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6ª Temporada

The Walking Dead 6ª Temporada: Katelyn Nacon fala sobre o laço entre Enid e Glenn

Ávila Souza

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Atenção! Este conteúdo contém SPOILERS do sétimo episódio, S06E07 – Heads Up, da sexta temporada de The Walking Dead. Caso ainda não tenha assistido, não continue. Você foi avisado!

Foi uma coisa meio irmão/irmã, com alguns momentos de Glenn (Steven Yeun) agindo como a figura de um pai. Foi essa a relação que rapidamente se desenvolveu no episódio do último domingo, “Heads Up”, em que descobrimos que Glenn está vivo e onde ele imediatamente descobriu uma nova razão – a nova colega Enid (Katelyn Nacon) – para retornar a Alexandria. Não que tenha sido fácil essa relação entre eles. A inquieta Enid, que se ligou a Glenn no fato de ambos, ele imagina, serem órfãos por causa de zumbis, continua indiferente em se comprometer com Alexandria. Alguns fãs suspeitam ainda que ela pode ter algum tipo de ligação com outro grupo meio que nefasto, e ela faz parte de um triângulo amoroso adolescente que é um dos motivos pelo qual seu namorado, Ron, parece estar pronto para atirar em seu rival, Carl.

Em entrevista Nacon falou sobre as relações de sua personagem, o bordão JSS e sua esperança apesar de tudo que viveu desde a morte dos pais, seus reais sentimentos por Ron e Carl, e o que ela realmente estava devorando quando ela estava comendo aquela tartaruga no começo da sexta temporada. E sim, ela confirma vamos saber um pouco mais sobre Enid…

Glenn e Enid formaram uma dupla inesperada, especialmente em um episódio tão grande, mas fez sentido logo que eles foram desenvolvendo a relação irmão/irmã, pai/filha…

Katelyn Nacon: Eu gostei porque existe um grande contraste entre eles dois, e eu também gosto muito do personagem Glenn. E foi por isso que eles quiseram fazer esse momento com eles dois: Enid pode vê-lo como um pai, mas acho que há uma troca mútua de respeito. Glenn não gostaria de ficar dizendo o que ela poderia ou não fazer. É mais como uma relação de irmão mais velho. Steven conversou comigo sobre isso, porque estávamos tentando estabelecer essa relação entre os personagens. Ele falou, “É, não acho que seja uma relação estilo paterna,” porque ele sabe que ela é independente e que pode tomar conta de si, por isso ele não quis assumir essa postura. Eu concordo totalmente com ele.

Você acha que a nova amizade deles dá a ela um sentimento de segurança que ela não teve desde que perdeu seus pais?

Katelyn Nacon: Sim, de certo modo, sim. Com certeza ela se sente meio que segura. Acho que esse sentimento de segurança pode deixá-la mais espirituosa também, porque ela parece ter deixado de ser há um tempo. Especialmente pelo fato de ter alguém com quem ela pode confiar facilmente e que pode substituir seu pai. Acho que é um pouco assustador também para ela.

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Por que agora ela tem algo a perder de novo?

Katelyn Nacon: Sim. É algo que ela tem evitado para poder seguir em frente, especialmente pelo modo em que ela ameaça as pessoas. Ela tenta garantir que não se aproxime muito das pessoas e tenta fazer com que as pessoas não queiram se aproximar demais dela. Ela afasta as pessoas apenas porque passar por aquela perda foi uma das piores coisas que poderia ter acontecido com ela.

No entanto, ela se permite ser vulnerável com Glenn. Por que ele?

Katelyn Nacon: Pelo fato dele ser protetor e o quanto ela se sente segura com ele. Ela meio que faz isso sem notar.

Ela também é uma personagem esperta, mais esperta que a maioria das pessoas na idade dela. Você acha que ela tem uma boa intuição de que Glenn é confiável e que vai protegê-la?

