiz minha pesquisa e li sobre ela na internet, mas eu não sabia muito. Então o que eu tinha era os lados existentes na história e o que eu sabia do mundo por ter visto a primeira temporada. Eu me aproximei mais de tudo com a criação e a construção da personagem. Eu podia ver aspectos dela pela maneira como ela é descrita, mas também pelas multi-camadas que ela tem. Se dá assim com a construção de qualquer personagem. Um monte disso é claro nas páginas. Criaram uma grande cena falsa para a audição. Mas a maior parte veio do fato de eu não saber muito.

Mas tem sido só sobre o que eles fazem na serie. Eles nunca fazem exatamente o que está na página da HQ. Isso mantém todo mundo incapaz de prever o que vai acontecer. Então eu acho que existem coisas específicas relacionadas a ela que são fieis à HQ, mas também são novas. Eu percebi isso depois de uma reunião com o produtor executivo e sua equipe de escritores. [Nós combinamos] o que eu pensava sobre ela e o que eles achavam dela enquanto construímos as histórias. Tem sido uma nova abordagem junto com muito do que já sabemos sobre ela. Também tem tido bastante carinho. Entrar nesse personagem tornou-se uma espécie de “Uau”, porque eu não sabia no início o quanto as pessoas a amavam. É uma coisa fabulosa ver que tantas pessoas estão animadas para vê-la vir à vida. Eu recebi muito carinho por isso.

Houve alguma pressão vinda desse carinho que os fãs têm?

Sim. Há um pouco de pressão. Mas eu acho que há pressão com qualquer coisa que você venha a encarnar. Se você está incorporando algo do zero, há pressão para fazê-lo aparecer e fazer algo que as pessoas apreciem. Você gostaria disso. E se você está fazendo algo com o qual as pessoas já estão familiarizadas, você quer que eles fiquem felizes com isso. Mas no final do dia, só vai ser sobre o que se passou no processo. Então eu meio que tenho que deixar isso de lado. Caso contrário, você não consegue ser criativo.
E eu estava dizendo outro dia que Michonne meio que me ajuda a fazer isso apenas por ser ela. Ela não é de agradar às pessoas – nem mesmo seus fãs, eu imagino. Então eu entro nessa, dizendo: “Michonne não se importa com o que as pessoas pensam, e eu também não”.

Você está vindo para uma serie muito bem estabelecida e com um elenco forte, e está entrando para uma história que poderia ser um pouco esmagadora. Como está sendo mergulhar tão no fundo assim?

Tem sido intenso. Tem sido bom. Eu sou uma garota intensa e gosto de desafios – mesmo quando eu não gosto, eu gosto. Porque, caso contrário, você não sente que está usando tudo o que você poderia.

Conte-nos sobre a sua experiência no treino com a espada. A arma da Michonne é algo que os fãs estão ansiosos para ver na tela. Leva tempo para se acostumar com ela?

Estamos sempre trabalhando nisso, mas cada caso é um caso. No começo, tudo dependia do trabalho com o treinador. Meu primeiro treinador foi Adam Hart, em Los Angeles, e eu trabalhei com alguns treinadores aqui. É realmente bem intenso no início. Eu nem sabia que aqueles músculos sequer existiam no corpo humano ou que necessitavam de treino. [Risos] Então foi desgastante. Após o início, Adam disse “Ok, vamos tirar um dia de folga.” E isso que eu malho! Mas daquele jeito que você só trabalha com alguns halteres. A katana te quebra. E eu amo ela por isso. Por isso, foi muito trabalhoso e agora cada caso é um caso mesmo. Temos de lidar com o que é necessário e tentar especificar que tipo de ação se precisa para a próxima morte. Eu estou mais confortável com ela, o que aconteceu, felizmente, no momento em que começaram a filmar. Assim eu fui capaz de realizar as cenas onde eu estou matando zumbis. Isso foi ótimo.

Você tem uma ideia de como a Michonne sabe manusear tão bem a katana?

Bem, na história de fundo real, ela não aprende com ninguém. É uma questão de sobrevivência. Você se vira com o que você tem, com o que vai te fazer sobreviver, e isso é o que ela encontrou. Ela começou a descobrir como fazer isso funcionar para si mesma e eu acho que essa é uma grande parte de como ela suportou e sobreviveu por tudo. Ela desenvolveu uma conexão com a espada. Ela descobriu que é muito boa nisso. Depois que você descobre como usá-la, você percebe que ela é eficaz e pragmática. Acho que é só sobre essa conexão que ela encontrou com essa arma. E é econômica. Ela pode arrancar um monte de cabeças e não faz muito barulho. É uma arma inteligente de se ter.

Você acompanha a HQ?

Mais ou menos, mas não muito. Glen [Mazzara] me disse “Você pode lê-los ou não.” Mas eu queria lê-los. Eu sou uma pesquisadora. Eu queria ver onde ela nasceu e como eles se aproximaram dela. E eu queria saber as histórias. Então eu comecei, mas depois eu fiquei confusa porque estava assistindo a segunda temporada ao mesmo tempo! [Risos] Foi incrível ver como as coisas foram se fundindo enquanto as histórias foram sendo contadas. A HQ é bem vívida. É incrível como muitos dos momentos são ilustrados e isso gruda na sua mente. Eu não lia quadrinhos desde que era criança, por isso foi ótimo mergulhar em um com tanta presença do horror.

