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The Walking Dead The Game: 10 decisões mais difíceis até o momento

Rafael Façanha

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A cereja do bolo nos quadrinhos de The Walking Dead, na série de TV e, agora, nos jogos – e na verdade em qualquer revista de zumbis, série ou jogo – não é a horda de zumbis que devasta a humanidade. Quer dizer, isso é claramente parte de um todo, mas nem de longe é a parte mais interessante. As hordas perambulantes são dispositivos para colocar os humanos em situações de desespero e ver o que eles fazem quando precisam tomar decisões difíceis. Zumbis são tanto a gaiola quanto a vareta que cutuca o rato.

É por isso que a adaptação da Telltale de The Walking Dead tem sido tamanho triunfo. Ela não favorece o tiroteio atrapalhado do spin-off da série chamado “Suvival Instinct”, mas o verdadeiro drama que a série apresenta: ela nos força, os jogadores, a tomar decisões incrivelmente difíceis, frequentemente envolvendo se um personagem que passamos a admirar por causa do enredo brilhante vive ou morre.

Isso… não soa muito divertido na prática. O que é! Em parte do tempo, pelo menos. Em outras partes a Telltale nos força a tomar decisões inteiramente detestáveis, verdadeiras “Escolhas de Sofia” em que algo ruim vai acontecer não importa o que façamos com Lee ou Clementine, e nos sentiremos horríveis por tomar essas decisões. Vimos várias ao longo dos nove episódios do jogo (até agora).

Nem precisamos dizer que há spoilers pelo caminho! Confira:

10. Saquear ou não saquear? (Episódio “Starved For Help”)

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O episódio 2 da primeira temporada de The Walking Dead é cheio de decisões difíceis, por isso você poderia ser perdoado por esquecer dele. Chegando ao final de duas horas extenuantes acaba tornando tudo mais difícil: tendo escapado das garras da família canibal St. John, o grupo de sobreviventes não acredita na sorte quando se deparam com um carro aparentemente abandonado cheio de suprimentos importantes.

Então, o que escolher? Há comida, munição, remédios todos ali parados, só esperando serem levados. Mas o carro está realmente “abandonado”? Ou você estaria saqueando o transporte de outro grupo de sobreviventes, ferrando com a vida deles só para que você viva um pouco mais? Não somente isso mas, como grande parte das decisões difíceis da primeira temporada, o que você escolher afetará sua relação com Clementine; e que pessoa sem coração poderia desapontá-la? Bem, aparentemente, 56% das pessoas que jogaram acabaram saqueando, mas eles provavelmente se sentiram bem mal quando chegaram no último episódio…

9. O Nick é bom? (Episódio “A House Divided”)

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Na segunda temporada, Clem está sozinha e acaba encontrando um novo grupo de sobreviventes com suas particularidades, idiossincrasias e relações tensas. Um desses novos sobreviventes é Nick, um jovem cabeça-quente cuja natureza agressiva mascara um bom coração. Ou ele é mais um idiota, dependendo do seu ponto de vista. De qualquer forma, ele é um dos maiores catalisadores dos grandes acontecimentos do episódio 2 quando atira em um rapaz misterioso que só queria ajudar na ponte.

E pior ainda, o rapaz misterioso é – era – o namorado de um membro do grupo que se abrigava na estação de ski e gentilmente convidou Clem e seus acompanhantes a entrar no abrigo. Walter, o membro em questão, descobre a faca de caçador de seu agora falecido companheiro em meio às coisas de Nick e confronta Clem a respeito do objeto: você arrisca prejudicar o grupo todo ao ficar do lado de Nick ou deixa o rapaz pagar pelo seu erro, arriscando a ira de Walter? Essa é uma das escolhas que não parecem grandes no momento, mas tem grande impacto no que acontece em seguida.