Katelyn Nacon: Sim, sim, com certeza, ela talvez não tenha 100% de certeza, porque na verdade você nunca pode ter, mas acho que ela vê que ele entende o mundo; e que ele talvez tenha passado por mais coisas do que ela. Ele é bastante esperto, e acho que ela pode facilmente aprender coisas com ele. É apenas o medo de ter novas pessoas em sua vida que a impede de aceitar uma amizade com Glenn.

Dado isso, que ela consegue se relacionar com alguém que consegue entender de verdade o que ela passou, é notável que provavelmente ela não teve uma relação tão sincera com Ron, mesmo ele achando que ela era era sua namorada. Até pouco tempo, ele vivia uma versão segura da vida no apocalipse zumbi.

Katelyn Nacon: É isso. Eles são meio que namorados, mas para ser honesta, se Ron fosse comido ou algo do tipo, isso não a afetaria. Porque, especialmente durante o tempo em que eles começaram a se “aproximar” – e eu colocaria aspas aqui – ela era bem mais fechada do que é agora. Não teria como ela deixar alguém chegar tão perto dela, mesmo que fosse seu “namorado”. É uma situação complicada, mas se ele fosse comido ou morresse ela não sentiria tanto.

Você acha que ela sentiria se acontecesse algo com Carl?

Katelyn Nacon: Acho que ela se afetaria um pouco, mesmo que ela tivesse tentando ao máximo se afastar dele. É mais como se existisse um entendimento natural mútuo entre eles. Eles passaram por coisas similares e se entendem, mas mesmo que não tenha nada acontecendo oficialmente, é ainda aquela coisa que… se ele se for ela será afetada. Isso a afetaria de alguma forma.

Como você acha que a Enid criou seu slogan pessoal JSS, “Just Survive Somehow” (Arranje uma Forma de Sobreviver, em tradução livre)? Ela fala a Glenn que o mundo está tentando se destruir e que nós deveríamos deixá-lo, mas esse slogan sugere que ela está esperançosa também. Como ela se mantém?

Katelyn Nacon: Acho que é mais por causa de seus pais. Como Glenn disse, “Você vive porque eles não conseguiram”. O motivo pelo qual ela ainda está sobrevivendo e seguindo em frente é porque os pais dela não conseguiram. Não conseguiram seguir com suas vidas. Ela sente uma obrigação de não deixar a morte deles ter sido em vão.

- The Walking Dead _ Season 6, Episode 7 - Photo Credit: Gene Page/AMC

Nós conseguimos ver muito mais da personalidade de Enid em “Heads Up”, mas existe ainda muita coisa sobre ela que não sabemos, seu passado, com quem ela pode ou não ter se aliado. O que mais você quer saber sobre Enid, ou o que você mais quer que a audiência saiba sobre ela?

Katelyn Nacon: Acho que as pessoas ainda não conseguem ver além de seu exterior durão. Eu queria de verdade que as pessoas pudessem ver o que se passa na cabeça dela. Você tem que prestar bastante atenção, o fato dela ser fechada diz muito sobre o que está se passando com ela. Vocês poderão ver mais sobre isso, sobre o que se passa com ela, em breve. Então, eu gostaria que as pessoas vissem o que está martelando na cabeça dela, o que a faz ser do jeito que ela é.

No restaurante onde Glenn a encontra, Enid está segurando um pequeno caminhão de bombeiros de brinquedo. Existe algum significado para aquele brinquedo?

Katelyn Nacon: Sim. Eles me fariam distrair alguns zumbis com aquele caminhão, mas não deu certo. Eles usaram uma sequência diferente. Mas isso mostra o quão sagaz ela pode ser. Ela usa de outras saídas em vez de matar para resolver seus problemas. Com os balões ela pensou, “Oh, posso usar isso para distrair os zumbis”, e ela provavelmente os usaria para não ter que lidar com os zumbis e gastar tanta energia. Isso mostra o quanto que ela sabe sobreviver e se virar nesse mundo.

O caminhão faria algum barulho e você os distrairia? Você chegou a filmar uma cena onde isso aconteceria?

Katelyn Nacon: É carrinho de pressão, isso faria com que os zumbis o seguissem, mas eles resolveram usar algo diferente. Nós filmamos, mas acho que a sequência não deu certo, então eles adicionaram a mão de Glenn chegando e tapando sua boca. Acho que isso teria interferido em toda a ação do caminhão.

