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3ª Temporada

Chad L. Coleman fala sobre Tyreese e sobre aprender suas próprias técnicas de sobrevivência

Rafael Façanha

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O ator Chad L. Coleman, que interpreta Tyreese em The Walking Dead, fala sobre aprender suas próprias técnicas de sobrevivência e porque ele é um mediador natural entre o povo de Rick e o povo do Governador.

Você é um dos muitos personagens novos esse ano. O que o ajudou a pegar o ritmo?

Bom, Danai [Gurira] e eu trabalhamos na Broadway juntos, em Joe Turner’s Come and Gone de August Wilson no Lincoln Center em Manhattan. Então já tínhamos um relacionamento e isso ajudou. Mas todos são pessoas muito boas, então foi fácil. Muitos eram fãs de “The Wire” e ajuda quando as pessoas apreciam o que você faz e conhecem seu trabalho.

Quem você gostaria de ter ao seu lado durante um apocalipse? Cutty, seu personagem em The Wire, ou Tyreese?

Se eu tivesse que escolher, escolheria Tyreese. Cutty teve a chance de se achar, mas ele conhece suas próprias limitações. Com Tyreese, eu sinto como se o céu fosse o limite. Cutty me passa a impressão de que tudo o que ele pode fazer é ficar no ginásio e ajudar quem aparecer. Ele conhecia certas restrições sobre ele mesmo e eu não vejo isso no Tyreese, que é um líder natural e que se adapta em qualquer situação.

Suas técnicas de sobrevivência podem ser comparadas as de Tyreese?

Eu passei quatro anos no exército dos Estados Unidos, entre 1985 e 1989, e com certeza aprendi a como sobreviver na mata. Servi no Pentágono e em Fort Leavenworth, trabalhava como câmera e isso me levou para lugares como Coréia, Japão, Alasca, Alemanha e Holanda. Mas para o meu treinamento eu aprendi de tudo: atirar com M-16, trabalhar com granadas, ficar em acampamentos abertos, primeiros socorros, disfarces, andar arrastado, trabalhar em volta de arame farpado, escalada. O que você pensar, nós fizemos.

Você tem uma irmã? Se sim, vocês são similares a Tyreese e Sasha?

Eu tenho quatro irmãs. Elas são todas muito fortes. Quando se trata da minha irmã mais nova, sim, ela é muito geniosa e posso ver alguns aspectos dela no personagem. Ela vai se impor e eu vou, gentilmente, corrigir. Agora, Sonequa [Martin-Green] também é uma mulher independente e eu adoro isso. Se você assistir, vai ver um cuidando do outro, não a trato como irmã mais nova, somos um time. Tenho um laço natural com ela desde o começo.

Tyreese passou um tempo em ambos os acampamentos com os sobreviventes. Você é o tipo de pessoa que se dá bem em grupos diferentes de pessoas?

Eu me acho em situações assim o tempo todo. Sempre fui o tipo de pessoa que tenta construir pontes, não paredes. Seja com a minha ex-mulher e meu enteado, ou minha filha e minha ex. Sou o cara que fica no meio para ter certeza que todos vão ficar juntos. Acho que quando você cresce em um lar adotivo, de certa forma você aprende a observar, você começa a entender muito sobre o comportamento humano. Para mim, é muito importante que as pessoas consigam conviver de maneira pacífica. Você vive para lutar outro dia e vive para lutar de uma maneira diferente.

Tyreese é um ex-jogador de futebol. É outra coisa que você compartilha com ele?

Quando me formei no ensino médio, eu tinha 1,73 e pesava 63 kg. O talento estava lá e eu tinha feito um bom trabalho nas aulas de teatro. Mas eu corria naquela época, e você pensa que, como é pequeno, precisa correr distâncias longas. Mas para Tyreese, eu não precisava me preocupar muito com a aparência física, se você olhar nos quadrinhos, eu me pareço bastante com ele.


