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TWD World Beyond

Será que Michonne vai aparecer em The Walking Dead: World Beyond?

Michonne deve aparecer nos filmes de The Walking Dead mas, provavelmente, ela também deve fazer uma participação em World Beyond.

Diana Monteiro

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O chefe de conteúdo da franquia The Walking Dead, Scott M. Gimple, deu indícios de que a segunda temporada do spin-off The Walking Dead: World Beyond poderia apresentar “um grande aspecto de crossover” com The Walking Dead ou Fear the Walking Dead, e os planos podem incluir a saída de Michonne (Danai Gurira). A guerreira da katana sairá no próximo episódio, S10E13 – “What We Become”, que mostrará Michonne e o sobrevivente Virgil (Kevin Carroll) em uma base naval na Ilha Bloodsworth de Maryland para reivindicar armas necessárias para destruir o horda de zumbis controlada pela líder do grupo de Sussurradores, Alpha (Samantha Morton).

Maryland está longe da localização de World Beyond, que é situado principalmente em Nebraska, mas os três seriados agora estão ligados pela sombria organização CRM (confira mais informações aqui) responsável pelo desaparecimento do amado de Michonne, Rick Grimes (Andrew Lincoln), seis anos antes. A CRM se destacará no World Beyond, e seu campus universitário pertence a uma das três principais civilizações do Universo The Walking Dead, vinculada ao símbolo recorrente de três círculos.

A base naval de Virgil está ligada à CRM militarizada – que até agora tem presença na Virgínia, Texas, Nebraska e Pensilvânia, como evidenciado pelo teaser do filme Walking Dead – e com isso é possível que Michonne nunca retorne de sua viagem no mar. Como Rick e o desaparecido Heath (Corey Hawkins), sequestrado pelo CRM, Michonne pode desaparecer e depois reaparecer ao lado de Lincoln na planejada trilogia de filmes de The Walking Dead.

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Michonne no Universo The Walking Dead

Gimple deu a entender que Danai Gurira poderia fazer a transição para o lado cinematográfico da franquia, dizendo na Comic-Con de San Diego do ano passado que o Universo The Walking Dead pode não estar “completamente terminado” para Gurira, apesar de sua saída na 10ª temporada.

“Ela tem coisas incríveis pela frente e ainda não terminamos completamente, vou dizer isso”, disse Gimple. “Ainda não terminamos completamente com quem entra e sai da série. Mas ela tem coisas incríveis pela frente”.

Ao contrário do primeiro par de shows da AMC, a rede anunciou que World Beyond terá apenas duas temporadas, sugerindo ainda que a série, criada por Gimple e Matthew Negrete, atuará como uma ponte para os filmes de The Walking Dead, o primeiro dos quais poderia chegar em 2021 ou 2022. Gimple já confirmou que a “vasta mitologia” por trás da CRM será explorada nos filmes centrados em Rick Grimes, há muito tempo desaparecido, e é na segunda temporada de World Beyond onde Michonne poderia aparecer antes de ressurgir em algum lugar da grande trilogia de filmes.

“Estivemos conversando sobre aspectos da próxima temporada de World Beyond. Pode até haver um grande aspecto de crossover com um dos seriados”, disse Gimple recentemente à Entertainment Weekly sobre World Beyond, que se passa no mesmo período da 10ª temporada do The Walking Dead. “Essa é a outra parte, temos esses planos, mas temos que executá-los. Isso deve ficar para a próxima temporada.”

Mundos colidiram duas vezes anteriormente quando The Walking Dead transferiu Morgan (Lennie James) e depois Dwight (Austin Amelio) para Fear the Walking Dead, estabelecendo precedência para uma transição de personagens entre as séries. Como World Beyond é efetivamente uma ponte direta para os filmes de Walking Dead focados em Rick, existe a possibilidade da segunda temporada de World Beyond apresentar um crossover com outro personagem importante de The Walking Dead para preencher potencialmente os espaços em branco no caso de Michonne passar para o filmes.

Você acha que veremos Michonne na segunda temporada de The Walking Dead: World Beyond? Quais as suas teorias sobre as próximas histórias da personagem no universo The Walking Dead?

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TWD World Beyond

Produtor revela se veremos Rick Grimes em The Walking Dead: World Beyond

Scott M. Gimple esclareceu de uma vez por todas sobre a possível aparição de Rick Grimes no final de World Beyond.