Foi um episódio especialmente intenso, particularmente pela reunião de Glenn com Enid e a viagem deles de volta para Alexandria, mas existiram alguns momentos especiais como a fala de Endi “Levante a cabeça” e a certeza de Glenn que ela não atiraria nele. Foi divertida a filmagem, e o fato de ter trabalhado com Steven Yeun pela primeira vez?

Katelyn Nacon: Com certeza. Steven é um cara ótimo e é muito divertido trabalhar com ele. E acho que vocês verão em breve mais desse lado da Enid, porque ela não é bem… ela é muito sarcástica quando se trata de certas coisas, então talvez vocês vejam mais desse lado dela em breve.

Um dos momentos mais, não divertidos, memoráveis de Enid nessa temporada foi ela comendo a tartaruga em JSS. Como foi filmar aquilo?

Katelyn Nacon: Eu realmente não notei o que estava acontecendo enquanto estava rodando a cena, porque eu estava bem concentrada naquele momento. Mas na volta pra casa eu pensei, “Aquilo foi bem nojento”. No começo pensei, “Oh, isso vai ser legal”. Depois fiquei pensando, “Eca, isso vai me fazer mal”.

O que você estava comendo de verdade?

Katelyn Nacon: Eram asinhas de frango cobertas com sangue falso. Tinha um gosto estranho, mas nada que não desse pra engolir.

Você realmente se torna parte de The Walking Dead quando tem que fazer algo desse tipo.

Katelyn Nacon: Eu ouço muito de pessoas que dizem que conseguem lidar com as coisas da série, mas que esse foi um dos momentos em que não souberam reagir à nojeira. Fico feliz em ter sido parte de um desses momentos.

Os fãs tem te mandando tartarugas de pelúcia ou outras coisas de tartarugas desde então?

Katelyn Nacon: Nas convenções Walker Stalker eu tenho autografado bastante tartarugas, e recebo muitos doces em formatos de tartarugas e até Tartarugas Ninja.

Agora você e Steven provavelmente receberão bastante balões verdes.

Katelyn Nacon: Imagino! Eu guardei um dos balões de hélio que estouraram no set. Eu enchi todos e soltei para que eles pudessem voar. Um dos balões, no entanto, não enchi o suficiente e eles não conseguia subir, eu soltava e ele continuava descendo. Eu fiquei com pena, desenhei um rosto, o chamei de Wilson e o levei para casa. Ele está bem pra baixo. Provavelmente já esteja morto.

O que você pode falar sobre o que espera Enid?

Katelyn Nacon: Acho que vocês verão um pouco mais dela, literalmente e metaforicamente, se isso faz algum sentido. Vocês a entenderão um pouco melhor, assim como a maneira como ela pensa.

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Fonte: Yahoo

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6ª Temporada

6ª temporada de The Walking Dead chega ao Netflix Brasil em Abril

Rafael Façanha

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Demorou, mas finalmente o grande dia está perto de chegar! A Netflix Brasil – o melhor e mais famoso de todos os serviços de streaming na atualidade – anunciou hoje que a sexta temporada do drama zumbi de sucesso da AMC, The Walking Dead, estará disponível em seu catálogo no próximo dia 11 de Abril.

Sinopse oficial da 6ª temporada de The Walking Dead:

Os sobreviventes começam a questionar-se sobre o futuro, enquanto analisam novas formas para manter-se vivos num cenário que continua sendo invadido por alguns zumbis.

Além de The Walking Dead, o serviço conta com filmes, seriados e desenhos animados de diversos grandes estúdios e canais de televisão, além de inúmeros conteúdos exclusivos. Ele pode ser acessado a partir de dispositivos portáteis com Android ou iOS, além de computador, Smart TVs, consoles e reprodutores de Blu-ray com suporte para aplicativos. Caso você tenha interesse, a Netflix Brasil possui planos a partir de R$ 19,90 ao mês e você pode fazer assinatura diretamente do site, começando com o primeiro mês grátis!

