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Walking Dead Brasil

Crítica de Fábio M. Barreto

Rafael Façanha

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por Fábio M. Barreto, de Los Angeles

A pergunta do momento é: “como manter o ritmo e a novidade em uma série semanal sobre zumbis?”. Ninguém sabe a resposta mais efetiva, mas é inegável reconhecer que a equipe criativa de The Walking Dead, liderada por Frank Darabont, está no caminho certo. O piloto foi um tiro certeiro, especialmente com sua exibição brasileira no Dia de Finados que, mesmo com os cortes desnecessários promovidos pelo CanalFox, deu resultado positivo na audiência brasileira que acompanhou pela TV [em vez do download ilegal] e fez barulho indesejado, mas, falou – e muito – sobre a série. Desde o último episódio de Lost não se debatia tanto uma série em exibição quanto The Walking Dead. E há uma razão muito boa: zumbis na TV, toda semana. Historicamente, ótimos episódios piloto não garantem uma boa série, logo, ficar apreensivo era compreensivo, especialmente depois das frustrações com FlashForward e The Event, que prometeram demais e entregaram de menos. A reposta veio no último domingo, com o segundo episódio mantendo o ritmo do piloto, assustando como o piloto e causando a mesma tensão do piloto. Há salvação na TV e ela está nas mãos desses mortos-vivos e o pequeno grupo de sobreviventes do apocalipse. E dá-lhe pesadelos.

Além de aparente fenômeno popular, The Walking Dead carrega uma responsabilidade gigantesca. Zumbis e grande público nunca se deram bem. George Romero sempre foi cult e nem mesmo Todo Mundo Quase Morto conseguiu aproximar o gênero da massa, repelida imediatamente por dois elementos: repúdio e descrédito. Afinal, zumbis são bobos, chatos e feios. É a verdadeira festa estranha com gente esquisita, que arregimentou seguidores ao longo das últimas décadas, mas nunca de forma tão descarada, como se existisse uma convenção social informal na qual quem gostava ficava quieto, enquanto quem tem nojo fazia de conta que não existia. Bem, esse cenário acabou. De vez.

Se a trajetória de sucesso de Battlestar Galactica reintroduziu a possibilidade de seriedade na ficção científica televisiva [que defendo nunca ter deixado de existir com a longa empreitada de Stargate] de acordo com a crítica norte-americana, The Walking Dead rompe essa convenção de forma perturbadoramente acertada, corajosa e definitiva. Acertada por ter escolhido uma boa fonte, na HQ de Robert Kirkman e Tony Moore; corajosa por não diminuir a seriedade e o visual do ambiente povoado por zumbis; e definitiva por iniciar a exploração desse gênero com uma qualidade técnica tão alta, que qualquer canal vai pensar umas vinte vezes antes de tentar imitar o formato. Claro, desde que encontrem coragem suficiente para encarar o assunto, afinal, um canal aberto certamente encontraria oposição religiosa imediata e, especialmente nos Estados Unidos, aquele bando de desocupados politicamente corretos cairia matando. É o preço pela vanguarda. E ela veio tarde.

Abordar não o fim do mundo, mas o fim da sociedade moderna parece ser tabu na TV gringa. Jericho tentou e dançou feio. Aliás, conversei com um dos criadores da série, Jonathan E. Steinberg, outro dia, e ele disse que ainda sonha com um filme e já tem um roteiro de trabalho, mas nenhum canal parece interessado. O cinema pode fazer o que bem entende, pois ainda está “protegido” pela censura por faixa etária, mas quando a TV pensa no caso levanta todos os alertas possíveis, como clichê, bobagem de FC retrógada, insegurança dos roteiristas e, acima de tudo, medo, muito medo, dos executivos dos canais, cada vez mais dependentes da TV formuláica e previsível que nos brinda com obras de arte descartáveis como Glee e Gossip Girl.

Quando não há esperança

“Espectadores querem se sentir seguros; protegidos”, disse Shane Brenan, produtor de NCIS e NCIS: Los Angeles, com exclusividade ao SOS Hollywood. Ele tem razão. A TV é boa para fazer isso, garantir segurança e dar tudo aquilo que a vida real é incapaz de entregar atualmente. “É nisso que a maioria das séries aposta atualmente, pois é isso que tem funcionado há anos”. Heróis, policiais, investigadores, super médicos e tantos outros personagens já arquetípicos povoam os roteiros previsíveis de Hollywood e, em certo ponto, o mesmo acontece com The Walking Dead, que aposta em clichês do gênero. Mas, essencialmente, a série de Frank Darabont é incômoda, não entrega nenhuma perspectiva de tempos melhores e cada nova cena é tão perigosa quanto a anterior. A bolha está estourada e ninguém está a salvo.