Fonte: AMC
Tradução: @nataliaskbr / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

The Walking Dead volta a ser exibida pela Band

Vinícius Castro

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Após um longo tempo fora da programação da TV aberta brasileira, The Walking Dead finalmente voltou à programação da Band. Desde segunda-feira, dia 06 de junho de 2016, o drama zumbi voltou a ser reexibido para o público que não tem a chance de acompanhar por serviços de streaming ou TV a cabo.

De acordo com afirmações da emissora, a exibição trará inicialmente apenas reprises da terceira temporada (definitivamente a mais controversa da série, que sofreu sob o comando do showrunner Glen Mazzara), e o horário é bastante curioso: serão exibições semanais (exceto fins de semana), sem um horário definido – basicamente na faixa entre meia-noite e 2h da manhã.

Exibida originalmente entre 2013 e 2014, a terceira temporada retorna com Rick (Andrew Lincoln) e seu grupo encontrando a prisão. Também introduz o Governador (David Morrissey) e sua cidade, Woodbury. A temporada destacou a introdução de Philip Blake e Michonne (Danai Gurira), e também o retorno de Merle (Michael Rooker), o irmão de Daryl (Norman Reedus).

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Ainda não há informações se a emissora exibirá a quarta e quinta temporadas em sequência, então fiquem ligados para qualquer nova atualização aqui no site.

E então, o que achou desta iniciativa da Band? Irá acompanhar a reprise do terceiro ano? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada em Outubro de 2016 na AMC e na FOX Brasil. O trailer da temporada, bem como a data oficial de lançamento, será divulgada durante a Comic Con de San Diego em Julho.

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3ª Temporada

Prédios da 3ª temporada de The Walking Dead estão a venda

Rafael Façanha

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Não foi exatamente a volta ao lar que Rick e Carl esperavam. Ao retornar a King County, Georgia, juntamente com Michonne, pai e filho lembraram-se de como a vida era antes do apocalipse, e por mais agridoces que fossem aquelas memórias, nada se comparou ao reencontro de alguém do passado, vivo e respirando: um enlutado e enlouquecido Morgan.

O decimo segundo episodio da terceira temporada, “Clear”, é considerado um dos mais pungentes e poderosos episódios em The Walking Dead, mostrando uma performance comovente de Lennie James e uma atmosfera de cidade fantasma. A rua principal cercada por armadilhas se transformou em um set inesquecível, e agora você pode viver neste local onde tantos walkers foram mortos, uma vez que nove prédios do centro de Grantville, Georgia, e que serviram de locação para “Clear”, estão à venda no eBay.

Com um lance inicial de $680.000 – ou mais de 2 milhões de reais, na conversão feita pelo site de leilões – os prédios rústicos de Grantville estão sendo leiloados no eBay e serão vendido a quem fizer a maior oferta até o prazo final do leilão, em 26 de março. A CNN relata que, de acordo com o prefeito de Grantville quatro filmes serão rodados na cidade em um futuro próximo. O espaço ainda foi utilizado na gravação de outras produções, como “Os Infratores” e “Debi e Lóide 2″. Para saber mais informações, visite a conta do ebay ou a página oficial dos tours, que são oferecidos pela região.

FOTOS DE GRANTVILLE:

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FOTOS DO EPISÓDIO “CLEAR”:

Você também pode comparar a aparência real de Grantville com a sua aparência durante as filmagens de “Clear” nas fotos abaixo:

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Fonte: Daily Dead
Tradução: @Binapic / Staff Walking Dead Brasil

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3ª Temporada

Os 3 momentos mais frustrantes de The Walking Dead em 2013

Rafael Façanha

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The Walking Dead é o maior e melhor seriado de TV na atualidade, mas, às vezes, ele nos enlouquece. Agora que 2013 se perdeu nas brumas, é um bom momento para relembrarmos os altos e baixos do ano. Já compartilhamos cinco dos melhores momentos de 2013 – que incluiu a segunda metade da terceira temporada e a primeira metade da quarta temporada. Temos apenas três “piores momentos”, já que The Walking Dead definitivamente tem mais altos do que baixos. E mesmo os “piores” momentos não passam de amor bruto – não abandonaremos o show nunca. Então aqui enumeramos três candidatos ao mais frustrante momento de 2013. Confira a lista e deixe sua opinião nos comentários abaixo.

