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6ª Temporada

[ENQUETE] Quem morrerá na 6ª temporada de The Walking Dead?

Ivy Leça

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ATENÇÃO! O post a seguir contém inúmeros spoilers dos quadrinhos originais, tal como o possível futuro da trama de The Walking Dead na série de televisão. Caso não esteja com os HQs em dia, e não queira ter as surpresas estragadas, não continue. VOCÊ FOI AVISADO!

The Walking Dead está conciliando três grandes ameaças nesta temporada.

Além do perigo sempre presente dos mortos vivos em rápida decomposição, o grupo de sobreviventes de Rick está combatendo a ameaça humana que existe dentro de Alexandria daqueles que discordam de seu ponto de vista “sobreviva a qualquer custo”. Ainda por cima, Alexandria teve seu primeiro encontro com o grupo selvagem conhecido como os Lobos durante seu ataque mortal à comunidade, que aconteceu no segundo episódio.

Com tantas ameaças para conciliar durante a sexta temporada – e chegamos a mencionar aquela gigantesca horda de zumbis que Rick e companhia estão tentando levar para longe de Alexandria? – será que alguém conseguirá sobreviver a esta temporada?

“Certamente esta temporada tem muitas mortes, mas eu não sei se é mais ou menos do que qualquer outra temporada”, disse o criador Robert Kirkman sobre a sexta temporada. “Nós sempre estamos procurando formas novas e interessantes [de matar personagens]. Isso é parte da série, e entrando na sexta temporada nós mantemos as coisas empolgantes e novas. Eu estou confiante de que todas as nossas mortes nessa temporada são pra melhorar, elas evoluem a história quando precisamos e elas definitivamente irão surpreender as pessoas.”

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Depois de perder quatro personagens regulares na quinta temporada (Beth, interpretada por Emily Kinney, Tyreese, interpretado por Chad Coleman, Bob, interpretado por Lawrence Gilliard Jr, e Gareth, interpretado por Andrew J. West – além do ator recorrente Tyler James Williams, que interpretava Noah), o The Hollywood Reporter apresenta sua segunda Aposta Anual de The Walking Dead, onde eles fazem uma análise sobre a probabilidade de morte cada personagem regular durante esta temporada. Confira:

Andrew Lincoln (Rick) – 0,1% de chance. Ele é o personagem que está mais seguro na série.

Chandler Riggs (Carl) – 1% de chance. Ele consegue cuidar de si mesmo – e salvar outras pessoas, como fez com Ron no segundo episódio – além disso, ele tem Rick e Carol cuidando dele. Carl não vai a lugar algum – mas não podemos dizer o mesmo sobre seu olho, o qual nós temos um palpite de que ele vai perder assim que a horda de zumbis chegar a Alexandria.

Norman Reedus (Daryl) – 0,1% de chance. Vamos apenas deixar isso aqui.

Melissa McBride (Carol) – 0,1% de chance. Em Carol nós confiamos.

Danai Gurira (Michonne) – 1% de chance. Michonne é sábia quando o assunto é escolher suas batalhas. Veremos se isso também é verdade quando o assunto é escolher seus interesses amorosos. (Aham, Morgan, nós sabemos onde a sua última barrinha energética foi parar)

Michael Cudlitz (Abraham) – 50% de chance. Quando fez par com Sasha, Abraham se identificou com o desejo de morte que ela uma vez teve – e parece ter seu próprio desejo agora.

Lauren Cohan (Maggie) – 10% de chance. Ela é a voz da razão dentro de Alexandria enquanto Rick está fora e está sendo preparada para se tornar a próxima líder (e suspeitamos que possa estar grávida).

Steven Yeun (Glenn) – 30% de chance. Toda temporada se agitam os rumores em torno de se essa será a temporada em que Glenn conhecerá Lucille. Nós vamos apostar que isso acontecerá na sétima temporada – quando isso acontece na edição 100 dos quadrinhos. Além disso, seria interessante ver como Glenn, que é a bússola moral do grupo, interage com Morgan.

Sonequa Martin-Green (Sasha) – 35% de chance. A série da AMC precisa de uma versão de Andrea, e a pontaria afiada de Sasha a torna uma grande candidata a ficar no alto da torre ao invés do inútil do Spencer.

Josh McDermitt (Eugene) – 5% de chance. Eugene, por mais que ele mesmo tenha admitido ser um covarde, não vai a lugar algum. Por mais que ele não seja capaz de lutar ou se defender, ele ainda é inteligente e, caso siga a trama dos quadrinhos, pode usar suas habilidades para fabricar munição.

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Alanna Masterson (Tara) – 20% de chance. Ela perdeu seu melhor amigo Noah, mas a morte dele precisa significar algo para alguém além de Glenn e Nicholas. Quem melhor para ser o braço direito de Denise (Merritt Wever) do que alguém que viveu a perda?

Christian Serratos (Rosita) – 15% de chance. Nós ouvimos o próprio showrunner Scott M. Gimple dizer que Rosita se tornará “um soldado grisalho, experiente” nessa temporada.

Seth Gilliam (Father Gabriel) – 70% de chance. Enquanto o padre Gabriel ainda está vivo nos quadrinhos, na série o personagem finalmente percebeu que precisa aprender a lutar para se defender – com Carl assumindo a função de professor. Enquanto ele concilia a vergonha que vem com a sobrevivência, será que ele conseguirá ser forte o suficiente para fazer o que precisa ser feito quando estiver sob pressão? E não seria poético se, durante um ataque de zumbis a Alexandria, o padre Gabriel errasse um tiro e acertasse o olho de Carl?

Lennie James (Morgan) – 75% de chance. De volta em tempo integral, Morgan agora percebeu que não pode deixar que todos sobrevivam depois que ele deixou os Lobos irem embora na temporada passada. Nós temos a sensação de que os Lobos que ele deixou livres no final do segundo episódio voltarão para assombra-lo. Com Glenn, essa série precisa de duas pessoas para serem a bússola moral? (além disso, nos quadrinhos ele não sobrevive ao ataque a Alexandria)

Tovah Feldshuh (Deanna) – 99.9% de chance. Ela não consegue se defender ou defender a comunidade. Ela está preparando Maggie para assumir. Essa é uma personagem que sabe que seu tempo é limitado, especialmente depois de ver do que os Lobos são capazes.

Ross Marquand (Aaron) – 45% de chance. Por mais que o recrutador saiba como sobreviver na estrada e geralmente tenha um bom julgamento de caráter, foram suas fotos da exuberante Alexandria que atraíram os Lobos. Nós achamos que seu namorado Eric não deve durar muito, e essa perda talvez seja tudo que é preciso para que Aaron vire comida de zumbi.

Alexandra Breckenridge (Jessie) – 99.9% de chance. Primeiro vem o amor (com Rick), depois vem a morte (com um ataque de zumbi).

Austin Nichols (Spencer) – 30% de chance. Quando e se sua mãe, Deanna, morrer, Spencer parece o mais provável de se tornar o principal opositor de Rick dentro de Alexandria.

*Judith – 100% de chance. Vamos continuar com a mesma previsão do ano passado e dizer que ela morrerá nesta temporada, no entanto seria justo ver Rick ter que navegar pelo luto de sua filha morta e seu filho possivelmente perder um olho na mesma temporada? Rick precisa perder alguma coisa nesta temporada.

Quem você acha que vai morrer nesta temporada? Vote na enquete abaixo e deixe sua opinião e suas teorias nos comentários.


 
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Fonte: Hollywood Reporter

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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