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, vai ao ar nas noites de domingo no AMC Internacional, às 22h, e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil, às 22h30. Confira todas as notícias sobre a sétima temporada.

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6ª Temporada

Scott M. Gimple fala sobre a fúria dos fãs em relação ao cliffhanger e sobre as diferenças da série com a HQ

Sabrina Picolli

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O showrunner de The Walking Dead, Scott M. Gimple, conta que ele não ficou realmente surpreso por algumas pessoas não terem gostado do final da sexta temporada, ao não identificarmos a primeira vítima “Alexandrina” de Negan, mas ficou surpreso com a intensidade da reação.

Enquanto Gimple reconhece e respeita as várias opiniões da base de fãs, ele também é firme em relação ao seu comprometimento com a visão do show. “Tudo pelo bem do público,” ele disse.

Leia mais sobre o que pensa Gimple a respeito da rejeição por parte dos fãs em relação à season finale, bem como a grande diferença entre o cliffhanger com Negan e aquele da lixeira, que o precedeu.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Você ficou surpreso com a fúria de alguns fãs com relação ao cliffhanger? Isso não o fez recuar um pouco?

SCOTT M. GIMPLE: Não me surpreendeu. Trata-se de um público apaixonado, e não foi surpresa que houvesse algo assim. Eu acho que me surpreendi com a intensidade alcançada por este pessoal. Mas paixão é paixão, e se eles ainda sentem isso pelo show após seis anos, eu acho que devemos aceitar as críticas. Eu acredito no que estamos fazendo. Acredito na história cujo ponto central é o cliffhanger e nos aspectos da história que convidam o público a usar sua imaginação, pensar e discutir a respeito.

O que eu acho maravilhoso no entretenimento é a possibilidade de estranhos serem capazes de falar – terem algo em comum, algo que ambos amam, mesmo que jamais tenham se conhecido anteriormente. E é muito gratificante para mim ver histórias de pessoas pensando e conversando, postando, teorizando. Eu acho que isso é maravilhoso. Claro, não desejávamos deixar ninguém brabo. Mas iremos adiante, correremos o risco pelo bem do público. Tudo isso é pelo bem do público.

EW: Se o acontecimento jamais tivesse existido na HQ e as pessoas não soubessem a respeito, o que acontece ali, você acha que talvez não houvesse tanta polêmica?

Scott M. Gimple: Absolutamente. Tudo acontece por conta das expectativas. As pessoas dizem “bem, agora Negan aparece na cena.” E a expectativa foi de “Oh isso acontece desta maneira, e é assim que deve ser, e é assim que tenho em mente.” Eu entendo isso. Mas também é uma questão de tentar fazer as coisas para preencher o espírito da história, o espírito da HQ, sem que seja exatamente igual.

E para falar bem a verdade, isso é algo que eu faço, enquanto alguém que justamente entrou em The Walking Dead como um leitor da HQ inicialmente. Mas eu sinto que alguns leitores acreditam que “Oh, isso irá acontecer, é exatamente como é.” E nós queremos dar a eles uma nova experiência, um suspense e também medo, porque eles não sabem como as coisas acontecerão. O que está acontecendo na verdade com os personagens no show, queremos que eles sintam isso. Queremos que eles se surpreendam.

EW: Então, o que é mais importante: honrar estes grandes momentos da HQ fielmente ou proporcionar uma nova experiência aos telespectadores?

Scott M. Gimple: Como eu já disse várias vezes, é um remix. É algo que experimentamos quando eu iniciei no show; Kirkman e eu estávamos na sala dos roteiristas, e eu era um escritor e produtor. Eu sempre quis manter a história o mais próximo da HQ possível, e Robert queria desviar-se dela para proporcionar aos leitores uma nova experiência. Ao longo dos anos, integramos nossos pensamentos, enquanto preenchíamos o espírito da HQ. Estamos procurando gerar estas mesmas emoções e ter uma interpretação direta destes momentos da história – ainda que completamente diferentes – mas ainda alcançando a HQ. É o que temos feito nestes anos, e o final da sexta temporada está bem alinhado a isso.

