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Danai Gurira, a Michonne de The Walking Dead, agradece fãs e equipe em emocionante carta

Confira a carta de despedida – e agradecimento – divulgada por Danai Gurira em suas redes sociais.

Camila Portella

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Essa semana, The Walking Dead se despediu de uma das grandes personagens da série. Michonne, interpretada por Danai Gurira, encerrou suas atividades na série principal e rumou em busca do desaparecido Rick Grimes.

A atriz, que deve reprisar o papel da guerreira da katana nos filmes de The Walking Dead, divulgou em suas redes sociais uma emocionante carta de agradecimento à toda “Família TWD” – elenco, equipe e fãs. Confira:

Será possível sentir seu coração sendo partido mas preenchido por amor de uma vez só? Me despedir de Michonne foi uma das coisas mais difíceis que eu já fiz. Sou tão grata pela bondade, beleza e generosidade do amor que eu recebi nos últimos dias… Eu mudei tanto e cresci enquanto interpretava esse papel, papel este que foi um dos grandes privilégios da minha vida de atriz. O grandioso fandom de The Walking Dead que apoiam os personagens que nós criamos e esse universo que lutamos para trazer à vida, são aqueles que fizeram essa incrível jornada ser possível. Receber tanto amor de vocês significa tudo pra mim.

Obrigada ao maravilhoso elenco e equipe que eu tive o prazer e a honra de trabalhar junto para contar essa história. TANTOS seres humanos incríveis. Eu os deixarei sabendo com cada pedaço do meu ser, o quão difícil é encontrar esse tipo de união e conexão. Pessoas que se pode confiar, verdadeiros colaboradores que estão em busca de honrar a história acima de qualquer coisa, colocando tanto amor e abundância no meio.

O conforto nisso tudo é essa família incrível que eu ganhei. Todos, desde Andrew Lincoln até cada um dos fiéis fãs, todos fazem parte da #TWDFamily, e eu sou tão grata por essa família.
E eu sei que isso nunca terá fim. Continuaremos a evoluir e estar juntos em diversas maneiras ao longo da jornada. Nós tocamos a vida uns dos outros. Por isso, nunca terá um fim.

Muito obrigada pelos vídeos e homenagens; por todas as mensagens de amor e suporte. Por compartilharem o que Michonne significou pra vocês. Isso me enriqueceu de uma maneira muito grande durante esse período tão difícil no mundo. Não posso expressar em palavras o tamanho do meu amor e gratidão.

Danai

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Matt Lintz, o Henry de The Walking Dead, entra para o elenco de Ms. Marvel

O ator Matt Lintz, que interpretou a versão crescida de Henry, foi escalado para a série Ms. Marvel, que está com as filmagens em andamento.

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Matt Lintz como Henry em The Walking Dead

Uma das coisas que nós, que amamos The Walking Dead, sempre ficamos felizes em ver é quando os atores que fazem parte do nosso universo preferido ingressam em grandes projetos. Mais uma vez teremos um nome que se consagrou no nosso universo zumbi brilhando em outras franquias. O ator Matt Lintz, que interpretou a versão crescida de Henry, foi escalado para a série Ms. Marvel, do Disney+, que está com as filmagens em andamento. Lintz foi visto ao lado de Iman Vellani, escalado para a personagem principal da franquia.

Ainda não sabemos ao certo qual será o papel de Matt Lintz em Ms. Marvel, mas os fãs já especulam que ele fará o papel de Bruno Carrelli, o melhor amigo da protagonista Kamala Khan. Nos quadrinhos, Bruno é o melhor amigo de infância e confidente mais próximo da personagem, e uma das primeiras pessoas a saber que Kamala é secretamente a Ms. Marvel. Bruno também tem uma história muito cativante – ele é um funcionário da loja de conveniência Circle Q que Kamala frequenta, e ele também tem um QI de gênio de 170. Ele chega a entrar, inclusive, na escola técnica Wakanda nas HQs.

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Ms. Marvel

Ms Marvel seguirá as aventuras de Kamala, uma adolescente muçulmana que idolatra o Capitão Marvel e outros heróis da Marvel e que usa seus poderes de transformação para combater o crime em Jersey City. Como o executivo da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou no ano passado, o objetivo é que Kamala Khan – assim como Jennifer Walters / She-Hulk e Marc Spector / Moon Knight – acabem sendo incluídos em filmes e também nos programas do Disney+.

“Eu sinto que ela é o futuro”, disse uma vez Brie Larson, a Capitão Marvel. “Então, quando me perguntam sobre o futuro da MCU, ou o futuro da série Captain Marvel, quero estar com ela”.

