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6ª Temporada

Greg Nicotero comenta sobre a primeira vez que Glenn teve que matar e a ameaça dos Salvadores

Felipe Tolentino

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ATENÇÃO: Esta matéria contém spoilers do décimo segundo episódio da sexta temporada de The Walking Dead, S06E12 – “Not Tomorrow Yet” (Ainda Não é Amanhã). Leia por sua conta e risco. Você foi avisado.

Glenn Rhee agora é um assassino.

Após quase seis temporadas completas em The Walking Dead, o ex-entregador de pizza de Steven Yeun nunca havia matado outro ser humano – somente zumbis. Mas isso terminou no último domingo quando o grupo de Rick (Andrew Lincoln) atacou os Salvadores (Saviors) em uma das cenas de combate homem-a-homem mais insanas já vista.

Após Rick convencer facilmente os moradores de Alexandria (exceto por Morgan) que era do interesse deles atacar os Salvadores como forma de abrir as negociações com a comunidade de Hilltop, Glenn finalmente teve que fazer o que ele pensou ser impensável.

Enquanto todos do grupo dos sobreviventes escapavam do tiroteio, a comemoração acaba quando um membro dos Salvadores sai apressado do recinto – na moto de Daryl (Norman Reedus) – e uma mulher no rádio revela que eles pegaram a esposa grávida de Glenn, Maggie (Lauren Cohan) e Carol (Melissa McBride) como reféns.

Isso selou um episódio que também mostrou a tentativa de Carol em recomeçar em Alexandria com um novo interesse amoroso em Tobin (Jason Douglas) quando a personagem luta com o fato de ter tirado a vida de 18 humanos.

O cenário está feito para os próximos quatro episódios da sexta temporada e uma potencial batalha de continuação com os Salvadores para resgatar Maggie e Carol. Aqui, o produtor executivo Greg Nicotero – que dirigiu o episódio – fala com Hollywood Reporter sobre o porque de Glenn finalmente ter matado, como os Salvadores vão responder ao banho de sangue, bem como a luta de Carol.

Há quatro episódios restantes na temporada: O quão mortais eles serão agora que vimos do que os Salvadores são capazes?

Greg Nicotero: Estamos estabelecendo quem são os Salvadores e do que eles são capazes. No momento em que o Glenn mata a primeira e a segunda pessoa e ele olha para a parede e vê fotos e todas as pessoas com suas cabeças esmagadas – o que poderia lembrar um bastão de baseball – mais e mais temos a noção de quem esses caras são. Mesmo sendo mostrados como meio carismáticos e um pouco menos vilões do que pensaríamos, eles não estão para brincadeira.

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Glenn matou seu primeiro humano nesse episódio. Por que agora? E sobre as fotos com os Salvadores das pessoas cujas cabeças foram esmagadas por Lucille, esse foi um easter egg para os fãs dos quadrinhos provocando sobre o que está por vir?

Greg Nicotero: Não acho que seja um easter egg. Temos um rumo firme da nossa parte que para que vejamos o resultado do que potencialmente poderia ser o resultado de Lucille. Por que agora? Acho que Glenn tem sido muito sortudo por ter até agora evitado matar alguém, mas foi decidido pelo grupo que é isso que eles precisa fazer para sobreviver. Há muito em jogo – ele tem uma esposa e um bebê a caminho e ele está fazendo o que precisa para protegê-los. Maggie diz que estava em Alexandria quando os Lobos atacaram e sobreviveram a isso. É um momento muito intenso e Steven Yeun fez um trabalho excelente naquela cena. Mas há alguma redenção em termos da emoção dele quando ele olha para a parede e vê que essas pessoas não somente foram testemunhas de assassinatos, mas tiraram fotos delas e colocaram em uma parede para comemorar. Há certamente um aspecto sombrio e deturpado nisso e, de alguma forma ou maneira, pode aliviar um pouco a culpa do Glenn se ele imaginar que talvez matando esses caras, ele estará salvando a vida de alguém.

Não vemos como Carol e Maggie são capturadas. A Carol teria algum plano maior em mente pela maneira como chegou em Alexandria?

