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6ª Temporada

Melissa McBride fala sobre o intenso episódio de retorno da 6ª temporada de The Walking Dead

Jessica Storrer

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ATENÇÃO: Esta matéria contém spoilers do nono episódio da sexta temporada de The Walking Dead, S06E09 – “No Way Out” (Sem Saída). Leia por sua conta e risco. Você foi avisado.

Nossa família The Walking Dead está finalmente reunida… mas por quanto tempo?

Depois de vários episódios nos quais nossos personagens regulares estavam separados e lutando lutas diferentes, ver todo mundo trabalhando junto no último episódio foi algo glorioso.

Mas, como os espectadores assíduos da série sabem, é sempre um curto período de tempo entre o fim de uma batalha e o começo de outra, e disso que trata a sexta temporada.

Como Melissa McBride, que traz um coração destemido ao seriado como Carol, disse numa prévia para o episódio de retorno, existem muitas ameaças caminhando na direção dos personagens, além da iminente aparição de Jeffrey Dead Morgan, como o infame Negan.

Durante um bate-papo pós-morte com o site Mashable, McBride revelou que ela está mais do que um pouco animada em finalmente trabalhar com certa pessoa que ela geralmente não trabalha, e também revelou quais personagens ainda são amados por Carol e se regras ainda existem num mundo pós-apocalíptico.

Esse episódio de retorno deixou bem claro que o grupo está reunido novamente. Eles estão mais invencíveis do que nunca, ou ainda existe certa fragilidade ao redor deles como grupo?

Melissa McBride: Eu acho que todos já sabemos bem que nada no mundo é invencível, mas eles são, eu acredito, uma força mais forte. Essa é a primeira vez que nós vimos a comunidade inteira se unindo e as apostas nunca foram tão altas. E eles realmente cresceram e encararam seus medos e viram exatamente como o mundo mudou e a ameaças dos walkers, especialmente aqueles grandes números que simplesmente pisotearam sua comunidade. Eles realmente evoluíram para acabar com eles e leva-los para fora. Eles se uniram e eu amo isso. É bem trágico, entretanto.

Walker - The Walking Dead _ Season 6, Episode 9 - Photo Credit: Gene Page/AMC

Isso não acontece muito na série, mas você teve alguns momentos de silêncio nesse episódio antes de Morgan entrar em cena. Existem desafios diferentes nestes momentos?

Melissa McBride: Quer saber? Eu amo esses momentos de silêncio. Eu não me importo com o que estou assistindo. Eu amo ver os personagens simplesmente sozinhos em sua solidão, seus momentos privados. Eu amo ver o que eles fazem quando não tem ninguém vendo. E eu adoro esses momentos pensativos e você se pergunta o que está passando na cabeça deles, os pensamentos que estão pensando quando eles param por um momento… Eu gosto disso como atriz porque é um momento quieto, pessoal, privado, e eles estão dizendo, sabe, estão comunicando algo sobre o personagem.

O que Carol está pensando em momentos assim?

Melissa McBride: Eu fico pensando o que passa na cabeça dela… a situação que ela acaba de entrar e sair, e tudo que está acontecendo e que o mundo está acabando. Como Carol, ela está pensando sobre si mesma. ‘Onde estou? O que isso tudo me trouxe? O que estou fazendo? O que fazer com isso?’

Seguindo adiante, nós veremos Carol interagindo com alguém que nós ainda não vimos interagir?

Melissa McBride: Sim. Carol e Maggie vão passar um tempo juntas. Isso será ótimo. É ótimo finalmente ter coisas mais substanciais com Lauren. Nossas personagens tiveram só algumas cenas juntas e trocaram só algumas falas de diálogo, então tem algo mais substancial vindo por aí. É algo que eu esperava há algum tempo, então isso é bem animador pra mim. Também, obviamente, nós temos algumas aparições convidadas e personagens entrando. Há muito que esperar.

Melissa McBride as Carol Peletier and Josh McDermitt as Dr. Eugene Porter - The Walking Dead _ Season 6, Episode 9 - Photo Credit: Gene Page/AMC

Entrando nestes episódios, você tem uma compreensão diferente de Carol nestes episódios? Talvez algo novo sobre ela tenha surgido que você pôde explorar.

Melissa McBride: Existem mudanças e reviravoltas para esses personagens em cada temporada, em cada episódio. Essa é a natureza de evoluir com o que o mundo te dá. Você migra pela vida e vira uma esquina e ali há algo com o que você deve lidar, e aprender com aquilo, e crescer, e superar, e então perceber algo novo sobre si mesmo, ou até desafiar a maneira que você pensa sobre algo.

Sim, existem mudanças vindo por aí para todos esses personagens simplesmente porque nós continuamos vivendo e lidando com a vida e com o que este mundo nos dá. Na sexta temporada definitivamente existem algumas esquinas [e] eu experimento diferente aspectos de Carol que eu ainda não tinha experimentado. É emocionante.

Glenn (Steven Yeun) tem alguns diálogos no episódio onde ele fala sobre as pessoas que você carrega consigo mesmo quando eles não estão mais no mundo. Quem seriam essas pessoas para Carol?

Melissa McBride: Eu acho que com certeza Sophia e Lizzie, T-Dog, Andrea… Eu acho que todos que faziam parte daquele grupo. Eles têm viajado juntos, sobrevivendo juntos. Eles tem se sacrificado em diferentes dimensões para manter todo mundo seguro e infelizmente você precisa fazer coisas terríveis para que isso aconteça.

Neste momento, quais são as regras para Carol quanto a sobreviver e matar? Ainda existem regras neste ponto?

Melissa McBride: Eu não acho que seja um mundo sem regras. Eu acredito que a regra número um de Carol, com exceções, é que você elimine a ameaça, simplesmente elimine a ameaça. Deixe de lado as obrigações e elimine a ameaça.

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Fonte: Mashable

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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