O show solo da Sra. Marvel tem a direção executiva e Bisha K. Ali, e conta também com a direção de Adil El Arbi e Bilall Fallah, Sharmeen Obaid-Chinoy e Meera Menon.

O que você achou da escolha de Matt Lintz para a série Ms. Marvel da Disney+? Deixe sua opinião nos comentários!

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THE WALKING DEAD 10 ANOS: Entrevista exclusiva com Samantha Morton (Alpha)

The Walking Dead completa 10 anos em outubro e, para comemorar, entrevistamos alguns atores da série. Confira nosso papo com Samantha Morton.

Rafael Façanha

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arte com Samantha Morton e Alpha para comemorar os 10 anos de The Walking Dead

To access the interview with Samantha Morton in english, click here.

The Walking Dead completa 10 anos de história na TV no dia 31 de outubro de 2020. Em comemoração a essa marca histórica, entrevistamos vários atores que participaram da série ao longo dos anos. Essas entrevistas, que começaram a ser divulgadas no início de setembro e vão até o final de outubro, estão sendo lançadas diariamente. Elas se encerrarão com uma grande surpresa preparada exclusivamente para os fãs, com grande carinho.

Nossa convidada de hoje é Samantha Morton, que interpretou Alpha durante as temporadas 9 e 10. A atriz nos contou sobre como foi o processo criativo para a personalidade de Alpha, sobre raspar seu cabelo, sobre como foi trabalhar com Jeffrey Dean Morgan (Negan) e Ryan Hurst (Beta), sobre a importância de ter personagens femininas fortes na TV e no cinema e muito mais!

Sem mais delongas, confira nossa entrevista exclusiva com Samantha Morton:

É uma honra conversar com você em um momento tão importante para The Walking Dead. Não é qualquer série que consegue chegar à marca de 10 anos. Comece contando para nós como foi fazer parte deste projeto. Como ele surgiu e como foi seu processo de audição? Você conhecia a série antes de conseguir o papel?

Samantha Morton: Eu não fiz audição pra série, foi uma conversa com Angela sobre o que eles haviam previsto para essa personagem, e falaram comigo sobre o processo e se nós conseguiríamos fazer essa conexão funcionar, e se havia uma potencial faísca ali.

Eu não conhecia a série, tipo, eu não conhecia de antemão, não que isso tenha sido um problema, era só isso. Onde eu morava não tinha TV, e por ser uma mãe muito ocupada eu não assistia a série, mas então eu assisti e achei absolutamente extraordinária, você tem uma série muito cinematográfica que toda atenção aos detalhes é levada muito a sério, é tudo bem filmado e eu achei isso muito inspirador.

Você já deve ter ouvido isso muitas vezes, mas nunca é demais repetir. Sua atuação como Alpha foi irretocável e memorável. Divida conosco como foi o trabalho de desenvolvimento e qual foi sua inspiração para dar vida à personagem.

Samantha Morton: Desenvolver a personagem foi tanto um processo contínuo de leitura do roteiro como eu percebendo o que ela estava fazendo ou o que ela tinha feito no passado, ou o que ela estava prestes a fazer. E acho que minha inspiração para interpretar Alpha foi realmente um trabalho colaborativo ao lado de Cassady e de diferentes diretores, em particular, Jessica que trabalhou comigo na minha voz, me ajudou com o passado de Alpha, sabe, quem era Alpha antes dela se tornar Alpha, certificando-se de que a voz estava correta, e depois, pensar sobre o relacionamento da Alpha com o Beta e viver como a natureza queria e como isso a afetou.

É, eu acho que isso foi realmente um processo contínuo trabalhando com Greg Nicotero, certificando-me de que eu tinha a caminhada adequada e sim, essa foi minha inspiração.

Talvez um dos traços mais marcantes da sua preparação tenha sido raspar a cabeça para viver a personagem. Como foi essa experiência para você?

Samantha Morton: Foi tranquilo raspar todo meu cabelo, eu fiquei um pouco triste no primeiro momento porque eu tinha um cabelo bem longo, fiquei um pouco triste mas depois que entrei na personagem e me tornei Alpha ficou tudo bem, e também é muito quente na Geórgia, onde filmamos, pra mim foi realmente libertador não ter cabelo por que era mesmo muito quente.

Você e a Alpha das HQs se parecem muito fisicamente. Seus trejeitos na interpretação da vilã também ficaram como muitos fãs dos quadrinhos imaginavam. Você chegou a acompanhar a saga de Alpha no material fonte para desenvolver a personagem ou preferiu seguir apenas os roteiros?

