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6ª Temporada

The Walking Dead S06E06: Norman Reedus fala sobre a aventura de Daryl na floresta

Ávila Souza

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do sexto episódio, S06E06 – Always Accountable, da sexta temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Ainda não se teve uma resolução sobre o que aconteceu com Glenn, mas esse episódio foi uma aventura com Daryl que agradou os fãs, e uma muito bem vinda, uma vez que o personagem e sua moto têm aparecido com menos frequência nessa temporada. Daryl voltou com tudo nesse episódio, com suas habilidades em trilhas para conseguir voltar a Alexandria junto com (novo casal?) Sasha e Abraham, depois de um esforço sem sucesso para recrutar novos sobreviventes para a zona segura.

Reedus, que vai estrelar sua própria série de viagens no AMC ano que vem, falou sobre como a interação de Daryl com as pessoas da floresta vai causar um retorno sério, imediato e difícil de ser superado para ele e seus amigos; como nós deveríamos estar prestando atenção a todos os pequenos detalhes na história dessa temporada; sobre seu futuro episódio com Andrew Lincoln ao estilo Butch Cassidy; e sobre seus planos de clonar seus amigos de trabalho e fazê-los servirem salada de pepino todos os dias. Porque… é o Norman.

Ah, e aquele cara que pede ajuda no final do episódio? Não é quem você pensa…

Foi um ótimo episódio do Daryl. Foi bom vê-lo voltar à sua natureza, a que ele realmente é.

Norman Reedus: É. Teve um arco na temporada passada onde Daryl conserta sua moto e quer sair para encontrar novas pessoas. Ele estava disposto a isso. No começo dessa temporada Rick diz, “Não acho que deveríamos encontrar mais pessoas.” Daryl responde, “Acho que deveríamos.” Acaba com Rick dizendo, “Sabe, você está certo. Vamos encontrar mais pessoas.” Esse é o primeiro tipo de missão recruta que fiz só. E não foi fácil para ele, eu acho, tomar essa decisão. As circunstâncias em que ele tomou tal decisão pareciam estar na hora certa. Não sei se Daryl fez uma decisão ruim. Acho que eram pessoas boas. Mas pessoas boas fazem coisas ruins e idiotas nesse mundo para sobreviver. Era uma boa opção. Essa decisão volta de uma maneira enorme e nunca para. Estamos a mil quilômetros por hora agora.

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Você disse recentemente em entrevista que os espectadores deveriam prestar bastante atenção nos detalhes dessa temporada. As coisas sempre acabam retornando nessa série se você prestar atenção, e isso é uma das melhores recompensas por assistir a série. Mas você estava dizendo que isso se faz presente ainda mais nessa temporada?

Norman Reedus: Começando agora. [Risos] Scott Gimple tem tudo muito bem planejado para o futuro, e não há cenas desperdiçadas nessa série. Se você vê algo, ela vai ser importante depois. Digo, até mesmo aquela pequena estátua esculpida que eu pedi do cara na floresta só para ser otário. Todas as pequenas coisas que acontecem, a partir de agora, é como se estivéssemos saltando de um penhasco.

Sobre a estátua esculpida: Existia algum outro motivo pelo qual Daryl a pediu? Pareceu tão aleatório.

Norman Reedus: É. Daryl vê a insulina na mochila e ele sabe que é daquilo que eles precisam. Isso meio que explica porque e como eles funcionam nesse momento. Foi tipo, “Toma, eu trouxe isso de volta, mas me dê algo. Eu vim até aqui, não vou fazer isso tudo de graça.” Mostra que eu sou um cara legal, mas não um super cara legal, entende? Ele não quer saber se o avô dele o ensinou a esculpir. “Só me dê algo. Estou fazendo o limpa em você agora.” Se ele usou seu tempo para esculpir isso, é algo pessoal. Tipo, “Vou levar agora essa pequena coisa que é pessoal para você.” Pode machucá-lo um pouco.

Quando Daryl vê o estojo com insulina, ele toma a decisão naquele momento que ele teria que recrutar aquelas pessoas? Faz ele perceber, como você disse, que eles tem uma história?

Norman Reedus: Quando ele toma a decisão de fazer as três perguntas… é a maneira como aquelas pessoas respondem que fala bastante sobre elas. O cara está cavando uma cova quando Daryl faz as perguntas. Ele está o ajudando a cavar a cova. Parecia ser a coisa certa a ser feita e eu queria que aquelas palavras parecessem difíceis de sair da boca de Daryl. Ele não sabe do passado daquelas pessoas e está arriscando tudo e todos ao levá-los. É uma coisa importante o recrutamento de pessoas. Queria que fosse difícil para Daryl dizer aquelas falas, especialmente sabendo o que vai acontecer no final do episódio, porque machucou Daryl o fato deles terem o traído.