Essa dinâmica é providencial, pois permite a The Walking Dead que seu nível de tensão se mantenha constante e atenua a presença das cartas marcadas como o sobrevivente acordando após o Apocalipse, o grupo de sobreviventes contando os dias até serem descobertos pelos mortos-vivos, as cidades evacuadas e tomadas por zumbis e aquela eterna sensação de que cada esquina estará repleta de monstros. São as regras do jogo. O modo como são apresentadas define o tipo de produto a ser consumido e nesse caso, trata-se de algo sério, cru e, pelo menos até o momento, nada humorado. Sobra medo e angústia nessa versão destruída dos Estados Unidos; não há explicações sobre o levante dos mortos; há apenas a certeza de que a sobrevivência depende da criação de novas regras. Mas restam dúvidas sobre a capacidade dos humanos em superar preconceitos e seus próprios demônios para vislumbrar essa nova realidade.

Essa é a estrada de tijolos amarelos traçada pelo estilo de Darabont, apostando pesado na construção de personagens que, mesmo batidos, precisa ser relevante para dar algo mais que “gente matando zumbis” ao espectador, e também na ampliação do universo onde os sobreviventes estão inseridos para, eventualmente, abordar temas mais amplos. No primeiro episódio viu-se um drama na cidade pequena, algo intimista e extremamente triste, com um homem conhecendo os limites do amor mesmo depois de uma tragédia familiar; no segundo, a cidade grande entrou em cena e com ela as diferenças sociais tão latentes na Atlanta pré-Apocalipse quanto em sua versão mortal. A formação do grupo fixo de sobreviventes vai redefinir dinâmicas familiares, assim como traçar as novas regras de sobrevivência. “Não mate os vivos”, será o mandamento máximo. Um mantra esperançoso contra um cenário desolado e desprovido de futuro, e severamente afetado pelo hype de internet. Entretanto, sua qualidade supera o boca a boca e há méritos em The Walking Dead
cia no programa e isso basta.

Discutir a Humanidade é óbvio, mas propor respostas sociais a partir da quebra da sociedade é tarefa complicada. Nesse aspecto, a ficção pode ser mais incômoda que um bando de mortos-vivos vagueando pelas ruas. As escolhas de The Walking Dead precisam ser baseadas no reflexo da natureza humana, em suas possíveis reações num ambiente hostil e na improvável migração da Humanidade de Raça Dominante para Minoria Indefesa e em Extinção. Bebendo pesado nas regras de Romero e pincelando os mortos que matam de Matheson, esse programa difere do fim do mundo proposto por Cormac McCarthy, que, literalmente, matou o planeta em A Estrada, ou do fim social provocado pelo holocausto nuclear visto no recente O Livro de Eli, com um cenário catastrófico armado de forma infernal para a vida em si. O cheiro da vida atrai os mortos em sua fome insaciável. E é essa dinâmica que incomoda, sem afastar o público da série. Sem a perspectiva de conforto, o que resta é o contexto ideal para avaliarmos o cerne da sociedade, quem somos quando as máscaras caem, quando os paradigmas mudam e, acima de tudo, quando deuses caem.

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The Walking Dead revela quem está por trás do vandalismo “Silencie os Sussurradores”

A campanha contra os Sussurradores que acontece em Alexandria também aconteceu nos quadrinhos de The Walking Dead.

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Alguém em The Walking Dead pretende “Silenciar os Sussurradores”. No episódio desta semana de The Walking Dead, Daryl (Norman Reedus) e Lydia (Cassady McClincy) descobrem que sua casa foi vandalizada por grafites pedindo que Alexandria “Silencie os Sussurradores”. A ex-sussurradora, Lydia, emancipou-se da mãe abusiva, Alpha (Samantha Morton), mas está lutando para se afirmar dentro das paredes de Alexandria. Lydia é intimidada por Alfred (David Shae), Margo (Jerri Tubbs) – que exige justiça para os ladrões de estrada Ozzy (Angus Sampson) e Alek (Jason Kirkpatrick) – e Gage (Jackson Pace), em busca de sangue para vingar os amigos Rodney (Joe Ando Hirsh), Addy (Kelley Mack) e Henry (Matt Lintz).

Em certo momento, Lydia intencionalmente incomoda os três agressores cortando um esquilo. “Foi por isso que Ozzy e Alek morreram? Para que ela pudesse nos fazer de bobo?”, diz Alfred. Margo responde: “Não aqui.” Lydia provoca novamente, segurando o dedo ensanguentado nos lábios: Shh.