Samantha Morton: Eu não fiz referências aos quadrinhos, eu vi os quadrinhos mas quando eu interpreto personagens como Jane Eyre ou Mary, a rainha da Escócia, eu acho que você tem que fazer essas coisas você mesma, você tem que tentar encontrar o personagem dentro de si, pois se você apenas imita coisas se torna mais difícil ser livre nisso.

A relação entre Negan e Alpha se desenrolou na tela como nos quadrinhos. Você estava familiarizada com o relacionamento deles nos quadrinhos? Como foi trabalhar com Jeffrey Dean Morgan nesses papéis icônicos?

Samantha Morton: Trabalhar com Jeffrey Dean Morgan foi divertido e empolgante, e um pouco estressante por que obviamente ele estava na série a mais tempo que eu e Ryan, que interpreta Beta, então é, foi muito divertido e ele foi muito gentil comigo e acho que pra mim aquela foi uma das minhas melhores experiências trabalhando com um coadjuvante do gênero masculino por que às vezes é difícil trabalhar com homens, porque obviamente eles estão fazendo muita coisa em seus personagens e às vezes eles ficam presos no que estão fazendo, mas descobri que JDM não tinha ego e ele realmente queria ter certeza de que eu fosse cuidada e se eu estava bem, e sabe, nós cuidamos um do outro.

Você teve cenas marcantes e inesquecíveis para os fãs, e já falamos aqui sobre como sua interpretação foi ótima e fiel à Alpha que conhecemos na HQ. Mas você pode nos falar sobre uma cena ou um momento que ficou marcado já sua trajetória como a vilã? Houve algum episódio em particular que te marcou?

Samantha Morton: Acho que realmente lutei com as cenas da Alpha sendo simplesmente muito violenta super rápido, e demorou um pouco pra mim entrar no ápice daquele momento, mas eu ficava tranquila se pudesse ter um tipo de diálogo antes da violência e coisas assim, mas ser violenta muito rápido foi bem difícil, o episódio com os momentos de flashback foi muito difícil, eu estava interpretando meio que uma pré-Alpha e eu estava tendo que cuidar de Lydia e eu achei isso bastante perturbador e difícil como uma mãe.

Os Sussurradores são uma comunidade que, basicamente, abdica da vida como uma sociedade pré-apocalíptica e escolhe viver “como um grupo de animais”. Mas Alpha, em alguns momentos, recorre ao seu lado humano, como nas tentativas de resgatar Lydia ou em sua relação com Negan, por exemplo. Como você vê essa questão? Alpha, no fundo, ainda tinha mais humanidade do que pensava?

Samantha Morton: No fundo, Alpha era mais humana do que ela achava, você não pode desconsiderar totalmente sua humanidade e eu acho que a Alpha pós-apocalipse tinha se adaptado a sobreviver do jeito dela, e eu acho que aquele foi o manifesto dela se você gosta do jeito que os Sussurradores vivem, não como um bando de animais, mas eles meio que tentam voltar para a natureza de um jeito que é realmente inspirador.

Você e Ryan Hurst (Beta) parecem se entender muito bem em cena. Conte pra gente como é a relação entre vocês nas gravações. Você lembra de algum momento engraçado entre vocês no set?

Samantha Morton: Foi muito divertido trabalhar com Ryan Hurst, ele costumava me pregar pequenas peças e fingia que tinha aranhas em mim por que eu tinha bastante medo de aranhas no set. Eu sou um pouco medrosa, um pouco assustada na floresta, como o Sam na verdade, então interpretar Alpha que não tinha medo de nada foi realmente um esforço que eu tive que fazer, e eu acho que simplesmente ter ele lá deixava tudo melhor. Às vezes o calor me pegava ou as horas eram bastante longas, e você precisa de amigos em sua volta, você precisa sentir que cuidam um do outro, que vocês vão conseguir passar por aquele dia ou aquela cena, e eu tive muita sorte.

E com o restante do elenco? Por mais que o clima entre Alpha e os “mocinhos” fosse tenso, imagino que, atrás das câmeras, todos se davam muito bem.

Samantha Morton: Todos são incrivelmente amigáveis no set de The Walking Dead. Eles são realmente uma família, todos são iguais a todos, todos cuidam de todos, o grupo, o elenco, os personagens, quero dizer, as pessoas que você conhece, que nos conduzem, são absolutamente amáveis, especialmente o departamento de maquiagem.

Os fãs das HQs sabiam qual seria o destino de Alpha, e essa previsão foi cumprida. Mas a sensação que temos é que sua participação na série foi tão intensa que durou pouco! Você acredita que a personagem poderia ter rendido mais histórias em The Walking Dead ou acha que Alpha se foi no momento certo?