EW: Uma das coisas que ouvi dos fãs foi que o problema que eles tiveram com o cliffhanger foi a história do cliffhanger anterior, com a lixeira, na primeira parte da temporada, e que aquilo se prolongou demais em tão pouco tempo. Você entende como isso pode ter sido um problema para alguns?

Scott M. Gimple: Quando dizemos que isso foi um problema para algumas pessoas, falamos apenas sobre aqueles na internet, pois obviamente são os únicos que conhecemos, talvez exceto os que estejam próximos a nós. A internet é bastante demográfica. No final, pessoalmente eu não sei. Eu falava sobre como a internet é demográfica – um público discriminativo, esperto, que analisa tudo profundamente. Eu respeito isso e eu desejo isso, e se eu não escrevesse para o show provavelmente estaria fazendo o mesmo.

Eu acho que, na grande “tapeçaria” que é o show, estas são histórias individuais que não estão particularmente relacionadas. Eu acredito que ambas tem a ver com perdas. Mas eu acho que, de certa forma, também pode ser o oposto. A história da lixeira é a de alguém sobrevivendo a algo. É sobre um personagem tentando viver. Foi realmente para colocar o público no lugar das pessoas em Alexandria. A gente não tinha que saber o que aconteceu. Ele parecia ter morrido, mas tudo estava em aberto e incerto. Mas o que o permitiu sobreviver também foi o que fez parecer que ele pudesse ter morrido, que foram as vísceras de Nicholas. Então, felizmente, foi uma história de “Oh, alguém sobreviveu! Eu passei por todas estas coisas horríveis, meu Deus, este personagem recém morreu, e no fim eles sobreviveram.”

Agora é o oposto. Esta é uma história que prometia a morte, atinge a todos eles e talvez alguém sobreviva. É bem diferente. Se alguém irá morrer, a história anterior é de alguém que sobrevive. Eu acho que quando temos dois incidentes inacreditavelmente intensos que atingem tão duramente o público e não lhe dá respostas imediatas, acaba acontecendo este tipo de paralelo. Isso acontece em todo o mundo. E a prova virá com o que ocorrerá em Outubro.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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Fonte: Entertainment Weekly

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6ª Temporada

Versão sem censura da introdução de Negan em The Walking Dead

Vinícius Castro

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Por mais que o mistério deixado pelo episódio final da sexta temporada de The Walking Dead não tenha agradado uma parcela significativa do público, a entrada de Negan (Jeffrey Dean Morgan) ainda assim foi memorável graças ao empenho do elenco e ao monólogo praticamente transferido das páginas para a tela.

Como muito era comentado há um bom tempo, a AMC não autorizou a transcrição dos “palavrões” que, em sua grande maioria, são uma parte essencial do sádico comportamento do vilão, para a série. Entretanto, Greg Nicotero, Scott M. Gimple e cia. realmente não deixaram os fãs com as mãos abanando e, como prometido, gravaram duas versões dos últimos 11 minutos – a original, vista na televisão, e a censurada.

Com o lançamento do Blu-Ray oficial do sexto ano acontecendo no último dia 23 de agosto*, a cena completa foi disponibilizada na íntegra, e pode ser conferida no player abaixo:

Por mais que pareça improvável de acontecer, a produção de The Walking Dead ainda busca um acordo com a emissora, já que algumas exceções já foram abertas anteriormente – na quinta temporada, por exemplo, Beth (Emily Kinney) consegue ler a palavra f*ck coberta de sangue no chão do hospital.

E então, o que achou da versão “boca-suja” do Negan? Gostaria que esta versão fosse usada originalmente na série de TV? Deixe sua opinião nos comentários abaixo.

*O lançamento da versão brasileira segue sem data definida.

The Walking Dead, a história de drama mais assistida da TV a cabo, irá retornar com a sétima temporada no dia 23 de Outubro de 2016 no AMC Internacional e no FOX Action (canal do pacote premium FOX+) e FOX Brasil. Confira o trailer oficial da temporada e fique por dentro de todas as notícias.

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