Mais tarde, Daryl diz a ela que “não pode fazer coisas assim” se ela espera morar em Alexandria. Ela responde: “Mas eles podem escrever o que quiserem em nossa porta?”

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“Um dos grandes momentos da história em quadrinhos que nos entusiasma muito e que há essa ideia de propaganda e paranoia, é essa de ‘silenciar os sussurradores’, que Robert Kirkman usou muito bem”, disse a showrunner Angela Kang anteriormente a EW. “Então, definitivamente, há um sentimento de que nosso grupo está entrando nesse conflito que continua crescendo contra os Sussurradores, muito diferente de como ocorreu a guerra contra os Salvadores, onde não havia apenas elementos de paranoia, mas meio que uma sensação de Guerra Fria.”

O vandalismo dos agressores e seu violento ataque a Lydia ocorrem quando os Sussurradores invadem ainda mais as comunidades: Alpha reivindicou ainda mais território das comunidades e Michonne (Danai Gurira) suspeita que os Sussurradores estejam por trás de ataques coordenados em Alexandria, Hilltop e Oceanside.

“Descobrimos que há pessoas que estão tendo uma resposta mais comedida. Você vê pessoas que são muito mais rigorosas, vê pessoas que estão confusas sobre o que fazer”, disse Kang. “E acho que isso faz parte do interessante cenário humano que está rolando quando tudo começa a acontecer, a paranoia começa a dominar essas comunidades, e há movimentos de guerra sendo feitos de ambos os lados”.

Nos quadrinhos, foi o líder de Alexandria, Rick Grimes, que se uniu a Alexandria dizendo a seus sobreviventes que eles precisavam “silenciar os sussurros”. Na edição 152 de The Walking Dead, Rick lançou uma campanha de propaganda completa, admitindo que Michonne precisava direcionar a raiva dos alexandrinos para longe deles e em direção ao inimigo.

Essa campanha foi lançada quando alguém tentava “silenciar os sussurros” à sua maneira. Resultado: Negan que escapou.

Na série, apesar de não ter sido revelado, presumimos que os responsáveis pelo vandalismo sejam Alfred, Margo e Gage. Vamos ter que aguardar os próximos episódios para descobrir se teremos ou não a revelação oficial do(s) envolvido(s) nessa campanha.

O que você achou do episódio desta semana de The Walking Dead? Acredita que Lydia está certa e que os culpados pela frase/campanha são Alfred, Margo e Gage? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!

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Produtora de The Walking Dead revela o voto de Gabriel sobre o destino de Negan

Angela Kang, a showrunner de The Walking Dead, comentou sobre a decisão que Gabriel estava pensando em tomar no episódio desta semana.

Marcela Aquino

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Negan (Jeffrey Dean Morgan) é um homem procurado. No episódio desta semana de The Walking Dead, “Silence the Whisperers”, Margo (Jerri Tubbs) foi morta quando Negan salvou Lydia (Cassady McClincy) de uma surra violenta cometida por Margo e pelos cúmplices Alfred (David Shae) e Gage (Jackson Pace). O conselho de Alexandria se reuniu para determinar o destino de Negan, com Aaron (Ross Marquand) argumentando que Negan não merece viver em sua civilização, apesar de uma sentença de oito anos de prisão. Negan foi defendido por Siddiq (Avi Nash) e relutantemente por Daryl (Norman Reedus), deixando o padre Gabriel (Seth Gilliam) como o desempate. Depois de tomar a noite para considerar sua resposta, Gabriel visitou a cela de Negan, apenas para encontrá-la vazia. Com uma vida em jogo, Gabriel teria votado a favor ou contra Negan?

“Eu acho que Gabriel teria votado para não matá-lo”, disse a showrunner Angela Kang à EW. Apesar da formação de uma multidão sedenta de sangue exigindo que Negan seja levado à justiça, Kang diz que Gabriel teria sido influenciado por suas sessões de terapia com Negan. O padre atua como guardião de Negan há anos, desempenhando um papel fundamental em sua reforma.

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“Acho que porque ele conheceu Negan ao longo do tempo e que, no final das contas, ele acreditava no fato de Lydia estar dizendo: ‘Ele me salvou e foi um acidente’, e o fato de Daryl acreditar nela, e o fato de que ele sabe que Negan está tentando”, explicou Kang. “Acho que ele teria pensado sobre isso e orado por ele, e acordado na manhã seguinte, e as pessoas com suas forquilhas foram para a cama ou sei lá, e acho que ele teria pensado: ‘Sabe do que mais? Isso tudo é demais. As pessoas são muito paranoicas.’ É o que acho que ele pensaria no momento.”