8. Ben não tão gentil? (Episódio “Around Every Corner”)

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Ben foi basicamente o Nick da primeira temporada. Talvez ainda mais forte, já que tudo o que ele fazia era com as melhores das intenções, mas tinha consequências catastróficas para o resto do grupo. De forma cíclica ele foi responsável pelas mortes de Duck, Doug/Carley (dependendo de como você jogou), Katjaa, e – presumidamente – Lilly. Ainda, ele tenta se salvar no início de “Aroud Every Corner”, em vez de tentar ajudar Clem em um ataque de zumbis. Que pessoa sem coração…

Então, quando você chega na penúltima parte da temporada, aparece uma escolha: ao escalar a torre do relógio, com zumbis em uma perseguição frenética, você chega ao topo, mas Ben quase cai. Se ele cair, vai morrer com certeza – seja por quebrar as pernas na queda, ou devorado por zumbis – e o grupo talvez fique melhor sem ele. O próprio Ben diz isso. Mas você aguenta ter essa morte como sua responsabilidade? É claro que Ben aprontou muito, mas ele não tem maldade no corpo. E você não tem muito tempo para decidir antes que ele escorrer da sua mão!

7. O menos importante de dois prisioneiros? (400 Days)

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“400 Days” foi quase uma grande homenagem ao jogo principal de The Walking Dead. Cada capítulo era uma curta vinheta com personagens e situações totalmente diferentes, significando que suas decisões não teriam efeitos tão duradores (apesar de haver algum efeito visto na segunda temporada). Eu digo quase porque há a história de Vince.

Se parece familiar, é porque de fato existe similaridade. Como na história de Lee na primeira temporada, a de Vince começa com sua jornada para uma prisão. Mas neste caso, o futuro detento não está sozinho, já que está sendo levado em um ônibus cheio de prisioneiros amarelos. Tudo fica mais apimentado quando zumbis tomam o ônibus e Vince, acorrentado a Justin e Danny, precisa decidir qual dos dois vai perder um pé. É a única maneira de sair do ônibus antes de serem devorados, e o único jeito de sair das correntes é usando um tiro de escopeta que também deixará alguém sem pé. Quem merece mais a liberdade? Justin, um corrupto sem arrependimento que condenou pessoas inocentes à pobreza? Ou Danny, que parece boa gente apesar de ter sido condenado por estupro (o que ele jura não ter feito)?

6. A Lily vai junto? (Episódio “Long Road Ahead”)

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Pobrezinha da Lily, ela passa por maus bocados na primeira temporada de The Walking Dead. Bem, quase todo mundo, na verdade, mas parece acontecer com Lily mais do que com outros: como a líder propriamente dita do grupo, ela carrega o peso da responsabilidade e o estresse contínuo de manter todos vivos e seguros. Ainda, ela era filha do Larry e mesmo que tenhamos curtido ver o esmagamento da cabeça daquele chato, ela certamente ficou menos em si após a morte de seu único parente sobrevivente.

Por isso é possível ver porque ela sai de si e atira em Carly ou Doug (dependendo de quem você salvou na farmácia), certa de que eles são as pessoas dando suprimentos para os bandidos. É claro que mais tarde descobrimos que o traidor era Ben, mas isso não importa muito. Após o acontecimento, você precisa decidir mantê-la no grupo – apesar de algemada para que não faça nada semelhante com o resto do grupo – ou deixa-la para trás, sozinha, mas mantendo o resto do grupo livre de qualquer tiroteio.

5. E o que fazer com o Duck? (Episódio “Around Every Corner”)

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As coisas nunca terminam bem para as crianças de The Walking Dead. Tirando Clem, mas não precisamos falar sobre isso novamente. Por isso, não é nenhuma surpresa, e sim uma grande tragédia, quando o filho de Kenny finalmente sucumbe à mordida de zumbi sofrida no episódio anterior.