Greg Nicotero: Acho que não. O que estabelecemos nesse episódio é a justaposição de Carol escolhendo ser aquela pessoa. Ela vai para a floresta procurando por nozes e volta, toma um banho e pega um agasalho por um motivo específico e está entregando cookies. Carol está lutando muito com as coisas que ela precisa fazer. Ela se levanta e pega um caderno e podemos ver que ela está basicamente fazendo uma lista do número de pessoas que ela matou. É algo com que ela luta e quando ela conta a Maggie, “Você deveria ser outra pessoa”, é uma mensagem bem Freudiana. Carol olha para a Maggie tipo, “Você tem um bebê a caminho; você deveria ser uma mãe e representar a vida em progresso; você não deveria estar aqui. Qual o seu problema?!” Carol se sente mal por Maggie estar lá, porque Maggie deveria ter voltado para Alexandria e Carol está lá porque ela deve ser um soldado de Rick. Esse é um lado diferente da Carol do que já vimos em muito tempo.

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E ela tem um romance com o Tobin também, e isso deve ser parte do que está na cabeça dela – e ele tem medo dela!

Greg Nicotero: Mas é tão fofo. Adoro a interação entre os dois. Há um papo bonitinho entre eles. Toda a montagem – The Carol Show, onde ela está fazendo e entregando cookies e flertando com o Tobin e aí o Rick aparece e diz, “Só pra avisar, vamos ter que matar algumas pessoas.” É o que fere toda essa canção graciosa que estava tocando no começo. Bagunça toda a tentativa da Carol para normalizar sua existência novamente.

O que você pode dizer sobre a mulher no rádio que está falando pelos Salvadores?

Greg Nicotero: Parece que Carol e Maggie se distraíram. Isso também mostra que esse grupo – como o nosso grupo que é bem equipado e esperto e tem número – os Salvadores estão se mostrando como um grupo relativamente formidável. O fato de que eles mandariam alguém para matar o Gregory, o chefe de Hilltop, e então trazer sua cabeça de volta. E ainda estão fazendo prisioneiros? Isso é bem significativo. Mostra que esses caras têm coragem!

O quão próxima a história dos Salvadores vai seguir os quadrinhos? Vai ser refeita como o showrunner Scott M. Gimple costuma fazer?

Greg Nicotero: Não posso dizer muita coisa. Estamos pegando embalo conforme chegamos ao final da temporada. Na segunda metade da temporada quisemos que fosse uma versão bem diferente de The Walking Dead. Atiramos milhares de zumbis na primeira metade da temporada e após o episódio 9, agora pegamos uma abordagem dramática muito diferente porque é sobre sobrevivência e seguir em frente e criar relação com Hilltop. Hilltop fornece uma oportunidade fantástica para o nosso grupo sobreviver. Por isso, se eles precisarem fazer justiça com as próprias mãos, eles vão.

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Como o grupo do Rick vai levar a negociação com os Salvadores? Quanto o ataque prejudica a habilidade de negociação deles?

Greg Nicotero: Eu imaginaria que sim. Se alguém entrasse e matasse 22 pessoas do seu grupo, você não estaria disposto a conversar com eles! Conforme vimos no episódio nove, os Salvadores dizem, “Normalmente começamos nossas conversas matando um de vocês e seguir daí.” Acho que o grupo do Rick está fornecendo uma força relativamente formidável. Eles estão subestimando os Salvadores? Os Salvadores estão subestimando nosso grupo? Essas coisas vamos aprender ao longo dos próximos episódio.

Esse é o nosso primeiro contato com os Salvadores e sua comunidade. Como o Rick vai abordar a negociação considerando que o tiroteio não fez nem cócegas?

Greg Nicotero: Não sei se vai haver uma negociação; quem sabe. Rick não pareceu muito interessado em conversar com eles antes – foi ele quem disse na igreja, “Vamos votar, quem não quiser fazer isso não precisa, mas acho que é o que precisamos fazer.” E todos foram com ele. Agora eles tem um pequeno motivo nas mãos porque dois dos seus membros foram capturados e eles derramaram sangue. Vai ser muito interessante ver como tudo se desenrola.

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Fonte: Hollywood Reporter

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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