Acredito que mesmo quando ele diz “Sinto muito”, e Daryl diz “Você vai sentir”, é metade “Vou rasgar sua cara quando te ver de novo” e metade “Se esse é seu modo de sobreviver nesse mundo, então você morrerá mesmo que eu não te encontre. Existe segurança em grupos, e vocês são dois coelhos fugindo. Vocês estão cometendo um grande erro agora.” Não poderia ser uma ameaça do tipo “Eu vou…” Ele não poderia gritar isso com eles. Ele tem que falar com duplo sentido. Ele teve que ir lá, fazer as três perguntas e meio que engolir a própria língua. Não poderia ter sido do tipo, “Nós temos isso. Venha com a gente.” Ele meio que sabia no seu subconsciente que estava fazendo besteira, mas que estava disposto a se arriscar. Quando eles saem com a moto e a besta ele pensa “Eu decepcionei Rick. Eu decepcionei o grupo.” É uma falha interna. Quando ele voltar ele não poderá ser aquele tipo de pessoa que conta o que aconteceu. Terá um significado.

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Greg Nicotero me disse no início da sexta temporada que as cenas entre Daryl e Rick, quando Daryl discorda com Rick sobre o recrutamento, despertou uma conversa entre vocês três que gerou um episódio focado em Rick e Daryl que irá ao ar ainda nessa temporada. A experiência de Daryl com as pessoas da floresta vai refletir aí também?

Norman Reedus: Absolutamente, com certeza vai influenciar. O episódio que Greg estava falando está logo vindo aí. É um episódio completamente diferente. Acontecem coisas grandes nesse episódio. Lembro que antes de filmarmos, Andy [Lincoln] veio e assistimos Butch Cassidy juntos. Ele é tipo o Butch Cassidy e eu o Sundance Kid. Tudo com a gente, dentro e fora do set, é daquele jeito. Eu até acabei mandando uma mensagem para Robert Redford. É um episódio bem legal.

Ele virá na segunda metade da temporada?

Norman Reedus: Exato.

A voz que eles escutam no rádio quando estão voltando para Alexandria no caminhão: você sabe quem a gente quer que seja…

Norman Reedus: Não é o Glenn. A única coisa que posso dizer é que não é ele.

O que você pode dizer sobre o restante da temporada? Como você disse antes vai ser mil por hora, e só faltam dois episódios esse ano.

Norman Reedus: Filmei noite passada até 7 da manhã, entrei no meu carro e dirigi até minha casa com o sol já alto. Vou contar, eu estava bem suado. Vim conversando com Andy durante todo o trajeto. Estamos bastante empolgados com a qualidade do material que estamos fazendo agora. A série seriamente atingiu o nível todo novo. Tudo só aumenta. Aos finais dos dias e noites de gravação todo mundo quer ficar por ali e falar sobre os acontecidos. Temos uma equipe enorme e todos são bem dedicados à série, e eles vem nos acompanhando e assistindo desde o dia um, há seis anos. Pode ser sete da manhã e a equipe ainda vai estar ali conversando e falando sobre o quão empolgados estão para os espectadores assistirem a tudo. Honestamente, é como se uma avalanche estivesse caindo. É alto. É enlouquecedor o que estamos fazendo.

E sobre sua nova série de viagem com moto do AMC, Ride with Norman Reedus: você já filmou algum episódio?

Norman Reedus: Nós filmamos o piloto, que foi mais um teste para ver como seria. Nós fomos na Blue Ridge Mountains, em Carolina do Norte, e foi mais sobre a viagem do que sobre o destino. Estamos fazendo uma coisa meio Anthony Bourdain, onde o denominador comum é a comida. Se trata mais de conhecer pessoas e fazer jornadas nesses lugares incríveis, ouvir as histórias e do povo e fazer parte das jornadas deles.

É bastante divertido, tenho que dizer. Não é apenas para quem anda de moto. É tipo um homem e seu cavalo desbravando o mundo. É um trabalho do sonhos para mim, obviamente, por um bilhão de razões. Meu primeiro emprego foi trabalhando numa loja de motos anos atrás. Nunca achei que mudaria completamente de ramo e ainda continuaria fazendo coisas com motos. É bem, bem divertido para mim. Vamos ter convidados especiais que irão conosco. Vamos encontrar coisas novas e aprender sobre essas coisas. Espero que os espectadores sintam que estão na estrada com a gente.

Algum de seus amigos de The Walking Dead vai participar?

Norman Reedus: Talvez. Nós temos vários motociclistas na série agora, então talvez. Steven [Yeun] e Austin [Nichols] foram com suas motos até minha casa ontem passando por Atlanta. Todos querem fazer parte. Parece muito divertido, vai ser bem legal, vai ser o máximo.

Ok, uma atualização: A barba de Andy Lincoln ainda está em sua geladeira?

Norman Reedus: Não só está como agora tem a companhia do rabo de cavalo de Hershel.

Você terá a coleção oficial do Museu de Cabelo de Walking Dead em sua geladeira.

Norman Reedus: Estou clonando todos.

Aí série vai poder continuar pra sempre.

Norman Reedus: Não, não, não. Vai ser uma série nova. Vou ter vários servos na minha casa, com nosso elenco vagando e me trazendo salada de pepino e essas coisas. Vai ser divertido.

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Fonte: Yahoo

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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