Questionada se Gabriel visitou a cela de Negan para ajudar a solidificar sua decisão, Kang disse: “Acho que sim. E então ele vê que Negan se foi, e então eu acho que ele pensa: ‘Ah, foda-se. Tipo, eu estava errado em pensar que iria cair nessa e ter essa conversa com ele?’ Ele está duvidando quando descobre que ele se foi.”

O cúmplice de Negan foi revelado no vídeo promocional do próximo episódio, “What It Always Is”, e para responder sobre aonde Negan está indo… “Vamos descobrir muito em breve onde ele foi”, brincou Kang.

Você acha que Negan merece viver depois de tudo que ele fez? Você conseguiu perdoá-lo? Deixe todos os seus pensamentos nos comentários abaixo!

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The Walking Dead lidera as indicações ao Saturn Awards 2018

Vinícius Castro

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Seguindo o padrão dos anos anteriores, The Walking Dead está liderando a lista de indicados ao Saturn Awards, a maior premiação para cinema e TV de gênero do mundo. Revelados no mês passado, os indicados, que serão escolhidos a dedo pela Academia de Ficção Científica, Fantasia e Horror, receberão o resultado final em junho de 2018.

O drama zumbi está liderando os competidores da televisão, com 7 indicações ao total, fazendo jus ao material apresentado durante a oitava temporada. Entre as novidades em relação aos últimos anos, o único novato é Khary Payton, o Rei Ezekiel. Confira abaixo:

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV

  • JON BERNTHAL (THE PUNISHER)
  • BRUCE CAMPBELL (ASH VS EVIL DEAD)
  • SAM HEUGHAN (OUTLANDER)
  • JASON ISAACS (STAR TREK: DISCOVERY)
  • ANDREW LINCOLN (THE WALKING DEAD)
  • SETH MACFARLANE (THE ORVILLE)
  • KYLE MACLACHLAN (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • RICKY WHITTLE (AMERICAN GODS)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • NIKOLAJ COSTER-WALDAU (GAME OF THRONES)
  • MIGUEL FERRER (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • KIT HARINGTON (GAME OF THRONES)
  • DOUG JONES (STAR TREK: DISCOVERY)
  • CHRISTIAN KANE (THE LIBRARIANS)
  • MICHAEL MCKEAN (BETTER CALL SAUL)
  • KHARY PAYTON (THE WALKING DEAD) 
  • EVAN PETERS (AMERICAN HORROR STORY: CULT)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • ODETTE ANNABLE (SUPERGIRL)
  • DAKOTA FANNING (THE ALIENIST)
  • DANAI GURIRA (THE WALKING DEAD)
  • MELISSA MCBRIDE (THE WALKING DEAD)
  • CANDICE PATTON (THE FLASH)
  • ADINA PORTER (AMERICAN HORROR STORY: CULT)
  • KRYSTEN RITTER (MARVEL’S THE DEFENDERS)
  • RHEA SEEHORN (BETTER CALL SAUL)

MELHOR PERFORMANCE DE UM ATOR JUVENIL EM SÉRIE DE TV

  • KJ APA (RIVERDALE)
  • MILLIE BOBBY BROWN (STRANGER THINGS)
  • MAX CHARLES (THE STRAIN)
  • ALYCIA DEBNAM-CAREY (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID MAZOUZ (GOTHAM)
  • LILI REINHART (RIVERDALE)
  • CHANDLER RIGGS (THE WALKING DEAD)
  • COLE SPROUSE (RIVERDALE)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE TV

  • BRYAN CRANSTON (PHILIP K. DICK’S ELECTRIC DREAMS)
  • MICHAEL GREYEYES (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID LYNCH (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • JEFFREY DEAN MORGAN (THE WALKING DEAD)
  • RACHEL NICHOLS (THE LIBRARIANS)
  • JESSE PLEMONS (BLACK MIRROR)
  • HARTLEY SAWYER (THE FLASH)
  • MICHELLE YEOH (STAR TREK: DISCOVERY)

MELHOR SÉRIE DE HORROR 

  • AMERICAN HORROR STORY: CULT
  • ASH VS EVIL DEAD
  • FEAR THE WALKING DEAD
  • PREACHER
  • THE STRAIN
  • TEEN WOLF
  • THE WALKING DEAD

Vale lembrar, The Walking Dead vem sendo o maior campeão da premiação desde 2013. Entre os já campeões dos últimos anos estão Andrew Lincoln, Melissa McBride, Chandler Riggs, Danai Gurira e a própria série.

A boa recepção da série na premiação pode trazer uma nova luz a série, que andou sofrendo alguns boicotes da crítica especializada na última temporada e meia.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.

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