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6ª Temporada

The Walking Dead 6ª Temporada: Steven Yeun diz que Glenn e Maggie estão “mais fortes do que nunca”

Felipe Tolentino

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Glenn Rhee teve uma jornada dura na última temporada de The Walking Dead, mas será que as coisas poderão mudar um pouco para o ex-entregador de pizza quando a sexta temporada estrear em 11 de outubro? Uma coisa é certa, Glenn e Maggie estão mais sólidos do que nunca. Outra é que, parecia que ele e Nicholas – que estiveram prestes a se matar no final da temporada – finalmente chegaram a um trégua amigável quando as coisas se encerraram no último episódio.

Mas as aparências enganam. Steven Yeun nos diz para que não se iludam muito com a possível aliança entre Glenn e Nicholas. Ele diz, no entanto, que tudo está bem quando se trata da filha do fazendeiro. Continue lendo mais para saber o que esperar na sexta temporada.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Existe então algum tema ou vibração sobreposta para esta nova leva de episódios da sexta temporada?

STEVEN YEUN: Acho que é uma continuação do que vimos na última metade do ano passado. Estamos lidando com um grupo de pessoas que não estão completamente compreendendo como é o mundo do lado de fora das muralhas e existe uma luta para acertar o lado da nossa facção com a facção deles dessa forma, que é: Nós ensinamos a eles? Tomamos tempo para fazer isso? Rick estava lutando no ano passado com: Vale a pena? Simplesmente devemos tomar esse lugar e ficarmos com ele? Encontramos essa gente do outro lado do espectro e definitivamente as coisas vão estar cheias de ação.

Claramente as coisas não estão bem e há ainda facções ou pessoas tentando entender qual é a maneira adequada de se viver e sobreviver nessa comunidade.

Steven Yeun: Exato. O legal é que essa cidade é mais profunda do que estamos vendo. Há pessoas que nós, como espectadores, não vimos. Há pessoas que existem nessa cidade peculiar que não foram apresentados a Rick e seu grupo e sua visão de como lidar com tudo. Veremos uma colisão de pensamentos porque as perspectivas são diferentes. Vocês olham para nós e veem o grupo de Rick, e aí percebe que essas pessoas estão andando por aí há tanto tempo e passaram por situações tão traiçoeiras e ainda estão de pé, enquanto outro grupo esteve protegido por um longo tempo. Por isso, aquela conversa que Glenn teve com Nicholas na van após o que aconteceu com a morte de Noah é muito impactante nesse sentido, que é: Você não merece viver. Você não merece estar aqui. Você simplesmente tem sorte por estar dentro dessa muralha.

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E como Glenn se encaixa nessa batalha por Alexandria?

Steven Yeun: Ele está encontrando uma razão para lutar por esse lugar, e é a de ter uma vida, de trazer alguma lembrança de vida de volta. Muitas vezes deixamos de perceber o fato de que ele não pode ver sua família verdadeira e o quanto isso deve tê-lo afetado, se ele se sente culpado, se ele sente algum tipo de raiva por essa situação, se ele sente que há alguma esperança que ele poderá ver novamente. Quem sabe? Tipo, há sempre esse aspecto, por isso eu sinto que a essa altura, ele está tentando fazer o possível com o que ele tem. Ele está lutando por aquilo que ele tem fisicamente nas mãos.

E também, o que ele tem é obviamente sua relação com Maggie. Como as coisas estão com os dois?

Steven Yeun: Acho que está mais forte do que nunca. Está mais solidificada do que antes. Está tão solidificada que os dois entendem – eles entendem que não é o Glenn que está tentando fazer esse lugar dar certo para a Maggie. É que os dois estão tentando fazer esse lugar dar certo para eles, e você olha para essa situação e você percebe que Glenn precisa fazer algumas coisas. Ele precisa sair. E ela está trazendo a liderança que tem para que as coisas estejam prontas para todos se darem bem lá. Com isso, ele faz o trabalho do lado de fora e ela faz o trabalho do lado de dentro. É uma situação meio igualitária e simbiótica.

Falamos um pouco sobre Nicholas, e todos tiveram aquela cena em que vocês quase se matam, mas aí vocês acabam se ajudando. E isso pode ir para qualquer direção quando eles voltarem. Glenn finalmente superou o que aconteceu com esse cara e transformou o Nicholas em um aliado de alguma forma?

Steven Yeun: Acho que essa situação é muito complicada. Foram muitas camadas. Não sei se foi tão altruísta como todos pensam que foi. Eu acho obviamente, sabe, poupar a vida de alguém independente de terem atirado em mim ou não é realmente fantástico. Mas para o Glenn, foi o fato de ter olhado na cara de uma versão dele mesmo. Ele olhou na cara do que ele poderia ter sido se tivesse ficado recluso atrás de uma muralha por tanto tempo. É, você pode culpa-los, mas talvez não seja completamente culpa deles.

Isso não significa que Glenn veja Nicholas como, tipo, ‘Ah, beleza. Somos parceiros agora.’ Certamente não é o caso, mas agora existe um alinhamento de como ele vai operar com o Nicholas? Porque quando ele estava prestes a puxar o gatilho, ele viu o Nicholas recuar. Ele disse, ‘Eu não mereço viver. Eu não mereço estar aqui. Eu sou um covarde.’ Acho que para o Glenn esse momento solidificou que ele não estava necessariamente poupando a vida do cara, porque ele é um covarde, mas mais no sentido de: Glenn é esse tipo de pessoa? Foi isso o que ele se tornou e pode matar alguém assim?

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sexta temporada no dia 11 de Outubro de 2015 – às 22h no AMC Internacional e às 23h na FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

Fiquem ligados aqui no Walking Dead Brasil e em nossas redes sociais @TWDBrasil no twitter e Walking Dead Br no facebook para ficar por dentro de tudo que rola no universo de The Walking Dead.

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