O que é significativamente mais difícil vem ao decidir sobre o que fazer em seguida. Você pode deixar Kenny matar seu próprio filho antes que ele seja reanimado, assim, fechando o assunto ou então deixando uma cicatriz horrível que vai assombrá-lo pelo resto da vida. Você mesmo pode atirar em Duck, absolvendo, assim, Kenny da responsabilidade… mas, bem, você precisará matar uma criança. Ou você pode deixar Duck voltar como um zumbi, o que parece uma maldade, mas isso significa que ninguém precisará atirar na cabeça de uma criança. É uma Escolha de Sofia para você. Ou uma Escolha de Lee, talvez. Se bem que ele já teve piores…

4. Dar uma mãozinha para você mesmo? (Episódio “No Time Left”)

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Digamos, por exemplo, você está no final da primeira temporada, tendo que tomar muitas decisões difíceis que resultam em violência, derramamento de sangue, e possivelmente morte/zumbificação. Acha que está sozinho no escuro? Ah, pobre bebê, você mal chegou até ele ainda. Até chegar em… “No time left”, tanto Lee quanto o jogador se tornaram uma só mente na sua missão: salvar Clementine. O que provavelmente o deixa suscetível a não prestar atenção ao zumbi que vai enfiar os dentes no seu braço.

A missão continua prioritária apesar de tudo. Talvez haja um jeito de se livrar da infecção que os mortos-vivos carregam. Talvez você poderia… você sabe… fazer um cortezinho no seu braço um pouco acima do lugar da mordida? Isso daria tempo suficiente para encontrar Clem! Por sorte você encontra uma serra bem perto de você… mas… a gente quer mesmo cortar o braço? Não que eu tenha me tornado apegado ou me identifique com o que quer que seja a respeito desse personagem de vídeo games com o qual passei muitas horas de emoção… Com certeza não é tão fácil quanto Bruce Campbell faz parecer.

3. Dar uma mãozinha para Sarita? (Episódio “In Harm’s Way”)

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Na maior parte do episódio mais recente da segunda temporada as coisas foram meio livres de escolhas, refletindo o quão submisso o grupo estava às escolhas de Carver, o líder louco por poder em um acampamento situado em uma loja abandonada. É bem intenso, e muito dramático de se participar, mas somente no final de “In Harm’s Way” (Nas mãos do perigo) é que Clementine precisa tomar uma decisão impossível.

Ou talvez devesse ser “In Arm’s Way” (Nos braços do perigo)… hahaha, sacou? Porque Sarita, a nova companheira de Kenny, se vê presa a um zumbi que passa a morder seu bracinho delicioso. Nessa fração de segundo, a Clem com um machado na mão tem a escolha de atacar o zumbi – acabando com a sua refeição – ou cortar o braço de Sarita, algo que você provavelmente teria que fazer mais tarde para estancar a infecção (como aconteceu com Lee). Essa escolha é muito intensa porque acontece no calor do momento, e você não tem muito tempo para pesar as opções. Você age por instinto, e as consequências são bem… é, dê uma olhada na imagem.

2. O que a Clem vai pensar? (Episódio “Starved For Help”)

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“Starved For Help”, como descobrimos, é talvez o episódio mais sofrido do jogo até o momento. A Telltale vestiu bem a máscara de sadismo quando escreveram o episódio, ao ponto de que quando você finalmente tem a oportunidade de se vingar contra o louco e canibal Danny St John, mesmo assim não é uma decisão fácil.

Quer dizer, deveria ser – o cara lhe deu carne humana para que você comesse sem saber, e depois o trancou em um abatedouro com a intenção de fazer de você e do seu grupo a refeição principal – mas quando isso está prestes a acontecer, não é tão simples. Parte da sua ira nesse momento está, sem dúvida, colorida por quão protetor você se sente com relação à adorável Clementine, a garota órfã que está sob seus cuidados. Ela entra sorrateiramente no celeiro por trás de você enquanto confronta Danny com uma foice: ele merece morrer, certamente, e você se sentiria muito melhor se pudesse fazer essa justiça. Ao mesmo tempo, Clementine, uma garotinha que vê em você uma figura de pai, vai assistir enquanto você espeta um homem desarmado. O que fazer, o que fazer.