Gina Machado

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montagem de Rick Grimes com personagens de TWD World Beyond

Não é segredo que o objetivo de The Walking Dead: World Beyond é expandir o universo onde The Walking Dead acontece. Mais especificamente, a série spinoff explora o grupo CRM, responsável por levar Rick Grimes para longe de Alexandria no fim do último episódio de Andrew Lincoln na 9ª temporada.

Alguns fãs esperavam ver Rick aparecer nos momentos finais da série de duas temporadas, quando ela chegasse ao seu destino final em seu vigésimo episódio. Entretanto, o produtor executivo e diretor de conteúdo Scott M. Gimple está pronto para definir uma expectativa adequada para os fãs – e eles não devem esperar para ver Rick Grimes em The Walking Dead: World Beyond.

Gimple conversou com o ComicBook.com em uma entrevista exclusiva, mergulhando no enorme ano zumbi que a AMC teve com três programas diferentes indo ao ar, todos ambientados no cânone da franquia. Após o final da 1ª temporada de World Beyond, os personagens estão em rota de colisão com o CRM, mas sua jornada para Nova York não virá com nenhum encontro com Rick.

“Quer saber? Estou muito feliz em dizer… Não estou feliz com a resposta. Estou feliz por ser definitivo com as pessoas. Não é.”, Gimple diz após ser perguntado se o destino final de World Beyond seria Rick Grimes. “Isto é, não sei se as pessoas estão sendo cautelosas sobre isso. Mas acho que é importante não ser cauteloso. Acho que as pessoas poderiam assistir a série e aprender muito sobre a mitologia na qual Rick Grimes está envolvido. E eles podem até ver lugares onde Rick Grimes esteve. Mas sim, ele não está dobrando a esquina. E eu nem sei se estou deixando as pessoas chateadas dizendo isso, mas eu simplesmente não gosto que os fãs assistam meio que esperando Rick.”

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Ainda assim, aqueles fãs dedicados que esperam obter informações sobre o que Rick está vivenciando e para onde ele voou, ainda vão ter respostas gratificantes de World Beyond a medida que a série avança e já passou por sua primeira temporada.

“As pessoas aprenderão muito sobre o mundo em que Rick está emaranhado”, comentou Gimple. “Portanto, acho que há um grande benefício nisso.”

Embora Rick Grimes não apareça em World Beyond, o showrunner do spinoff, Matt Negrete, não está descartando a aparição de outros rostos familiares.

“O que tenho dito sobre isso é nunca diga nunca. Obviamente, não quero estragar nada, mas o que direi é que realmente será uma expansão do mundo.”, Negrete disse. “Nós iremos ver muito ainda sobre o CRM, partes da comunidade que você nem mesmo pensou. Teremos um vislumbre, ou provavelmente mais do que um vislumbre, de como eles funcionam, qual é o seu modo de operação.”

“Vamos passar algum tempo na instalação onde o pai das meninas esteve e estaremos mais imersos naquele mundo”, Negrete promete. “Nós apenas sugerimos e provocamos um pouco na 1ª temporada, mas a 2ª temporada é realmente sair do trampolim e mergulhar de cabeça, por assim dizer. Definitivamente, há coisas muito legais para explorar com tudo isso relacionado ao CRM e ao universo maior.”

The Walking Dead: World Beyond entrará em produção para sua segunda e última temporada no início de 2021. Fear the Walking Dead retornará para a última metade de sua 6ª temporada, após o bônus da 10ª temporada de The Walking Dead, que começa a exibir seus 6 novos episódios em fevereiro.

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CRÍTICA | TWD World Beyond S01E05 – “Madman Across the Water”: Descobertas e perigos

Madman Across the Water foi o quinto episódio da primeira temporada de The Walking Dead: World Beyond. Veja a nossa crítica ao episódio e discuta conosco.

Dhebora Fonseca

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O quinto episódio de TWD World Beyond, intitulado “Madman Across the Water” (“O Louco do Outro Lado da Água”), começa a introduzir novas ameaças no mundo de Iris (Aliyah Royale), Hope (Alexa Mansour), Silas (Hal Cumpston) e Elton (Nicolas Cantu), ameaças essas que eles não imaginavam encontrar; além de aprofundar os personagens e as relações entre eles de forma explícita, sem delongas, e de forma coesa.