Eles me deram a HQ número sete e algumas depois. Eu estou cerca de 20 pra trás neste momento. Mas me avisam se algo importante acontece.

Você continua viva.

[Risos] Sim, me falaram isso. E também me disseram o que aconteceu na edição #100 quando estávamos na Comic-Con.

Você aprendeu coisas sobre ela na HQ que você não esperava?

Sim. Eu acho que quando você vai fundo na história, você começa a perceber como há um monte de cores em um personagem e como eles são funcionais no mundo e por quê. Eu acho que cavar no ‘por que’ permitiu que ela se abrisse mais e mais. Estou cavando nos momentos em que as coisas têm de mudar, para que eu possa olhar para trás e ver quem ela era antes de tudo vir a baixo. Esse processo mostra como você pode se tornar algo quando uma coisa terrível acontece, e Michonne se tornou algo. Ela era outra pessoa antes, e eu estive batendo nessa tecla, permitindo que isso aparecesse. Tem sido um processo muito interessante.

Com quem você já teve a oportunidade de interagir na tela nos primeiros episódios? Obviamente, Andrea é sua primeira conexão, mas o que você pode dizer sobre o caminho para a amizade entre Rick e Michonne?

Bem, eu não posso falar muito sobre isso e você não quer isso de qualquer maneira. Há muitos personagens com os quais eu interajo aqui e ali, e acolá, e em todo lugar. [Risos] Mas é claro que encontramos com o Governador. Esse encontro com o grupo de Woodbury acontece muito rapidamente. Eu chego lá bem rápido e depois há o outro grupo.

Qual é a sua expectativa para o fato de que você está aqui trabalhando em muitos episódios da temporada, e em Outubro, todo mundo vai começar a assistir os primeiros episódios e reagir de maneira bem forte? Isso afeta o que você faz de forma criativa, ou você está aqui na Geórgia, em uma bolha?

Quer dizer, nós vamos estar tão perto do fim no momento em que for ao ar que vai ser interessante. Nesse ponto, ela é quem ela é. Vamos ver como tudo acontece, mas se trata de confiar em suas escolhas. Haverá sempre alguma reação, negativa e positiva.


Fonte: CBR News
Tradução: @PotatoThoughts / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

The Walking Dead volta a ser exibida pela Band

Vinícius Castro

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Após um longo tempo fora da programação da TV aberta brasileira, The Walking Dead finalmente voltou à programação da Band. Desde segunda-feira, dia 06 de junho de 2016, o drama zumbi voltou a ser reexibido para o público que não tem a chance de acompanhar por serviços de streaming ou TV a cabo.

De acordo com afirmações da emissora, a exibição trará inicialmente apenas reprises da terceira temporada (definitivamente a mais controversa da série, que sofreu sob o comando do showrunner Glen Mazzara), e o horário é bastante curioso: serão exibições semanais (exceto fins de semana), sem um horário definido – basicamente na faixa entre meia-noite e 2h da manhã.

Exibida originalmente entre 2013 e 2014, a terceira temporada retorna com Rick (Andrew Lincoln) e seu grupo encontrando a prisão. Também introduz o Governador (David Morrissey) e sua cidade, Woodbury. A temporada destacou a introdução de Philip Blake e Michonne (Danai Gurira), e também o retorno de Merle (Michael Rooker), o irmão de Daryl (Norman Reedus).

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Ainda não há informações se a emissora exibirá a quarta e quinta temporadas em sequência, então fiquem ligados para qualquer nova atualização aqui no site.

E então, o que achou desta iniciativa da Band? Irá acompanhar a reprise do terceiro ano? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada em Outubro de 2016 na AMC e na FOX Brasil. O trailer da temporada, bem como a data oficial de lançamento, será divulgada durante a Comic Con de San Diego em Julho.

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3ª Temporada

Prédios da 3ª temporada de The Walking Dead estão a venda

Rafael Façanha

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Não foi exatamente a volta ao lar que Rick e Carl esperavam. Ao retornar a King County, Georgia, juntamente com Michonne, pai e filho lembraram-se de como a vida era antes do apocalipse, e por mais agridoces que fossem aquelas memórias, nada se comparou ao reencontro de alguém do passado, vivo e respirando: um enlutado e enlouquecido Morgan.

O decimo segundo episodio da terceira temporada, “Clear”, é considerado um dos mais pungentes e poderosos episódios em The Walking Dead, mostrando uma performance comovente de Lennie James e uma atmosfera de cidade fantasma. A rua principal cercada por armadilhas se transformou em um set inesquecível, e agora você pode viver neste local onde tantos walkers foram mortos, uma vez que nove prédios do centro de Grantville, Georgia, e que serviram de locação para “Clear”, estão à venda no eBay.