1. Andrea morre, o Governador sobrevive

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Toda a história de Andrea para a terceira temporada é questionável. Por que eles a transformaram na garota ingênua que se apaixona pelo cara errado e fica com o estranho bonitão, e não com sua amiga? O fato de Andrea ser a última a saber de tudo apenas a tornou uma idiota aos olhos do público. É uma vergonha, já que ela é uma excelente personagem nos quadrinhos e sobrevive por muito mais tempo (Na verdade, ela ainda está viva na HQ neste momento).

A pior parte foi vê-la naquela cadeira, durante o season finale da terceira temporada, apenas olhando para Milton e conversando com ele, enquanto o mesmo se preparava para morrer. Ela simplesmente disse “Eu tentei”, e teve sua partida melancólica.

Laurie Holden mais tarde disse que, se ela fosse um dos roteiristas, as coisas teriam sido muito diferentes. O Governador teria morrido – preferivelmente antes de massacrar seu próprio povo – e Andrea seria mais como a equivalente da HQ. Pena… sem dúvidas teríamos uma grande personagem se ela tivesse sido desenvolvida adequadamente.

2. Os novos amigos do Governador concordam com a guerra

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Veja, o Governador é sedutor, carismático, manipulador. Entendemos. Andrea certamente concorda! Mas vamos lá! Ele faz um discursinho aos seus novos amigos no velho acampamento de Martinez e, de repente, eles estão todos concordando que é válido atacar a prisão e tomar para eles? Mesmo que isso signifique matar a todos? Eles sequer estavam em perigo imediato.

Lilly disse que eles poderiam simplesmente ficar lá, uma vez que o acampamento era o novo “lar”, o que parecia ser uma opção justa. Poderia ser diferente se eles tivessem sob constante ataque, ou passando fome, mas eles estavam jogando golfe, se reunindo para beber cerveja e passando o tempo. Não havia nenhum ímpeto para a guerra. Por que essas pessoas desejariam arriscar suas vidas pela palavra de um cara que eles sequer conhecem, para tomar um lugar que eles sequer precisavam?

3. A morte aleatória de Meghan

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Realmente, foi muito legal ver um walker literalmente sair de sua tumba daquela maneira. Legal. Mas que final aleatório para Meghan. Primeiro, sua mãe Lilly simplesmente está contemplando o rio, enquanto um walker leeeeeeeeeeeeeeeentamente anda pelas águas, então Meghan acidentalmente ajuda a desenterrar um walker, e acaba mordida. Boom. Simples assim, sua história terminou. De volta à guerra na prisão!

Durante o midseason finale Lilly aparece carregando o corpo morto de Meghan. O Governador atira em sua cabeça, matando-a novamente, e retorna à briga. Sim, entendemos que Meghan morreria em algum momento, mas pareceu uma saída apressada e sem qualquer outro significado, além de mostrar como o Governador está perdendo tudo o que conseguiu. Esta doce menina que aprendemos a conhecer em dois episódios simplesmente morreu em segundos! Não deveria haver mais impacto? Pelo menos a morte de Hershel teve um contexto e um significado.

Você discorda? Estamos sendo excessivamente críticos? Você sugere outros momentos de frustração ou pensam que todos os momentos foram perfeitos até esse ponto? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com os oito últimos episódios da quarta temporada no dia 09 de Fevereiro de 2014 na AMC e 11 de Fevereiro de 2014 na FOX Brasil.

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Fonte: Wetpaint
Tradução: @BinaPic / Staff Walking Dead Brasil

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