No episódio, o grupo se depara com diversos obstáculos que podem desacelerar o caminho para a Civic Republic Military (CRM), e precisam trabalhar em união para que as coisas funcionem e ninguém saia ferido. Depois de alguns conflitos, Felix (Nico Tortorella) e Huck (Annet Mahendru) finalmente desistem da ideia de convencer os adolescentes a voltarem para Campus Colony, e parecem entender que a missão vai além de simplesmente encontrar o pai de Iris e Hope: eles buscam evoluir quem são e encontrar um sentido para suas próprias vidas.

Desta vez, o personagem de destaque é Elton. Somos apresentados ao seu passado em família, quando seu pai e sua mãe o ensinavam sobre, como a própria mãe diz, partidas e chegadas. Entendemos mais sobre a paixão do garoto por história e arqueologia vendo as interações dele com o pai em seu ambiente e material de trabalho. Elton era um menino doce e muito inteligente que, depois de perder os pais na noite em que “o céu desabou”, teve de encontrar seu rumo no mundo sozinho.

Em cenas emocionantes protagonizadas por Roger Dale Floyd, que interpretou Elton mais novo, é possível entender toda a angústia e medo sentidas pelo personagem, enquanto ele, ainda muito pequeno, tentava se apegar à memória dos pais para se manter firme diante de uma catástrofe até então desconhecida por ele. Quando finalmente encontra uma brecha momentânea para sair de dentro da caixa na qual seu pai lhe colocou para o manter seguro, ele percebe que não resta nada do mundo que conhecia, mas ainda assim, se agarra na coragem que aprendeu com os pais e segue seu próprio caminho.

A claustrofobia de Elton é posta à prova, assim como vários aspectos do personagem, quando ele precisa resolver um problema numa das engrenagens do barco que o grupo estava construindo. Ele tinha que rastejar por debaixo do aparato para solucionar o problema, se agarrando à alternativa simbólica de recitar os nomes de todos os planetas do sistema solar, ele consegue encontrar calma e forças para ajudar seus amigos na difícil tarefa.

Próximo ao fim do episódio, duas descobertas muito importantes são anunciadas. Uma delas é a descoberta de Hope sobre a mulher que matou na noite em que perdeu a mãe. A mulher era a mãe de Elton, e Hope, agora sabendo do que fez – mas sem revelar ao amigo o que de fato aconteceu com a mãe dele -, se mostra preocupada e aflita com a situação, apenas com o olhar.

Pouco depois, a primeira ameaça humana introduzida na série antagonicamente se apresenta: um homem por detrás das árvores que cercam o acampamento do grupo se revela. Apesar de não se ver muito sobre ele, e de o título do episódio fazer menção a este personagem, podemos ver que o homem carrega uma lança e parece usar uma espécie de máscara branca, que o deixa com uma aparência no mínimo macabra.

Se até agora não tínhamos tantos motivos para temer a jornada do grupo pelo mundo do lado de fora dos muros de Campus Colony, a chegada deste misterioso homem da escuridão dá uma alavancada na tensão da série, proporcionando expectativa de que o rumo das coisas pode mudar e nosso grupo pode estar em perigo.

Em linhas gerais, o episódio dá um gás na temporada quando se trata de desafios, e a engrenagem das relações entre o grupo parece girar cada vez mais rápido, criando laços e, o tempo todo, desenvolvendo conflitos e resoluções para eles ao longo da trama. “Madman Across the Water” deixa a história de World Beyond mais interessante à medida que explora questões propostas no início da temporada e desenvolve novas problemáticas ao longo do caminho, abrindo portas para desafios futuros.

O que você achou do episódio? Deixe sua opinião nos comentários e vote em nossa enquete!

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CRÍTICA | TWD World Beyond S01E04 – “The Wrong End of a Telescope”: Conexão e união

The Wrong End of a Telescope foi o quarto episódio da primeira temporada de The Walking Dead: World Beyond. Veja a nossa crítica ao episódio e discuta conosco.

Dhebora Fonseca

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O quarto episódio de World Beyond, intitulado “The Wrong End of a Telescope” (“A Extremidade Errada de um Telescópio”), chegou e trouxe bastante contexto e profundidade à narrativa da série. Em um misto de flashbacks, diálogos representativos para a história e uma constante tensão no ar, o roteiro nos apresenta momentos do passado importantes para o desenvolvimento de alguns personagens e aprofunda seus contextos de maneira mais eficiente e objetiva do que no episódio anterior.