Com um lance inicial de $680.000 – ou mais de 2 milhões de reais, na conversão feita pelo site de leilões – os prédios rústicos de Grantville estão sendo leiloados no eBay e serão vendido a quem fizer a maior oferta até o prazo final do leilão, em 26 de março. A CNN relata que, de acordo com o prefeito de Grantville quatro filmes serão rodados na cidade em um futuro próximo. O espaço ainda foi utilizado na gravação de outras produções, como “Os Infratores” e “Debi e Lóide 2″. Para saber mais informações, visite a conta do ebay ou a página oficial dos tours, que são oferecidos pela região.

FOTOS DE GRANTVILLE:

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FOTOS DO EPISÓDIO “CLEAR”:

Você também pode comparar a aparência real de Grantville com a sua aparência durante as filmagens de “Clear” nas fotos abaixo:

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Fonte: Daily Dead
Tradução: @Binapic / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

Os 3 momentos mais frustrantes de The Walking Dead em 2013

Rafael Façanha

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The Walking Dead é o maior e melhor seriado de TV na atualidade, mas, às vezes, ele nos enlouquece. Agora que 2013 se perdeu nas brumas, é um bom momento para relembrarmos os altos e baixos do ano. Já compartilhamos cinco dos melhores momentos de 2013 – que incluiu a segunda metade da terceira temporada e a primeira metade da quarta temporada. Temos apenas três “piores momentos”, já que The Walking Dead definitivamente tem mais altos do que baixos. E mesmo os “piores” momentos não passam de amor bruto – não abandonaremos o show nunca. Então aqui enumeramos três candidatos ao mais frustrante momento de 2013. Confira a lista e deixe sua opinião nos comentários abaixo.

1. Andrea morre, o Governador sobrevive

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Toda a história de Andrea para a terceira temporada é questionável. Por que eles a transformaram na garota ingênua que se apaixona pelo cara errado e fica com o estranho bonitão, e não com sua amiga? O fato de Andrea ser a última a saber de tudo apenas a tornou uma idiota aos olhos do público. É uma vergonha, já que ela é uma excelente personagem nos quadrinhos e sobrevive por muito mais tempo (Na verdade, ela ainda está viva na HQ neste momento).

A pior parte foi vê-la naquela cadeira, durante o season finale da terceira temporada, apenas olhando para Milton e conversando com ele, enquanto o mesmo se preparava para morrer. Ela simplesmente disse “Eu tentei”, e teve sua partida melancólica.

Laurie Holden mais tarde disse que, se ela fosse um dos roteiristas, as coisas teriam sido muito diferentes. O Governador teria morrido – preferivelmente antes de massacrar seu próprio povo – e Andrea seria mais como a equivalente da HQ. Pena… sem dúvidas teríamos uma grande personagem se ela tivesse sido desenvolvida adequadamente.

2. Os novos amigos do Governador concordam com a guerra

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Veja, o Governador é sedutor, carismático, manipulador. Entendemos. Andrea certamente concorda! Mas vamos lá! Ele faz um discursinho aos seus novos amigos no velho acampamento de Martinez e, de repente, eles estão todos concordando que é válido atacar a prisão e tomar para eles? Mesmo que isso signifique matar a todos? Eles sequer estavam em perigo imediato.

Lilly disse que eles poderiam simplesmente ficar lá, uma vez que o acampamento era o novo “lar”, o que parecia ser uma opção justa. Poderia ser diferente se eles tivessem sob constante ataque, ou passando fome, mas eles estavam jogando golfe, se reunindo para beber cerveja e passando o tempo. Não havia nenhum ímpeto para a guerra. Por que essas pessoas desejariam arriscar suas vidas pela palavra de um cara que eles sequer conhecem, para tomar um lugar que eles sequer precisavam?

3. A morte aleatória de Meghan

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Realmente, foi muito legal ver um walker literalmente sair de sua tumba daquela maneira. Legal. Mas que final aleatório para Meghan. Primeiro, sua mãe Lilly simplesmente está contemplando o rio, enquanto um walker leeeeeeeeeeeeeeeentamente anda pelas águas, então Meghan acidentalmente ajuda a desenterrar um walker, e acaba mordida. Boom. Simples assim, sua história terminou. De volta à guerra na prisão!

Durante o midseason finale Lilly aparece carregando o corpo morto de Meghan. O Governador atira em sua cabeça, matando-a novamente, e retorna à briga. Sim, entendemos que Meghan morreria em algum momento, mas pareceu uma saída apressada e sem qualquer outro significado, além de mostrar como o Governador está perdendo tudo o que conseguiu. Esta doce menina que aprendemos a conhecer em dois episódios simplesmente morreu em segundos! Não deveria haver mais impacto? Pelo menos a morte de Hershel teve um contexto e um significado.

Você discorda? Estamos sendo excessivamente críticos? Você sugere outros momentos de frustração ou pensam que todos os momentos foram perfeitos até esse ponto? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com os oito últimos episódios da quarta temporada no dia 09 de Fevereiro de 2014 na AMC e 11 de Fevereiro de 2014 na FOX Brasil.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.


Fonte: Wetpaint
Tradução: @BinaPic / Staff Walking Dead Brasil

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