1. Quem come? (Episódio “Starved For Help”)

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Muitas decisões importantes em The Walking Dead tendem a ser momentos pesados e dramáticos em si: eles se apoiam no drama humano que está por trás de bons roteiros de zumbis, mas eles são eventos-chave mesmo assim. Por isso, talvez pareça um pouco contraditório que a maioria das decisões difíceis seja comparativamente simples. Ninguém vive ou morre imediatamente, ou seja seriamente prejudicado, ou abandonado no apocalipse zumbi pela decisão. Ninguém vai ter menos membros depois delas. Tudo o que você precisa decidir é quem fica com as últimas parcelas de suas porções de comida pouco nutritiva.

O grupo está bem grande a essa altura, e você tem pouca comida para distribuir. Após um sermão, a Lily “quase a ponto de surtar” passa essa tarefa a você. O que fazer então? Não importa a sua decisão, alguém vai ficar sem comida; alguém vai ficar chateado com você por não receber comida; alguém vai ficar bem à beira da fome extrema. Essa decisão engloba a luta diária em uma civilização tomada por zumbis que dá a The Walking Dead seu drama único. É a banalidade da sobrevivência. E meu Deus, como é difícil.

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Fonte: What Culture
Tradução: @Felipe Tolentino / Staff Walking Dead Brasil

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The Walking Dead revela quem está por trás do vandalismo “Silencie os Sussurradores”

A campanha contra os Sussurradores que acontece em Alexandria também aconteceu nos quadrinhos de The Walking Dead.

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Alguém em The Walking Dead pretende “Silenciar os Sussurradores”. No episódio desta semana de The Walking Dead, Daryl (Norman Reedus) e Lydia (Cassady McClincy) descobrem que sua casa foi vandalizada por grafites pedindo que Alexandria “Silencie os Sussurradores”. A ex-sussurradora, Lydia, emancipou-se da mãe abusiva, Alpha (Samantha Morton), mas está lutando para se afirmar dentro das paredes de Alexandria. Lydia é intimidada por Alfred (David Shae), Margo (Jerri Tubbs) – que exige justiça para os ladrões de estrada Ozzy (Angus Sampson) e Alek (Jason Kirkpatrick) – e Gage (Jackson Pace), em busca de sangue para vingar os amigos Rodney (Joe Ando Hirsh), Addy (Kelley Mack) e Henry (Matt Lintz).

Em certo momento, Lydia intencionalmente incomoda os três agressores cortando um esquilo. “Foi por isso que Ozzy e Alek morreram? Para que ela pudesse nos fazer de bobo?”, diz Alfred. Margo responde: “Não aqui.” Lydia provoca novamente, segurando o dedo ensanguentado nos lábios: Shh.

Mais tarde, Daryl diz a ela que “não pode fazer coisas assim” se ela espera morar em Alexandria. Ela responde: “Mas eles podem escrever o que quiserem em nossa porta?”

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Alpha acredita no fim das comunidades no trailer do próximo episódio de The Walking Dead

“Um dos grandes momentos da história em quadrinhos que nos entusiasma muito e que há essa ideia de propaganda e paranoia, é essa de ‘silenciar os sussurradores’, que Robert Kirkman usou muito bem”, disse a showrunner Angela Kang anteriormente a EW. “Então, definitivamente, há um sentimento de que nosso grupo está entrando nesse conflito que continua crescendo contra os Sussurradores, muito diferente de como ocorreu a guerra contra os Salvadores, onde não havia apenas elementos de paranoia, mas meio que uma sensação de Guerra Fria.”

O vandalismo dos agressores e seu violento ataque a Lydia ocorrem quando os Sussurradores invadem ainda mais as comunidades: Alpha reivindicou ainda mais território das comunidades e Michonne (Danai Gurira) suspeita que os Sussurradores estejam por trás de ataques coordenados em Alexandria, Hilltop e Oceanside.

“Descobrimos que há pessoas que estão tendo uma resposta mais comedida. Você vê pessoas que são muito mais rigorosas, vê pessoas que estão confusas sobre o que fazer”, disse Kang. “E acho que isso faz parte do interessante cenário humano que está rolando quando tudo começa a acontecer, a paranoia começa a dominar essas comunidades, e há movimentos de guerra sendo feitos de ambos os lados”.