Samantha Morton: Eu fiquei chateada quando meu fim chegou, mas eu também realmente respeitei o motivo dele chegar, e eu acho que nenhum personagem é maior que a série, e nós estamos lá para apoiar e servir. Se você gosta de The Walking Dead, e se The Walking Dead precisa que isso aconteça por uma razão individual desconhecida, é isso que vai acontecer. The Walking Dead é The Walking Dead e eu me sinto simplesmente orgulhosa e privilegiada por ter feito parte disso o máximo que pude.

Qual foi sua reação ao receber o roteiro do episódio em que Alpha morreria?

Samantha Morton: Eu soube que ela ia morrer assim que fui escalada. Havia um indício de que isso provavelmente aconteceria, então eu estava preparada e tive que manter em segredo.

Muitos fãs esperavam um confronto direto entre Alpha e Carol, até pela sede de vingança de sua “inimiga” após a morte de Henry. Mas essa vingança veio de forma indireta, com Carol encomendando a morte de Alpha. Você também esperava “encarar” Melissa McBride mais individualmente?

Samantha Morton: Na verdade, eu não tinha nenhuma expectativa em encenar com Melissa Mcbride. Eu entendia o porque os fãs deveriam querer isso e a história por si só deveria querer, mas eu não tinha expectativas de qualquer forma, no entanto achei muito interessante como eles decidiram juntar essas duas mulheres dentro da cabeça de Carol, e eu amei trabalhar com Melissa naquelas cenas.

Uma discussão interessante surgiu recentemente em The Walking Dead: ela basicamente diz que lados opostos sempre pensam que têm razão na discussão. Nesse sentido, não existiriam mocinhos e vilões nesse mundo, mas, sim, pessoas buscando defender seu lado. Você concorda com isso? Se sim, Alpha não pode ser considerada, necessariamente, uma vilã, mas, na verdade, uma pessoa tentando sobreviver no novo mundo, certo?

Samantha Morton: Eu concordo, acho que muitos dos personagens em The Walking Dead fazem coisas horríveis frequentemente em busca da sobrevivência, e eles tem que fazer certas escolhas em certos momentos que outras pessoas podem não concordar. A câmera e a direção sempre mostram a perspectiva do protagonista, dos mocinhos e mocinhas, então, eu não interpretei Alpha como uma vilã de qualquer forma, interpretei ela apenas em sua jornada.

Infelizmente, para a tristeza dos fãs, Alpha não conheceu Rick na série de TV. Você chegou a conhecer Andrew Lincoln ou vê-lo como Rick Grimes no set em algum momento? Um confronto entre esses dois personagens teria sido algo realmente épico!

Samantha Morton: Sim, eu conheci Andrew Lincoln. Ele ficou um pouco por lá quando fui pela primeira vez e foi simplesmente fascinante conhecê-lo, vê-lo e passar um tempinho com ele e eu fiquei muito encantada em ter aquele momento. Ele fez um trabalho marcante na série e por ser um pouco fã aquilo foi realmente legal e teria sido ótimo encenar com ele, mas isso não aconteceu.

The Walking Dead sempre apresentou personagens femininas fortes e decididas, e Alpha definitivamente foi uma delas. Como foi pra você compor e interpretar uma personagem tão dona de si? O quão importante você acha que é esse tipo de representação feminina para outras mulheres?

Samantha Morton: Eu acho muito importante que tenhamos personagens femininas como Alpha na TV e em filmes. Geralmente os papéis mais picantes… certamente nos filmes do Bond, os homens são os vilões e as mulheres são marginalizadas a serem bonitas ou talvez espertas, mas sabe, eu acho muito importante que tenhamos Alpha e sim, precisamos mais disso, precisamos mais desse tipo de mulher forte na tela.

Além de participar do Universo de The Walking Dead, você está presente em outra grande franquia amada pelos fãs da ficção: o Universo de Harry Potter! Lá você interpreta a no-maj Mary Lou. Você pode nos dar alguma dica sobre o que acontecerá com ela nos próximos filmes? Como foi a sua experiência nesse mundo de Animais Fantásticos?

Samantha Morton: Eu adorei fazer parte de Animais Fantásticos, foi muito divertido e de novo, outra oportunidade de ser parte de algo que tem uma história e um futuro, e eu amei trabalhar com Ezra Miller.

Sabemos que a pandemia adiou muitos projetos, e nós, fãs de The Walking Dead, estamos sofrendo porque a season finale da série foi afetada. Como a pandemia te afetou? Algum projeto que estava em andamento teve que ser adiado? E como você tem se cuidado?