O episódio mostra o grupo descobrindo uma escola no meio do caminho, aonde resolvem parar para abastecerem suas mochilas, buscando por suprimentos, roupas novas e, com uma chuva aparentemente forte chegando, potes e garrafas para armazenamento de água para que possam seguir viagem. No entanto, dentro da escola, eles se dividem para explorar e assim as dinâmicas são exploradas.

No início, vemos que Felix (Nico Tortorella) e Huck (Annet Mahendru) aderiram realmente à ideia de se unir ao grupo dos adolescentes Iris (Aliyah Royale), Hope (Alexa Mansour), Elton (Nicolas Cantu) e Silas (Hal Cumpston) de seguir à caminho da Civic Republic Military em busca de entender o que aconteceu com Leo Bennet (Joe Holt), o cientista e pai de Iris e Hope. Existe uma resistência por parte dos adultos a aceitar a situação, conforme Felix sugere que ele e Huck comecem a conversar com os jovens sobre voltar para Campus Colony.

Fica claro que, apesar de discordarem de Iris, Hope, Elton e Silas, Felix e Huck parecem ter a intenção de fazê-los entender o perigo da situação para que eles mesmos cheguem à conclusão de que precisam voltar, e não parecem querer usar força ou pressão para resolver o problema, o que os coloca em um patamar de tutoria e cuidado com relação aos jovens, e não de superioridade hierárquica. Nesse ponto, o episódio acerta em como propõe uma nova dinâmica de relação entre adultos e adolescentes.

Quando os grupos Iris e Silas, Huck e Hope, e Felix e Elton se separam para iniciar as buscas por suprimentos é que começamos a entender o rumo do episódio. Ele tende a desenvolver as relações através de diálogos mais objetivos e também intensos. Vemos que Hope está em um lugar de dúvida ligada à sua relação com Iris, que parece estar evitando a irmã devido à conversa reveladora das duas no final do episódio anterior. Através de flashbacks, Leo Bennet é introduzido pela primeira vez, e em um diálogo tocante e profundo com Hope, entendemos que a menina se sente inadequada desde quando seu pai ainda estava em Campus Colony, e talvez também carregue uma certa culpa por não se entender com Leo na época.

Além de entrarmos na mente de Hope e não só entendermos mais sobre ela como também sobre Iris e o passado das duas na agência de adoção de onde foram adotadas por Leo e sua esposa, somos apresentados também ao lado delicado de Silas, que começa a se permitir a vulnerabilidade justamente com Iris, pessoa que costuma ser aberta e acolhedora com as dificuldades alheias, desenvolvendo uma relação de afeto e zelo para com ela. O momento da dança dos dois na quadra da escola e a música que tocava no walkman de Silas trazem a sensação de uma conexão entre eles, e mostra que, apesar da má reputação que tem em Campus Colony, Silas percebe agora que é possível arrumar companhia amigável mesmo tendo um passado turbulento.

Relances de possíveis traumas de Elton relacionados à claustrofobia vem em rápidas cenas do passado do garoto, onde ele está trancado em uma espécie de armário, mostradas como lampejos de memórias ansiosas no meio de uma crise. Felix auxilia Elton e explica a ele que eles não estão preparados para os perigos do lado de fora dos muros e, em um gesto emocionado e genuíno, conta sobre aqueles que perdeu e as dores que carrega por isso, esclarecendo que não quer mais perder ninguém. Isso parece tocar Elton de alguma forma, e ele dá a entender que pensará sobre a decisão de voltar para Campus Colony.

Explorando diálogos com maestria e delicadeza, “The Wrong End of a Telescope” só deixa a desejar no cumprimento da tensão de uma possível ameaça humana, construída ao longo do percurso do grupo dentro da escola, e que, no final, não era nada além de um lobo selvagem bastante bravo e alguns poucos zumbis que já não nos causam toda aquela tensão de dez anos atrás. No entanto, o episódio entrega intenção e propósito no desenvolvimento dos personagens e, inteligentemente, se encerra com uma foto do grupo, tirada por Elton, demonstrando a união e os laços desenvolvidos até aqui.

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