Nos quadrinhos, foi o líder de Alexandria, Rick Grimes, que se uniu a Alexandria dizendo a seus sobreviventes que eles precisavam “silenciar os sussurros”. Na edição 152 de The Walking Dead, Rick lançou uma campanha de propaganda completa, admitindo que Michonne precisava direcionar a raiva dos alexandrinos para longe deles e em direção ao inimigo.

Essa campanha foi lançada quando alguém tentava “silenciar os sussurros” à sua maneira. Resultado: Negan que escapou.

Na série, apesar de não ter sido revelado, presumimos que os responsáveis pelo vandalismo sejam Alfred, Margo e Gage. Vamos ter que aguardar os próximos episódios para descobrir se teremos ou não a revelação oficial do(s) envolvido(s) nessa campanha.

O que você achou do episódio desta semana de The Walking Dead? Acredita que Lydia está certa e que os culpados pela frase/campanha são Alfred, Margo e Gage? Deixe sua opinião nos comentários abaixo!

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Produtora de The Walking Dead revela o voto de Gabriel sobre o destino de Negan

Angela Kang, a showrunner de The Walking Dead, comentou sobre a decisão que Gabriel estava pensando em tomar no episódio desta semana.

Marcela Aquino

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do quarto episódio, S10E04 – “Silence the Whisperers”, da décima temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Negan (Jeffrey Dean Morgan) é um homem procurado. No episódio desta semana de The Walking Dead, “Silence the Whisperers”, Margo (Jerri Tubbs) foi morta quando Negan salvou Lydia (Cassady McClincy) de uma surra violenta cometida por Margo e pelos cúmplices Alfred (David Shae) e Gage (Jackson Pace). O conselho de Alexandria se reuniu para determinar o destino de Negan, com Aaron (Ross Marquand) argumentando que Negan não merece viver em sua civilização, apesar de uma sentença de oito anos de prisão. Negan foi defendido por Siddiq (Avi Nash) e relutantemente por Daryl (Norman Reedus), deixando o padre Gabriel (Seth Gilliam) como o desempate. Depois de tomar a noite para considerar sua resposta, Gabriel visitou a cela de Negan, apenas para encontrá-la vazia. Com uma vida em jogo, Gabriel teria votado a favor ou contra Negan?

“Eu acho que Gabriel teria votado para não matá-lo”, disse a showrunner Angela Kang à EW. Apesar da formação de uma multidão sedenta de sangue exigindo que Negan seja levado à justiça, Kang diz que Gabriel teria sido influenciado por suas sessões de terapia com Negan. O padre atua como guardião de Negan há anos, desempenhando um papel fundamental em sua reforma.

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Quem morreu no 4º Episódio da 10ª Temporada de The Walking Dead?

“Acho que porque ele conheceu Negan ao longo do tempo e que, no final das contas, ele acreditava no fato de Lydia estar dizendo: ‘Ele me salvou e foi um acidente’, e o fato de Daryl acreditar nela, e o fato de que ele sabe que Negan está tentando”, explicou Kang. “Acho que ele teria pensado sobre isso e orado por ele, e acordado na manhã seguinte, e as pessoas com suas forquilhas foram para a cama ou sei lá, e acho que ele teria pensado: ‘Sabe do que mais? Isso tudo é demais. As pessoas são muito paranoicas.’ É o que acho que ele pensaria no momento.”

Questionada se Gabriel visitou a cela de Negan para ajudar a solidificar sua decisão, Kang disse: “Acho que sim. E então ele vê que Negan se foi, e então eu acho que ele pensa: ‘Ah, foda-se. Tipo, eu estava errado em pensar que iria cair nessa e ter essa conversa com ele?’ Ele está duvidando quando descobre que ele se foi.”

O cúmplice de Negan foi revelado no vídeo promocional do próximo episódio, “What It Always Is”, e para responder sobre aonde Negan está indo… “Vamos descobrir muito em breve onde ele foi”, brincou Kang.

Você acha que Negan merece viver depois de tudo que ele fez? Você conseguiu perdoá-lo? Deixe todos os seus pensamentos nos comentários abaixo!