Samantha Morton: Estou bem, estou com sorte, segura com minha família e estamos lidando com isso um dia de cada vez e vestindo nossas máscaras, tentando nos manter seguros e encorajando outras pessoas a lavarem suas mãos, manterem a distância e vestirem suas máscaras.

Para encerrar: aqui no Brasil sempre mandamos muito amor a todos que estão envolvidos em The Walking Dead. Os fãs brasileiros são muito apaixonados! Esse carinho chega de alguma maneira até você através de convenções ou redes sociais? Deixe um recado para os fãs do nosso país!

Samantha Morton: Sim, eu abri uma conta no Instagram quando entrei pra série e os fãs brasileiros dão “olá” pra mim no Instagram e tem sido legal. E eu digo “olá” para o Brasil de volta, eu amo os fãs brasileiros e eu amaria ir para o Brasil um dia. Eu nunca fui para a América do Sul, então seria empolgante pra mim e isso também é, quero dizer, o fato de eu estar falando com você agora é importante e é importante pra série, sabe, nós não teríamos uma série sem os fãs e é por isso que todos são tão importantes pra nós. Muito obrigada!

REDES SOCIAIS DA SAMANTHA:

– Twitter: @samthesparrow
– Instagram: @samanthamorton

AGRADECIMENTOS:

– Entrevista: Rafael Façanha & Bruno Favarini & Margo Goldwyn
– Tradução: Victoria Rodrigues & Thalia Tormes & Rafaela Mazulquim
– Arte da capa: FORMES

ENTREVISTA ANTERIOR:

THE WALKING DEAD 10 ANOS: Entrevista exclusiva com Sabrina Gennarino (Tamiel)

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Council Of Dads | Série estrelada por Sarah Wayne Callies será lançada no Brasil

Sarah Wayne Callies, a Lori Grimes de The Walking Dead, interpreta a médica Robin Perry em Council Of Dads. Série será lançada no Brasil pelo FOX Premium.

Rafael Façanha

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A partir de quarta-feira, dia 11 de novembro, às 22h15, o FOX Premium 1 apresenta no Brasil a série “Council of Dads – Lembranças do Meu Pai“. Baseado no livro homônimo de Bruce Feiler, o drama foi escrito e produzido por Tony Phelan e Joan Rater (“Grey’s Anatomy”) e traz uma história peculiar que, ao longo de 10 episódios de uma hora cada, oferece diferentes pontos de vista sobre situações cotidianas.

Council of Dads – Lembranças do Meu Pai é contada a partir da vida de Scott Perry (Tom Everett Scott, “The Wonders”), um homem casado e pai de cinco filhos, que recebe a notícia devastadora de ter uma doença rara que ameaça não só a sua vida, como também o futuro de sua família. É por isso que ele decide pedir ajuda a alguns de seus amigos mais íntimos e de confiança para que apoiem a sua família se em algum momento ele não puder estar presente.

Assim, a família Perry cresce com a ajuda de Anthony (Clive Standen, “Vikings”), o amigo mais antigo e leal de Scott; Larry (Michael O’Neill, “The Resident”), seu querido afilhado dos Alcoólicos Anônimos; e Oliver (J. August Richards, “Notorious”), seu dedicado médico e melhor amigo de sua esposa. Este grupo de homens será para a família uma fonte de sabedoria, de humor e de orientações sobre como viver, amar, questionar e sonhar. Juntos, eles descobrirão que, para manter uma família unida, é necessário bem mais do que haviam pensado.

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O elenco desta série comovente é completado por Sarah Wayne Callies (Lori Grimes de The Walking Dead) como a médica Robin Perry, mulher de Scott; Michele Weaver (“Love is __”) como Luly Perry, a filha mais velha de Scott que foi criada por ele como pai solteiro antes que conhecesse Robin; Steven Silver (“13 Reasons Why”) como Evan Norris, o marido de Luly; além de Emjay Anthony (“It’s Complicated”), Thalia Tran (“Little”), Blue Champan (“Undone”) como Theo, e Charlotte e JJ Perry, os filhos de Robin e Scott.

David Gould, Jason Wilborn, Jerry Bruckheimer, Jonathan Littman (“CSI”) e KristieAnne Reed (“Lucifer”) se juntam a Phelan e Rater, como produtores executivos da série.

Council of Dads – Lembranças do Meu Pai é uma produção da Universal Television em associação com Jerry Bruckheimer Television e Midwest Livestock Productions.

GALERIA DE FOTOS:

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