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The Walking Dead lidera as indicações ao Saturn Awards 2018

Vinícius Castro

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Seguindo o padrão dos anos anteriores, The Walking Dead está liderando a lista de indicados ao Saturn Awards, a maior premiação para cinema e TV de gênero do mundo. Revelados no mês passado, os indicados, que serão escolhidos a dedo pela Academia de Ficção Científica, Fantasia e Horror, receberão o resultado final em junho de 2018.

O drama zumbi está liderando os competidores da televisão, com 7 indicações ao total, fazendo jus ao material apresentado durante a oitava temporada. Entre as novidades em relação aos últimos anos, o único novato é Khary Payton, o Rei Ezekiel. Confira abaixo:

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV

  • JON BERNTHAL (THE PUNISHER)
  • BRUCE CAMPBELL (ASH VS EVIL DEAD)
  • SAM HEUGHAN (OUTLANDER)
  • JASON ISAACS (STAR TREK: DISCOVERY)
  • ANDREW LINCOLN (THE WALKING DEAD)
  • SETH MACFARLANE (THE ORVILLE)
  • KYLE MACLACHLAN (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • RICKY WHITTLE (AMERICAN GODS)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • NIKOLAJ COSTER-WALDAU (GAME OF THRONES)
  • MIGUEL FERRER (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • KIT HARINGTON (GAME OF THRONES)
  • DOUG JONES (STAR TREK: DISCOVERY)
  • CHRISTIAN KANE (THE LIBRARIANS)
  • MICHAEL MCKEAN (BETTER CALL SAUL)
  • KHARY PAYTON (THE WALKING DEAD) 
  • EVAN PETERS (AMERICAN HORROR STORY: CULT)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE TV

  • ODETTE ANNABLE (SUPERGIRL)
  • DAKOTA FANNING (THE ALIENIST)
  • DANAI GURIRA (THE WALKING DEAD)
  • MELISSA MCBRIDE (THE WALKING DEAD)
  • CANDICE PATTON (THE FLASH)
  • ADINA PORTER (AMERICAN HORROR STORY: CULT)
  • KRYSTEN RITTER (MARVEL’S THE DEFENDERS)
  • RHEA SEEHORN (BETTER CALL SAUL)

MELHOR PERFORMANCE DE UM ATOR JUVENIL EM SÉRIE DE TV

  • KJ APA (RIVERDALE)
  • MILLIE BOBBY BROWN (STRANGER THINGS)
  • MAX CHARLES (THE STRAIN)
  • ALYCIA DEBNAM-CAREY (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID MAZOUZ (GOTHAM)
  • LILI REINHART (RIVERDALE)
  • CHANDLER RIGGS (THE WALKING DEAD)
  • COLE SPROUSE (RIVERDALE)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE TV

  • BRYAN CRANSTON (PHILIP K. DICK’S ELECTRIC DREAMS)
  • MICHAEL GREYEYES (FEAR THE WALKING DEAD)
  • DAVID LYNCH (TWIN PEAKS: THE RETURN)
  • JEFFREY DEAN MORGAN (THE WALKING DEAD)
  • RACHEL NICHOLS (THE LIBRARIANS)
  • JESSE PLEMONS (BLACK MIRROR)
  • HARTLEY SAWYER (THE FLASH)
  • MICHELLE YEOH (STAR TREK: DISCOVERY)

MELHOR SÉRIE DE HORROR 

  • AMERICAN HORROR STORY: CULT
  • ASH VS EVIL DEAD
  • FEAR THE WALKING DEAD
  • PREACHER
  • THE STRAIN
  • TEEN WOLF
  • THE WALKING DEAD

Vale lembrar, The Walking Dead vem sendo o maior campeão da premiação desde 2013. Entre os já campeões dos últimos anos estão Andrew Lincoln, Melissa McBride, Chandler Riggs, Danai Gurira e a própria série.

A boa recepção da série na premiação pode trazer uma nova luz a série, que andou sofrendo alguns boicotes da crítica especializada na última temporada e meia.

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